— Ricardo, olhe para você — ela disse, com uma voz fria que o fazia vibrar. — Mais uma noite em que você não serve para nada. Os exames confirmaram o que eu já suspeitava: você é estéril. Além de não me satisfazer, você é incapaz de me dar o filho que eu tanto desejo.
Ricardo rastejou até os pés dela, beijando o dorso de seus pés com uma devoção febril.
— Eu sei, meu amor... eu sou um fracasso completo. É por isso que eu imploro: me deixa realizar o seu sonho. Eu quero ver você sendo fecundada por um homem de verdade. Eu quero que você arrume um macho que te meta com ódio, que te faça gozar como eu nunca consegui, e que plante em você a semente que eu não tenho.
A decisão foi tomada naquela noite. O escolhido foi Bruno, um homem de presença bruta, ombros largos e uma virilidade agressiva. Quando ele chegou, Ricardo o recebeu de joelhos já na porta de entrada, sentindo o choque de realidade diante da masculinidade do outro.
— É esse o seu marido, Helena? — Bruno riu, olhando para Ricardo com um desprezo profundo. — Esse tampinha de pinto pequeno que não dá conta do recado?
— É ele mesmo, Bruno — Helena respondeu, soltando o cinto do robe. — Ele quer que você me engravide porque ele é um seco, um estéril inútil que não serve para nada.
Bruno abriu a calça, libertando um pau enorme, escuro e latejante que fazia o de Ricardo parecer um erro de anatomia. Ricardo ficou hipnotizado, o tesão disparando ao ver o que um homem de verdade carregava entre as pernas.
— Se você quer tanto que eu coloque um filho na sua mulher, vai ter que trabalhar pra isso, seu bosta — Bruno ordenou, segurando Ricardo pelo cabelo e forçando-o a encarar a sua virilidade. — Começa a chupar. Prepara o meu pau, deixa ele bem babado e duro pra eu rasgar essa sua fêmea e colocar o meu herdeiro lá dentro.
Ricardo obedeceu com uma fome submissa, envolvendo a cabeça do pau de Bruno, sentindo o gosto forte e rústico de pele, trabalhando com a língua enquanto via Helena se tocar, excitada com a cena.
— Chega — Bruno o empurrou para longe. — De quatro na cama, Helena. Agora!
Bruno ordenou que Ricardo se enfiasse debaixo de Helena. O marido ficou ali, esmagado pelo peso e pelo perfume da esposa, com a tarefa de lamber a buceta dela sem parar para mantê-la lubrificada e pronta. Bruno se posicionou atrás e entrou com tudo. O impacto da estocada bruta fazia a cabeça de Ricardo bater contra o colchão a cada movimento.
— Isso, Bruno! — Helena gritava, as unhas cravadas nos lençóis. — Me engravida! Me enche desse leite fértil que esse inútil não tem!
Bruno metia com um ódio prazeroso. De propósito, em uma estocada mais profunda, o pau enorme de Bruno escapuliu da buceta encharcada de Helena e entrou direto na boca de Ricardo, que estava logo abaixo tentando lamber a esposa. Ricardo engasgou com a invasão súbita, mas continuou servindo com devoção.
— Olha só — Bruno debochou, rindo da cara de Ricardo enquanto o usava. — Você não sabe chupar uma buceta direito, mas é um excelente chupador de pau, hein, seu merda? É pra isso que você serve. Pra ser o depósito e o brinquedo de um homem de verdade.
Bruno voltou para o útero de Helena, socando o quadril com força total. Ricardo, alternando entre lamber a esposa e receber as escapulidas do pau de Bruno em sua boca, sentia o ápice da exitação pela humilhação. No final, Bruno rosnou alto e despejou jatos massivos de sêmen fundo no útero de Helena, garantindo que a carga ficasse bem guardada.
— Pronto — Bruno disse, saindo de cima dela enquanto o excesso de porra escorria pelas coxas de Helena. — Agora limpa ela, Ricardo. Mas limpa com a língua, não quero que você desperdice nada da minha semente. É o meu herdeiro que tá aí agora e você vai cuidar dele como o bom escravo que você é.
Bruno guardou sua virilidade e olhou para o casal com um sorriso de dono.
— Não pensem que acabou. Eu vou voltar aqui todos so dias para garantir que deixei essa fêmea prenha. E depois vou continuar voltando, o macho dessa casa agora sou eu. Apenas eu posso comer essa boceta, vc so chega nela se eu deixar.
Bruno saiu, batendo a porta com força. Ricardo mergulhou no tributo final entre as pernas de Helena, saboreando o gosto do sêmen de Bruno, sentindo-se o homem mais excitado do mundo por ter sua linhagem finalmente garantida por um macho superior.