— O que você quer, Paulo? — perguntei, cruzando as pernas e deixando o robe de seda deslizar, revelando a curva pesada e úmida do meu peito.
— Eu... eu quero o meu mimo... — ele sussurrou, aproximando-se com as mãos para trás. — Deixa eu mamar, mamãe? Por favor, eu fui um menino bonzinho o dia todo.
Eu soltei uma risada carregada de escárnio.
— Um menino bonzinho? Você é um homem de trinta anos que mal consegue preencher a palma da minha mão lá embaixo.
Eu abri o robe por completo. O cheiro do leite fresco inundou o espaço entre nós. Paulo caiu de joelhos instantaneamente. Antes de deixar que ele encostasse em mim, eu abaixei o elástico da calça dele, expondo aquele pau pequeno e patético, que tremia diante da minha fartura.
— Olha para isso, Paulo. Como você tem coragem de pedir para mamar tendo uma vergonha dessas entre as pernas? — Eu apertei o membro dele entre dois dedos, balançando-o como se fosse um brinquedo quebrado. — Isso aqui não serve para nada. Eu sou uma mulher vibrante, eu preciso de um macho que me meta até eu perder os sentidos. Vou ter que arrumar um homem de verdade para essa casa.
Ele não desviou o olhar dos meus seios, a saliva já escorrendo pelo canto da boca.
— Então... então arruma um papai para mim, mamãe... — ele suplicou, a voz trêmula de humilhação e desejo. — Arruma um papai que cuide de você e me deixe ficar aqui, assim... sendo o seu bebê.
— Você é realmente doente, não é? — Eu puxei a cabeça dele para o meu colo, enterrando o rosto dele na minha carne. — Então bebe. Bebe tudo e aceita a sua insignificância.
Ele abocanhou o mamilo com um desespero infantil, sugando com uma força que fazia meus seios latejarem. O vácuo da boca dele era potente, e o leite jorrou com facilidade. Enquanto ele se fartava, gemendo abafado contra a minha pele, eu continuava a humilhá-lo, acariciando sua cabeça com uma mão e desprezando seu tamanho com a outra.
— Isso, suga tudo. Deixa os peitos da mamãe bem levinhos. Porque eu tenho uma novidade para você... Meu primo Marcos ligou. Ele está vindo passar uns dias aqui em casa. Você lembra do Marcos, não lembra? Aquele homem enorme, que não cabe em calça nenhuma de tão bem dotado.
Paulo parou de sugar por um segundo, os olhos arregalados de medo e excitação, mas eu o forcei a voltar para o bico do peito.
— Ele chega amanhã. E ele vai ser o seu novo papai. Ele vai dormir na minha cama e vai me dar o que esse seu pauzinho nunca sonhou em dar. E você? Você vai ser o nosso brinquedo. Vai limpar a sujeira que ele deixar em mim e, se for um bom menino e ele permitir, talvez a mamãe deixe você mamar um pouquinho depois que ele terminar de me usar.
O corpo de Paulo teve um espasmo, e ele gozou ali mesmo, sem sequer ser tocado, apenas com a ideia da própria humilhação. Ele continuou sugando, drenando o último seio, enquanto eu sorria, imaginando o estrago que o "primo" faria na nossa rotina.
— Agora vai dormir no seu cantinho, Paulo. Amanhã a casa vai ter um dono de verdade.