— Bom dia, meu filho — Marcos disse, com uma voz falsamente acolhedora, mas carregada de sarcasmo. — Já está de pé esperando o seu mimo? Olha só pra ele, Ana... parece que não cresce nunca.
Marcos puxou o macacão, revelando o pau pequeno de Paulo que tentava reagir por baixo do macacão.
— Vem cá, filhão. Olha bem pro Papai. Você tem que prestar atenção hoje, tá? Veja pq a mamãe teve q arrumar um papai, porque com esse seu brinquedinho aí, você nunca vai conseguir sozinho.
— Sim, papai... — Paulo murmurou, a voz trêmula de vergonha.
Ana sentou-se na cama, deixando os seios pesados e vazando leite à mostra. Ela olhou para o marido com uma pena fingida que doía mais que um tapa.
— Querida, eu fico tão preocupado com o nosso menino... — Marcos disse. — Com esse tamaninho de pau, ele logo vai começar a ter problemas com as namoradinhas. Nenhuma menina vai querer brincar com algo tão insignificante.
Ana fechou a expressão, olhando fixamente para Paulo.
— Não começa. Eu não quero nem ouvir falar do Paulo com namoradinha, Marcos. O Paulo é meu. Ele só serve para escvaziar meus peitos e limpar minha buceta. Se eu descobrir que ele anda de conversinha com alguma namorada por aí, eu paro de tomar o remédio na mesma hora. Os peitos da mamãe vão secar e ele nunca mais vai sentir o gosto do meu leite.
O pânico tomou conta de Paulo. Ele caiu de joelhos, segurando as mãos de Ana.
— Não, mamãe! Por favor, não para! Eu prometo que sou só seu! Eu não quero namorada nenhuma, eu só quero o seu leite... por favor, continua com o remédio!
— Então prova que você é um bom menino — Marcos ordenou, deitando Ana de quatro na cama. — Entra aí embaixo e começa a mamar nas tetas da mamãe enquanto eu mostro pra você como é que se mete de verdade. Olha pro meu pau, filho. Olha a diferença. Um homem de verdade tem isso no meio das pernas, e n essa vergolha q vc tem.
Paulo mergulhou sob Ana, abocanhando o mamilo com um desespero quase agonizante. Marcos entrou nela com uma estocada bruta, fazendo o leite disparar na garganta de Paulo.
— Isso, filho! Bebe tudo, quem sabe assim seu pauzinho começa a crescer! — Marcos gritava enquanto socava o quadril contra a Ana. — Tá vendo como a mamãe gosta quando o papai mete fundo? Tá vendo o leite vindo com força? Ta gostando de ter um macho de verdade te comendo, né Ana! Rebola p seu macho e alimenta nosso filhinho!
O ritmo era frenético. Paulo chorava enquanto mamava, sentindo o prazer da lactação se misturar com a humilhação total de ser tratado como uma criança defeituosa. Quando Marcos finalmente gozou, inundando a buceta de Ana com uma carga massiva, ele se afastou e apontou para o rastro de porra que escorria.
— Agora limpa, filhão. Limpa tudo o que o Papai deixou na Mamãe. E lembre-de do q a mamãe disse: se souber de namoradinha, a fonte seca. Entendido?
— Sim, papai... — Paulo sussurrou, mergulhando o rosto entre as pernas de Ana para recolher o tributo, enquanto ela acariciava sua nuca, garantindo que ele estivesse preso para sempre naquela dependência nutritiva e cruel.