O cuzinho do papai

O amor é silencioso, sussurros que ecoam nas sombras, enquanto o tesão é barulhento, explosões de desejo que clamam por toque, por proximidade. Na penumbra dos nossos encontros furtivos, a intensidade da paixão proibida se manifestava em olhares e gestos contidos, resquícios de uma realidade que queria ser vivida, mas que se desvanecia entre os dedos como areia.

Nosso amor era um labirinto onde cada corredor estreito ocultava segredos e promessas não ditas. O calor do seu corpo contrastava com a frieza das circunstâncias, criando um paradoxo irresistível. Assim, entre os silêncios eloquentes e os gemidos do desejo, a nossa história se desenrolava; um presente que pulsava intensamente, embora destinado à clandestinidade. A melancolia permeava cada instante, transformando o prazer em dor, como se soubéssemos que aquele amor, apesar de sublime, nunca poderia florescer à luz do dia.
Meu pai sempre foi bem ativo sexualmente pois eu sempre escutava ele metendo, antes eu sempre colocava um fone, e não ligava, só que comecei me interessar em ouvir ele e minha mãe, sempre gemiam alto, e eu ouvia muitos tapas e um barulho forte que parecia ser de metida na buceta,
ficava com minha calcinha molhada, sentindo escorrer aquele delicioso orgasmo enquanto eu me masturbava deitada na minha cama.
Naquele dia estávamos nós 3 em casa. Eu estava na beira da piscina ditada de bundinha para cima com o forno de ouvido, mas cheio de um celular meu pai e minha mãe estavam dentro da água ela abraçada com ele de costas para mim. Fiquei olhando ele fazer carinho nas costas da minha mãe olhando para mim. Fiz um gesto para ele simulando uma chupeta, era meu lado Adolescente aparecendo K. K. K.
Não, na verdade eu estava virando amante do meu pai.
Era uma noite tranquila quando nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Desde então, a paixão tomou conta de nós, inebriando nossos corações com um amor que não deveria existir. Sabíamos que éramos condenados, que nossa história era uma dança entre sombras e luz, mas o desejo falava mais alto.

A cada encontro, os riscos se tornavam parte do nosso encantamento. Eu me tornei a amante dele, envolta em segredos e promessas sussurradas ao luar. O calor de seus braços ao redor de mim era um refúgio em meio ao caos que a sociedade impunha. Mesmo sabendo que a cada beijo estávamos desafiando o destino, não conseguia resistir à mágica que ele trazia para minha vida.

O mundo lá fora poderia nos condenar, mas dentro de nós, a chama ardia intensa e livre. E assim, nessa história proibida, encontrei uma paixão que transcende qualquer limite.
Quando cheguei à noite, minha mãe saiu com as amigas novamente e ficou sozinha com meu pai em casa.
dessa vez eu queria usar ele sabe.
Esperei ele tomar banho e fui para o quarto dele.
deitado na cama A chupar o pau dele bem devagarinho.. Na hora que estava engolindo as bolas dele Comecei a passar a língua naquele cuzinho peludo que meu pai tinha.. Esperei que ele ia reclamar, mas não, ele ergueu mais as pernas. Soltando um gemidinho. Enfiava a linguinha dito daquele cozinho peludo ele urrava
- Caralho que tesão da porra você é louca putinha.
- Você gosta paizinho ?
- Sim, é uma delícia continua.
Sua bunda era grande naturalmente e com os exercícios ela só ficava maior, ela era cheia de pêlos e redondinha.

eu estava quase gozando sem nem me tocar. Cheirei novamente sua bunda do lado direito e lambi de leve sua pele, então subi na cama entre suas pernas e me abaixei diante da sua bunda, agora eu estava cara a cara com aquela preciosidade. Comecei a beijar de leve suas nádegas, senti aquele gosto de pele e era incrível poder estar experimentando aquilo.
Decidi então abrir sua bunda e ali estava, mesmo que no escuro eu consegui ver seu cuzinho, era lindo, enrugadinho e peludo, senti o aroma daquele rabo e fui ao céu. dei mais uns beijos em sua bunda e então comecei a linguar seu cu.

Eu estava louca eu lambia com força, com gosto, com tesão de muito tempo guardado, eu cuspia e lambia, depois circulava seu anelzinho e absorvia o gosto daquele cuzão. Enquanto lambia eu aproveitava pra sentir suas nádegas, então eu
as apertava com força
Eu acredito que passei uns 15 a 20 minutos apenas chupando aquele cuzão do meu pai, foi então que passei a beijar e lamber suas coxas torneadas, eu lambia por ali e fui abaixando, beijei e lambi suas panturrilhas até cheguei em seus pés, aos quais eu dei uns beijos.
Cuspi um pouco no cu dele e espalhei pelo seu anelzinho, com meu polegar fiquei massageando suas preguinhas rígidas. Mordi sua bunda e cuspi mais um pouco no cu dele, fui enfiando meu dedo indicador ali, bem devagar fui adentrando aquele espaço quente e macio, então comecei a circular meu dedo ali, que tesão do caralho.
Ele murmurava pedindo.
- Não para a filha continua está gostoso demai
‘ Agora sou sua filha né viadinho.
- You sim filha agora sou seu viadinho.
Comecei a fuder ele com o dedo, eu sabia agora que papai estava amando ele estava totalmente ciente do que eu estava fazendo. Tirei meu dedo e voltei a chupar seu , então me ajoelhei na cama, abri sua bunda e gozei feito uma louca.

Foto 1 do Conto erotico: O cuzinho do papai


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Comentários


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sex-addict Comentou em 18/03/2026

Delícia, filha maravilhosa, Delícia gostosa, amo incesto




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Ficha do conto

Foto Perfil bb-do-papai-
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Nome do conto:
O cuzinho do papai

Codigo do conto:
257202

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/03/2026

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4

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