Amiga da minha mãe

chuva batia forte contra o telhado e as janelas de vidro, um ruído constante que preenchia a casa com uma sonoridade úmida e pesada. Foi então que a campainha tocou, quebrando a tranquilidade do momento. Eu estava na sala, folheando um livro, quando ouvi os batidas apressadas na porta. Fui rápido atender deixando o livro no sofá, abri a porta e a voz familiar de Cláudia, a melhor amiga da minha mãe, ecoou pelo corredor.

— Oi, querida! Será que posso entrar? Meu carro quebrou aqui perto, acredita nisso? — Ela disse ao mesmo tempo já entrando na casa e molhando o tapete e a entrada principal da casa.

Não tive muito escolha a não ser deixá-la entrar, mas também fiquei sem palavras ao ver o sutiã através da camisa encharcada. Os próximos momentos foram rápidos, ou talvez o calor subiu em mim me fez ter lapsos de memória. Lembro de meu dedo apontando o banheiro, ela sorrindo para mim e o rastro de água deixada por ela enquanto ia de encontro para seu merecido banho quente. Aquele banheiro era o social, não era usado para tomar banho, logo, não havia nenhuma toalha.

Ouvi o chuveiro ligar e corri para pegar uma toalha, pensando em seu corpo nu, a água quente correndo, nos mamilos endurecidos...

Pensamentos... Nunca me abandonavam, principalmente pela parte erótica do meu livro, quase no clímax antes dela me interromper batendo apressadamente na porta.

O ar cheirava a terra molhada e a um leve traço de sabonete cítrico que ainda impregnava o ambiente desde o banho quente que Cláudia tomara há pouco. Cheguei com a toalha em mãos e a porta estava semiaberto. A porta do banheiro rangeu levemente quando se abriu, como abriu? Talvez apenas o vento que acompanhava a minha chegada.

Ela saiu do banho com passos lentos, os cabelos castanhos escuros colados ao rosto em mechas desordenadas, pingando água que escorria pela nuca e descia em trilhas finas entre os seios. A blusa branca, a calça de tecido junto a suas roupas íntimas, jogadas no chão. A calcinha rosa me chamava a atenção, na verdade, apenas tentando disfarçar a presença dela, pois ela já me notava ali, sem nenhum vergonha, sem ao menos tapar os seios fartos ou os pelos de sua boceta. O contorno das coxas, hum, antes sob a caça justa, vi apenas de relance aquele belo par de coxas grossas.

Eu estava parada ali, imóvel, a toalha macia entre as mãos trêmulas. O coração batia tão forte que eu tinha certeza de que ela podia ouvir, o sangue pulsando nos ouvidos enquanto os olhos, agora direcionados a ela, devoravam cada centímetro daquele corpo. Cláudia não disse nada. Não precisava. Seus olhos, escuros e brilhantes, fixaram-se nos meus por um segundo antes de deslizarem pelo meu corpo, como se estivesse avaliando, decidindo.

Ela ergueu os braços lentamente, os dedos ágeis esfregando o amontoado de pelos na testa da própria boceta. Minha boca secou. Eu engoli em seco, os dedos apertando a toalha sem querer, as unhas cravando-se na palma da mão.

— Você vai ficar aí parada o dia todo, ou vai me secar? — Sua voz era baixa, rouca, um tom de diversão maliciosa nas palavras. Não era uma pergunta. Era um comando disfarçado de brincadeira.

Aproximei-me, os passos hesitantes, o chão frio sob os pés descalços. Estendi a toalha, mas antes que pudesse encostá-la em sua pele, ela segurou meu pulso, firme, sem força excessiva, mas com uma autoridade que me fez estremecer. Seus dedos eram quentes, quase queimando, mesmo com o ar quente que permeava o banheiro. Puxou-me para mais perto, tão perto que senti o vapor ainda saindo de seu corpo, o cheiro doce e salgado de suor misturado ao perfume floral que usava. Minha respiração falhou quando seus lábios roçaram a pele sensível do meu pescoço, um toque tão leve que poderia ser acidental — se não fosse pela maneira como sua língua saiu, úmida, traçando uma linha lenta até a base da minha orelha.

— Você é tão tímida — murmurou, a boca quente contra a minha pele, os dentes mordiscando levemente o lóbulo. — Mas eu sei que você quer.

Não consegui responder. Não havia palavras. Só o calor se espalhando pelo meu corpo, o latejar entre as pernas, a umidade crescendo na calcinha enquanto seus seios, macios e pesados, esmagavam-se contra os meus que eram dez vezes menores. Ela me girou de repente, empurrando-me contra a parede fria do banheiro. O azulejo gelado queimou minhas costas, mas era um fogo bom, um contraste delicioso com o calor do corpo dela colado ao meu. Suas mãos deslizaram pela minha blusa, os dedos hábeis abotoando-a com uma urgência que me deixou sem fôlego. A pele ardeu quando o ar frio tocou minha barriga, os seios pequenos e duros, os mamilos já eretos de desejo.

— Assim — sussurrou, a voz grossa, enquanto suas unhas raspavam levemente minha cintura, descendo, descendo, até encontrarem a cintura da minha calcinha. — Você é tão bonitinha. Tão… obediente.

A palavra soou como um elogio e uma ameaça ao mesmo tempo. Minha respiração saiu em um gemido baixo quando ela puxou o tecido para baixo, forçando-me a levantar um pé, depois o outro, até que a calcinha caiu no chão, deixando-me completamente exposta. O ar frio beijou minha boceta, já molhada, os lábios inchados de excitação. Não houve tempo para vergonha. Não houve espaço para dúvidas. Suas mãos voltaram, uma deslizando entre minhas pernas, os dedos explorando meu ventre úmido com uma familiaridade que me fez tremer.

— Já está toda molhadinha — riu baixinho, o hálito quente contra meu ouvido. — Uma garotinha tão certinha, mas aqui… — Dois dedos afundaram em mim sem aviso, curvos, encontrando aquele ponto interno que me fez arquear as costas, um grito abafado escapando dos meus lábios. — Aqui você é uma putinha.

Eu gemi, as mãos cravando-se na parede, as unhas arranhando o azulejo. Seus dedos saíram, molhados do meu suco, e antes que eu pudesse reagir, senti a pressão úmida contra meu cuzinho apertado. Um dedo, lento, insistente, empurrando a entrada estreita enquanto a outra mão voltava a brincar com meu clitóris, círculos firmes que me faziam ver estrelas.

— Ahn! — O som escapou de mim, alto, desesperado, as pernas tremendo. — Por favor…

— Por favor o quê? — Sua voz era um rosnado, os lábios agora em meu ombro, mordendo a pele enquanto o dedo afundava mais, esticando-me, queimando de uma maneira boa, tão boa. — Fala, gatinha. Fala o que você quer.

— Mais — consegui sussurrar, a vergonha se dissolvendo no prazer. — Eu quero mais.

Ela riu, um som gutural, satisfeito, enquanto adicionava um segundo dedo, os nós dos dedos esfregando contra a parede interna do meu ânus, a pressão quase insuportável, quase perfeita.

— Você vai ter — prometeu, os dentes afundando levemente na minha carne, a dor se misturando ao prazer de uma maneira que me deixou tonta. — Mas primeiro… — Seus dedos saíram de repente, deixando-me vazia, tremendo. — Você vai me provar o

quão boa você é.

Antes que eu pudesse processar as palavras, ela me empurrou para baixo, com força, até que meus joelhos bateram no chão frio. Olhei para cima, a visão cheia dos seus quadris largos, a boceta com os pelos mal cobrindo os lábios já brilhantes de excitação. O cheiro dela invadiu minhas narinas—doce, ácido, intoxicante. Minhas mãos tremiam quando segurei suas coxas, a pele macia sob meus dedos, enquanto ela afundava os dedos no meu cabelo, puxando com uma força que me fez gemer.

— Isso — sussurrou, a voz trêmula de desejo. — Chupa minha boceta, gostosa.

Não precisei ser convidada duas vezes.

Minha língua saiu, longa, quente, lambendo desde a base até o clitóris inchado, já pulsando. O gosto dela explodiu na minha boca, salgado, doce, perfeito. Cláudia arfou, as coxas tremendo, enquanto eu afundava o rosto entre suas pernas, os lábios envolvendo seu clitóris, chupando com força, a língua traçando círculos rápidos. Seus gemidos enchiam o banheiro, altos, sem vergonha, as palavras sujas saindo em um fluxo contínuo.

— Isso, assim, sua puta — suas mãos apertavam meu cabelo, guiando minha cabeça, forçando-me a lamber mais fundo, a língua agora afundando em sua entrada, coletando cada gota do seu mel. — Sua boca é tão boa…

Eu não conseguia respirar direito. Não importava. Só importava o gosto dela, o cheiro, o som dos seus gemidos, a maneira como suas coxas apertavam minha cabeça, me sufocando, me usando. Meus dedos cravavam-se em sua bunda, as unhas marcando a pele enquanto eu devorava-a, a língua trabalhando sem parar, os lábios sugando, mordendo, lambendo cada centímetro dela como se fosse a última refeição da minha vida.

— Eu vou gozar — aviso, a voz quebrada, as palavras saindo em soluços. — Eu vou gozar na sua cara, sua vadia.

Não houve aviso. Um segundo depois, ela me puxava pelo cabelo, arrastando-me com uma força que me deixou tonta. Antes que pudesse reagir, ela me jogou de costas contra a privada, como se eu não pesasse nada, então, ela se preparou para sentar.

Na privada? Pode se dizer que sim.

Mas antes de tudo, senti sua boceta vindo diretamente em meu rosto. Ela sentou na minha cara, me sufocando, suas coxas envolveram minha cabeça, a boceta quente e molhada esmagando-se contra meu rosto.

— Agora você vai me fazer gozar direito — ordenou, a voz um rosnado animal, enquanto descia, a boceta já escorrendo sobre meus lábios.

Não houve tempo para respirar. Não houve espaço para nada além do sabor dela, do peso do seu corpo sobre mim, das unhas arranhando suas coxas enquanto ela começava a se mover, cavalgando meu rosto com uma urgência desesperada. Ela não tinha nenhuma piedade, soltava todo seu peso contra meu rosto.

Minha língua saiu, longa, rígida, afundando nela a cada descida, enquanto minhas mãos seguiam suas coxas, as unhas marcando a pele macia. Seus gemidos enchiam o banheiro, altos, descontrolados, as palavras sujas saindo em um fluxo contínuo.

— Sim, assim, assim! — Seu corpo tremia, os músculos das coxas se contraindo enquanto ela afundava mais, mais fundo, a boceta apertando minha língua como uma luva. — Você é minha, entende? Minha putinha.

Eu não conseguia responder. Só conseguia lamber, chupar, devorar, os sons abafados saindo da minha garganta enquanto ela me usava, cada movimento mais desesperado que o anterior. Seus dedos cravavam-se em seus próprios joelhos. A dor se misturando ao prazer de uma maneira que me deixava tonta, o corpo todo tremendo de necessidade.

— Eu vou! Eu vou...

Seu grito ecoou pelo banheiro, alto, rouco, enquanto seu corpo se arqueava, as coxas apertando minha cabeça com uma força que quase me sufocou. Senti o jorro quente do seu orgasmo, ela se levantou, mantendo os joelhos flexionados, quando puxei o ar para respirar, senti o esguicho me banhando. O doce esguicho, encharcando meu rosto, meu queixo, ela voltou a sentar em meu rosto, rebolando, ela continuava a se mover, cavalgando cada última onda de prazer com um desespero animal. Seus dedos cravavam-se nos meus seios, beliscando os mamilos duros, a dor só aumentando o fogo entre minhas pernas, a boceta latejando, vazia, necessitada.

Quando finalmente parou, seu corpo tremia, os gemidos agora baixos, ofegantes, enquanto ela se levantava, as pernas fracas. Olhei para cima, o rosto coberto do seu suco, os lábios inchados, o coração ainda disparado, acompanhada de uma dor no pescoço que me perseguiu por algumas semanas. Ela me olhou, os olhos escuros brilhando com algo que não era só satisfação, era fome.

— Agora — sussurrou, a voz ainda trêmula, enquanto se ajoelhava na minha frente, as mãos deslizando pelas minhas coxas. — Essa vai ser sua função, me fazer gozar, vou te usar como acento, você vai ser meu vibrador, está entendendo?

Apenas sinalizei que sim com a cabeça.

— Ótimo, quando eu te chamar, quero que venha como uma cadela, abanando o rabo para a sua dona — ela puxou meu cabelo, dando ênfase na nossa nova relação de pet e dona. — Entendeu? Você agora é minha puta particular!

Novamente, acenei que sim com a cabeça, tentando segurar as lágrimas, pois a dor já tentava tomar conta.

Ela deu um sorriso e saiu do banheiro, nua, com o suor ainda na pele após seu belo orgasmo. Fiquei ali um tempo, processando tudo o que acabara de ocorrer, até ter forças para levantar e me lavar. Notei que Cláudia saia do quarto dos meus pais com algumas roupas da minha mãe enquanto conversava com ela casualmente explicando toda a situação, claro, omitindo a parte em que ela usou e abusou da filha da amiga.

Cláudia não dirigiu mais a palavra a mim, fingia que eu não existia mesmo ela passando ao meu lado uma última vez antes de passar pela porta. A chuva havia ido embora, dando espaço para o sol. Enquanto me vestia no meu quarto, olhei no espelho, lembrando de toda a situação, mas principalmente, de Cláudia sentando em meu rosto, sem pena, sem misericórdia. O pescoço ainda latejava de dor. Quando me dei conta, havia um sorriso no meu rosto. Talvez... Eu poderia gostar dessa nova relação com a amiga da minha mãe

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Comentários


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casualsomente Comentou em 25/03/2026

Com certeza foi maravilhoso não tenho dúvidas

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aldolo Comentou em 25/03/2026

Delicia de conto




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Amiga da minha mãe

Codigo do conto:
257765

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
24/03/2026

Quant.de Votos:
6

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