Eu e mamãe somos putas

apartamento cheirava a perfume caro e ansiedade. Eu me ajustei no vestido preto justo—aquele que mamãe disse que "destacava minhas curvas de um jeito *inedecente*"—e senti o suor escorrer entre meus seios.

"Respira, filha", ela murmurou, ajustando o decote do meu vestido *um pouquinho mais pra baixo*. Seus dedos tremiam, mas o batom vermelho não permitia dúvidas: estávamos prontas.

O primeiro cliente chegou às 21h. Um executivo de meia-idade, olhos escaneando a gente como se lêssemos um cardápio. Mamãe tomou a frente, voz melada:
"Gostaria de um *menu degustação* ou prefere algo... *sob medida*?"

Ele sorriu, sacou uma nota de 500 dólares e passou devagar entre os seios dela.

"Quero as duas. Juntas."

Mamãe me puxou pelo pulso. Foi assim que descobri que dinheiro não era a única coisa que ela sabia fazer desaparecer kkk
O ar na suíte Master estava carregado de uma eletricidade palpável, a luz suave dos lustres de cristal espalhando sombras dançantes pelas paredes de seda. O cliente, um homem de olhos escuros e mãos firmes, parecia estar completamente absorto na atmosfera que criamos para ele.

Minha mãe, deslizou os dedos pelas costas dele enquanto eu me posicionei à frente, nossos corpos se movendo em sincronia perfeita. Eu comecei a desabotoar lentamente a camisa dele, sentindo o calor da pele dele sob as pontas dos meus dedos. Mamãe, sempre a ousada, deixou suas mãos descerem até a cintura dele, puxando-o gentilmente para trás, contra seu corpo.

— Gosta de ser cuidado assim? — sussurrei, prendendo o olhar dele enquanto meus dedos exploravam o contorno dos músculos do peito dele.

Ele respondeu com um gemido baixo, seus próprios dedos entrelaçando-se nos meus cabelos enquanto minha mãe começou a traçar círculos lentos na parte interna das coxas dele. O ritmo era lento, deliberado, cada toque calculado para deixá-lo sem fôlego.

Mamãe tão se inclinou para frente, seus lábios encontrando os meus por cima do ombro dele, num beijo que era tanto uma confirmação da nossa cumplicidade quanto um espetáculo para os olhos dele.

— Agora é a sua vez de relaxar — ela murmurou contra os meus lábios antes de voltar sua atenção para ele, seus dedos finalmente encontrando o que tanto queriam.

O cliente arqueou as costas, e eu sorri, sabendo que a noite mal tinha começado.
Enquanto minha mãe chupava o pau do cliente com movimentos lentos e experientes, eu me inclinei para frente, prendendo seus lábios em um beijo úmido e intenso. Ele gemeu entre nós, seus dedos se enrolando no meu cabelo enquanto minha língua explorava sua boca com um misto de curiosidade e desejo. O cheiro do seu perfume se misturava ao suor e ao aroma do meu batom, enquanto minha mãe acelerava o ritmo lá embaixo, fazendo ele arquear contra minha boca.

Ele tentou falar algo, mas eu coloquei um dedo sobre seus lábios, sorrindo maliciosamente enquanto descia minha mão até encontrar os dedos da minha mãe, que já estavam trabalhando duro. Juntas, nós o guiamos até o limite—minha mãe com sua boca quente e eu com meus beijos profundos—até que ele finalmente se entregou, seu corpo tremendo enquanto gememos juntas, saboreando cada segundo daquele momento

— *Você tem certeza?* — minha mãe perguntou, os dedos dela já abrindo o zíper do cara.

Eu só balancei a cabeça, engolindo seco. *Claro* que eu não tinha certeza. Mas o dinheiro estava ali, em cima da mesa, e a gente precisava pagar o aluguel.

Quando o pau dele saltou para fora, eu lembrei da primeira vez que vi um homem nu — tinha sido o meu padrasto, anos atrás, antes dele sumir. Agora, aqui, não era tão diferente. Só que desta vez, minha mãe estava comigo.

Ela olhou pra mim, sorriu meio torto, e então se ajoelhou primeiro. Eu segui.

O gosto era salgado, quente. A gente se revezava, uma lambendo a cabeça enquanto a outra sugava o comprimento. Os gemidos dele eram altos demais, e eu quase ri quando minha mãe deu uma beliscada na minha coxa, como se dissesse: *fica séria*.

No final, quando ele gozou, metade caiu na minha língua e metade no queixo dela. Ela limpou o dedo e chupou, rindo.

— *Pronto. Agora a gente começa a juntar pro mês que vem* — ela disse, e eu entendi que aquilo era só o começo.
Eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, cada inchaço mais gostoso que o outro, enquanto eu montava com um ritmo lento e profundo. Minha mãe, de joelhos na cama ao nosso lado, não perdia um detalhe — seus olhos ardiam de desejo enquanto ela se inclinava para trás, abrindo a boca para receber os beijos molhados dos dois homens que a flanqueavam.

Um deles segurava seu cabelo, puxando levemente enquanto mergulhava a língua na boca dela. O outro apertava seus seios por cima do sutiã de renda preta, os dedos encontrando os mamilos já duros sob o tecido. Ela gemeu contra os lábios deles, e eu senti meu corpo responder, contraindo em volta do pau que me preenchia tão bem.

"Você tá vendo, mãe?" Eu arquei as costas, deixando meus seios balançarem enquanto acelerava o ritmo. "É assim que eu gosto."

Ela sorriu, lambendo os lábios, antes de um dos homens puxar seu rosto de volta para um beijo mais selvagem. Enquanto isso, o cliente abaixo de mim agarrou meus quadris, ajudando a me empurrar para cima e para baixo, até que eu sentisse aquele calor delicioso começando a crescer na minha barriga.

"Vou gozar..." ele rosnou, os dedos cavando na minha carne.

"Goza dentro," eu respirei, acelerando ainda mais, querendo cada última gota. E quando ele explodiu, eu deixei minha cabeça cair para trás, sentindo meu próprio orgasmo me engolir inteira.

Minha mãe só soltou um gemido de aprovação, seus dedos agora ocupados com o zíper da calça de um dos homens. A noite mal tinha começado.
té que um dos homens aproveitou que estava cavalgando no pau do cliente e se posicionou atrás de mim, colocando seu pau na entrada do meu cuzinho. A ponta dele estava quente e úmida, pressionando contra o músculo tenso enquanto ele segurava meus quadris com firmeza.

Eu gemi, sentindo o contraste entre o peso do corpo dele se aproximando e o cliente debaixo de mim ainda enterrado fundo na minha boceta. O ar ficou mais pesado, cada respiração carregada de desejo e antecipação.

"Relaxa," o homem atrás sussurrou, os dedos apertando minha carne enquanto lentamente começava a forçar a entrada. A queimadura inicial fez meu corpo se contrair, mas ele não parou, avançando devagar até eu sentir a espessura dele se encaixando completamente.

"Caralho..." o cliente debaixo de mim rosnou, sentindo a pressão ao redor dele apertar ainda mais enquanto eu me ajustava.

O ritmo começou devagar, quase cruel, cada movimento dos dois homens me arrastando para um estado de pura sensação. Logo, porém, os empurrões se tornaram mais insistentes, mais selvagens, e eu me agarrei ao colchão, perdendo-me no duplo preenchimento que me levava além de qualquer coisa que eu já tinha experimentado antes.

E quando o primeiro orgasmo veio, foi com um grito que ecoou pelo quarto, misturado com os gemidos deles gritei:
-Aiiiii MAMÃE !!!
- TÔ aqui filha gostou de sentir dois paus dentro de você ?
-eu amei mãe
Fodemos de todos os jeito com eles no final estávamos exaustas porém com 5 mil na mesa kkk

apartamento cheirava a perfume caro e ansiedade. Eu me ajustei no vestido preto justo—aquele que mamãe disse que "destacava minhas curvas de um jeito *inedecente*"—e senti o suor escorrer entre meus seios.

"Respira, filha", ela murmurou, ajustando o decote do meu vestido *um pouquinho mais pra baixo*. Seus dedos tremiam, mas o batom vermelho não permitia dúvidas: estávamos prontas.

O primeiro cliente chegou às 21h. Um executivo de meia-idade, olhos escaneando a gente como se lêssemos um cardápio. Mamãe tomou a frente, voz melada:
"Gostaria de um *menu degustação* ou prefere algo... *sob medida*?"

Ele sorriu, sacou uma nota de 500 dólares e passou devagar entre os seios dela.

"Quero as duas. Juntas."

Mamãe me puxou pelo pulso. Foi assim que descobri que dinheiro não era a única coisa que ela sabia fazer desaparecer kkk
O ar na suíte Master estava carregado de uma eletricidade palpável, a luz suave dos lustres de cristal espalhando sombras dançantes pelas paredes de seda. O cliente, um homem de olhos escuros e mãos firmes, parecia estar completamente absorto na atmosfera que criamos para ele.

Minha mãe, deslizou os dedos pelas costas dele enquanto eu me posicionei à frente, nossos corpos se movendo em sincronia perfeita. Eu comecei a desabotoar lentamente a camisa dele, sentindo o calor da pele dele sob as pontas dos meus dedos. Mamãe, sempre a ousada, deixou suas mãos descerem até a cintura dele, puxando-o gentilmente para trás, contra seu corpo.

— Gosta de ser cuidado assim? — sussurrei, prendendo o olhar dele enquanto meus dedos exploravam o contorno dos músculos do peito dele.

Ele respondeu com um gemido baixo, seus próprios dedos entrelaçando-se nos meus cabelos enquanto minha mãe começou a traçar círculos lentos na parte interna das coxas dele. O ritmo era lento, deliberado, cada toque calculado para deixá-lo sem fôlego.

Mamãe tão se inclinou para frente, seus lábios encontrando os meus por cima do ombro dele, num beijo que era tanto uma confirmação da nossa cumplicidade quanto um espetáculo para os olhos dele.

— Agora é a sua vez de relaxar — ela murmurou contra os meus lábios antes de voltar sua atenção para ele, seus dedos finalmente encontrando o que tanto queriam.

O cliente arqueou as costas, e eu sorri, sabendo que a noite mal tinha começado.
Enquanto minha mãe chupava o pau do cliente com movimentos lentos e experientes, eu me inclinei para frente, prendendo seus lábios em um beijo úmido e intenso. Ele gemeu entre nós, seus dedos se enrolando no meu cabelo enquanto minha língua explorava sua boca com um misto de curiosidade e desejo. O cheiro do seu perfume se misturava ao suor e ao aroma do meu batom, enquanto minha mãe acelerava o ritmo lá embaixo, fazendo ele arquear contra minha boca.

Ele tentou falar algo, mas eu coloquei um dedo sobre seus lábios, sorrindo maliciosamente enquanto descia minha mão até encontrar os dedos da minha mãe, que já estavam trabalhando duro. Juntas, nós o guiamos até o limite—minha mãe com sua boca quente e eu com meus beijos profundos—até que ele finalmente se entregou, seu corpo tremendo enquanto gememos juntas, saboreando cada segundo daquele momento

— *Você tem certeza?* — minha mãe perguntou, os dedos dela já abrindo o zíper do cara.

Eu só balancei a cabeça, engolindo seco. *Claro* que eu não tinha certeza. Mas o dinheiro estava ali, em cima da mesa, e a gente precisava pagar o aluguel.

Quando o pau dele saltou para fora, eu lembrei da primeira vez que vi um homem nu — tinha sido o meu padrasto, anos atrás, antes dele sumir. Agora, aqui, não era tão diferente. Só que desta vez, minha mãe estava comigo.

Ela olhou pra mim, sorriu meio torto, e então se ajoelhou primeiro. Eu segui.

O gosto era salgado, quente. A gente se revezava, uma lambendo a cabeça enquanto a outra sugava o comprimento. Os gemidos dele eram altos demais, e eu quase ri quando minha mãe deu uma beliscada na minha coxa, como se dissesse: *fica séria*.

No final, quando ele gozou, metade caiu na minha língua e metade no queixo dela. Ela limpou o dedo e chupou, rindo.

— *Pronto. Agora a gente começa a juntar pro mês que vem* — ela disse, e eu entendi que aquilo era só o começo.
Eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, cada inchaço mais gostoso que o outro, enquanto eu montava com um ritmo lento e profundo. Minha mãe, de joelhos na cama ao nosso lado, não perdia um detalhe — seus olhos ardiam de desejo enquanto ela se inclinava para trás, abrindo a boca para receber os beijos molhados dos dois homens que a flanqueavam.

Um deles segurava seu cabelo, puxando levemente enquanto mergulhava a língua na boca dela. O outro apertava seus seios por cima do sutiã de renda preta, os dedos encontrando os mamilos já duros sob o tecido. Ela gemeu contra os lábios deles, e eu senti meu corpo responder, contraindo em volta do pau que me preenchia tão bem.

"Você tá vendo, mãe?" Eu arquei as costas, deixando meus seios balançarem enquanto acelerava o ritmo. "É assim que eu gosto."

Ela sorriu, lambendo os lábios, antes de um dos homens puxar seu rosto de volta para um beijo mais selvagem. Enquanto isso, o cliente abaixo de mim agarrou meus quadris, ajudando a me empurrar para cima e para baixo, até que eu sentisse aquele calor delicioso começando a crescer na minha barriga.

"Vou gozar..." ele rosnou, os dedos cavando na minha carne.

"Goza dentro," eu respirei, acelerando ainda mais, querendo cada última gota. E quando ele explodiu, eu deixei minha cabeça cair para trás, sentindo meu próprio orgasmo me engolir inteira.

Minha mãe só soltou um gemido de aprovação, seus dedos agora ocupados com o zíper da calça de um dos homens. A noite mal tinha começado.
té que um dos homens aproveitou que estava cavalgando no pau do cliente e se posicionou atrás de mim, colocando seu pau na entrada do meu cuzinho. A ponta dele estava quente e úmida, pressionando contra o músculo tenso enquanto ele segurava meus quadris com firmeza.

Eu gemi, sentindo o contraste entre o peso do corpo dele se aproximando e o cliente debaixo de mim ainda enterrado fundo na minha boceta. O ar ficou mais pesado, cada respiração carregada de desejo e antecipação.

"Relaxa," o homem atrás sussurrou, os dedos apertando minha carne enquanto lentamente começava a forçar a entrada. A queimadura inicial fez meu corpo se contrair, mas ele não parou, avançando devagar até eu sentir a espessura dele se encaixando completamente.

"Caralho..." o cliente debaixo de mim rosnou, sentindo a pressão ao redor dele apertar ainda mais enquanto eu me ajustava.

O ritmo começou devagar, quase cruel, cada movimento dos dois homens me arrastando para um estado de pura sensação. Logo, porém, os empurrões se tornaram mais insistentes, mais selvagens, e eu me agarrei ao colchão, perdendo-me no duplo preenchimento que me levava além de qualquer coisa que eu já tinha experimentado antes.

E quando o primeiro orgasmo veio, foi com um grito que ecoou pelo quarto, misturado com os gemidos deles gritei:
-Aiiiii MAMÃE !!!
- TÔ aqui filha gostou de sentir dois paus dentro de você ?
-eu amei mãe
Fodemos de todos os jeito com eles no final estávamos exaustas porém com 5 mil na mesa kkk


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Ficha do conto

Foto Perfil bb-do-papai-
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Nome do conto:
Eu e mamãe somos putas

Codigo do conto:
257853

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
26/03/2026

Quant.de Votos:
2

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