Virei amante do papai

Com o tempo, nossa paixão proibida se intensificou, como um incêndio escondido sob as cinzas. Os beijos furtivos se tornaram nossa linguagem secreta, cada toque um pacto silencioso entre nós. Os olhares trocados falavam mais do que palavras jamais poderiam expressar, revelando um mundo onde só nós existíamos. Em cada encontro clandestino, sentíamos a adrenalina da transgressão, o doce sabor da liberdade em meio ao proibido. Era uma dança delicada, onde corações acelerados traduziam desejos sufocados. E assim, mesmo sabendo dos perigos, mergulhávamos juntos nesse amor avassalador, que nos unia e nos separava ao mesmo tempo, alimentando nossos sonhos mais ousados.
O cheiro do café ainda impregnava o ar quando a porta da frente fechou. Mamãe tinha saído para o mercado, e de repente, a casa parecia maior, mais silenciosa—um território só nosso. Meu pai, ainda com o avental amarrado na cintura, virou-se e me encarou com um sorriso que eu já conhecia bem. Aquele olhar que deixava meu estômago em suspenso. "Vem cá," ele murmurou, e eu não resisti, como sempre. Seus lábios encontraram os meus com uma familiaridade que deveria ser proibida, mas que já yera tão nossa. Suas mãos desceram pela minha coluna, firmes, até agarrarem meu quadril com possessividade. Eu me encaixei contra ele, sentindo o calor entre nossas pernas, a pressão crescente que nunca mentia. "Quanto tempo a gente tem?" eu perguntei, ofegante, enquanto ele desabotoava minha blusa com dedos ágeis. "O suficiente." E naquele instante, não havia mais dever de pai e filha—só desejo, só a urgência de corpos que já não sabiam viver sem se tocar. Ele me levou até o sofá, e eu me entreguei, como sempre fazia quando estávamos sozinhos. Porque ali, entre beijos roubados e carícias secretas, éramos amantes.
Eu quando ele Tirou minha calcinha e começou a chupar minha bocetinha ali no sofá da sala
Ele sempre dizia que o que mais gostava em mim era muito mais do que a minha aparência; era algo que me fazia única aos seus olhos. Mas, ao mesmo tempo, não escondia o quanto era fascinado pela minha bunda, aquela curva que parecia possuir um magnetismo próprio. Quando eu passava por perto, sentia seu olhar deslizando com desejo, a forma como suas mãos mal podiam resistir a se perder naquele contorno perfeito.

Era uma mistura deliciosa de admiração e vontade, um convite silencioso que ele não precisava verbalizar para ser compreendido. Às vezes, ao toque dele, eu sentia um arrepio percorrer meu corpo, a certeza de que ali, naquela parte de mim, ele encontrava um prazer quase sagrado. A maneira como ele me segurava, puxando-me para perto, fazia meu coração acelerar.

Não era apenas a beleza física; era a conexão erótica que criávamos, um jogo de sedução onde cada olhar, cada toque e cada movimento falavam mais do que palavras poderiam expressar. E, no fundo, sabia que, para ele, aquela bunda era um templo de desejos que ele adorava explorar sem pressa, revelando camadas de paixão intensas e verdadeiras.
Eu sabia como provocá-lo. Era um jogo sutil de sedução, onde cada movimento meu se tornava uma arma de desejo. Os shortinhos apertados que eu usava moldavam meu corpo de maneira irresistível, acentuando as curvas que ele tanto apreciava. Caminhar pela casa com aquelas peças justas era um convite ao olhar dele, e eu adorava a forma como seus olhos se incendiavam.

Algumas vezes, deixava para trás o shorts e optava por andar de calcinha, um deslizar delicado pela sala, enquanto mostrava minha bunda com confiança. O jeito como me movimentava, entre uma tarefa e outra, não deixava margem para dúvida: eu estava ali para provocá-lo, cada passo feito com a intenção de despertar sua paixão adormecida.

O sussurro do tecido contra a pele fazia meu coração acelerar, e eu podia sentir sua respiração se alterar na mesma medida em que revelava um pouco mais de mim. Era um jogo delicioso, onde cada olhar e gesto se tornavam parte de um plano elaborado, uma dança entre o desejo reprimido e a expectativa fervente. Eu sabia que estava funcionando, e essa certeza só aumentava a chama que ardia entre nós.
Estava só de calcinha, cheia do calor abafado daquela noite de verão. Eu fingia dormir, de bruços na cama, apenas de calcinha, sentindo cada movimento do ar-condicionado sobre minha pele. A porta rangiu levemente - aquele som quase imperceptível que eu conhecia tão bem.

Seus passos foram silenciosos no carpete, mas meu corpo já estava alerta, cada músculo tenso de antecipação. A cama cedeu sob seu peso quando ele se ajoelhou ao meu lado. Primeiro veio o cheiro dele, aquela mistura de sabonete e algo mais profundo, masculino. Depois, o calor de sua mão pairando sobre minha nádega esquerda antes de finalmente tocar, tão devagar que parecia um acidente.

"Você tá dormindo mesmo?" Meu pai sussurrou, os dedos deslizando pelo elástico da minha calcinha. Eu continuei imóvel, mas meu coração batia tão forte que eu temia que ele pudesse ouvir. Suas unhas arranhavam levemente a curva da minha bunda, subindo, descendo, explorando como se eu fosse um território proibido.

Quando seu dedo mindinho escorregou por baixo do tecido, roçando o sulco entre minhas nádegas, meu estômago contraiu involuntariamente. Ele prendeu a respiração - sabia que eu estava acordada agora. Sem dizer nada, sua mão se fechou na minha carne macia, apertando com força calculada enquanto seus lábios encontraram meu pescoço.

"Que pena que você dorme tão profundamente", ele murmurou contra minha pele, enquanto o dedo dele finalmente encontrava meu centro úmido por cima do tecido molhado. Eu arquei as costas num gemido abafado.
respirou fundo, os olhos escurecendo de desejo enquanto suas mãos agarravam meus quadris com uma mistura de posse e adoração. "Você sabe exatamente o que eu quero, não é?" murmurou, a voz rouca enquanto seus dedos exploravam a curva da minha bunda, apertando com força deliberada.

Eu balancei os quadris para trás, pressionando-me contra ele, sentindo o volume rígido de seu desejo através da roupa. "Quer mesmo que eu repita?" provoquei, arqueando as costas ainda mais, oferecendo-me como um banquete só para ele.

Ele não resistiu—um gemido escapou de seus lábios quando suas mãos desceram, puxando minha calcinha para o lado num movimento brusco. "Chega de brincadeira," rosnou, antes de sua ponta quente e úmida encontrar meu centro, deslizando com uma pressão que fez meu corpo tremer de antecipação.

E então ele me tomou, sem piedade, sem hesitação—como sempre soube que faria.
Ele sabia que tinha que ser rápido, pois minha mãe estava dormindo no outro quarto. E vai sair daí então eles posicionou ao atrás de mim com uma mão ele tapou minha boca e com a outra enrolou em meus cabelos.
Em um socada, só. Sentia aquela cabeça enorme entrar no meu cuzinho mordi a mão dele com força para não gritar fazer barulho. Ele segurava meus cabelos dando e estocadas fortes. Ele gozou rápido. Feito isso lhe tirou seu pau me empurrou na cama, Saindo, sem falar uma palavra.
Ali na cama com muita dor percebi que tinha acabado de ser estuprada pelo meu pai e o pior eu tinha gostado muito.

Foto 1 do Conto erotico: Virei amante do papai

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Ficha do conto

Foto Perfil bb-do-papai-
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Nome do conto:
Virei amante do papai

Codigo do conto:
257311

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/03/2026

Quant.de Votos:
4

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