O ar ainda carregava o cheiro do café da manhã quando Clara passou pelo quarto do filho, Lucas. A porta entreaberta revelou uma cena que a fez parar: ele, deitado na cama, com as pernas abertas e o punho deslizando lentamente pelo membro — grosso, ereto, tão diferente do que ela imaginava.
Ela deveria ter saído. Mas os próprios dedos tremiam ao ver o movimento, o jeito que ele mordia o lábio, os músculos da barriga contraindo. Sem pensar, entrou e fechou a porta.
—Mãe?!— Lucas arregalou os olhos, mas não parou.
—Deixa eu...— ela respondeu, rouca, ajoelhando na cama.
Quando a mão dela o envolveu, mais macia que a dele, Lucas gemeu. Clara sentiu o pulso dele acelerar, o calor subindo, até que ele jorrou entre seus dedos.
—Foi a melhor punheta da minha vida— ele suspirou, puxando-a para um beijo molhado.
Ela sabia que não deveria repetir. Mas já estava ansiosa pela próxima.
Lucas ainda respirava ofegante quando Clara lambeu os dedos, limpando o que restava dele. O gosto era salgado, amargo, e ela engoliu devagar, como se quisesse memorizar cada nuance. Seu coração batia forte demais para uma mãe de quarenta e poucos anos—mas ali, naquele momento, ela não se importava com números.
—Você sempre... faz isso?— ele perguntou, os dedos entrelaçando-se nos cabelos dela, puxando-a para mais perto.
Clara hesitou. A verdade era que ela assistira outras vezes, escondida atrás da porta, imaginando como seria tocar. Mas agora que sabia, não havia como voltar atrás.
—Só quando é você— ela mentiu, sorrindo ao sentir ele endurecer novamente sob sua palma.
Do lado de fora, o telefone tocou. Ignoraram. Tinham coisas mais importantes para fazer.
**O Segredo do Banheiro**
Lucas ainda respirava ofegante quando Clara lambeu os dedos, limpando o que restava dele. O gosto era salgado, amargo, e ela engoliu devagar, como se quisesse memorizar cada nuance. Seu coração batia forte demais para uma mãe de quarenta e poucos anos—mas ali, naquele momento, ela não se importava com números.
—Você sempre... faz isso?— ele perguntou, os dedos entrelaçando-se nos cabelos dela, puxando-a para mais perto.
Clara hesitou. A verdade era que ela assistira outras vezes, escondida atrás da porta, imaginando como seria tocar. Mas agora que sabia, não havia como voltar atrás.
—Só quando é você— ela mentiu, sorrindo ao sentir ele endurecer novamente sob sua palma.
Do lado de fora, o telefone tocou. Ignoraram. Tinham coisas mais importantes para fazer.
O telefone continuou tocando, insistente, até que a voz gravada da secretária eletrônica cortou o silêncio abafado do quarto. Lucas nem pestanejou — seus olhos estavam fixos na boca da mãe, onde a ponta da língua ainda limpava os cantos dos lábios.
— Você nunca me disse — ele murmurou, puxando-a pelo pulso até que ela caiu sobre seu peito suado — que me observava.
Clara sentiu o rubor subir pelo pescoço. Aquele era um segredo mais íntimo do que as marcas de unhas que agora riscavam suas costas.
— A porta do banheiro tem uma fresta — ela admitiu, os dedos dele apertando sua cintura com força que doía. — Desde que você começou a se barbear sozinho.
Lucas riu, um som rouco e surpreso, enquanto rolava por cima dela. A cama gemeu sob o peso de dois corpos que já não se importavam com o mundo lá fora.
— Então isso aqui — ele guiou a mão dela novamente para baixo, onde seu calor latejava contra a palma dela — é só o que você queria?
A resposta veio antes que Clara pudesse pensar:
— Quero tudo.
E quando a porta do quarto finalmente se abriu, não foi o telefone que os interrompeu.

