Primeira vez com papai

O ar condicionado zumbia baixo, cortando o silêncio pesado daquela noite de verão. A casa estava vazia—só eu e ela. Minha filha mais nova, Clara, dezoito anos, corpo ainda imaculado, sentada no sofá com as pernas cruzadas, a ponta do dedo girando em círculos na borda do copo de suco.

Eu sabia que não deveria. Mas quando ela levantou, a saia subindo só um pouco, revelando a curva suave da coxa, algo dentro de mim estremeceu.

"Pai..." Ela parou na minha frente, os olhos baixos. "Eu... nunca senti isso antes."

A respiração dela era acelerada, e eu não resisti. Puxei-a para o meu colo, sentindo o calor do seu corpo através do tecido fino.

"Você tem certeza?" perguntei, enquanto minha mão deslizava por sua coxa, encontrando a umidade que já manchava a calcinha.

Ela apenas gemeu, arqueando as costas quando meus dedos encontraram o botãozinho virgem, tão apertado, tão inocente.

Foi fácil demais.

E quando a penetrei, ela chorou—não de dor, mas de prazer. E eu sabia que, a partir daquele momento, nada mais seria como antes.

A casa continuou silenciosa. Mas agora, impregnada do gemido sufocado dela e do meu pecado.

O gemido abafado dela ecoou contra meu pescoço quando a empurrei mais fundo, seus dedos cavando nas minhas costas como se eu fosse desaparecer se ela soltasse. A sala estava quente, mas o suor entre nossos corpos era de outra coisa—do desejo proibido que queimava mais que o ar-condicionado poderia aliviar.

"Pai... tá tão... grande," ela arfou, as pernas tremendo ao redor da minha cintura enquanto eu a levantara contra a parede. Sua virgindade cedera com um estremecimento molhado, e agora eu sentia cada centímetro dela me envolvendo, pulsando em um ritmo que não era mais de medo, mas de necessidade pura.

Minha mão agarrou a nuca dela, puxando seus lábios para os meus. Seu beijo era inexperiente, doce, mas quando minha língua invadiu sua boca, ela gemeu mais alto, seus quadris se contorcendo para me engolir todo de uma vez.

"Devagar," ordenei, mas ela já estava se movendo, esfregando-se contra mim como se tivesse esperado a vida toda por isso.

E talvez tivesse.

Quando ouvi o barulho da porta da garagem, foi tarde demais—os passos da minha esposa no corredor, as chaves caindo no balcão. Clara congelou, seus olhos arregalados de pânico, mas eu só a puxei mais perto, enterrando-me até o fim nela enquanto sussurrava:

"Fica quieta."

O som da bolsa sendo largada no sofá veio seguido pela voz cansada da minha mulher: "Alguém tá em casa?"

Clara enterrou o rosto no meu ombro, seus músculos se contraindo em torno de mim de um jeito que quase me fez perder o controle.

"Responda ela," eu mandei, mordendo a orelha dela enquanto dava outra leve empurrada.

Ela engasgou, mas conseguiu gritar: "T-tô no banho, mãe!"

A risada distraída da minha esposa veio de longe: "Tá, querida. Já volto."

A porta do quarto fechou. E no silêncio que seguiu, Clara veio—duro, rápido, seu corpo se contorcendo em um êxtase que manchou minha camisa e a saia escolar dela.

Eu a observei, ainda presa em mim, ofegante, e soube que aquela não seria a última vez. Afinal, ela já estava olhando pra minha boca com aquele mesmo desejo faminto.

"Quer chupar o pai de novo, princesa?"

Ela apenas assentiu, os joelhos já dobrando no carpete.
Na minha casa tem duas salas, uma no andar de cima e outra no andar de baixo. A de baixo é onde minha mãe costuma ficar mais tempo, assistindo e vendo novelas, a de cima é onde meu pai e meu irmão assistem jogos de futebol.
Peguei um cobertor que tenho e sentei do lado do meu pai e encostei nos ombros dele falando que estava bastante cansadinha e coloquei os braços dele sobre meus ombros.

Fiquei de frente para a sua barriga enquanto ele me fazia carinho nos ombros e comecei a sentir o pau dele ficando duro. Aquela coisa de homem sabem? Mulher no colo e pronto, o pau já começa a ficar duro.

Eu senti um pouco de vergonha, mas ele não parou de fazer carinho em mim, então comecei a fazer um carinho no pau dele lentamente por cima da samba canção dele. Estávamos no sofá quentinho debaixo do cobertor, naquele mesmo dia eu tinha depilado minha bucetinha e já estava ficando bem molhadinha e cheia de vontade de transar com meu pai, e ele deixou eu continuar fazendo carinho no pau dele.

Foi quando me senti segura o suficiente pra tirar aquela rola gostosa pra fora…e comecei a mamar gostando ….ele só fechou os olhos …

E eu continuei chupando toda aquela cabeça gostosa do pau do meu pai, enfiava tudinho até a garganta, depois lambia um pouquinho suas bolas, e ele só de olho fechado, cada vez mais ofegante…logo suas mãos estavam nos meus peitos segurando e apertando de tesão…. Minha vontade era de sentar no pau dele, mas minha mãe poderia ver a qualquer momento….

Mas estava gostando mesmo assim….eu chupei ele, chupei ,chupei, chupei, chupei, ele apertava meus peitinhos e com a outra mão segurava forte nos meus cabelos, chupei até ele gozar silenciosamente na minha boca , ouvi apenas um pequeno gemido.

E suas mãos me apertando forte contra o seu corpo. Aquela porra amarga nunca foi tão gostosa….

Eu me senti o máximo por fazer meu pai gozar na minha boca.

Deixei ele limpinho, mas antes de ir pro meu quarto, eu disse pra ele : ” agora eu sou sua putinha, não vejo a hora de você me comer…”

Ele disse que era proibido…mas eu disse : “agora não é mais …..mas se vc preferir…..eu posso te ajudar na sua punheta ou te chupar apenas, mas saiba que a minha bucetinha está liberada pra você quando você quiser….”

E fui para o meu quarto dormir.

Essa foi a nossa primeira vez apenas.

Foto 1 do Conto erotico: Primeira vez com papai

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Ficha do conto

Foto Perfil bb-do-papai-
bb-do-papai-

Nome do conto:
Primeira vez com papai

Codigo do conto:
261352

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
05/05/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
4