"Gustavo, esse é o Felipe," meu marido disse, sorrindo como se fosse só mais um jantar casual. Mas eu sabia. Havia meses que eu cochichava no ouvido dele, imaginando como seria vê-lo com outro homem. E agora, ali estava Felipe, com um sorriso malicioso e um volume entre as pernas que deixava minha boca seca.
O jantar foi tenso, cheio de olhares roubados. Quando meu marido se levantou para pegar mais vinho, Felipe encostou na minha perna sob a mesa. "Ele disse que você *adora* assistir," murmurou.
Eu não respondi. Mas quando voltamos para a sala e meu marido, sem cerimônia, ajoelhou-se diante de Felipe, abrindo o zíper dele com os dentes, eu soube que aquela noite não tinha volta.
A primeira visão daquele pau inchado, grosso como meu punho, fez meu corpo tremer. Meu marido lambeu os lábios antes de engolir aquela rola, babando como se fosse a última coisa que faria na vida. E quando Felipe o empurrou contra o sofá, arrancando a calça dele e cuspindo nos dedos antes de enfiá-los no cuzinho do meu marido, eu só consegui me masturbar, encantada.
"*Adora pau grande, né, safado?*" Felipe rosnou, metendo com força.
Meu marido gemeu alto, e eu finalmente entendi: ele sempre soube exatamente o que queria. E eu, de pernas abertas na poltrona, só queria mais.
A primeira vez que Gustavo gemeu alto, com Felipe enfiando nele como um animal, foi quando eu percebi que meu próprio jeans estava encharcado. Minhas pernas tremiam, mas não conseguia parar de me esfregar, observando cada movimento brutal, cada espasmo do corpo do meu marido.
Felipe era selvagem. Segurava Gustavo pelos quadris com uma mão enquanto a outra agarrava seu cabelo, puxando a cabeça para trás. "Quer que ela participe também?" ele rosnou, olhando para mim com olhos escuros, cheios de promessas sujas.
Gustavo balançou a cabeça, ofegante, mas eu já estava me levantando antes mesmo dele responder.
"Eu quero," eu disse, arrancando minha blusa.
Felipe riu, puxando Gustavo para trás contra seu peito enquanto me encarava. "Então vem aqui, putinha. Mostra pra ele como você mama um pau de verdade."
Meu marido gemeu quando eu me ajoelhei entre as pernas deles, lambendo os beiços antes de engolir Felipe até o talo. Ele estava quente, salgado, pulsando na minha boca enquanto Gustavo assistia, com os olhos arregalados e o próprio pau escorrendo de desejo.
Felipe agarrou meu cabelo e gemeu quando eu afundei ainda mais. "Isso... assim mesmo, vadia. Engole tudo."
E eu engoli.
Quando ele finalmente explodiu na minha garganta, Gustavo chorou, gozando sem nem tocar em si mesmo.
Felipe sorriu, passando o polegar pelos meus lábios. "Agora... quem é o próximo?"
E eu sabia que nenhum de nós ia sair
O cheiro de sexo e suor pesava no ar quando Felipe finalmente se levantou, deixando Gustavo derrubado no sofá, ofegante e cheio de marcas vermelhas nos quadris. Ele veio até mim, ainda nu, o corpo brilhando de suor sob a luz baixa da sala, e puxou meu queixo para cima com dois dedos.
"Você gosta de ver seu marido levando pau, né?" Ele falou baixo, quase um rosnado, enquanto a outra mão deslizava pela minha barriga até enfiar os dedos na minha calcinha molhada. "Mas eu aposto que você quer mais."
Gustavo gemeu no sofá, virando a cabeça para nos observar. Eu conseguia ver o desejo nos olhos dele — e o medo. Ele sabia o que vinha a seguir.
Felipe não esperou. Arrancou minha calcinha com um puxão e me virou de costas, empurrando meu rosto contra o braço do sofá, perto do corpo mole do meu marido. "Agora ele vai ver como é quando eu fodo a esposa dele," ele sussurrou, cuspindo na mão antes de esfregar na cabeça do pau já duro de novo.
A primeira enfiada foi brutal. Eu gritei, mas ele não parou, segurando meus quadris com força enquanto me empurrava contra o sofá, cada metida mais profunda que a última. Gustavo assistia, a boca aberta, a mão indo instintivamente para o próprio pau, mas Felipe parou ele com um olhar.
"Não. Você só goza quando eu mandar."
E então ele acelerou, batendo em mim com uma força que fazia o sofá ranger, enquanto eu me agarrava no braço de Gustavo, gemendo alto a cada impacto.
Quando Felipe finalmente gozou dentro de mim, ele puxou meu cabelo para trás e me obrigou a olhar para Gustavo. "Viu, corno? Sua mulher é minha agora."
E pelo jeito que meu corpo tremia, eu sabia que ele estava certo.