Pedrinho e o pauzão do papai


Pedro sentiu a garganta secar quando seus olhos travaram no volume imponente pressionando a calça do pai. A luz do quarto acentuava cada contorno daquele membro pulsante, e sem pensar, ele se ajoelhou, dedos tremulos abrindo o zíper com urgência.

A cuecha mal continha a rola inchada de veias salientes, e quando finalmente libertou-a, o cheiro muskado de virilidade invadiu seus sentidos. Ele lambeu os lábios, hesitando só por um segundo antes de envolver a cabeça inchada com a boca, gosto salgado explodindo na língua.

O pai soltou um grunhido rouco, mãos entrelaçando-se nos cabelos de Pedro enquanto o pressionava mais fundo. "Engole tudinho, garoto," ordenou, voz grossa de desejo, e Pedro obedeceu, deixando aquele pau colossal rasgar sua garganta até as lágrimas escorrerem.

A saliva escorria pelo queixo de Pedro enquanto ele tentava acomodar aquele monstro na boca, narinas dilatadas pelo cheiro intenso de suor e precum. Seus olhos lacrimejavam, mas ele não recuava — sabia exatamente o que o pai queria.

"Assim, filho... caralho..." O gemido gutural do homem ecoou no quarto enquanto seus quadris começaram a bombear para frente, usando a garganta do garoto como uma buceta quente. Pedro engasgou quando a cabeça roçou sua úvula, mas as mãos do pai na nuca não permitiam recuo.

Ele sentiu os músculos da coxa do homem contraírem, sabendo o que vinha em seguida. Um jorro amargo encheu sua boca antes que pudesse preparar-se, e engoliu em golpes convulsivos enquanto o pai esvaziava-se com um rugido.

Quando finalmente o soltou, Pedro caiu de joelhos, ofegante, língua lambendo os lábios para pegar cada gota perdida. O pai olhou para baixo, dedo enganchando seu queixo.

"Você nasceu pra isso, não nasceu?" A pergunta veio como um elogio perverso. Pedro só assentiu, coração acelerado. Sabia que era verdade.

O dedo do pai arranhou levemente o queixo de Pedro antes de descer, traçando uma linha úmida até a garganta ainda marcada pelo uso brutal. "Levanta," ordenou, puxando-o pelos cabelos até ficarem cara a cara — o hálito quente do homem misturava-se ao cheiro de sexo e suor.

Pedro tremia, mas não de medo. Seus joelhos rangiam contra o assoalho quando o pai girou-o bruscamente, pressionando seu rosto contra a cama. A calça jeans rasgou quando as mãos calejadas arrancaram o tecido como papel, expondo suas nádegas arrepiadas ao ar noturno.

"Não vai chorar agora, vai?" O pai cuspiu na mão antes de esfregar o cuspe entre as pregas tensas do garoto. Pedro engoliu seco — sabia o que vinha, já sentira antes, mas nunca assim. A ponta do pau inchado pressionou contra ele como um ferro em brasa, e então—

*CRACK*

A dor dilacerante fez com que seus dedos se enterrassem no colchão, unhas arranhando o tecido. O grito morreu engasgado quando o peso esmagador do homem o preencheu por completo, rasgando-o em dois. Sangue escorria pelas coxas, misturando-se ao suor.

"Puta novinha," o pai rosnou, cuspindo em suas costas antes de começar a meter com força animal. Cada embestada fazia o corpo de Pedro chacoalhar como um boneco de pano, os testículos do homem batendo em suas nádegas com estalidos úmidos.

No espelho em frente, Pedro via seu próprio rosto distorcido de dor e êxtase — lábios inchados, olhos vermelhos, cabelos colados ao rosto pela saliva e lágrimas. O reflexo do pai por trás, musculoso e brutal, dominando-o como um animal no cio.

Quando os dedos do homem enroscaram-se em seus cabelos novamente, puxando sua cabeça para trás em um arco doloroso, Pedro soube que estava perdido.

"Vai gozar, seu filho da puta?" O sussurro veio rouco em seu ouvido, acompanhado por uma mordida no pescoço que faria sangrar. Pedro só gemeu, sentindo o calor da ejaculação do pai encharcando suas entranhas em jorros escaldantes.

O colchão rangia sob eles quando o peso esmagador finalmente caiu sobre suas costas. O cheiro de sexo violento enchia o quarto. Algures, um relógio tique-taqueava.

O pai rosnou algo ininteligível antes de rolar para o lado, deixando Pedro tremendo e aberto na cama — usado, cheio, marcado.


Foto 1 do Conto erotico: Pedrinho e o pauzão do papai


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Ficha do conto

Foto Perfil bb-do-papai-
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Nome do conto:
Pedrinho e o pauzão do papai

Codigo do conto:
260378

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
25/04/2026

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3

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