No final de semana fomos para o sítio, eu meu pai, minha mãe, minha tia, minha avó e meu primo era uma viagem de 2 horas só.
Meu primo sob protestos foi no meu colo. Na estrada todos estavam dormindo, Falei para minha mãe que estava com frio por causa do jar-condicionado, já tirou um lençó de uma sacola e me deu coloquei por cima do meu pedido e de mim. Comecei a ficar de pau duro sentindo a bondinha do meu primo. WHY, Lucas meu primo. Parece ser meio viadinho, sabe, tem uma bundinha linda e redondinha branquinha uma delícia.
Todos dormindo meu pai dirigindo nossos cobertos pelo lençol Há certo meu primo no colo ficando com a bundinha bem em cima do meu pau. Ele solta um suspiro baixinho. O começo a morder devagarinho a rilha dele sussurrando
-Tá gostando putinha?
-Para Beto
Meu primo responde. Com a voz baixa. Repito a mesma pergunta novamente.
-TÔ
ELE respondeu baixinho
- Quer rola sussurrei novamente no ouvido De ele, Meu primo só balança a cabeça afirmativamente..
Como tava de agasalho, foi fácil colocar meu pó pra fora abaixei o shortinho dele.ele
Colocando a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho dele Quando a cabeça entrou meu primo soltou um gritinho
-AÍ BETOOO !
Meu pai dirigindo perguntou
- É tudo bem meninos
- Tudo pai é que eu bati à perna do Lucas foi só isso.
Tapei a boca dele e fui enfiando devagarinho, ele mordia meus dedos para não gritar o sussurrava no ouvido dele.
- You tá gostando putinha
Ele só balançava a cabeça dizendo que sim.
No interior do carro, o ambiente estava carregado de uma tensão silenciosa e proibida. Lucas se encostava em mim, seu corpo quente e vibrante, enquanto eu sentia o ritmo lento e sensual de sua rebolada devagarinho sobre meu colo. Cada movimento seu despertava um arrepio que se espalhava por toda a minha pele. Minhas mãos firmes descansavam em seus quadris, guiando aquele vai e vem que me consumia por dentro.
Levei meu rosto até o pescoço dele, sentindo a pulsação acelerada sob a minha boca. Com suavidade, comecei a mordiscar sua pele, deixando marcas sutis e provocativas, ocultas da vista dos demais no carro. O cheiro dele, uma mistura de colônia e desejo, enredava meus sentidos, fazendo-me perder o controle. Ele respondeu com um gemido baixo, quase inaudível, mas suficiente para incendiar ainda mais aquela atmosfera clandestina.
Por trás das janelas embaçadas, éramos apenas dois corpos entregues a um segredo inebriante. A viagem seguia o trajeto, mas naquele instante, só existíamos nós — presos em um jogo silencioso de tentação e prazer.
Ele suspirava forte falando baixinho
-AÍ BETOOOO NÃO PARA !
-Quer ser minha putinha?
-KEROOO
-de quem é esse cuzinho?
-seu
Já estávamos entrando no sítio quando comecei a gozar no cuzinho dele.
Cobri nossos rostos com lençol E comecei a beijar a boca dele enquanto gozava, nunca tinha gozado tanto na minha vida não parava de disse viajar porra naquele cozinha gostoso apertado. Quando o meu pai parou o carro meu primo virou para mim e me disse
-Te amo Beto
Eu Via aqueles olhinhos brilhando daquele viadinho gostoso.