O dia que tirei a virgindade da minha irmã.

O quarto de Giovanna cheirava a flores do campo e a ansiedade. A luz do luar entrava pelas frestas da persiana, pintando listras prateadas sobre o corpo dela, deitado sobre a cama de dossel. Ela usava apenas uma camisola de seda fina, que não escondia nada dos contornos esbeltos, dos seios pequenos e firmes, do triângulo loiro que despontava entre suas coxas magras e longas. Ela respirava fundo, os dedos entrelaçados sobre o estômago, sentindo-o contrair a cada batida acelerada do coração. A porta do quarto rangeu suavemente.

Cléber não bateu. Ele apenas entrou. A sombra dele preencheu a porta, depois o quarto. Ele tinha 28 anos, e cada um deles parecia gravado na intensidade do seu olhar, na linha tensa da sua mandíbula, nos músculos definidos dos seus braços visíveis sob a camisa preta de manga curta que ele usava. Ele cheirava a tabaco, a noite, a desejo puro e não filtrado. Seus olhos escuros percorreram o corpo dela na cama, da ponta dos cabelos desalinhados.

Cléber deslizou para a cama ao lado dela. O colchão cedeu sob seu peso, puxando o corpo leve de Giovanna para perto dele, um movimento inevitável como a maré. Ele não disse uma palavra. Sua mão, grande e quente, encontrou o rosto dela, os dedos ásperos traçando a linha da sua mandíbula, da sua bochecha, antes de se enterrarem nos cabelos loiros, puxando-a suavemente para perto.

O primeiro beijo não foi um questionamento. Foi uma afirmação. Seus lábios encontraram os dela com uma fome que fez o ar fugir dos pulmões de Giovanna. Era úmido, profundo, e sabia a promessas proibidas. A língua dele invadiu sua boca, explorando, reivindicando, ensinando-lhe um ritmo que seu corpo virgem já começava a responder com um tremor profundo. Um gemido baixo escapou-lhe da garganta, perdendo-se na boca dele.

A mão de Cléber deixou seu cabelo e desceu. Sua palma escaldante cobriu seu seio através da seda fina, o polegar esfregando o mamilo já duro.


O polegar de Cléber esfregou o mamilo já duro através do tecido. Um círculo lento, deliberado, que fez a seda roçar e friccionar de um modo que fez Giovanna arquejar no beijo. Ele sentiu o corpo dela se contorcer, uma reação pura e involuntária, e um som baixo, quase um rosnado, vibrou em seu próprio peito.

Ele quebrou o beijo, seus lábios ainda a um centímetro dos dela, seu hálito quente misturando-se ao dela. Seus olhos eram poços de escuridão intensa, fixos nos dela, que estavam arregalados, ofuscados pelo desejo e pelo medo do novo.

"Tão sensível," ele murmurou, a voz rouca como gravetos quebrados. "Cada parte de você, um presente embrulhado só para mim."

Sua mão deixou de acariciar através do tecido. Os dedos dele encontraram a barra da camisola e, sem cerimônia, puxaram para cima, expondo o seio pálido e perfeito à luz do luar. O mamilo cor-de-rosa, já ereto e latejante, parecia implorar por atenção.

Com um único movimento fluido e decisivo, Cléber sentou-se sobre as coxas de Giovanna. Suas mãos grandes agarraram a barra da fina camisola de seda e, num puxão que rasgou o silêncio, puxou-a para cima e para longe do corpo dela, arremessando-a para o canto escuro do quarto. Giovanna ficou completamente exposta sob ele, nua, pálida e trêmula como uma estátua de mármore sob a luz prateada. Seus seios pequenos e perfeitos se levantavam com cada respiração ofegante, os mamilos cor-de-rosa endurecidos como botões de rosa contra o ar frio do quarto.

Cléber prendeu a respiração por um segundo, apenas olhando. Era uma visão para a qual ele tinha sonhado, planejado, desejado com uma fera que habitava suas entranhas. Então, ele se curvou.

Seu ataque foi meticuloso e voraz. Ele não beijou, ele devorou. Sua boca quente e úmida selou-se ao redor de um dos seios, sua língua larga e áspera lambendo o mamilo inteiro antes de envolver a ponta dura e sensível. Ele chupou, forte, o som úmido e obsceno ecoando no quarto silencioso. A sensação foi um choque elétrico que percorreu toda a coluna de Giovanna, fazendo-a arquear as costas da cama com um gemido agudo e quebrado que ela nunca soube que poderia emitir. Suas mãos voaram, hesitaram no ar por um segundo, antes de se enterrarem nos cabelos escuros e grossos de Cléber, segurando-o lá, não para puxá-lo para longe, mas para mantê-lo exatamente onde estava.

Ele alternou entre os seios com uma ganância que deixava Giovanna tonta. Lambendo, chupando, mordiscando suavemente com os dentes, ele tratava cada centímetro da pele virgem como um território a ser conquistado e marcado. Sua saliva brilhava à luz do luar, deixando suas pontas ainda mais duras, mais dolorosamente sensíveis. A boca de Cléber era uma fonte de fogo, e cada toque dela acendia um novo incêndio no corpo dela, queimando através da sua inexperiência, derretendo qualquer hesitação remanescente.

Ele murmurou contra a pele dela, suas palavras saindo abafadas e quentes contra a pele úmida do seu seio. "Isso... você gosta disso, sua putinha virgem? Gosta de como eu chupo esses peitinhos perfeitos?"

Giovanna não conseguia formar palavras. Sua resposta foi um novo arco das costas, pressionando seu peito ainda mais profundamente na boca faminta dele, e um gemido contínuo e choroso que saía da sua garganta. Suas pernas, antes esticadas e imóveis, começaram a se mover, esfregando-se uma na outra num ritmo instintivo e desesperado, procurando por fricção, por alívio para a nova e agonizante tensão que se acumulava no seu núcleo.

Cléber sentiu o movimento das coxas dela e um sorriso selvagem e vitorioso esticou seus lábios antes que ele os enterrasse novamente em sua pele. Sua mão, que estava agarrada à sua cintura, começou a descer. Seus dedos traçaram o caminho da sua coluna, sobre a curva do seu quadril, e finalmente se espalharam sobre a parte externa da sua coxa, sentindo os músculos tensos tremendo sob seu toque. Ele a puxou com um movimento brusco e poderoso, Cléber agarrou as coxas de Giovanna e as abriu, separando-as amplamente. Ela emitiu um pequeno suspiro de choque, seu corpo se expondo completamente à luz e ao olhar dele. O triângulo loiro de pelos macios estava agora visível, e no centro, a fenda rosada e úmida que pulsava com a mesma batida acelerada do seu coração.

Cléber deslizou para baixo, seu corpo se posicionando entre as pernas abertas dela. Ele não fez rodeios. Não houve beijos suaves, nem toques exploratórios. Ele colocou as mãos sob as nádegas dela, levantando ligeiramente seu quadril da cama, e então enterrou o rosto entre suas pernas.

O primeiro contato de sua língua foi uma revelação abrasadora. Ele lambeu toda a extensão da sua fenda, de baixo para cima, num movimento largo e plano, provando a umidade que já escorria dela. O sabor era salgado, doce, e inteiramente Giovanna. Um tremor violento sacudiu o corpo dela, e suas mãos se agarraram aos lençóis, os nós dos dedos brancos.

"Cléber..."

Cléber não se contentou apenas com a superfície. Com as mãos ainda firmes sob suas nádegas, ele abriu ainda mais seus lábios com os polegares, expondo completamente o pequeno orifício rosado e latejante. Então, ele atacou.

Sua língua, forte e pontiaguda, não lambeu. Ela invadiu. Ele enfiou a ponta da língua dentro da abertura apertada e virgem de Giovanna, penetrando-a em um movimento profundo e circular. A sensação foi de uma invasão escaldante e úmida, preenchendo um espaço que nunca tinha sido tocado. Giovanna gritou, um som agudo e estridente que foi cortado no meio quando ela mordeu o lábio. Seu corpo tentou se contrair, se fechar, mas as mãos dele a mantinham aberta, vulnerável.

Ele começou a foder sua boca com a língua, movendo-a para dentro e para fora em um ritmo lento e deliberado a princípio, depois mais rápido, mais insistente. Cada golpe raspava nas paredes internas sensíveis, enviando ondas de choque de puro prazer diretamente para o seu útero. A umidade dela aumentou, escorrendo para se misturar com a saliva dele, criando um som obsceno e úmido que preencheu o quarto ao lado dos gemidos sufocados de Giovanna. Ele bebia dela, lambia tudo, não desperdiçando uma gota. Sua língua explorava cada dobra, cada centímetro de carne sensível, antes de se concentrar novamente naquele ponto inchado e escondido no topo da sua fenda - o clitóris.

Quando a ponta da sua língua tocou lá, um choque elétrico tão intenso que pareceu branco explodiu atrás das pálpebras de Giovanna. Seu corpo arqueou violentamente, quase saindo do colchão. Cléber rugiu de satisfação contra sua carne, o som vibrando através dela. Ele prendeu o clitóris dela entre seus lábios e começou a chupá-lo com uma sucção rítmica e implacável, enquanto a ponta da língua batia nele sem parar.

"É aqui, não é?" ele rosnou, sua voz rouca e abafada pela sua carne. "É aqui que sua putinha virgem quer gozar? Na língua do seu irmão?"

As palavras, sujas e proibidas, agiram como como um gatilho final. A combinação da estimulação física brutal e do estímulo verbal tabu foi demais para o sistema nervoso virgem de Giovanna. Uma onda de calor começou a se acumular em seu baixo-ventre, intensa e incontrolável. Seus músculos abdominais se contraíram, suas pernas começaram a tremer violentamente ao redor da cabeça de Cléber, e um grito contínuo e sem palavras rasgou sua garganta.

"Vai... Vai... CLEBER!" Ela gemeu, seu corpo se contorcendo como se estivesse sendo eletrocutado.

Cléber sentiu os músculos internos dela começarem a se contrair em espasmos selvagens ao redor da sua língua. Ele não recuou. Ele mergulhou mais fundo, lambendo e chupando com ainda mais fervor, determinando a engolir cada tremor, cada onda do seu orgasmo. O sabor dela ficou mais intenso, mais doce e acre, inundando sua boca enquanto ele a fazia gozar pela primeira vez na vida, usando apenas sua língua.

Quando os espasmos finalmente começaram a diminuir.

Giovanna estava fraca, tremendo, o corpo coberto por uma fina camada de suor, sua mente ainda flutuando nos resquícios do seu primeiro e violento orgasmo. Ela mal percebeu quando Cléber se moveu. Ele se levantou de entre suas pernas, seu rosto brilhando com sua umidade. Seus olhos, escuros e predatórios, a encaravam com uma possessividade que fez seu estômago revirar, não de medo, mas de uma antecipação nauseante.

Ele se posicionou sobre ela, seus joelhos pressionando a parte interna de suas coxas, mantendo-a aberta. Ele estava nu agora, e o que ela viu fez seu hálito falhar. Seu pau era grande, espesso e escuro, com veias salientes que pulsavam. A cabeça, roxa e brilhante, estava úmida, talvez de sua própria saliva, talvez de sua excitação. Ele o segurou na base, alinhando a ponta com a entrada ainda latejante e sensível da sua virgindade.

"Não vai ser gentil, irmãzinha", ele sussurrou, sua voz um rosnado baixo. "Você tomou isso. Agora você vai levar o resto."

Sem mais aviso, sem mais preparação, ele mergulhou.

A pressão foi avassaladora. A cabeça larga do seu pau forçou a abertura inchada e sensível de Giovanna, esticando-a de uma forma que a língua dele, por mais invasiva que fosse, não tinha conseguido. Uma pontada aguda de dor dilacerante rasgou-a, e ela gritou, um som de puro choque e dor que ecoou pelas paredes. Lágrimas jorraram dos seus olhos, escorrendo pelas têmporas e molhando o travesseiro.

Cléber parou por apenas um segundo, sua própria respiração ofegante, sentindo o aperto quase insuportável e virgem ao redor da ponta do seu membro. O calor dela era infernal. Ele olhou para baixo, vendo o sangue virgem, um vermelho vivo e escasso, manchando a base do seu pau e a pele dela. A visão o fez rosnar, um som animal de posse absoluta.

"Toda minha", ele sussurrou, e então começou a se mover.

Ele puxou para trás, quase saindo completamente, e então enterrou-se novamente, mais fundo desta vez. A dor de Giovanna misturou-se com uma nova e estranha sensação de plenitude. Cada golpe rasgava um pouco mais do seu interior virgem, alargando-a, reivindicando-a. O som era brutal e úmido, a carne batendo contra carne, misturado com o choro ofegante de Giovanna e os grunhidos guturais de Cléber.

Ele não tinha ritmo, apenas um desejo animal de possuir. Ele a fodia com golpes profundos e descontrolados, seu corpo batendo contra o dela, os quadris dele criando uma batida constante e implacável. A cama rangeu em protesto. Suas mãos agarravam os seios dela, apertando-os com força, seus dedos afundando na carne macia.

"Olha para mim", ele ordenou, sua voz rouca e quebrada. "Olha enquanto eu tomo o que é meu."

Através de um véu de lágrimas, Giovanna obedeceu. Ela viu seu rosto, distorcido pelo prazer e pela fúria. Viu os músculos do seu pescoço se esticando. E então, ela sentiu. A dor estava se transformando, se fundindo com as brasas do seu orgasmo anterior, criando uma mistura intoxicante de agonia e êxtase.

As palavras saíram dos lábios de Giovanna entre soluços e ofegos, manchadas de lágrimas e uma submissão completa que era mais poderosa do que qualquer resistência. "Mais... mais forte... por favor, Cléber... mais fundo... me fode... me destrói..."

O pedido, sujo e desesperado, foi como gasolina no fogo já incontrolável de Cléber. Seus olhos escureceram ainda mais, e um sorriso selvagem e triunfante cortou seu rosto. "Como a putinha da família pede."

Ele mudou o ângulo, agarrou a parte de trás das coxas dela e as jogou sobre seus ombros, dobrando-a quase ao meio. A nova posição permitiu uma penetração ainda mais profunda, brutal. Cada golpe agora atingia o fundo do seu útero, um impacto surdo e profundo que fazia o corpo dela saltar na cama. O ar saía dos pulmões dela com um "umph" a cada investida.

Ele estava realmente a destruindo, e ela amava cada segundo. Sua dor virgem havia se transformado em uma sensação abrasadora de plenitude, de ser invadida e possuída até o âmago.

O ritmo de Cléber se tornou completamente frenético, descontrolado. Seus quadris batiam contra o corpo dobrado de Giovanna com uma força que prometia hematomas, cada golpe um impacto surdo e molhado. Ele estava no limite, e ela podia senti-lo - o pulso selvagem e acelerado do seu pau dentro dela, a tensão de aço em cada músculo do seu corpo.

"Vou... vou encher você... sua puta virgem..." ele rosnou, os dentes cerrados, a voz esticada até o ponto de ruptura.

Ele enterrou-se nela uma última vez, tão fundo que pareceu que queria fundir-se a ela. E então, explodiu.

Giovanna sentiu antes de ver. Uma onda de calor intenso inundando seu interior, jorrando em jatos poderosos e pulsantes que enchiam cada centímetro do espaço que ele havia aberto. Era espesso, abundante, e escaldante. Cada pulsação do seu orgasmo era acompanhada por um jorro de sêmen, preenchendo-a até transbordar. Ele gemeu, um som longo e gutural de liberação absoluta, seu corpo tremendo violentamente sobre o dela.

Ele ficou lá, enterrado até o talo, esvaziando-se.

Cléber, com um último tremor, puxou seu pau para fora com um som úmido e obsceno. Ele estava coberto - uma mistura nauseante do seu próprio sêmen branco e espesso e do sangue virgem dela, escorrendo pelo seu comprimento inchado e vermelho. O cheiro pesado de sexo e conquista encheu o ar.

Sem uma palavra, ele agarrou o cabelo de Giovanna com uma mão áspera, puxando sua cabeça para cima do travesseiro. Seus olhos, ainda vidrados do próprio orgasmo, a encaravam com uma ordem silenciosa e brutal.

"Limpa", ele ordenou, sua voz rouca e sem emoção. Ele levou a ponta do seu pau lambuzado até os lábios dela.

Giovanna, seu corpo ainda tremendo, sua mente submersa em uma névoa de submissão e dor transformada em prazer, não hesitou. Ela abriu a boca, seus lábios se encontrando com a cabeça saliente e suja dele. O sabor era intenso - salgado, metálico do sangue, e a essência única e acre dele. Ela começou a lamber, primeiro de forma hesitante, depois com mais determinação, limpando cada centímetro do seu membro com a língua. Ela engolia o gosto da sua própria violação e da semente dele, um ato de submissão total que aqueceu seu próprio estômago de uma maneira perversa. Sua boca envolveu a cabeça, sugando para limpar o sêmen residual, seus olhos fechados em concentração.

Cléber soltou um suspiro profundo de satisfação, observando-a. "Boa menina", ele murmurou, sua mão afrouxando um pouco o aperto no cabelo dela, mas não soltando. "Agarra com a mão. Limpa tudo."

Giovanna obedeceu, envolvendo os dedos finos ao redor da base ainda dura dele. Ela moveu a mão para cima e para baixo no eixo, espalhando a mistura restante, antes de levar a mão à boca e lamber seus próprios dedos, limpando-os também. Seus olhos encontraram os dele, e neles havia uma submissão inquestionável, uma aceitação completa do seu novo lugar.

Ele finalmente soltou seu cabelo. "Agora vira de quatro", ele ordenou, sua voz já carregada com um novo tom de desejo. A ordem caiu como um chicote. Giovanna, ainda com o gosto dele na boca e o corpo latejando da posse violenta, obedeceu mecanicamente. Ela se virou, seus joelhos afundando no colchão, suas costas arqueadas, apresentando-se a ele. A visão era deliberadamente obscena: a buceta dela ainda aberta e escorrendo uma mistura de sêmen e sangue, e logo abaixo, o cuzinho virgem e apertado, um anel rosa pálido e tenso.

Cléber se ajoelhou atrás dela, suas mãos agarrando seus quadris com força, seus dedos afundando na carne macia. Ele alinhou a cabeça do seu pau, ainda úmido da boca dela, com o pequeno orifício. Não havia gentileza, nem preparação, apenas a ponta dura pressionando contra a resistência apertada.

"Este também é meu", ele rosnou, e com um empurrão brutal dos quadris, ele começou a forçar a entrada.


A resistência foi feroz. O músculo anelar de Giovanna, nunca violado, lutou contra a invasão com uma tensão quase sólida. Um grito agudo e animal escapou dos lábios dela, um som puro de dor dilacerante. Era uma dor diferente da primeira vez - mais aguda, mais concentrada, uma sensação de estar sendo rasgada ao meio por dentro.

Cléber não parou. Ele usou o peso do seu corpo, pressionando para frente com uma determinação implacável. A cabeça do seu pau, larga e insensível, forçou o caminho através do esfíncter apertado, milímetro por milímetro agonizante. Ele podia sentir cada pequena ruptura, cada fibra cedendo à sua força. O gemido gutural de dor de Giovanna apenas alimentava sua fúria.

Finalmente, com um som úmido e obsceno, ele rompeu completamente. A ponta entrou, seguida por uma polegada do seu eixo espesso. Ele parou por um momento, ofegante, sentindo o aperto incrivelmente apertado e quente ao redor da ponta do seu membro. Era ainda mais apertado do que a buceta dela tinha sido. Ele olhou para baixo, vendo seu pau desaparecer no cuzinho virgem e apertado dela, o anel vermelho e esticado ao redor da base dele. A visão era profundamente perversa, um triunfo absoluto. Ele estava tomando tudo dela.

Ele começou a se mover, começando com empurrões curtos e rasos, permitindo que o músculo se acostumasse à sua invasão. Cada movimento era uma facada de dor para Giovanna, que enterrava o rosto no travesseiro, seus dedos agarrando os lençóis com tanta força que as articulações ficaram brancas. Seus gemidos eram abafados, mas cheios de agonia.

"Relaxa, puta", ele sibilou, suas mãos apertando seus quadris com mais força. "Quanto mais você luta, mais dói."

Ele puxou quase todo o caminho para fora, deixando apenas a ponta dentro, e então enterrou-se novamente, um pouco mais fundo desta vez. O corpo dela se contraiu violentamente ao redor dele. Ele repetiu o movimento, estabelecendo um ritmo lento e brutal, cada golpe ganhando um pouco mais de terreno, abrindo-a um pouco mais. O som era úmido e ofensivo, misturado com os soluços abafados dela. Ele estava fodendo seu cuzinho, e estava fazendo isso com uma possessividade que não deixava dúvidas sobre quem ela pertencia agora.


Os gritos de Giovanna se transformaram em um mantra de agonia dilacerante, cada sílaba um golpe no ar pesado. "CLEBER! PARA! POR FAVOR! TÁ DOENDO DEMAIS! AAAAAAHHHH!"

Mas Cléber não parou. Os gritos dela, longe de serem um impedimento, eram como um combustível perverso para ele. Cada "PARA!" era atendido com uma investida mais profunda e brutal. Cada grito de dor fazia seus músculos se contraírem em volta dele de uma maneira que era quase insuportavelmente boa.

"Você é minha", ele rosnou por cima dos gritos dela, sua voz um rugido baixo e possessivo. "Tudo seu é meu. Até essa dor. Aceita."

Ele aumentou o ritmo, suas coxas batendo contra as nádegas dela com um som de carne contra carne. Ele estava realmente fundo agora, cada golpe parecendo atingir as entranhas dela. A dor inicial e aguda de Giovanna começou, contra sua vontade, a se misturar com outra sensação - uma pressão profunda e implacável que começou a gerar faíscas de algo que não era exatamente prazer, mas uma intensidade tão avassaladora que a deixava tonta. Seus gritos de "PARA!" se misturaram com gemidos longos e quebrados, sua resistência física e mental se desintegrando sob o ataque constante.

"VOCÊ GOSTA... SENTE... ISSO É SEU LUGAR!", ele gritou, perdendo completamente o controle, seu próprio orgasmo se aproximando novamente, impulsionado pela dor dela e pelo aperto inacreditável do seu corpo.

Com um último rosnado animal, Cléber puxou seu pau do cuzinho dolorido e dilatado dela, deixando-a vazia e tremendo. Ele não deu a ela um segundo de descanso. Suas mãos grandes e brutais a viraram com força, jogando-a de costas no colchão ensopado. Seu rosto estava encharcado de lágrimas, os olhos vidrados de dor e exaustão.

Ele se posicionou entre as pernas abertas dela, agarrando-as e dobrando-as brutalmente contra o peito. Ele não estava mais atrás da conquista; agora era pura marcação. Ele encontrou a entrada da sua buceta, ainda inchada e dolorida da primeira vez, agora ainda mais macia e aberta pela violência anal. Sem cerimônia, ele enterrou-se nela de uma vez, um movimento fluido e profundo que arrancou um suspiro rouco dela.

"Vou marcar você por dentro de novo", ele sussurrou, seus olhos queimando com uma posse maníaca. "Vou encher até transbordar."

Seu ritmo foi rápido e impiedoso desde o início, usando a lubrificação mista de fluidos para se mover com facilidade selvagem dentro dela. Giovanna estava além da luta, além até da dor como uma sensação separada. Ela estava submersa em uma névoa de pura sensação, um turbilhão onde a violência, a posse e uma excitação visceral e involuntária se fundiam. Seu corpo, traindo-a completamente, começou a responder. As paredes internas da sua buceta, que haviam sido violadas, começaram a se contrair em espasmos fracos ao redor do pau dele, cada golpe profundo atingindo um ponto que fazia um tremor percorrer sua espinha.

Cléber sentiu a mudança, o aperto crescente ao redor dele. Um sorriso cruel e triunfante esticou seus lábios. "Isso... você sente... você é apenas uma puta que precisa ser usada até a alma", ele gemeu, seu próprio controle se desfazendo rapidamente. O calor em sua base cresceu, incontrolável.

Com um rugido gutural, ele enterrou-se até o talo nela, seus quadris pressionando contra os dela com força total. Ele travou, e então começou a jorrar. Jatos quentes e espessos de sêmen inundaram o interior já cheio dela, enchendo-a, transbordando. Ele bombeou sem parar.

O último tremor de sua ejaculação passou. Ofegante, o suor escorrendo pelo seu torso, Cléber não se afastou. Em vez disso, ele se inclinou para frente, seus lábios encontrando os de Giovanna em um beijo que era uma mistura brutal de posse e algo que se assemelhava a afeição pervertida. Era salgado com lágrimas dela e com o próprio suor dele.

Ele quebrou o beijo, seus olhos, agora um pouco mais claros da fúria cega, fixos nos dela. "Você ouviu", ele disse, sua voz rouca, mas carregada de uma promessa absoluta. "Todos os dias. De manhã, quando você acordar. À noite, antes de dormir. Na sua buceta. No seu cuzinho. Na sua boca. Vou te foder até que o único pensamento na sua cabeça vazia seja o meu pau. Até que seu corpo não saiba viver sem isso."

Ele puxou-se para fora dela, o som úmido e obsceno da sua porra e dos fluidos dela escorrendo sendo audível. Ele a olhou, deitada lá, marcada, cheia, destruída e recriada por ele.

Ele passou o polegar, áspero e sujo de suor, pelo lábio inferior inchado dela, limpando uma gota de sangue ou talvez um resto de seu próprio sêmen. Seu toque, agora, não era de violência, mas de posse consolidada. Era a calma depois da tempestade, mas uma calma que prometia tempestades diárias.

"Você é minha agora, Giovanna. Minha propriedade. Minha puta. Meu brinquedo", ele sussurrou, sua voz um rosnado baixo que vibrava no ar entre eles. "E eu cuido do que é meu. Te alimento, te visto, te dou um teto. E em troca, você me dá isso. Todo o seu corpo, toda a sua dor, todo o seu prazer. É um acordo simples."

Ele se levantou da cama, sua figura imponente pairando sobre ela. Ele a olhou por um longo momento, avaliando sua obra - a pele marcada, os olhos perdidos, o corpo tremendo de exaustão e choque. Ele parecia satisfeito.

"Agora, limpe-se", ele ordenou, seu tom voltando ao comando prático. "O banheiro é ali. Depois, durma. Amanhã começa de novo."

Foto 1 do Conto erotico: O dia que tirei a virgindade da minha irmã.


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Ficha do conto

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bohannes

Nome do conto:
O dia que tirei a virgindade da minha irmã.

Codigo do conto:
257711

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/03/2026

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