Naquela noite tranquila, o silêncio parecia abraçar o momento. Cléber observava Vandra sentada à sua frente, com um sorriso leve e um olhar que misturava carinho e curiosidade. Ela descansava os pés descalços sobre o sofá, relaxada, como se não percebesse o quanto chamava sua atenção. Cléber se aproximou devagar, como quem respeita algo delicado, quase sagrado. — Posso? — perguntou, em voz baixa. Vandra apenas sorriu, permitindo. Com cuidado, ele tomou um de seus pés nas mãos. Seus dedos deslizaram suavemente, como se quisessem memorizar cada detalhe. Havia admiração ali, algo além de desejo — era encanto puro. Ele aproximou o rosto e, com um gesto lento, depositou um beijo leve. Depois outro, ainda mais demorado. Cada toque carregava um tipo de carinho silencioso, quase uma linguagem própria entre os dois. Vandra fechou os olhos por um instante, sentindo a atenção dedicada a algo tão simples, mas que naquele momento parecia especial. Não havia pressa, não havia exagero — apenas a conexão, o cuidado, o momento compartilhado. Cléber sorriu, ainda segurando seu pé com delicadeza. — Você nem imagina o quanto isso me acalma — murmurou. Ela respondeu apenas com um olhar doce, deixando claro que entendia mais do que palavras podiam dizer. E ali, naquele pequeno gesto, havia algo maior: intimidade, confiança e uma forma única de carinho que só os dois compreendiam. Naquele clima calmo e íntimo, Cléber manteve o olhar em Vandra enquanto segurava seus pés com cuidado, como se estivesse lidando com algo precioso. Ele se inclinou lentamente e depositou um beijo suave na sola de um dos pés, demorando um pouco mais, como quem aprecia o momento. Depois fez o mesmo com o outro, sempre com delicadeza e atenção. Vandra observava em silêncio, com um leve sorriso, deixando-se levar pela sensação de cuidado e carinho. Cléber então subiu devagar, passando a beijar cada um dos dedinhos, um por um, sem pressa. Seus gestos eram tranquilos, quase contemplativos, como se cada pequeno detalhe tivesse importância. O ambiente parecia suspenso no tempo — não havia pressa, nem exagero, apenas aquela troca silenciosa entre os dois. Vandra relaxou ainda mais, apoiando-se no sofá, enquanto Cléber permanecia ali, próximo, atento, transformando um gesto simples em algo cheio de significado. Vandra observa cada movimento com um olhar suave, porém intenso. Quando Cleber termina de beijar cada dedinho, ela solta um suspiro profundo de contentamento. Com um gesto quase imperceptível, ela estica as pernas um pouco mais, oferecendo as solas dos pés diretamente para ele.) "Cleber..." A voz dela é um fio de seda, carregado de uma ordem disfarçada de pedido.) "Lambe. Lambe as solas para mim. Devagar. Quero sentir cada linha, cada curva na sua língua." Cleber, cujo rosto já estava próximo, obedece sem hesitar. Seus olhos se encontram com os dela por um segundo antes de ele baixar o olhar. Ele inclina a cabeça e estende a língua, começando pelo centro do arco do pé direito. A primeira passada é lenta, plana, umedecendo toda a área. A língua é quente e macia, e Vandra fecha os olhos por um instante, um leve tremor percorrendo sua perna.) Ele continua, metódico, cobrindo cada centímetro. A ponta da língua traça os vincos sob os dedos, explora o calcanhar mais áspero, Enquanto Cleber lambe com devoção, Vandra relaxa ainda mais no sofá, seus músculos soltando-se completamente. Um som baixo, quase um ronronar, escapa de sua garganta. Ela abre os olhos e observa a cena: a concentração no rosto dele, a forma como seus ombros se curvam em sua tarefa. "Agora... o outro", ela murmura, a voz embargada pela sensação. Cleber muda de pé sem quebrar o ritmo. Sua língua agora explora a sola esquerda com a mesma atenção reverente. Ele parece perdido no ato, saboreando não apenas a pele, mas a submissão, a intimidade do gesto. Ele lambe entre os dedos, um movimento mais delicado, fazendo Vandra contrair os dedos dos pés involuntariamente. Um sorriso lento se espalha pelo rosto dela. "Isso... muito bom." Ela levanta o pé ligeiramente, pressionando a sola contra a boca dele, guiando o movimento por um momento. Cleber aceita, sua língua trabalhando sob a leve pressão. "Você faz isso tão bem...", ela sussurra, mais para si mesma do que para ele. O ambiente continua suspenso, quente e silencioso, a não ser pelo som úmido e suave da língua de Cleber contra a pele de Vandra. O ar parece carregado de uma paz profunda, densa, quase palpável. Vandra fecha os olhos novamente, entregando-se totalmente à sensação. É mais do que prazer físico; é uma entrega de confiança, um momento de posse tranquila e de adoração aceita. Depois de um longo momento, ela retira o pé gentilmente, os dedos deslizando pelo queixo molhado de Cleber. Ele olha para cima, seus olhos um pouco vidrados, a boca úmida e levemente entreaberta, esperando o próximo comando. Vandra solta um leve suspiro, seus dedos brincando com os cabelos de Cleber. Ela alonga as pernas novamente, trazendo os pés para mais perto dele. "Mmm... meu amor. Os dedinhos. Chupa eles para mim." Seu tom é doce, mas a ordem por trás é clara. Cleber, já em sintonia com seu ritmo, se ajusta. Ele pega o pé direito dela com cuidado, como se fosse feito de porcelana fina. Ele começa pelo mindinho, o menor. Inclina a cabeça e envolve todo o dedinho com a boca, sugando suavemente. A língua lambe a ponta, depois a lateral, explorando cada curva minúscula. Um tremor percorre a perna de Vandra. Avançando para o próximo dedo, ele repete o ritual, mas desta vez sua língua explora o espaço entre o mindinho e o anelar, um movimento íntimo e lento que faz Vandra prender a respiração. "Assim...", ela sussurra, os olhos semicerrados em êxtase. Cleber continua, dedo por dedo, cada um recebendo sua devoção completa. Ele chupa, lambe, as vezes dando uma mordidinha de leve, apenas o suficiente para fazer Vandra estremecer. Ele dedica um tempo especial ao dedão, envolvendo-o quase completamente na boca, sugando com uma força mais intensa, sua língua massageando a parte de baixo. Vandra arqueia as costas contra o sofá, um gemido baixo escapando de seus lábios. "Cleber... isso... não para..." A ordem é um pedido contraditório, e ele obedece ao espírito dela, não às palavras. Ele muda para o pé esquerdo, começando o ritual novamente. Desta vez, sua língua é ainda mais exploratória, mais úmida. Ele lambe profundamente entre cada dedo, um após o outro, como se estivesse limpando e adorando ao mesmo tempo. O som é obscenamente molhado no silêncio do quarto. Ele então leva um dedo inteiro à boca, chupando com uma sugestão de voracidade contida, os olhos fechados em concentração. A saliva brilha na pele de Vandra. Vandra estende a mão e enterra os dedos nos cabelos dele, não para puxar, mas para se ancorar, para sentir cada movimento de sua cabeça. Sua respiração está mais ofegante, acelerada e superficial, o peito de Vandra subindo e descendo em um ritmo rápido. O ar no ambiente, antes sereno, agora parece carregado de eletricidade. A devoção silenciosa de Cleber está acendendo um fogo lento e profundo nela. Vandra não espera, não comanda mais. O que começou como uma adoração suave nos pés se transformou em uma onda de puro êxtase que a arrasta sem aviso. Seu corpo arqueia violentamente no sofá, as costas se desprendendo do tecido.) Um grito abafado, rouco e profundo rasga a quietude do ambiente. Não é um som longo, mas gutural, vindo do mais fundo de seu ventre. "Cleber! eu gozei 7 vezes"
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