Danilo, Seus Pés e Eu

O quarto da casa do meu amigo Danilo, estava silencioso, iluminado apenas pela luz fraca do abajur.
Meu amigo Danilo estava deitado de costas na cama, os braços relaxados ao lado do corpo, uma expressão de tranquila expectativa no rosto.
Ele usava apenas um short de algodão claro. Seus pés lindos e perfeitos, descansando sobre os lençóis limpos, eram o centro de tudo.
Eram os pés mais lindos e bem cuidados que eu já tinha visto, com os dedos alinhados e as unhas cortadas rentes.
A pele era lisa, de um tom levemente rosado, e as solas pareciam macias, com o arco pronunciado formando uma curva suave.
Eu estava sentado na beirada da cama, ao lado dos pés dele.
Eu os observava há alguns minutos, em um silêncio carregado de desejo.
Meu olhar percorria cada centímetro, da curva do calcanhar à disposição perfeita dos dedos.
Finalmente, eu estendi a mão, os dedos tremendo levemente, e toquei o peito do pé direito dele com uma suavidade quase reverencial. A pele era quente e macia ao toque.
"Danilo", eu disse, minha voz um pouco rouca, carregada de uma emoção.
Eu, sem conseguir mais conter a vontade que me consumia, baixei a cabeça.
Meus lábios encontraram primeiro a parte superior do pé do meu amigo Danilo, um beijo leve como uma pluma, apenas o toque quente da minha boca na pele dele.
Eu senti um leve arrepio percorrer a perna dele e isso me encorajou ainda mais.
Movendo-se com uma lentidão deliberada, eu desloquei meus lábios para o arco do pé.
Eu beijei aquele ponto sensível, primeiro com os lábios fechados, depois abrindo-os levemente, sentindo a textura única da sola contra a minha boca.
Um suspiro escapou dos lábios do Danilo, um som baixo e profundo de prazer.
Então, eu usei a língua. A ponta úmida e quente tocando a sola, bem no centro do arco, e desenhei um círculo lento e molhado.
O sabor era limpo, uma delicia, que me fez fechar os olhos por um instante, saboreando.
Eu lambi novamente, dessa vez com uma faixa mais larga da língua, da base dos dedos até o calcanhar, deixando um rastro brilhante e úmido na pele clara.
A minha língua era insistente, exploratória. Eu lambi cada centímetro daquela sola, como se estivesse memorizando o terreno com o paladar.
Passei e repassei, a respiração ficando mais ofegante, mais quente contra a pele de Danilo, que agora arfava suavemente, os dedos dos pés se contraindo involuntariamente a cada nova passagem da minha língua.
O foco então mudou. Eu segurei o pé de Danilo com as duas mãos, os polegares pressionando gentilmente a sola para abri-la ainda mais para meu acesso. Eu inclinei a cabeça e levei o dedão à boca.
Os meus lábios se fecharam ao redor do dedo, envolvendo-o completamente em um calor úmido.
Ele chupei, suavemente a princípio, um movimento de sucção rítmico fazendo a minha bochecha afundar levemente.
A minha língua enrolou-se em volta do dedo, massageando a lateral, a ponta.
Um gemido rouco escapou da garganta de Danilo, e sua cabeça afundou mais no travesseiro, os olhos fechados em êxtase concentrado.
Eu sentia o dedo se movendo levemente dentro da minha boca, uma resposta física ao estímulo constante.
Eu soltei com um pop suave e úmido, apenas para envolver o segundo dedo, repetindo o ritual.
Chupei, lambi, explorei com a língua, dedinho após dedinho.
A minha boca trabalhava com devoção, um serviço silencioso e molhado, os sons úmidos de sucção e lambidas preenchendo o silêncio do quarto.
Eu não ignorei os espaços. Com a ponta afiada da língua, eu penetrava os espaços entre cada dedo, explorando, sentindo a pele mais sensível ali escondida.
Era uma atenção meticulosa, quase obsessiva.
Eu voltei à sola, agora completamente encharcada de minha saliva, e beijei novamente, beijos abertos e molhados que faziam barulho, beijos que pareciam querer consumir a carne.
Por fim, eu levei o calcanhar à boca, envolvendo a parte mais áspera, porém ainda macia, com os lábios, chupando e mordiscando levemente, antes de colocar aqueles pés lindos contra meu rosto, respirando fundo.
Eu virei a cabeça e fiz o mesmo com o pé esquerdo, iniciando o ritual novamente do início, sem pressa, como se tivesse todo o tempo do mundo. Beijos na parte superior, lambidas longas e lentas na sola, cada dedo sugado e acariciado pela língua, os espaços entre eles devidamente venerados.
Meu mundo havia se reduzido aos pés do meu amigo Danilo.
Eu continuaria assim até que Danilo me impedisse, ou até que o próprio corpo cedesse ao cansaço.
Por um tempo que pareceu uma eternidade, eu permaneci naquele êxtase silencioso, minha boca e língua trabalhando em um ritmo hipnótico.
O pé esquerdo de Danilo recebeu a mesma atenção meticulosa, o mesmo fervor devocional. A sala estava agora impregnada de sons baixos e úmidos e da nossa respiração ofegante.
Foto 1 do Conto erotico: Danilo, Seus Pés e Eu

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Ficha do conto

Foto Perfil bohannes
bohannes

Nome do conto:
Danilo, Seus Pés e Eu

Codigo do conto:
264069

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
09/06/2026

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