**Cleber:** "Ei! Você vai pegar pneumonia aí. Vem, te levo pra onde você quiser."
**Nayara:** (Ela olhou assustada, hesitante, os cíclos loiros grudados no rosto. A voz era um fio.) "É... é longe. Mas qualquer lugar seco já tá bom. Pode ser na cidade?"
**Cleber:** "Pode entrar. Tá gelada, né? Liga o aquecimento aí."
(Ela entrou, tremendo, o cheiro de chuva e uma fragrância doce, de menina, encheu o carro. Conduzi em silêncio por um tempo, mas o endereço que ela deu era numa área ruim, de noite, naquela chuva.)
**Cleber:** "Olha, com todo respeito, mas te deixar aí agora não é seguro.
**Nayara:** (Ela ficou quieta um momento, os olhos baixos, as mãos entrelaçadas no colo ainda tremendo.) "Eu... eu não tenho pra onde ir, na verdade. Tô tentando achar um lugar."
**Cleber:** "Merda. Tá bem. Vamos pra minha casa. É perto. Você toma um banho quente, se seca, e a gente vê o que faz depois. Tá ok?"
**Nayara:** (Ela apenas assentiu, um movimento quase imperceptível, e ficou olhando a chuva bater no vidro o resto do caminho.)
**Cleber:** (Minha casa era pequena, aconchegante. Dei a ela uma toalha e uma camiseta velha. Ela saiu do banho, a camiseta ficando enorme nela, as pernas longas e magras à mostra, o cabelo loiro molhado escorrendo sobre os ombros. Ela parecia ainda mais nova, mais frágil.)
**Nayara:** "Obrigada. Sério. Você é muito gentil."
**Cleber:** "Imagina. Quer um chá? Algo quente?"
**Nayara:** "Pode ser."
**Nayara:** (Eu fiquei parada na cozinha, segurando a xícara de chá com as duas mãos, tentando absorver o calor. A camiseta dele chegava no meio das minhas coxas, e eu sentia o tecido macio contra a minha pele, uma sensação estranha e íntima. Eu nunca tinha estado sozinha com um homem assim, na casa dele. Meu coração batia forte.)
**Cleber:** "Tá se sentindo melhor?"
**Nayara:** "Tô... um pouco." (Minha voz ainda saía baixa. Eu levantei os olhos e olhei pra ele. Ele era mais velho, tinha um jeito sério, mas os olhos dele eram... calmos. Eu não sentia medo. Senti algo diferente, um frio na barriga que não era de ansiedade.)
**Cleber:** "Que bom."
(Ele se aproximou pra pegar algo no armário, passou perto de mim. O cheiro dele, depois do banho, era limpo, masculino. Eu involuntariamente inclinei a cabeça pra trás, olhando pra ele. Nossos olhos se encontraram. O ar parou.)
**Nayara:** (Eu não sei o que deu em mim.
**Cleber:** (Eu vi o olhar dela, aquele misto de medo e curiosidade. Ela estava tão perto. A boca dela, ligeiramente entreaberta. Eu não pensei. Só fiz. Me inclinei e beijei ela.)
**Nayara:** (Meu corpo inteiro congelou por um segundo. Era meu primeiro beijo. Os lábios dele eram mais firmes que os meus, quentes. Ele não foi bruto, foi... suave. Um toque, depois outro. Um calafrio percorreu minha coluna. Eu fechei os olhos e respondi, tímida, meus lábios se movendo contra os dele.)
**Cleber:** (Eu senti ela responder, um movimento hesitante e doce. Puxei ela mais pra perto, devagar, minhas mãos encontraram a cintura dela através da camiseta fina. Ela era tão magrinha. Nosso beijo ficou mais profundo, minha língua tocou os lábios dela.)
**Nayara:** (Eu deixei. Deixei sua língua entrar na minha boca. Era estranho, úmido, íntimo. Um gemido baixo escapou da minha garganta.
**Nayara:** (Minhas mãos encontraram os ombros dele, a camiseta molhada de suor. Eu me agarrei a ele, me afundando no beijo. Meu corpo estava pegando fogo, cada lugar onde ele tocava parecia queimando. Eu nunca tinha sentido nada assim. Era assustador e incrível ao mesmo tempo.)
**Cleber:** (Eu a levantei, com facilidade, e a apoiei na bancada da cozinha. Meus lábios deixaram os dela e percorreram sua mandíbula, seu pescoço. Ela arqueou o pescoço para trás, oferecendo mais. Minhas mãos deslizaram por baixo da camiseta, encontrando a pele macia e quente de suas coxas.)
**Nayara:** (Eu senti suas mãos grandes nas minhas coxas, subindo. Um choque de excitação percorreu meu corpo. "Cleber...", eu sussurrei, sem saber o que ia dizer.)
**Cleber:** "Tudo bem?", (eu perguntei contra a pele do pescoço dela, minhas mãos parando, esperando.)
**Nayara:** (Eu balancei a cabeça, não em negação, mas em uma confusão total. "Eu não... eu não sei o que estou fazendo."
**Cleber:** (Eu parei, afastei meu rosto do pescoço dela e olhei nos seus olhos. Eles estavam vidrados, cheios de desejo e confusão. "Você nunca fez isso antes, né?")
**Nayara:** (Eu neguei com a cabeça, envergonhada, meus olhos se enchendo de lágrimas de frustração e algo mais. "Não. Sou virgem.")
**Cleber:** (Um suspiro saiu dos meus lábios. A última coisa que eu queria era machucá-la ou forçar algo. "Nayara, podemos parar. Sério. Eu te levo pra um lugar seguro amanhã, e é isso.")
**Nayara:** (Mas o corpo dela ainda estava quente contra o meu, e aquele frio na barriga tinha virado um fogo. Eu balancei a cabeça novamente, com mais força. "Não. Eu não quero parar. Eu... eu quero saber. Com você.")
**Cleber:** "Tem certeza?"
**Nayara:** "Tenho." (Minha voz saiu mais firme do que eu esperava.)
**Cleber:** (Eu a beijei de novo, mas dessa vez com uma lentidão agonizante, saboreando cada parte dos lábios dela. Minhas mãos deixaram suas coxas e subiram, encontrando os seios pequenos e firmes por baixo da camiseta. Ela prendeu a respiração quando meus dedos tocaram os mamilos duros.)
**Nayara:** (Um gemido mais alto saiu da minha boca, abafado pelo beijo dele. Era uma sensação intensa, nova, que me fez arquejar. Meus próprios dedos se enterraram nos cabelos dele, puxando-o para mais perto.)
**Cleber:** (Eu desci com os lábios, deixando um rastro de beijos molhados do queixo dela até a base do pescoço, e então mais abaixo, puxando a barra da camiseta para cima com os dentes. Ela levantou os braços, permitindo. A camiseta foi tirada. Ela ficou ali, na bancada, apenas de calcinha, os seios expostos, arfando.)
**Nayara:** (Eu me senti vulnerável, completamente nua diante dele. Mas o olhar dele não era de julgamento. Era de pura adoração, de fome. Isso me encheu de uma coragem que eu não sabia que tinha. Eu me inclinei para frente, meus seios se oferecendo a ele.)
**Cleber:** "Deus, você é linda." (Eu disse, a voz rouca. Em seguida, minha boca se fechou em volta de um mamilo, sugando-o, minha língua circulando a ponta dura.)
**Nayara:** (Eu gritei. Um som agudo e estranho que ecoou na cozinha silenciosa. A sensação era elétrica, indo direto da minha ponta do peito para entre minhas pernas, onde uma umidade quente começou a crescer. Meus quadris se moveram sozinhos, esfregando-se contra a bancada.)
**Cleber:** (Eu mudei para o outro seio, dando a mesma atenção, enquanto uma das minhas mãos desceu, passando pela barriga lisa dela, até encontrar a borda da sua calcinha. Ela estava encharcada. Meu dedo médio deslizou por cima do tecido fino, pressionando o ponto mais quente.)
**Nayara:** "Cleber!" (Meu corpo deu um solavanco, uma onda de choque tão intensa que me fez quase cair da bancada. Eu me agarrei a ele com mais força. "Lá... por favor...")
**Cleber:** (Eu empurrei a calcinha dela para o lado, sem tirá-la completamente. Meu dedo encontrou seu clitóris inchado e pulsante. Eu esfreguei suavemente, em círculos, observando cada reação no rosto dela.)
**Nayara:** (Eu estava perdendo o controle. Gemidos e suspiros saíam da minha boca sem minha permissão. Meu corpo se contorcia sob o toque dele, buscando mais pressão, mais atrito. Era uma necessidade animal, primitiva, que eu nunca tinha conhecido. "Não pare... por favor, não pare...")
**Cleber:** "Você está tão molhada, Nayara. Tão pronta." (Eu inseri um dedo dentro dela, devagar, sentindo as paredes apertadas e quentes se fecharem em volta de mim.)
**Nayara:** (Eu gritei de novo, mas dessa vez era um som mais profundo, gutural. A sensação de ser penetrada, mesmo que apenas por um dedo, era esmagadora. Meu corpo inteiro se apertou em volta do dedo dele, uma contração involuntária de puro prazer e surpresa. "Mais..." Eu supliquei, minha cabeça jogada para trás.)
**Cleber:** (Eu acrescentei um segundo dedo, esticando-a devagar, sentindo a resistência inicial ceder à umidade abundante. Minha boca voltou para a dela, engolindo seus gemidos enquanto meus dedos começavam a se mover dentro dela, em um ritmo lento e profundo.)
**Nayara:** (Eu estava me despedaçando. Cada movimento dos dedos dele acendia um fogo novo dentro de mim. Meus quadris começaram a acompanhar o ritmo, me enfiando nos dedos dele, buscando algo, alguma liberação que estava se construindo, uma pressão insuportável na minha barriga baixa.)
**Cleber:** (Eu senti o corpo dela começar a tremer, as contrações em volta dos meus dedos ficando mais rápidas e intensas. "Vai, Nayara. Deixa ir. Eu te seguro.")
**Nayara:** (E então, aconteceu. Como uma onda quebrando. Um tremor violento percorreu todo o meu corpo.
**Nayara:** (Um grito abafado escapou dos meus lábios, preso no beijo dele. Câimbras de prazer puro me sacudiram, uma após a outra, enquanto meu sexo pulsava violentamente em volta dos dedos dele. Eu me agarrei a ele como se fosse a única coisa real no mundo, meus dedos cravando nas costas dele. A sensação era infinita, um rio de fogo que me lavava por dentro.)
**Cleber:** (Eu continuei movendo meus dedos dentro dela, suavemente, prolongando a onda, sentindo cada contração. Sussurrei em seu ouvido, "Isso... você é incrível. Olha pra você...")
**Nayara:** (Aos poucos, as ondas foram diminuindo, deixando para trás um corpo mole e tremendo, banhado em suor. Eu estava ofegante, minha cabeça apoiada no ombro dele. Eu nunca tinha me sentido tão viva, tão... usada, no melhor sentido possível. "Cleber...")
**Cleber:** (Eu retirei meus dedos, lentamente, e os levei à minha boca, limpando-os, mantendo contato visual intenso com ela. O sabor dela era salgado, doce, único.
**Cleber:** "Agora é a minha vez." (Eu disse, minha voz uma promessa áspera. Meus dedos foram para a fivela do meu cinto, abrindo-a com um estalo audível. Eu vi os olhos dela se arregalarem, mas não com medo. Com antecipação.)
**Nayara:** (Meu coração batia tão forte que eu achava que ele podia ouvir. Eu olhei para baixo, para as calças dele agora abertas, para a protuberância óbvia e imponente. Um novo tipo de medo, misturado com uma excitação avassaladora, tomou conta de mim. Mas eu não queria fugir. Eu queria.)
**Cleber:** (Eu empurrei minhas calças e cueca para baixo dos quadris. Minha ereção saltou para fora, grossa e pulsante. Eu a peguei na base, esfregando a ponta inchada e úmida contra a calcinha encharcada dela, no lugar onde meus dedos tinham estado.)
**Nayara:** (Eu soltei um gemido ao sentir a ponta quente e dura dele através do tecido fino. Era muito maior do que eu imaginava. "Devagar...", eu pedi, minhas mãos encontrando os ombros dele para me segurar. "Por favor, devagar...")
**Cleber:** (Eu acenei com a cabeça, um fio de suor escorrendo da minha têmpora. Com uma mão, eu empurrei completamente a calcinha dela para o lado, expondo completamente seu sexo inchado e brilhante de sua excitação. Com a outra, eu me posicionei na entrada, a ponta do meu pau pressionando contra sua abertura úmida e apertada.)
**Nayara:** (Eu prendi a respiração. A pressão era imensa, uma sensação de estar sendo aberta, esticada além do que eu achava possível. "Ai...")
**Cleber:** "Respira, amor. Respira comigo." (Eu sussurrei, parando, permitindo que seu corpo se acostumasse. Então, com uma paciência que me custava cada fibra do meu ser, eu comecei a empurrar, centímetro por centímetro agonizante, sentindo as paredes virgens dela se abrirem para me receber.)
**Nayara:** (Uma dor aguda e cortante me atravessou, seguida por uma sensação de plenitude tão completa que me deixou sem fôlego. Eu estava cheia, completamente preenchida por ele. A dor inicial se dissipou, transformando-se em uma sensação profunda, ardente, de conexão total. Eu me movi, um pequeno ajuste, e um novo tipo de prazer, mais profundo, brotou do ponto onde nossos corpos se encontravam.)
**Cleber:** (Eu estava imóvel por um momento, lutando contra o instinto de enterrar-me nela de uma vez. Sentir seu calor, sua tensão, foi quase demais. "Deus, Nayara... você está tão apertada... tão quente.")
**Nayara:** (Eu abri os olhos e olhei para ele. Sua expressão era de concentração pura, de prazer contido. Isso me deu coragem. Eu balancei meus quadris, tentando, e um gemido escapou de nós dois.)
**Cleber:** (Isso quebrou meu controle. Eu comecei a me mover, retirando-me quase completamente antes de me enterrar novamente, devagar no começo, estabelecendo um ritmo profundo e arrastado. Cada investida me levava mais fundo, esfregando contra pontos dentro dela que faziam seus olhos revirarem.)
**Nayara:** (Meus olhos reviravam. Meus dedos se enterravam nas costas dele, buscando âncora enquanto ele me levava a um lugar que eu não sabia existir. Cada investida era uma descoberta. O som úmido da nossa união enchia a cozinha, misturado aos nossos gemidos ofegantes. "Assim... assim mesmo...")
**Cleber:** (Meu ritmo aumentou, impulsionado pelos gritos e movimentos dela. Eu a segurei pelas nádegas, levantando-a levemente da bancada para conseguir um ângulo melhor, e então a penetrei com força, sentindo como ela se fechava em volta de mim a cada vez.)
**Nayara:** (Eu estava me aproximando do limite novamente, mas dessa vez era diferente. Mais profundo, mais intenso. Era como se ele estivesse atingindo minha alma. A sensação se acumulava, implacável, no meu ventre. "Eu vou... Cleber, eu vou gozar...")
**Cleber:** "Goza. Goza pra mim." (Eu grunhi, meus quadris batendo contra os dela com um som de pele contra pele. Eu senti as contrações dela começarem, uma série de espasmos apertados e quentes que apertaram meu pau.
**Cleber:** (As contrações dela apertaram meu pau de uma forma quase dolorosa de tão boa. Foi o estopim. Um rugido baixo saiu da minha garganta. "Nayara!") Eu enterrei meu rosto no pescoço dela e explodi dentro dela, jatos quentes de sêmen preenchendo-a enquanto meu próprio corpo era sacudido por ondas de prazer absoluto.)
**Nayara:** (Eu senti a pulsação dele dentro de mim, a sensação quente se espalhando, e isso foi o suficiente para me enviar por cima do precipício mais uma vez. Meu segundo orgasmo foi mais profundo, mais sombrio, um tremor prolongado que me deixou fraca e tremendo, totalmente dependente dele para me segurar.)
**Cleber:** (Nós ficamos assim por um longo momento, ofegantes, suados, ainda conectados. Aos poucos, a realidade voltou. O cheiro de sexo no ar, o suor nas nossas peles, a bancada fria sob as nádegas dela. Eu me retirei devagar, um gemido misto de prazer e perda escapando de nós dois.)
**Nayara:** (Eu me senti vazia, mas de uma forma boa. Satisfeita. Meu corpo estava mole.
**Nayara:** (Meu corpo ainda tremia, mas uma nova fome tomou conta de mim. Sem dizer uma palavra, eu deslizei da bancada, minhas pernas mal me sustentando, e me ajoelhei no chão frio da cozinha, entre as pernas dele. Meus olhos estavam fixos no seu pau, ainda duro e brilhante com nossa mistura.)
**Cleber:** (Um suspiro surpreso e carregado de desejo escapou dos meus lábios. Eu olhei para baixo, vendo-a ali, de joelhos, com aquela expressão determinada e sedenta. Minha mão foi instintivamente para o cabelo dela, enrolando os dedos nos fios.)
**Nayara:** (Eu não hesitei. Envolvi a base dele com uma mão, sentindo a pele quente e as veias pulsantes. Com a outra, abri bem a boca e levei a ponta inchada e salgada para dentro, lambendo o líquido pré-ejaculatório que ainda pingava.)
**Cleber:** "Caralho..." (Eu grunhi, minha cabeça jogando para trás. A língua dela era quente, úmida, exploratória.
**Nayara:** (Eu comecei devagar, apenas lambendo a parte de baixo da cabeça, explorando a textura sensível. Então, olhando para cima para ver a reação dele, abri mais a boca e comecei a descer, tentando engolir o máximo que conseguia.)
**Cleber:** (Meus músculos da coxa se contraíram. A visão dela, de joelhos, com os lábios esticados em volta do meu pau, os olhos marejados me encarando... era quase demais. "Assim, gata... vai fundo.")
**Nayara:** (Eu me empurrei para baixo, sentindo a cabeça dele bater na parte de trás da minha garganta. Um reflexo de engasgo veio, mas eu respirei pelo nariz e relaxei a mandíbula, permitindo que ele deslizasse mais um pouco. Minha saliva escorria pelos cantos da minha boca, misturando-se ao sabor dele.)
**Cleber:** (Minha mão no cabelo dela se apertou, guiando-a gentilmente, estabelecendo um ritmo lento e profundo. Cada vez que ela descia, sentia a úmida quentura da sua garganta.
**Cleber:** (Minha paciência se esgotou. O controle gentil se transformou em algo mais primal. Minha mão se fechou com mais força nos cabelos dela, puxando-a para baixo enquanto eu empurrava meus quadris para cima, enterrando meu pau no fundo da sua garganta de uma só vez.)
**Nayara:** (Um som abafado e engasgado saiu de mim. Meus olhos se encheram de lágrimas instantaneamente enquanto a grande cabeça dele forçava a passagem. A sensação de estar sendo usada, completamente dominada, era avassaladora e incrivelmente excitante. Eu soltei minhas mãos, deixando-as caírem ao lado do corpo, me submetendo.)
**Cleber:** "Engole, putinha. Engole tudo." (Eu grunhi, começando a bombear. Não era mais um ritmo, era uma estocada brutal e constante, minha vara entrando e saindo daquela boca quente e apertada. O som úmido de garganta sendo fodida enchia o ar.)
**Nayara:** (Eu me concentrei em respirar pelos cantos do nariz, em relaxar minha garganta. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, misturando-se à saliva que escorria do meu queixo. Cada investida dele batia no fundo da minha garganta, causando um reflexo que me fazia sentir que eu ia engasgar, mas também desencadeava ondas de puro êxtase submisso. Meus próprios dedos encontraram meu clitóris entre minhas pernas molhadas, esfregando freneticamente.)
**Cleber:** (A visão era depravada e linda. Ela, de joelhos, se afogando no meu pau, se masturbando enquanto eu usava sua boca. A sensação da garganta dela se contraindo a cada estocada era indescritível. "Você adora isso, né? Adora ser minha putinha de garganta.")
**Nayara:** (Eu não conseguia falar, apenas emitir gemidos guturais de concordância. Meus olhos, cheios de lágrimas, imploravam por mais. Meu corpo estava à beira de outro orgasmo, apenas com essa violação oral.)
**Cleber:** (Eu senti a pressão se acumulando na base da minha espinha. "Vou gozar. Vou encher essa boquinha de porra.
**Cleber:** (Minhas estocadas ficaram descontroladas, rápidas e profundas. A pressão explodiu. "Toma! Toma tudo, sua vadia!") Com um rugido, eu enterrei meu pau até as bolas na garganta dela e jorrei, jatos quentes e grossos de sêmen disparando direto para o seu estômago.)
**Nayara:** (Eu senti o gosto salgado e característico inundando minha boca e garganta. Me engasguei, tentando engolir tudo, sentindo os jatos pulsantes continuarem. Ao mesmo tempo, meus dedos no clitóris me levaram a um orgasmo violento e silencioso, meu corpo se contorcendo no chão, minhas pernas tremendo incontrolavelmente.)
**Cleber:** (Eu continuei pulsando dentro da boca dela por longos segundos, esvaziando cada gota. Finalmente, ofegante, me retirei, meu pau saindo com um som úmido. Eu a vi, de joelhos, ofegando, com sêmen e saliva escorrendo do queixo e dos lábios inchados.)
**Nayara:** (Eu respirei fundo, engolindo o que restava. Meu corpo estava exausto.
**Nayara:** (Com um esforço, eu me levantei, minhas pernas ainda trêmulas. Ofegante, com o queixo ainda molhado, me virei e me curvei sobre a mesma bancada de mármore onde tudo começou. Coloquei as mãos firmes na superfície fria, arqueando as costas e erguendo minha bunda para ele. Olhei para trás por cima do ombro, meus olhos ainda marejados, mas agora com uma mistura de submissão e desafio.)
"Cleber..." (Minha voz saiu rouca, arranhada.) "Agora... fode meu cuzinho. Por favor. Eu quero sentir você me rasgando por trás. Quero sentir tudo."
**Cleber:** (Meu pau, que havia começado a amolecer, endureceu instantaneamente ao ver aquele convite. A visão da sua bunda erguida, o cuzinho rosado e convidativo entre as nádegas, ainda brilhando um pouco da nossa lubrificação natural... era demais. Eu me aproximei, minhas mãos agarrando seus quadris com força.)
"Você tem certeza, Nayara? Você nunca pediu isso antes." (Minha voz estava grave).
**Nayara:** (Eu balancei a bunda de leve, um convite mudo. "Tenho certeza. Eu preciso. Preciso que você me marque por dentro, de um jeito que ninguém mais fez. Me faz ser sua, completamente." Minha voz era um sussurro rouco e suplicante.)
**Cleber:** (Um sorriso lento e predador se espalhou pelo meu rosto. Eu cuspi na palma da minha mão e esfreguei a saliva na cabeça do meu pau e no seu cuzinho apertado. "Vai doer no começo.")
**Nayara:** "Eu quero que doa." (Eu respirei fundo, relaxando os músculos enquanto sentia a pressão da cabeça dele na minha entrada virgem e apertada.)
**Cleber:** (Com um movimento lento, mas implacável, eu comecei a empurrar. A resistência era intensa, um anel de músculo apertadíssimo se abrindo para mim. Eu vi seus nós dos dedos ficarem brancos na bancada. "Respira, gata. Relaxa para mim.")
**Cleber:** (Ignorando seus gritos e súplicas, meu desejo se transformou em algo puramente possessivo e cruel. "Cala a boca, cadelinha. Você pediu por isso. Agora aguenta." Minhas mãos nas suas ancas se tornaram garras de aço, puxando-a contra mim a cada investida brutal.)
**Nayara:** (Meu corpo inteiro tremia de dor e violação. As lágrimas jorravam, meus gritos se transformaram em soluços abafados. "Não... para, Cleber, por favor... tá me rasgando por dentro...") Mas minhas palavras eram inúteis contra a fúria dele.
**Cleber:** (Eu aumentei o ritmo, cada estocada era uma punição, uma afirmação de domínio. A sensação do cuzinho dela, inicialmente tão apertado, começando a ceder e se adaptar à minha invasão, mesmo sob protestos, era perversamente eletrizante. "Toma, sua putinha safada. Esse cuzinho é meu agora. Vou foder ele até você esquecer que tem dono.")
**Nayara:** "PARE! CLEBER, POR FAVOR, PÁRA!" (Meu grito foi um misto de dor aguda e pânico genuíno. Meus dedos arranhavam a superfície lisa da bancada, tentando em vão me afastar. A sensação era de estar sendo despedaçada por dentro.) "Você tá me machucando... para, eu te imploro..."
**Cleber:** (Seu choro e súplicas apenas alimentaram o fogo dentro de mim. "Implorar é tudo que uma vadia como você sabe fazer." Com um rosnado, eu puxei sua cintura com força brutal, prendendo-a contra mim, e dei uma estocada final, tão profunda e violenta que senti nossas peles batendo com um baque úmido. Meu pau inteiro desapareceu dentro do cuzinho dela, invadindo um espaço que nunca havia sido tocado.)
**Nayara:** (Um grito estrangulado saiu da minha garganta. A dor era branca, cegante. Por um segundo, tudo ficou escuro e silencioso. Meu corpo ficou rígido, em choque, antes de desmoronar sobre a bancada, ofegante e coberto de suor e lágrimas.
**Cleber:** (Mesmo sentindo seu corpo em estado de choque, a tensão animal dentro de mim ainda não havia sido liberada. Eu dei mais algumas estocadas rápidas e profundas, o som das nossas peles se encontrando agora úmido e obsceno. A pressão acumulou e explodiu. "Aaaaah, toma! Toma minha porra, sua puta!") Com um gemido rouco, eu enterrei-me até o fim e jorrei, liberando jatos quentes e espessos no recesso mais íntimo e violado dela.
**Nayara:** (Eu não conseguia reagir. Apenas sentia a dor latejante sendo preenchida por uma sensação quente e invasiva. Meu corpo estava exausto, vazio, quebrado.)
**Cleber:** (Eu me retirei lentamente, um misto de fluídos escorrendo de entre suas pernas. Ofegante, virei seu corpo frágil para me encarar. Ela estava pálida, os olhos vermelhos e vazios. Eu a segurei contra meu peito, sentindo seus tremores. Me inclinei e beijei seus lábios machucados com uma suavidade que contrastava brutalmente com a violência de segundos atrás.
**Nayara:** (O beijo era suave, mas meus lábios estavam dormentes e meu corpo ainda tremia. Eu não respondi, apenas deixei que ele me beijasse, minhas lágrimas escorrendo silenciosamente.)
**Cleber:** (Eu afastei meu rosto apenas o suficiente para que nossos lábios quase se tocassem. Minha respiração ainda estava ofegante contra sua pele. Sussurrei, a voz rouca e carregada de uma posse doentia, direto no seu ouvido: "Te amo, Nay.")
**Nayara:** (As palavras ecoaram na minha mente, vazias e grotescas diante do que havia acontecido. O amor dele era uma cela, um selo de posse escrito em dor e violação. Eu não disse nada. Não conseguia. Meus olhos se fecharam, e eu me entreguei ao vazio, meu corpo ainda preso contra o dele.)
**Cleber:** (Eu segurei seu rosto com as mãos, ainda sujas, forçando-a a olhar para mim. Meus olhos buscavam os dela, implorando por uma conexão que eu mesmo havia quebrado. Minha voz, antes tão cruel, agora soava frágil, quase infantil.)
"Nay... Nayara, me escuta. Me dá outra chance. Namora comigo. Eu juro, eu JURO que nunca mais vai ser assim. Eu tava... tava fora de mim. Eu te amo tanto que isso me cega. Eu vou te tratar como uma princesa. Vou te dar tanto carinho, tanto amor... Você vai ver. Só me dá essa chance."
**Nayara:** (Eu olhei para ele. Para os olhos dele, cheios de lágrimas falsas e arrependimento egoísta. Para a boca que havia sussurrado palavras doces e cuspido insultos. Senti o peso do seu corpo contra o meu, a lembrança fresca da dor em cada músculo. A promessa soou oca, um remendo barato em um tecido rasgado.)
(Eu não disse nada. Apenas continuei olhando, meu silêncio mais pesado e eloquente do que qualquer grito que eu pudesse dar.
**Cleber:** (Meu rosto começou a se contorcer, a frustração e o medo de perdê-la tomando conta daquele arrependimento momentâneo. O sussurro se tornou mais urgente, quase desesperado.)
"Nay, por favor. Fala alguma coisa. Você me ama também, eu sei que sim. Foi só um momento ruim, um descontrole. Eu prometo, juro pela minha vida. Vai ser diferente. Vamos ser felizes." (Minhas mãos tremiam ligeiramente ao acariciar seu rosto, tentando provocar uma reação, qualquer reação.)
**Nayara:** (Eu fechei os olhos novamente, bloqueando a visão dele. Dentro de mim, não havia amor, não havia perdão. Havia apenas um cansaço profundo e um frio que começava no lugar onde a dor havia estado e se espalhava por tudo. Quando abri os olhos novamente, havia uma clareza morta neles.)
"Tira suas mãos de mim, Cleber." (Minha voz não era mais um sussurro quebrado. Era plana, fria, final.)
**Cleber:** (Eu recuei como se tivesse sido queimado. A expressão de súplica congelou.
**Cleber:** (A expressão de súplica no meu rosto se dissolveu, substituída por uma fúria silenciosa e gelada. A rejeição dela, tão calma e definitiva, foi um golpe mais profundo do que qualquer grito.)
"Então é assim?" (Minha voz perdeu toda a fragilidade, voltando a ser uma lâmina baixa e perigosa.) "Depois de tudo? Depois de eu te dar o que você queria? Você é uma ingrata. Uma puta ingrata."
**Nayara:** (Eu não respondi. Apenas me apoiei na bancada, ignorando a dor latejante, e comecei a me vestir com movimentos lentos e mecânicos. Cada pedaço de roupa era uma barreira entre meu corpo violado e o mundo, entre eu e ele.)
**Cleber:** (Assisti em silêncio, meus punhos se cerrando. A promessa de amor tinha evaporado, deixando apenas o gosto amargo da posse negada. "Você vai se arrepender de me jogar fora, Nayara. Vai sentir falta do que só eu te dou.")
**Nayara:** (Quando terminei de me vestir, me virei para a porta sem olhar para trás. Minha última palavra não foi dita. Foi apenas o som da maçaneta sendo girada, a porta se abrindo para a escuridão do corredor. Eu não olhei para trás. Meu corpo ainda doía a cada passo, mas meus pés se moveram firmes, levando-me para longe daquele quarto, daquele cheiro, dele.)
**Cleber:** (Fiquei parado no meio do quarto, ouvindo os passos dela desaparecerem. O silêncio que ficou foi ensurdecedor, cheio do eco dos meus próprios gemidos e das súplicas dela. A promessa de amor que eu havia feito agora parecia uma piada de mau gosto, um remendo ridículo em um tecido que eu mesmo havia rasgado com minhas próprias mãos.)
(Meu olhar caiu sobre a bancada, onde uma mancha escura ainda brilhava sob a luz fraca. A prova do que havia acontecido. Do que eu havia feito. E do que eu havia perdido.)
**Nayara:** (Ao sair do prédio, o ar frio da noite bateu no meu rosto. Não trouxe alívio, apenas uma sensação de vazio ainda mais profundo. Eu não sabia para onde ir.
**Nayara:** (Meus passos, que haviam me levado para longe, agora se arrastaram de volta pelo mesmo corredor escuro. A lógica tinha evaporado, substituída por um medo primitivo e avassalador: o medo da solidão, do vazio, da ideia de ter que enfrentar aquele horror sozinha. A porta ainda estava entreaberta.)
(Eu a empurrei. Cleber ainda estava lá, imóvel no meio da bagunça, sua silhueta rígida contra a luz baixa. Sem uma palavra, meu corpo desmoronou. Me joguei contra ele, meus braços envolvendo seu torso com uma força desesperada, meu rosto enterrado no peito dele. Eu tremia violentamente.)
**Cleber:** (Eu estava imóvel, congelado. O choque da volta dela foi como um choque elétrico. Por um momento, não reagi. Então, lentamente, como se temesse quebrar um sonho, minhas mãos se levantaram e tocaram suas costas. Ela estava gelada.)
**Nayara:** (Minha voz saiu abafada, um sussurro quebrado e úmido contra sua camisa.) "Sim... Sim, eu aceito. Me aceita de volta.
**Cleber:** (A confirmação dela, entregue com tanto desespero, acendeu algo dentro de mim. Não era o amor suave que eu havia prometido. Era uma posse triunfante, escura e absoluta. Minhas mãos, que haviam tocado suas costas com hesitação, se fecharam com força nos seus ombros, puxando-a ainda mais contra mim, quase a sufocando.)
"É isso aí, minha garota," (sussurrei, minha voz grossa e cheia de um alívio perverso.) "Você fez a escolha certa. Você sempre foi minha. Sempre vai ser."
**Nayara:** (Eu me agarrei a ele, não como a um amante, mas como a uma âncora em um mar tempestuoso de meu próprio terror. O cheiro dele, misturado ao cheiro do que havia acontecido, era agora o cheiro da minha própria rendição. Meus soluços eram silenciosos, abafados pelo tecido de sua camisa.)
**Cleber:** (Eu comecei a acariciar seu cabelo, movimentos lentos e possessivos. "Vou cuidar de você, Nay. Vou te proteger do mundo todo. Você não precisa de mais ninguém. Só de mim."
**Nayara:** (As palavras saíram da minha boca antes que eu pudesse pensar, um sussurro rouco e sujo que queimou minha garganta. Era uma confirmação da minha própria ruína, um pedido para que a violência que me partiu se tornasse o cimento da minha nova prisão.)
"Cleber... Fode-me de novo." (Minha voz trêmula ganhou uma urgência doentia.) "Com força. Seja mau comigo. Me fode fundo e forte... me faz sentir que sou sua de verdade."
**Cleber:** (Um som gutural escapou da minha garganta. O pedido dela era como gasolina no fogo da minha possessividade. Meus olhos escureceram. "É isso que você quer, sua putinha? Quer que eu te esfole de novo? Que eu te deixe gritando?")
**Nayara:** (Eu balancei a cabeça, afirmando, meus dedos se enterrando nas costas dele. "Sim. Por favor. Me rasga. Me faz sua." Era um mantra de autodestruição.)
**Cleber:** (Sem mais delongas, eu a empurrei contra a parede, o impacto fazendo o quadro próximo balançar. Minhas mãos foram brutais, arrancando a roupa que....
Continua...