A primeira vez de Cléber

Cleber, 18 anos, gordinho, virgem, mora com seus pais.
Vandra, 26 anos, corpo de modelo, experiente, mora em Curitiba mas fica as férias inteiras na casa de seu avô que é vizinho de Cléber em Maringa..

Cleber é apaixonado pelos pés da amiga Vandra, depois de mais de 2 anos, Cléber, que se masturba todas as noites pensando nos pés de Vandra, toma coragem e conta pra sua amiga do seu desejo de lamber e chupar os pés dela inteiros, Vandra fica assustada pois nunca ninguém pediu isso para ela, Vandra fica com vontade de sentir como é a sensação, e acaba aceitando, Vandra chama Cléber para sentar na varanda da casa de seu avô.

(A noite na varanda da casa do avô de Vandra, com vista para o quintal arborizado. Vandra está sentada numa cadeira de balanço, vestindo um vestido leve. Cleber, suando de nervosismo, está a seus pés, de joelhos)
Vandra, olhando para baixo com uma expressão entre curiosidade e surpresa: "Então é isso que você quer há tanto tempo, Cleber? Meus pés? Depois de dois anos só olhando de longe?"
(Cleber balança a cabeça, incapaz de formar palavras, seus olhos fixos nos pés descalços de Vandra que repousam no chão de madeira da varanda)
Vandra, balançando os pés lentamente: "Eu nunca... ninguém nunca pediu isso. Mas você parece tão... sincero. Tão desesperado."
(Ela levanta um pé, colocando a sola diretamente diante do rosto de Cleber. O pé está perfeitamente cuidado, com dedos longos e arqueados, a pele bronzeada pelo verão curitibano)
Vandra, com voz mais suave: "Pode. Mostre-me como é."
(Cleber se inclina para frente, suas mãos trêmulas envolvem delicadamente o tornozelo de Vandra, sentindo a fina corrente de prata que ela usa. Ele traz o rosto mais perto, sua respiração quente bate na pele dela)
Cleber, com voz rouca e cheia de desejo contido: "Eu... eu sonhei com isso toda noite."
(Sua língua sai timidamente da boca e toca primeiro o arco do pé de Vandra, apenas uma lambida suave. O sabor como flor. Cleber fecha os olhos, como se estivesse em transe)
Vandra, soltando um suspiro inesperado: "Nossa... isso é... diferente."
(Ela recosta-se mais na cadeira, seus dedos do pé se contraem levemente quando a língua de Cleber explora mais ousadamente a sola, lambendo do calcanhar até a base dos dedos. A língua molhada traça círculos na pele sensível)
(A língua de Cleber se torna mais confiante, movendo-se na sola de Vandra. Ele alterna entre lambidas longas e lentas e pequenos beijos úmidos, cobrindo cada centímetro da pele)
Vandra, com a respiração ficando mais pesada: "Isso... isso é mais intenso do que eu imaginei."
(Ela estica os dedos dos pés, oferecendo mais superfície. Cleber agarra o pé com ambas as mãos, mantendo-o firme enquanto sua boca trabalha. Sua língua agora explora entre os dedos, limpando meticulosamente os espaços interdigitais)
Cleber, entre lambidas: "Você é perfeita... seus pés são perfeitos."
(Sua excitação é palpável; ele está completamente imerso no ato, cada lambida parecendo realizar uma fantasia de dois anos. Vandra observa, inicialmente hesitante, mas agora claramente afetada pelo estímulo)
(Os olhos de Vandra se fecham parcialmente, um rubor sobe por seu pescoço. Ela solta um gemido baixo quando a língua de Cleber encontra o ponto particularmente sensível sob o arco do pé)
Vandra, com voz mais rouca: "Cleber... isso está... me deixando molhada."
(Sua outra perna se move inquieta, o vestido subindo alguns centímetros acima do joelho sem que ela perceba. Cleber, encorajado, começa a chupar os dedos do pé um por um, colocando cada um em sua boca e sugando suavemente)
Cleber, com os lábios ainda em torno do dedão do pé de Vandra: "Eu queria fazer isso desde a primeira vez que te vi descalça no seu quintal."
(Sua mão direita, corajosamente, sobe pela panturrilha de Vandra enquanto sua boca continua a trabalhar. Vandra não o impede, apenas solta outro gemido mais alto quando os dedos de Cleber tocam a parte de trás de seu joelho)
(Vandra abre os olhos completamente, sua expressão agora carregada de uma necessidade inconfundível. Ela puxa o pé para trás, fazendo Cleber levantar o olhar, seu rosto molhado da saliva dele e dela)
Vandra, respirando pesadamente: "Cleber... para com os pés. Agora eu quero sua boca... em outro lugar."
(Ela se espalha mais na cadeira, abrindo as pernas o suficiente para que o vestido suba até as coxas. Suas mãos puxam a barra do vestido para cima, revelando que ela não está usando calcinha. A visão da buceta completamente depilada, já brilhando de excitação, faz Cleber engolir em seco)
Vandra, segurando sua própria coxa: "Venha aqui. Chupa essa buceta como você chupou meus pés. Quero sentir essa língua toda nela."
(Ela guia a cabeça de Cleber para entre suas pernas. O cheiro do desejo dela invade suas narinas, mais intoxicante do que qualquer fantasia. Cleber hesita por um segundo, sobrecarregado pela realidade do momento, antes de mergulhar seu rosto entre suas coxas)
(A língua de Cleber encontra seus lábios inferiores com uma lambida experimental. O sabor é salgado, terroso, completamente diferente dos pés mas igualmente intoxicante para ele. Vandra arqueia as costas, suas mãos agarram os cabelos de Cleber)
Vandra, entre gemidos: "Isso... mais... usa a língua toda, como você fez antes!"
(Cleber obedece, aplicando a mesma devoção meticulosa que dedicou aos pés. Sua língua larga varre toda a extensão de sua vulva, da entrada até o clitóris inchado. Ele encontra um ritmo, lambidas longas e lentas alternadas com foco no ponto mais sensível)
Cleber, retirando-se por um momento para falar, seu rosto brilhando com seus fluidos: "Você tem gosto melhor que qualquer coisa que eu já imaginei."
(Vandra solta um riso abafado, seus quadris começam a se mover em sincronia com a língua dele. Ela está completamente entregue à sensação, esquecendo a diferença de idade, esquecendo que ele é virgem, sentindo apenas a boca quente e ávida trabalhando entre suas pernas)
(Quinze minutos depois, a cadeira de balanço está rangendo violentamente com os movimentos de Vandra. Ela está ofegante, coberta de suor, suas pernas tremem involuntariamente após o sexto orgasmo. O rosto de Cleber está encharcado, sua barba molhada pelos fluidos dela)
Vandra, com voz completamente rouca e quebrada: "Para... para, Cleber. Chega de língua."
(Ela se senta, ainda tremendo, e agarra o rosto dele, puxando-o para um beijo profundo e úmido, provando seu próprio sabor em sua boca)
Vandra, separando os lábios mas mantendo as testas juntas: "Agora eu quero essa virgindade. Quero você dentro de mim. Já."
(Com movimentos decididos apesar da fraqueza nas pernas, ela levanta-se da cadeira, levando Cleber pela mão para o sofá da varanda. Empurra-o para deitar e sobe sobre ele, posicionando-se sobre sua ereção visível através da calça jeans)
(Vandra desabotoa freneticamente a calça de Cleber, puxando-a para baixo junto com a cueca. O pau dele salta para fora, duro e pulsante, a cabeça já lubrificada com seu próprio pré-gozo. Ela o segura com uma mão, alinhando-o com sua entrada ainda molhada e sensível)
Vandra, olhando nos olhos dele: "Respira, gordinho. A primeira vez vai doer um pouco... para você."
(Ela desce lentamente, engolindo cada centímetro dele em uma única descida suave. Cleber grita, suas mãos agarram os quadris dela. A sensação de estar finalmente dentro dela, depois de tantas fantasias, é avassaladora)
Cleber, com voz estrangulada: "Vandra... meu Deus... você está tão apertada..."
(Vandra começa a se mover, criando um ritmo lento inicial que rapidamente acelera. Seus seios balançam sob o vestido aberto, seus gemidos enchem a varanda silenciosa. Ela controla completamente o movimento, cavalgando-o com uma intensidade que surpreende até ela mesma)
(Vandra se deita de costas no piso de madeira da varanda, abrindo completamente as pernas. Sua buceta ainda está brilhando e inchada, visível para Cleber que está de joelhos entre suas coxas)
Vandra, ofegante: "Vem, Cleber. Me fode com força. Quero sentir essa pica de virgem arrombando tudo."
(Cleber se posiciona, suas mãos agarram as coxas dela enquanto ele entra de uma vez. O impacto faz os dois soltarem um gemido gutural. Ele começa a empurrar, inicialmente hesitante, mas rapidamente ganhando confiança)
Cleber, entre empurradas: "Você... você é minha... toda minha..."
(Vandra levanta as pernas, colocando os pés nos ombros dele. A nova posição permite uma penetração mais profunda, cada investida agora atingindo seu colo do útero. Ela grita, não de dor, mas de prazer puro e primitivo)
(Cleber, com os olhos arregalados e a respiração ofegante, grita um aviso entrecortado) Cleber: "Vandra... não vou aguentar... vou gozar!"
(Vandra imediatamente empurra seus quadris para longe, rolando para o lado e ajoelhando-se rapidamente diante dele. Suas mãos agarram seu pau pulsante, guiando-o em direção à sua boca aberta)
Vandra, com voz rouca e urgente: "Na minha boca, Cleber. Quero provar tudo."
(Quando a primeira explosão atinge sua língua, ela não hesita, engolindo avidamente enquanto o resto da ejaculação cobre seu rosto e seios. Cleber geme profundamente, seu corpo tremendo com a intensidade do orgasmo, suas mãos se enterrando nos cabelos dela)
Vandra, após engolir a última gota, lambe os lábios: "Doce... e salgado... como você."
(Ela sorri, seu rosto e decote cobertos de sêmen branco, visivelmente satisfeita enquanto observa o olhar atordoado e realizado de Cleber)
(Do interior da casa, a voz cansada e rouca do avô de Vandra ecoa pela varanda) Voz do avô: "Vandra! Onde você está? Preciso de ajuda com os remédios!"
(Vandra se levanta rapidamente, seu corpo ainda tremendo levemente, vestido manchado e aberto. Ela dá um último beijo rápido e salgado nos lábios de Cleber)
Vandra, sussurrando apressadamente: "Você precisa ir. Amanhã.... Eu te espero."
(Ela se vira e entra na casa, ajustando o vestido no caminho. Cleber fica parado por um momento, ainda sem fôlego, limpando-se rapidamente com a própria camiseta antes de vestir a calça. Ele sai pela cerca dos fundos, pulando para seu próprio quintal enquanto a luz do quarto do avô de Vandra acende)

(A madrugada cai, silenciosa novamente, mas carregada da promessa do que acabou de acontecer e do que ainda viria)

Foto 1 do Conto erotico: A primeira vez de Cléber


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Ficha do conto

Foto Perfil bohannes
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Nome do conto:
A primeira vez de Cléber

Codigo do conto:
259312

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
13/04/2026

Quant.de Votos:
2

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