Uma das coisas mais comuns quando somos adolescentes e jovens é sentir tesão pelas primas ou pelos primos. Comigo não foi diferente e tive a sorte que muitos não têm.
Meu nome é Vinicius, tenho 22 anos, 1,79, 76kg, corpo atlético muito mais de jogar futebol e vôlei do que necessariamente de academia. Nasci no interior de Minas mas cresci na cidade de São Paulo vindo pra cá com 3 anos com meus pais. Cresci na convivência de duas primas: Alana, 3 anos mais velha que eu, e Alicia, 3 anos mais nova. Alana é morena, tem cerca de 1,65, uns 60kg, olhos castanhos escuros, cabelos pretos lisos naturais. Alicia puxou a mãe, branquinha, cabelo castanho claro, olhos castanhos, baixinha, deve ter 1,50 e uns 50kg.
Crescemos quase como irmãos, mas desde uns 9, 10 anos, tinha uma queda pela Alana. E achava que ela não estava nem aí pra mim, pelo menos do ponto de vista sexual. Eu nem sabia o que era tesão direito, mas ficava louco de vontade de ver ela pelada e passar a mão na bunda dela... Uma dia as duas pediram para minha mãe para eu dormir na casa delas para podermos brincar até mais tarde. Cada uma tinha seu quarto e na hora de dormir meus tios me colocaram no quarto da Alana, ela dormindo numa cama de casal e eu no chão, em um colchão de solteiro do lado da cama. Ela colocou uma camisola de algodão com estampa de ursinho e eu dormi com uma bermuda e uma camiseta de pijama improvisada. Conversamos um pouco, ela me deu boa noite, apagou a luz e deitou. Eu dei boa noite mas não consegui dormir, fiquei pensando naquela situação, eu com ela ali do meu lado dormindo só de camisola. Esperei um tempo e quando percebi a respiração dela mais forte, o sono profundo, me levantei um pouco. Estava escuro mas a luz do poste da rua entrando pelos furos da janela antiga de alumínio deixava uma penumbra. Olhei para a cama e ela estava deitada de bruços, lençol na altura da cintura, pés descobertos. Meu coração acelerou e tomei a inciativa: puxei o lençol pra baixo bem devagar e a vi com uma perna esticada e a outra flexionada, com a camisola solta e com uma transparência suficiente pra mostrar toda a calcinha. Vendo que ela nem se mexeu fui além e comecei a subir a camisola e consegui subir a parte de traz quase até a cintura. Ela estava com uma calcinha amarela de algodão, nada sexy, normal para uma menina de 13 anos, mas que cobria um corpo lindo de adolescente. Não me segurei e coloquei a mão por cima da bunda dela, sentindo a pele quente, e comecei a alisar. Depois de mais ou menos um minuto ela se mexeu e no susto eu pulei para o colchão. Ela não se mexeu mais, então achei que fosse o movimento natural do sono e voltei. E fiquei ali um bom tempo alisando a bunda daquela ninfa até o sono bater e eu voltar para o colchão para dormir.
Passaram alguns anos e minha família se mudou para o mesmo quintal da família das minhas primas. A casa delas na frente e a minha nos fundos. Eu já tinha 17 anos e por consequência Alana tinha 20 e Alicia 14. Certa vez estávamos na casa delas à noite. Os pais dela e minha mãe na igreja, meu pai trabalhando. Estávamos assistindo um filme quando apareceu uma barata voadora e pousou no short que a Alana estava usando. As duas começaram a gritar apavoradas, a barata voou mas Alana num impulso tirou o short. Alicia, acho que sem pensar muito, também tirou o dela. E as duas correram e se trancaram no quarto. E eu fiquei incrédulo no que tinha acabado de acontecer e na vista das duas que tive. Passei a olhar as duas com desejo, principalmente a Alana, a mais velha.
Completei 18 anos. Alana tinha feito 21 alguns dias antes. Fizemos uma festa em um barzinho com amigos no final de semana. A Alicia foi junto, apesar de ter sido zoada como a "bebê" da turma.
Na segunda, volta a vida normal. Eu já tinha terminado o ensino médio, então estava em casa o dia todo. Alana também pois tinha saído do serviço. Alicia ia para a escola no período da manhã, estava no primeiro ano do ensino médio e os pais de todos trabalhavam fora. Alana costumava ouvir música alta pela manhã e ouvia de casa, nos fundos. Umas 10h50 mais ou menos, eu estava lavando a louça do café da manhã e percebi que o som parou. Passou uns dois minutos escutei o barulho da água do chuveiro caindo. Mais um momento, o chuveiro desliga e ouço a Alana gritando pelo vão da janela: "Viiiini!" Eu saí na porta de casa e respondi alto: "Que foi?". E ela respondeu: "Vem aqui rapidinho". Eu fui, entrei pela porta da sala, a porta do banheiro ficava logo à direita. Parei do lado de fora e perguntei com a porta fechada: "Oi, que foi?". E ela: "Esqueci de pegar a toalha. Você pode pegar pra mim? Tá na primeira porta do meu guarda-roupa". Eu respondi "Tá bom" e fui pegar a toalha. O coração deu uma acelerada, meu pau deu sinais de querer ficar duro mas tinha que me segurar, não ia nem ver ela, só entregar a toalha pelo vão da porta e ela provavelmente estaria escondida atrás, nada demais.
Enquanto fui pegar a toalha escutei novamente a água do chuveiro caindo e estranhei. Voltei com a toalha, bati na porta do banheiro e falei "Tá aqui". E para a minha surpresa ela falou "Entra". Não acreditei, dei uma de louco e perguntei "Oi? Não entendi". E ela respondeu "Entra, Vini". Entendi o que estava acontecendo mas ainda estava duvidando daquilo. Não era possível. Abri a porta do banheiro, entrei e nem liguei de deixar a porta aberta, pois só tinha a gente na casa - o banheiro era pequeno, não tinha box, só o espaço de banho, vaso um pouco para frente e a pia ao lado - e olhei para ela, que estava com uma cara de quem sabia que estava fazendo algo errado e estava gostando. Então ela me solta essa: "Quer tomar um banho comigo igual quando a gente era criança? Agora você já tem 18, não é crime". Eu nem respondi, só olhei pra ela e tirei a camiseta e a bermuda. Meu pau já estava duro e antes de tirar a cueca ela ainda disse "Hum.. Tá bem duro, hein".
Eu tirei a cueca e entrei debaixo do chuveiro abraçando ela que me falou no ouvido "Faz um tempinho que eu penso nisso". No impulso dei um beijo de língua demorado nela, passando minhas mãos pelas suas costas, descendo e apertando sua bunda. E ela retribuindo apertando meu pau com uma das mãos e começando a fazer movimentos de vai e vem. Então ela olhou nos meus olhos e começou a descer com a água caindo sobre a gente beijando meu peito, meu abdômen.. Passou a língua em volta do meu umbigo e foi descendo. Se agachou na minha frente, segurou a base do meu pau com uma das mãos e começou a passar a língua pela cabeça me deixando louco.. Depois foi lambendo o corpo dele até chegar nas bolas e ao voltar, lambendo até a cabeça, colocou ele todo na boca de uma vez. Fechei os olhos, fui pra Marte e voltei. Olhei pra ela ali agachada me chupando, segurei ela pelos cabelos molhados e disse "Agora você é minha, Alana. Chupa gostoso, aproveita". E ela passou a chupar com ainda mais vontade.
Quando percebi que estava evoluindo pra gozar tirei a boca dela do meu pau e falei "Vira". Ela se virou, apoiou as duas mãos na parede empinando aquela bunda gostosa pra trás e eu encaixei meu pau gostoso nela. Ela pediu pra ir devagar, então coloquei meu pau inteiro devagar segurando ela pela cintura e aproveitando aquele momento. Tirei, coloquei de novo. E comecei a aumentar o ritmo devagar escutando ela gemer baixinho e falando "isso, isso". De repente a gente escuta uma voz feminina falando na porta "O que é isso?!? Vini?!? Mana?!?". A Alana desliga o chuveiro. Era a Alicia que tinha chegado mais cedo da escola. "Então vocês ficam aprontando enquanto eu tô na escola, é?". E a Alana respondeu: "Não, Ali, é a primeira vez. Mas você não vai falar nada pro pai e pra mãe, né?". Eu no meio das duas, a Alicia na porta, a Alana ainda virada pra parede com o pescoço voltado pra Alicia e eu ainda encoxado na Alana como quem estava escondendo alguma coisa.
"Então a Alicia fala assim: "Lógico que eu não vou falar né, mas também quero aproveitar". Eu devo ter ficado parecendo um camarão vermelho sem acreditar naquilo. E a Alana responde: "Não, você só tem 15 anos, se acontece alguma coisa a culpa é minha". E a Alicia: "Não vai acontecer nada porque o Vini vai proteger a gente, não é, Vini?". Eu fiquei quieto, olhei para a Alana e perguntei pra ela: "E aí?". A Alana pensou por um momento, olhou para a Alicia e falou "Tá bom. Vem". A Alicia estava de uniforme, com uma calça de malha azul e uma polo branca com a logo da escola. Ela começou a tirar a roupa do lado de fora do banheiro: tirou a camisa deixando o sutien branco aparecendo, tirou o tênis sem se abaixar usando um pé pra tirar o outro, baixou a calça deixando-a cair e mostrando uma calcinha de lycra branca, desabotoou o sutien e tirou a calcinha, desnudando um corpo de adolescente linda, branca, seios firmes, depilada.
A Alicia entra, fecha a porta e diz com uma voz irônica: "Não era um banho? Liga o chuveiro, mana". Alana ligou o chuveiro, me puxou pro lado dela, me mediu de cima embaixo, soltou um "Nossa!", levantou na ponta do pé por ser baixinha e começou a me beijar a boca, o pescoço, a orelha. Depois baixou a tampa do vaso sanitário, sentou, me puxou na direção dela e começou a me chupar. Sem cerimônias, como quem estava com fome. Alana olhando ficou enciumada e falou "Ei, deixa um pouco pra mim também". Ela se abaixou e a Alicia parou de me chupar por um momento, me dividindo com a Alana, cada uma chupando um pouquinho, cada uma com seu jeito: a Alicia mais "gulosa" e a Alana aproveitando mais os detalhes.
Eu já ficando louco de tesão em pé na frente das duas, mandei as duas levantarem e falei: "Pra não ser injusto vou perguntar, quem quer primeiro?". E as duas juntas: "Eu!!!". A Alicia: "Ah, não, Alana, eu cheguei e vocês já tavam aqui, deixa eu primeiro". E a Alana: "Nãozinho, eu que tive a ideia". Então eu falei: "Tira no par ou ímpar". A Alicia ganhou. Eu sentei no vaso sanitário, ela veio de frente pra mim e sentou no meu colo, pernas abertas e me abraçando. Foi encaixando meu pau naquela buceta apertadinha e senti ele inteiro dentro dela, quente. Então ela começou a pular em cima de mim e rebolar enquanto a gente se beijava. Ficou assim uns 3 minutos. Depois virou e sentou de costas pra mim. Ela gemia baixinho e eu segurava o quadril dela com a mão esquerda e com a direita acariciava seu seio. E a Alana ao lado com o chuveiro aberto, a água caindo e ela encostada na parede olhando e tocando seu clitóris e gemendo baixinho também.
Eu já tinha perdido a noção do tempo quando a Alana interrompe: "Chega, Alicia! Já faz uns 15 minutos. Levanta, minha vez". Então a Alicia senta com mais força, fazendo um barulho alto da bunda dela batendo no meu corpo, e depois levanta. Eu levantei em seguida, já tinha ficado muito tempo sentado ali. Então falei pra Alana: "Apoia sua perna no vaso". Ela colocou uma perna apoiada no vaso e eu coloquei meu pau por trás falando "Você gosta mais devagar né". E fui metendo devagar, aumentando o ritmo aos poucos, metendo bem gostoso, dando tapas na bunda dela e às vezes olhando a Alicia do lado se tocando.
Fiz a Alana apoiar as duas mãos no vaso, empinando a bunda toda pra mim, quase de quatro, mas sem colocar os joelhos no chão. E coloquei meu pau novamente naquela buceta gostosa passando a mão na bunda dela enquanto comia gostoso. E fiquei assim mais uns dois minutos até começar a sentir ela ter contrações e dizer "Ai, Vini, eu vou gozar! Ai, eu vou gozar!. Nessa hora senti a vagina dela se contraindo e apertando forte meu pau e me segurei pra não gozar junto. A Alicia estava se masturbando mais rápido também vendo aquilo, então tirei meu pau da buceta da Alana que tinha acabado de gozar, fui pra cima da Alicia e falei "Vira, coloca as mãos na parede", empinei a bunda dela, enfiei meu pau e fui metendo com força pra ela gozar também. E ela falando alto "Isso, Vini, come, come, come" até que ela deu um gemido alto e senti a buceta dela se contrair também.. Então eu tirei meu pau e falei para as duas: "não vou aguentar, vou gozar também". As duas se abaixaram na hora. A Alana pegou meu pau e deu uma chupada forte fazendo barulho e em seguida a Alicia pegou ele apontando para o rosto dela. Senti o pulso da porra vindo e o primeiro jato saindo na cara da Alicia e rapidamente ela apontando para a Alana e outros dois jatos menores caindo no peito dela. A Alana ainda passou a língua na cabeça do meu pau tirando o pouco de sêmen que ainda saía.
Silêncio por um instante. Eu cansado, suado. Nós três nos entreolhamos e soltamos um sorriso malicioso de satisfação. Depois disso as duas ainda me deram um belo banho e eu retribuí lavando o corpo de cada uma delas e ainda provocando, massageando o clitóris de cada uma na hora de passar o sabonete íntimo.
Sonho de homem adulto realizado no aniversário de 18 anos.
viniciuscria525