O que vou narrar aconteceu recentemente. Eu morava em Campinas-SP, era casado até cerca de seis meses atrás e não tenho filhos. Tinha uma esposa cheia de problemas emocionais, que aos poucos foi descuidando da própria aparência e que vivia se queixando de dor de cabeça, estômago e o caralho a quatro. Uma hipocondríaca. Sexo era uma vez por mês e olhe lá. E quando acontecia já não estava mais me satisfazendo, parecia mecânico da parte dela só para cumprir com uma obrigação e da minha parte o tesão estava indo embora junto com o desleixo dela com a própria aparência.
Me separei e consegui um emprego em São Paulo para ganhar consideravelmente mais e trabalhando presencialmente apenas duas vezes na semana. Aluguei uma casa em um bairro tranquilo da zona oeste. E como não tenho paciência pra ser dono de casa fui atrás de contratar uma empregada. Por indicação de um colega de trabalho contratei a Neide, que tem 45 anos, morena clara, cabelos ondulados, magra acredito que por conta do trabalho e o rosto um pouco queimado de sol. Uma mulher tímida que deve ter sido muito interessante quando jovem. Ela trabalharia na minha casa todas as quartas-feiras.
No primeiro dia de trabalho, perto da hora do almoço ela recebe uma mensagem no WhatsApp, lê e antes de responder me pergunta:
- Seu Marcos, tem algum problema minha filha vim aqui só pra eu entregar a chave de casa pra ela? Ela trabalha com telemarket de manhã e esqueceu a chave.
E eu respondi:
- Problema nenhum, Dona Neide, pode falar pra ela vir sim.
Dia que segue, Neide disse que precisava comprar alguns produtos de limpeza. Eu concordei, dei um dinheiro e ela foi ao mercado que ficava no quarteirão de cima. E deixou a chave de sua casa em cima da mesa da cozinha para que eu entregasse à sua filha caso chegasse antes dela.
E foi o que aconteceu. Uns 10 minutos depois a campainha tocou. Fui atender, abri o portão e me surpreendi: uma garota linda, tinha uns 23 anos no máximo, morena, cabelos lisos escuros no meio das costas, pele lisinha, olhos escuros, vestida com uma calça jeans apertada, sandália e uma blusinha vermelha com mangas. Mesmo imaginando que fosse a filha da Neide, fui discreto:
- Oi, no que eu posso te ajudar?
- Oi, eu sou a Bruna, filha da Neide. Vim pegar a chave de casa com a minha mãe. Ela está aí?
- O Bruna, eu sou o Marcos. Não, sua mãe não está mas ela deixou a chave pra você. Espere aqui.
E voltei para pegar as chaves em cima da mesa para entregar a ela. Entreguei as chaves, ela agradeceu, deu um sorriso, se virou e saiu andando na direção do ponto de ônibus. A Neide voltou, continuou o serviço e as coisas seguiram naturalmente. À noite fiquei pensando na Bruna e em como seria gostoso comer aquela bundinha empinada. Cheguei a tentar ver o perfil dela no Instagram, mas é fechado e não quis mandar pedido de amizade pra não parecer assédio. A procurei no LinkedIn e encontrei, olhei o perfil, vi o histórico dela, estava apenas na sua segunda experiência profissional, antes disso tinha sido jovem aprendiz. Depois disso às vezes no intervalo entre uma reunião e outra me via lá olhando o perfil dela.
Passaram duas semanas. Seria a quarta vez que Neide iria limpar minha casa, mas ela não apareceu no horário combinado. Mandou uma mensagem dizendo que não estava bem de saúde, pedindo desculpas, mas que mandaria a filha para limpar a casa para não me deixar na mão. Desejei melhoras mas não contestei. Fiquei com um misto de pena dela, de tensão por saber que estaria com a Bruna em casa sozinho e pensando em mandar uma mensagem falando para ela não vir, afinal tinha o emprego dela.
Não deu tempo. A campainha tocou.
- Oi seu Marcos, tudo bem?
- Oi Bruna. Tudo e com você? - Respondi formalmente.
- Comigo bem. Minha mãe te mandou mensagem, né, dizendo que eu vinha no lugar dela. Ela tá com uma gripe forte, acho que vai ficar na cama uns três dias.
- Mandou sim, mas não precisava vir. E o seu serviço de telemarketing?
- Ah, pedi para tirar banco de horas. Assim dou uma desestressada de lá também.
- Ok. Entra.
Minha casa não é tão grande, são dois quartos sendo o meu uma suíte, sala, cozinha e um banheiro social, sendo que a entrada é pela sala. Bruna estava vestida com uma calça jeans clara e uma blusinha branca. E pediu para ir ao banheiro se trocar para trabalhar. Voltou com com short jeans não muito sexy e uma camiseta meio surrada. Me olhou e disse:
- Estou parecendo uma mulamba, né? Não vai rir de mim.
- Jamais. - Eu respondi - Mesmo com uma roupa mais velha você ainda está muito bonita. Posso te fazer uma pergunta?
- Isso já é uma pergunta. - Ela respondeu rindo com um jeito de menina. - Mas pode sim, fala.
- Você tem quantos anos?
- Isso não é pergunta que se faça para uma mulher. Mas tudo bem, eu tenho 21. Agora você, quer dizer, o senhor, qual sua idade?
- Eu sou velho, tenho 40.
- Não é tão velho assim não.
- Ah é? Já saiu com alguém da minha idade?
- Não, mas quem sabe um dia.
Olhei pra ela, rolou um silêncio dramático, respondi:
- Certo. Ok. Vamos trabalhar, vai.
Mostrei onde estavam os produtos de limpeza, mostrei a casa e fui para o quarto onde tinha minha mesa de trabalho para seguir com o dia. Mas os barulhos dela pela casa não me deixavam me concentrar. E comecei a fantasiar. Passou um tempo e ela entra no quarto:
- Seu Marcos, posso limpar aqui?
- Pode, vou aproveitar e tomar um banho. - (lembrando que é uma suíte).
Peguei uma toalha no guarda-roupas, uma cueca boxer na gaveta da cômoda, falei para ela ficar à vontade e entrei no banheiro. Deixei a porta entreaberta de propósito pra tentar entrar na cabeça da Bruna, tirei a roupa, liguei o chuveiro e entrei. Estava lavando a cabeça, olhos fechados, o vapor da água já tomando o ambiente, e comecei a pensar na Bruna. Senti meu pau começando a ficar duro, abri os olhos, olhei na direção da porta, nada. Mas sabia que ela estava no quarto porque escutava alguns sons dela mexendo nas coisas.
Estava me ensaboando, tentando tirar aquele desejo intruso da cabeça quando, ao olhar para a porta novamente, a Bruna estava ali, do lado de fora, me olhando. Brinquei:
- Tudo bem aí?
- Tudo. Estava pensando no que você me disse sobre ficar com alguém da sua idade e fiquei curiosa. E sinceramente, gostei do que vi.
- É mesmo? Quer entrar aqui comigo?
Ela não respondeu. Saiu da porta. Pensei que já era, a chance de comer a morena tinha ido pro ralo. De repente a porta se abre e entra ela nua, perfeita com seus 1,60 de altura.
- Quero. Posso? - Ela perguntou.
- Deve.
Abri a porta do box, ela entrou e me abaixei um pouquinho para poder beijá-la. Nossos corpos se juntaram e do beijo já fui passando a mão pelas costas, descendo e apertando a bunda dela. E ela me beijando com intensidade e arranhando minhas costas. Então ela parou de me beijar, me olhou com uma cara de safada e se agachou. E começou a beijar meu pau e passar a língua.. Segurou com as duas mãos e começou a lamber a cabeça, depois colocou devagar tudo na boca.. Nessa hora eu pensei "Puta que pariu, que boca gostosa", coloquei a mão nos cabelos dela e comecei um movimento de vai e vem naquela boca gostosa reparando nos seios médios dela balançando com os movimentos. E ela curtindo virava o rosto fazendo meu pau bater na bochecha dela por dentro, sempre me olhando nos olhos.
Depois ela foi levantando passando meu pau entre os seios e eu olhando aquele corpo. Quando ela levantou beijei novamente a boca dela e dei a volta pelo seu corpo, ficando atrás. Fui beijando a nuca e o pescoço dela enquanto roçava meu pau na sua bunda. Então me afastei por um instante e puxei seu quadril pra trás, deixando sua bunda empinada. E fui colocando meu pau com a água caindo em suas costas. Comecei a meter naquela bunda gostosa falando "Você gosta assim, Bruna? Você gosta assim, minha putinha". E ela só respondendo "Gosto, vai continua".
Continuei assim um bom tempo, mas queria pegar ela de frente.. Ela até tentou levantar uma das pernas mas não estava se equilibrando, então eu falei pra ela "Peraí", desliguei o chuveiro e falei "pula no meu colo". Ela pulou e eu segurei ela pelas coxas. Como era magra foi tranquilo sustentar o peso. Então fui deixando ela cair um pouquinho propositalmente até encaixar no meu pau. E comecei a estocar ao mesmo tempo que ia suspendendo e soltando ela com as mãos.
- Vamos para a cama. - Eu disse.
- Mas a gente tá todo molhado.
- Foda-se. Eu quero você.
Saímos do banheiro e ela deitou na cama na tranversal, com as pernas penduradas para o lado de fora. Eu parei em pé na frente, puxei ela pra mim e fui metendo naquela buceta linda e molhada. Ia metendo e escutando seus gemidos baixinhos e vendo o movimento dos seus seios.
Depois de uns cinco minutos assim falei pra ela ficar de quatro e ela virou aquele rabo maravilhoso na minha direção, mostrando seu cuzinho apertado junto com a bucetinha. Fiquei com mais tesão ainda e antes de enfiar meu pau caí de boca por trás dela. Ela gemeu alto! Passei minha língua no cuzinho e ela quase implorou pra colocar meu pau na buceta. Penetrei com gosto e fui metendo com força sentindo meu pau pulsar dentro da buceta dela ela falando "Isso, Marcos, me come seu cachorro".
Estava quase pra gozar mas não queria gozar antes dela. Não teve jeito, quando percebi que não ia aguentar avisei:
- Ah, eu vou gozar, Bruna.
E ela:
- Calma! Calma! - E se virou - Goza na minha cara!
Pedido atendido com sucesso. Três jatos de porra, o primeiro quase acertando o olho dela. Bruna até abriu a boca pra saborear o gozo.
Como ela não tinha gozado eu não fui egoísta, deitei ela na cama e passei a chupar ela com vontade, massageando seu clitóris com a língua. Foi mais uns cinco minutos assim até ela gemer alto, se contrair prendendo minha cabeça contra as pernas e soltar um líquido gostoso da vagina. Satisfação minha, odeio não fazer uma mulher gozar.
Depois disso tomamos um banho e ela terminou de arrumar a casa.
E até hoje vira e mexe nos encontramos à noite. Dona Neide não sabe. Espero que ela não seja leitora do site. kkk
viniciuscria525