CONFIANÇA É A BASE DE TUDO

Meu nome é Bruno, estou com 40 anos e essa história aconteceu há uns 15 anos atrás. Na época ainda não existia carro por aplicativo e essa é uma informação importante e você verá porque.

Eu sou branco, tenho 1,80, 80kg, moro em São Paulo. Quando a situação aconteceu eu frequentava uma torcida organizada do Palmeiras e estava começando a namorar uma menina chamada Ellen. Era branquinha, baixinha, magrinha, trabalhava com contabilidade e acompanhava o time por hobbie assim como eu. Estávamos saindo há pouco tempo e ela já tinha adiantado que tinha uma certa dificuldade em se abrir e ter intimidade, provavelmente por algum trauma de infância ou adolescência.

Aconteceu que num final de semana fomos de caravana para ver o time jogar no interior. O jogo era no começo da noite, então já estávamos nos programando para chegar e correr para pegar metrô e ônibus e cada um ir pra sua casa. Porém, o ônibus da torcida quebrou no caminho da volta e atrasamos muito para chegar na região da sede da torcida. Quando chegamos a maioria do pessoal já tinha carro ou carona e nós resolvemos ir a pé na direção do terminal de ônibus torcendo para passar algum no caminho, o que não aconteceu. Não tinha táxi na região e carro por aplicativo ainda não existia.

Mais de uma hora da manhã e nada de ônibus, decidimos procurar algum hotel barato na região pra pelo menos descansarmos um pouco, até porque o jogo e a viagem tinham sido longos. Entramos em um hotel bem simples, pegamos um quarto que tinha uma cama de solteiro e uma cama de casal. Quis deixá-la bem a vontade para não parecer que estava forçando nada. O detalhe: a porta do banheiro era de vidro temperado. Ou seja, o lugar estava mais pra motel do que pra hotel.

A Ellen estava morrendo de vergonha de mim. Nunca tinha ficado nua na minha frente e eu até que tentei respeitar isso. Mas não teve jeito. Ela pediu pra não ficar olhando para o corpo dela. Tirou a blusa de costas para mim e eu olhando disfarçadamente. Pegou a toalha, entrou no banheiro e fechou a porta. Mas como era de vidro, embora não 100% transparente, dava pra ver a silhueta do corpo dela levantando os braços pra tirar o sutien, depois tirando a calça, a calcinha e entrando no chuveiro.

Me segurei por uns dois minutos. Então tirei minha roupa, fiquei só de cueca, cheguei na porta do banheiro e perguntei:

- Tá gostosa a água aí?

- Pelo menos tá quente.

- Posso entrar aí com você?

- Não!!! Você não é louco! Pode ficar aí.

Não obedeci. A porta estava destrancada, então entrei no box enfumaçado de vapor e a Ellen linda, cabelo molhado, tapou os seios e a buceta com as mãos.

- Bruno, falei que não!

- Agora já entrei e não vou deixar você me expulsar. Pode ficar tranquila, a gente não é namorado?

Ela ficou muito vermelha, não conseguia nem se mexer direito. E não fui na direção dela e a abracei debaixo da água. Ficamos assim por alguns minutos até ela se acalmar. Diria até que ela era virgem se fosse mais nova. Dei um beijo lento em sua boca e aos poucos ela foi relaxando e se entregando. Senti suas mãos passando devagar pelas minhas costas e eu fui envolvendo seu corpo, apertando sua bunda proporcional. Meu começou a ficar duro e como ela é baixinha estava roçando na altura da sua barriga. De repente percebi sua mão delicada apertando meu pau enquanto nos beijávamos. Começou a apertar, bater uma punheta devagar, então sussurrei no seu ouvido:

- Me chupa, Ellen.

Ela me olhou com um olhar passivo, se agaixou e começou a me chupar bem devagar, primeiro chupando só a cabeça e segurando a base com sua mão. Depois foi colocando tudo na boca e tirando devagar. Comecei a aumetar o ritmo enquanto acariciava seus cabelos. E ela obediente... Então pedi para levantar, ela atendeu. Desliguei o chuveiro, pegamos a toalha, nos secamos o suficiente para não sairmos pingando pelo quarto e fomos para a cama. Coloquei ela deitada de barriga para cima e vim por cima beijando e chupando seus seios de uma forma muito carinhosa.. A essa altura ela já havia se rendido completamente. Depois desci beijando sua barriga, fui descendo, beijei suas virilhas, abri suas pernas delicadamente e comecei a beijar e chupar sua buceta pequena que já estava bem molhada.. Me concentrei ali um bom tempo, acariciando, chupando e massageando seu clitóris com a língua enquanto escutava seus gemidos baixinhos.

Então me levantei, meu pau muito duro, puxei seu corpo para mais junto do meu e ela percebeu que eu iria penetrá-la. E disse.

- Bruno, não.

Quando ela disse não eu já estava com a cabeça na entrada da buceta dela e ignorei. Coloquei de uma vez e só escutei um gemido mais alto.

- Está doendo? Perguntei.

- Não. Ela respondeu fazendo uma careta. Percebi que sim, tinha doído, então fui bem devagar tirando e colocando e segurando ela pelo quadril. Percebi que ela estava ficando mais molhada, então comecei a meter com mais força. Conforme metia olhava para ela que estava de olhos fechados. Seus seios fazendo um movimento para cima e para baixo com as estocadas. Meti assim por uns minutos, então falei:

- Vira de bruços.

Ela virou. Eu puxei o quadril dela um pouco pra cima deixando sua bunda arrebitada e vim por trás encaixando meu corpo. E comecei a bombar. Que sensação deliciosa sentir meu pau dentro dela enquanto meu pubis ia batendo na sua bunda macia. Estava quase gozando mas não queria ainda. Então me levantei, fiquei em pé do lado de fora da cama, puxei o corpo dela de quatro pra mim.. Olhei por um instante aquele monumento de mulher, me abaixei, chupei mais um pouco sua buceta por trás deixando ela muito molhada e então coloquei meu pau e comecei a meter gostoso. E ela começou a gemer mais atto.

E eu comecei a bater na sua bunda.

- Gosta assim, Ellen? Fala que você é minha! Quero te ver gozar gostoso! E comecei a meter segurando ela pelos cabelos..

Ainda estava metendo gostoso quando ela começou a ter um orgasmo apertando seu corpo com força contra meu pau. Fiquei com mais tesão ainda e passei a socar mais forte, batendo com muita força meu corpo contra a bunda dela até que não aguentei. Gozei muito. Dentro, sem dó, E fiquei ali engatado nela por mais alguns instantes, até tirar meu pau e escorrrer um pouco da porra e do gozo dela na cama.

Deitei ao seu lado abraçando e falei para ela:

- Tá vendo. Não precisava ficar com medo de mim. Agora vou torcer para quebrar o ônibus mais vezes.

- Agora não vai precisar. Gostei do que a gente fez. A gente pode fazer isso na sua casa ou na minha sempre.

E rimos e conversamos outras amenidades antes de dormir.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
CONFIANÇA É A BASE DE TUDO

Codigo do conto:
260646

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/04/2026

Quant.de Votos:
3

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0