Ele tinha carro, mas nessa noite ele sugeriu a gente ir de ônibus pra sentir o fervo. Mas não era um ônibus convencional, era um ônibus que durante o dia pegava os boia-frias pra levar para as plantações, ou seja, um ônibus bem velho. Imagine um ônibus pra levar 70 pessoas levando umas 200, era isso.
Nada ida não rolou nada demais, ele me apresentou pra algumas meninas, com o ônibus apertado rolou uma encoxada ou outra sem querer e chegamos no lugar da festa. Passou quase a noite inteira e eu achei que ia ficar no zero até conhecer uma morenina baixinha chamada Nadia, que tinha ido à festa com a prima. Ela era magrinha, tinha os cabelos escuros e lisos no meio das costas e um beijo muito bom.
A pegada foi tão boa que, como ela também era da cidade, deixou a prima voltar de carro e voltou no ônibus comigo. Isso já eram umas 3 da manhã. Desembarcamos, meu primo foi pra casa dele e eu fui pro outro lado com a Nadia. Deixaria ela em casa e iria para a casa da minha vó onde estava hospedado. O tempo estava um pouco frio mas com o tesão que estávamos sentindo nem ligamos. Perguntei pra ela se tinha algum lugar que a gente podia ficar antes de deixá-la em casa e ela me levou para um terreno que estava com uma construção. Entramos nos cômodos cheios de tijolos e massa e não tinha um lugar legal nem pra se apoiar, então saímos e fomos caminhando pela rua até que ela disse "Pronto, chegamos, minha casa é aqui".
Fiquei meio frustrado mas aproveitei que a rua estava deserta com a madrugada e em vez de dar um beijo de despedida dei um beijo quente enfiando minha mão por baixo da sua blusa acariciando suas costas e depois descendo, invadindo sua calça jeans e apertando sua bunda. Nisso ela me pega pela mão e me leva pra dentro do quintal. Era uma casa simples mas grande, de madeira, quintal de terra com um pouco de grama e algumas plantas.
Caminhamos alguns metros até um banquinho de madeira sem encosto, só a base e a tábua, que cabiam umas três pessoas sentadas. Fui beijando ela que foi dando passos devagar de costas na direção do banco até se sentar na ponta de frente pra mim que estava em pé. Continuei beijando sua boca e ao mesmo tempo tirei sua blusa xadrez de botões. Ela estava com uma blusinha branca de alça por baixo. Continuei beijando sua boca, seu pescoço, passando minhas mãos pela sua barriga, fui subindo a blusinha e invadi seu sutien acariciando seus seios e quando percebi já estava por cima dela ali naquele banco. Soltei o cinto da calça dela e fui abrindo zíper. Nisso ela me adverte "E se aparecer alguém?". Só fiz um sinal de silêncio com dedo e continuei. Puxei a calça dela pra baixo deixando na altura da canela, ela estava com uma calcinha preta, abri a minha calça rapidamente, estava com uma cueca branca, baixei minha calça e a cueca, tirei a calcinha dela de lado e enfiei meu pau com gosto naquela bucetinha morena.
A Nadia ali, deitada naquele banquinho simples, as pernas soltas e eu entre elas comendo ela gostoso. Ela foi dando gemidinhos agudos e tapando a mão com a boca... Não demorou muito e eu gozei dentro, sem camisinha. Ela me perguntou de um jeito meigo de menina do interior: "Você germinou em mim?". Disse que sim, mas que poderia comprar uma pílula do dia seguinte. Ela disse pra eu não me preocupar.
Levantamos, nos limpamos do jeito que deu, nos despedimos e fui embora. Não trocamos contato. Não nos procuramos e nem nos encontramos depois. Foi só isso. Voltei na cidade duas vezes depois disso e passei na frente da casa dela, mas a casa parecia estar vazia. Enfim, vontade de encontrar a Nadia de novo.
viniciuscria525