DESVIRGINANDO MINHA PRIMA DEBORA

Oi, tudo bem? Me chamo Vinicius, tenho 23 anos, tenho 1,79, 78kg, olhos castanhos, corpo atlético. Vou contar uma das minhas primeiras experiências que, por coincidência, foi com uma prima. Já tinha relatado o presente inesperado (procure nos contos do autor aqui embaixo) que ganhei das minhas primas Alana e Alicia quando completei 18 anos. Agora vou contar o que aconteceu alguns meses depois com minha prima Debora.

Debora tinha 16 anos, branquinha, 1,56 de altura e 50 quilos segundo ela mesma. Tinha olhos castanhos claros e um cabelo quase loiro, seios médios e uma bunda bem proporcional ao seu corpo. Era filha da minha tia Lourdes e as duas moravam sozinhas, já que meu tio havia falecido há alguns anos.

Desde pequeno frequentava a casa delas, às vezes com a Alana e com a Alícia, às vezes sozinho. E isso continuou conforme fomos crescendo, de modo que a minha tia não se importava com a nossa visita. E conforme fomos ficando maiores comecei a reparar na Debora de uma forma diferente, como mulher. Ela não se ligava nisso, ou acho que não se ligava, e se vestia sempre à vontade, geralmente com uma blusinha, um shortinho curto jeans ou de algodão ou uma saia, às vezes vestido. E ficava linda.

Houve um sábado que fui na casa dela e quando cheguei a tia Lourdes estava saindo. Estava indo para o velório e o enterro de uma amiga em uma cidade vizinha e só voltaria umas horas depois. A Debora estava com um shortinho branco de algodão com listras rosas bem suaves, parecendo um short de pijama, e uma blusinha roxa. Eu estava com uma camiseta preta e uma bermuda azul escuro.

Ficamos sozinhos e até aí tudo normal, não seria a primeira vez, mas percebi que a Debora estava mais agitada, mais eufórica. Até brinquei perguntando se tinha dormido com o Bozo ou ganho na loteria e levei um tapa estralado no braço por isso. Ela colocou uma playlist pra tocar no celular e resolvemos jogar damas.

O tempo já estava fechado e não demorou muito pra começar a chover. Aparentemente era daquelas pancadas de chuva de verão, que vêm e passam uns minutos depois. Mas deu uns dez minutos e nada da chuva passar. Terminou a partida de damas, levantei e fui até a porta para ver se ia chover muito ainda ou se o tempo já estava ameaçando abrir. Assim que cheguei na porta senti um tranco nas minhas costas e fui parar no quintal no meio da chuva. Olhei para a porta e a Debora estava rindo.

- Ah!! Por que você fez isso?

- Por que deu vontade. Tá calor, você precisa se refrescar.

Quando ela falou isso fui em sua direção e a puxei para o quintal junto comigo. Ela tentou resistir mas como é magrinha não foi difícil. O quintal era bem fechado, tinha um muro alto, então não tinha como algum vizinho ver a gente. E tinha uma área de serviço coberta com telhas que formavam pequenas bicas de água caindo, que foram prontamente usadas pela Debora para pegar água e jogar em mim, que retribuí sem dó aos risos.

Em poucos minutos os dois estavam encharcados e com as roupas coladas no corpo. Debora ficou sexy com os cabelos lisos molhados e aqueles olhos, sua blusinha grudada no corpo delineando sua barriga lisinha, marcando seu sutien e com ele os biquinhos de seus seios que, embora não fossem muito grandes, ficaram evidentes com o frio. Seu shortinho branco ficou transparente mostrando uma calcinha amarela por baixo. E eu também todo encharcado fiquei com a camiseta grudada e a bermuda mais ainda, evidenciando o volume.

Fomos arrastando a brincadeira, usando coisas do quintal como balde e bacia para jogar água um no outro e numa dessa joguei um balde inteiro de água na cabeça dela. A água escorreu pelo corpo todo deixando os bicos dos seios ainda mais duros e grudando ainda mais o short em seu corpo e, como tanto o short quanto a calcinha eram claros e estavam molhados, marcou também sua bucetinha. o que foi me deixando com tesão.

Debora começou a ficar com frio, estava com a pele arrepiada. Dei um abraço providencial nela dizendo brincando que ia esquentá-la e ela se desvencilhou e correu para dentro de casa. Fui devagar atrás e ela estava pegando uma roupa seca e uma toalha para tomar banho.

- Vini, peraí que vou tomar um banho e já venho. Quando eu terminar toma um banho você também pra não ficar doente.

- Tá bom.

Escutei ela entrando no banheiro e virando o trinco da porta. Era aqueles trincos antigos que conforme você girava aparecia os dizeres "livre" ou "ocupado". Ela ligou o chuveiro e eu cheguei mais perto da porta, onde dava para escutar ela cantarolando.

- E aí, o que tá melhor, a água quente ou o banho de chuva? - Perguntei.

- Seu besta. - Ela respondeu.

Nisso percebi que o trinco não estava bem fechado. Aproveitei que ela estava distraída cantando e fui girando o trinco até destrancar. Fui abrindo bem devagar e ao olhar para dentro vi a silhueta de seu corpo atrás do box embaçado pelo vapor. Entrei devagar e fechei a porta. Ela estava de costas e não percebeu. Fiquei uns 2 minutos ali parado olhando ela tomar banho até ela me chamar achando que eu estava do lado de fora:

- Vini!

- Oi!

Respondi e ela se virou rápido com o susto, tapando os seios e a vagina.

- O que você tá fazendo aqui! Sai!

- Tô aqui te admirando. E nem precisa se cobrir, já vi tudo.

Nisso fui tirando minha camiseta.

- O que você vai fazer?

- Tomar banho também, ué.

- Você tá louco?!

- Eu não. A gente é primo, você vai ligar?

Nessa hora ela fez uma cara. Percebi que tinha bugado. Ficou vermelha, pensativa, ainda tapando suas partes ímtimas.

- Minha mãe vai chegar daqui a pouco!

- Ah, acho que ela vai demorar umas horas ainda, o velório é longe.

Falei isso enquanto tirava a bermuda. Eu estava com uma cueca branca que com a água da chuva ficou praticamente transparente e como já estava um tanto excitado, o volume ficou enorme. Ela não conseguiu disfarçar, deu uma olhada fixa e ficou ainda mais vermelha. Aí eu brinquei:

- Que foi? Nunca viu um homem assim?

- Ao vivo não. - Ela respondeu no automático.

- Sério mesmo?

E ela fez um sinal de positivo com a cabeça.

Tirei a cueca e fui entrando no box.

- Nossa, seu pinto é grande e tá bem duro, né!

Fui chegando mais perto e respondi com uma voz baixa:

- É porque tô te vendo assim toda linda. Quer pegar nele pra ver como é?

Ela não respondeu, só olhou pro meu pau e foi chegando mais perto. Começou a apertar devagar sem saber muito bem o que fazer e eu fui deixando ela se descobrir como mulher. Então levantei seu rosto e dei um beijo em sua boca. Um beijo demorado, abraçado debaixo do chuveiro, meu pau grudado em seu corpo na altura do umbigo. Fui sentindo suas mãos arranhando minhas costas durante o beijo e fui apertando sua bunda, sentindo seus seios roçando no meu peito.

Fomos nos beijando durante alguns minutos, curtindo o momento. Então perguntei em seu ouvido e olhei em seus olhos:

- Quer me chupar?

- Quero. - Ela respondeu com uma voz doce.

- Então chupa. Sou seu agora.

Nisso ela sorriu pra mim e foi se agaixando devagar com a água caindo sobre a gente. Foi me tocando devagar e conforme me tocava me olhava e eu acenava de forma positiva com a cabeça, validando suas ações. Então ela começou a beijar meu pênis pelo meio, foi descendo beijando até as bolas, depois subiu devagar, até beijar a cabeça, onde ela deu um beijo mais demorado, passando a língua. Em seguida começou a colocar na boca. Colocou primeiro só a cabeça, tirou, me olhou e sorriu. Meu pau estava muito duro. Ela apertou com um pouco mais de força, beijou a cabeça, passou a língua e colocou um pouco mais a boca. Na terceira vez ela colocou ele quase todo na boca e tirou devagar. Da quarta em diante ela começou a colocar e tirar da boca de um jeito tão gostoso que parecia que já era experiente. E eu comecei a acariciar seus cabelos enquanto ela chupava, observando o movimento dos seus seios. Ela parecia não se cansar, ficou um tempo assim, talvez com medo do que pudesse vir a seguir.

- De, levanta senão vou gozar na sua boca.

Ela levantou, me olhou nos olhos e nos beijamos novamente.

- Estava muito bom. Você é perfeita. Vira de costas.

Ela virou, eu olhei aquela bunda perfeita e disse:

- De, já te falaram que você é muito, mas muito gostosa mesmo?

- Desse jeito que você tá falando não. - Respondeu com voz suave.

Então eu fui encaixando meu pau em sua bunda devagar.

- VIni, eu sou virgem, calma!

- Você confia em mim?

- Confio.

- Então só faz o que eu disser e aproveita. Se você disser pra parar eu paro.

- Tá bom.

Fui roçando meu pau por entre a sua bunda, puxando seu quadril um pouquinho pra trás.

- Abre um pouquinho as pernas.

Assim que ela abriu eu me abaixei, segurei os dois lados da sua bunda com as mãos e cai de boca na sua bucetinha. Ela gemeu alto! Fui sentindo seu gosto, percebendo sua vagina molhada, lubrificada me querendo. Fui chupando mais, massageando seu clitóris com a língua e de repente ela começa a se contorcer e gemer mais: estava gozando na minha boca. Que delícia!

- Ai Vini! Ai Vini, que gostoso! Me come, me come!

- Nisso levantei rápido e fui colocando meu pau na sua buceta. Como já estava bem molhada entrou relativamente fácil. Coloquei a primeira vez inteiro e antes de tirar perguntei:

- Tá doendo?

- Doeu um pouquinho mas continua.

Ok. Sabendo que doeu um pouco tirei com mais delicadeza e coloquei de novo inteiro. Mas estava com muito tesão, então comecei a aumentar e percebi um pouquinho de sangue, tinha rompido o hímem dela. Então comecei a estocar com mais força.

- Isso, isso, isso, Vini, não para.

Conforme ela ia falando não para fui dando tapas na sua bunda e depois a peguei pelos cabelos enquanto ia metendo gostoso. Falei que queria ela sentada no meu colo, então baixei a proteção do vaso sanitário, sentei e falei pra ela vir. Achei que ela viria de costas, mas veio de frente pra mim, sentando no meu colo e me olhando nos olhos. Sentou devagar sentindo meu pau entrar inteiro, então começou a cavalgar enquanto me olhava. Aquele olhar foi me excitando tanto que ia mesclando entre beijar sua boca, acariciar seus seios e puxar seu quadril contra o meu corpo enquanto ela ia subindo e descendo. Sentia meu pênis batendo no fundo de sua vagina até não aguentar mais.

- De, vou gozar!

Achei que ela sairia de cima de mim, mas ao ouvir isso ela intensificou os movimentos, friccionando seu corpo mais rápido contra o meu de forma frenética, gemendo ainda mais que anteriormente. Fui segurando o quanto pude e de repente senti a vagina dela se contraindo forte contra o meu pau, então percebi que ela estava gozando de novo e gozei gostoso dentro dela.

Ficamos moles. Ela ainda ficou sentada com meu pau dentro uns instantes. Nos beijamos, levantamos, tomamos um banho demorado juntos com um ar romântico.

- Eu gozei dentro, não é melhor a gente comprar uma pílula do dia seguinte?

- Não, fica tranquilo, eu era virgem mas já tomo remédio.

- Ok, então.

Rimos, nos secamos e fui embora antes da minha tia chegar. E depois disso, sempre que tínhamos uma chance repetíamos a brincadeira gostosa.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
DESVIRGINANDO MINHA PRIMA DEBORA

Codigo do conto:
262361

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/05/2026

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