ROBERTA E O TRABALHO DE ESCOLA

Oi, eu me chamo Vinicius, tenho 22 anos, 1,79, 76kg, olhos e cabelos castanhos, corpo atlético. O que vou contar aconteceu quando eu tinha 15 anos, estava aprendendo ainda como lidar com a sexualidade e como agradar as meninas. E o que posso dizer desse dia é que, apesar de não ter ido para os finalmente, a carne caiu no prato do carnívoro.

Apesar de me considerar bonito, nunca fui o mais badalado da escola. Era comum, de vez em quando alguma menina dava mole e rolava uns beijos, pegação e tal. E tinha uma menina na sala que chamava muito a atenção: Roberta, branquinha, 1,60 de altura, olhos verdes, cabelos castanhos no meio das costas, magrinha. Meu número. Mas nunca tinha dado bola pra mim, não que eu tenha percebido algum sinal. O fato é que até então tínhamos nos falado muito pouco, acho que no fundo um tinha um pouco de vergonha de falar com o outro.

Aula de biologia, a professora passa um trabalho para fazer em duplas. O critério para a escolha das duplas foi o sorteio e, para minha sorte, caí com a Roberta. Então fomos obrigados a conversar mais e gostei daqueles minutos na sala de aula falando sobre o trabalho e sobre outras coisas aleatórias também. O trabalho não era tão simples, então sabíamos que seria necessário mais de um dia para fazer. Combinamos que no primeiro dia ela iria para minha casa e no segundo eu iria para a casa dela.

Estudávamos pela manhã, então no outro dia fomos juntos para minha casa depois da escola. Não era tão longe, dava para ir a pé. Chegamos, minha mãe tinha preparado o almoço. Comemos, tiramos a mesa do almoço e ficamos ali pesquisando, concentrados. A tensão inicial passou com o tempo e seguimos estudando. A tarde passou, minha mãe fez um lanche pra gente, comemos e levei acompanhei a Roberta até a casa dela.

Dois dias depois foi a vez de nos reunirmos na casa dela, que ficava na direção oposta da minha. Só que a Roberta não tinha ido para a escola. Em vez disso mandou mensagem dizendo que não tava legal, mas que eu podia ir para a casa dela que faríamos o trabalho mesmo assim.

Chegando, ela abriu o portão. Estava um pouco pálida, disse que estava com cólica, mas que tinha tomado um remédio e já já passava a dor. Só que não começamos a mexer no trabalho imediatamente.

- Vini, você se importa se eu deitar um pouco até a cólica passar?

- Não, relaxa, eu espero.

- Mas pode vir comigo no quarto, assim a gente fica conversando.

- Tá bom.

Não conhecia a casa dela. A acompanhei pelo corredor passando pelo banheiro social e pela porta do quarto dos pais dela. Entramos no quarto, paredes brancas, cortina rosa, alguns bichinhos de pelúcia em prateleiras, bem quarto de menina.

Ela deitou, conversamos algumas bobeiras, rimos um pouco e a quase todo momento ela se queixava de dor. Perguntei se tinha alguma coisa que pudesse fazer para ajudar e ela sugeriu fazer uma compressa de água morna na barriga. Me disse onde encontrar as coisas e eu fui até a cozinha, esquentei a água, peguei um pano limpo e voltei para o quarto.

Até então não tinha pensado nada além de ajudar, mas quando entrei novamente no quarto reparei de uma outra forma na Roberta: estava deitada de barriga para cima olhando o celular, blusinha rosa curta mostrando um pouquinho da barriga, short relativamente curto de algodão branco. Ela estava com a perna direita flexionada e nem percebeu que essa posição tinha deixado à mostra um pedacinho da polpa da sua bunda.

Me sentei ao seu lado, ela esticou a perna que estava flexionada. Pedi licença e levantei um pouco a blusinha dela, colocando o pano morno em sua barriga. Fomos conversando e às vezes, com o pretexto de mudar o pano de posição, tocava em sua barriga. Minha vontade mesmo era beijar seu corpo todo, mas como até aquele momento aquele gesto era a maior intimidade que tínhamos, preferei ser respeitador. Até que a conversa foi para o lado de namorados, namoradas e percebi que poderia ter uma chance.

Uns 15 minutos depois ela agradeceu, mas em vez de pedir para parar fez outro pedido.

- Obrigado, Vini, já está bom, a cólica diminuiu bastante. Mas tava muito gostoso o jeito que você fez. Eu tô com um pouquinho de dor nas costas também, você não pode fazer uma massagem?

Eu não sabia nada de massagem, mas aceitei na hora.

- Posso, mas não sou expert em massagem não, já vou avisando.

- Tudo bem, é só pra amenizar um pouco.

Então ela se virou de bruços. Eu olhei aquele corpo lindo, olhei para sua bunda e reparei que a borda da calcinha estava marcando o short.

- Onde você quer que eu faça a massagem?

- Na lombar, perto da cintura. Pode subir minha blusa.

Nessa hora o tesão começou a tomar conta de mim. Subi sua blusinha até a altura do sutien. Vi que estava com um sutien branco e já imaginei a calcinha branca também combinando. Aí ela me disse:

- Tem um creme de corpo dentro do meu guarda-roupa. Abre a primeira porta que tá ali. Pega pra passar.

- Tá bom.

Levantei já com meu pau começando a ficar duro e dei uma disfarçada. Na real ela nem percebeu porque estava com a cabeça virada para o outro lado. Peguei o creme, coloquei um pouco nas costas dela e comecei a passar.

- Mais pra baixo um pouquinho. - Ela disse.

Desci um pouco mais, quase chegando no limite do short dela e fui massageando.

- Tá doendo um pouco mais pra baixo, pode descer um pouquinho mais, Vini. Desce um pouquinho o short, não tem problema.

Nessa hora meu coração disparou. Eu moleque, virgem ainda, com uma ordem daquela de uma menina linda, muito gostosa, que era virgem também. Baixei um pouco o short, até um pouco mais que o pedido, deixando na metade da bunda e como pensava ela estava com uma calcinha branca combinando com o sutien. Por respeito perguntei:

- Posso baixar um pouco a calcinha também?

- Só um pouquinho.

Meu pau já estava mais que duro, mas por ela estar de bruços não tinha percebido. Baixei a calcinha dela não até a metade da bunda, respeitando o pedido, mas o suficiente pra deixar a mostra o comecinho do vão. Comecei a massageá-la, primeiro me concentrando onde ela disse que estava com dor, depois subindo pelas suas costas inteira até próximo do sutien. No começo ela foi elogiando, depois fechou os olhos e ficou só sentindo. Quando fiz menção de parar ela protestou:

- Não pára não, Vini, tá gostoso!

Não respondi, só continuei e entendi a frase como uma validação. Então aos poucos, conforme ia massageando sua lombar e descendo, ia puxando sua calcinha um pouco mais pra baixo, até chegar no mesmo ponto do short, na metade da bunda.

Então não me aguentei. Como estava posicionado meio que sentado em suas pernas e ela de bruços, fui massageando e subindo minhas mãos e deitando por cima dela, até chegar com minhas mãos em seus ombros e meu corpo estar completamente sobre o dela, encoxando meu pau em sua bunda.

- Ai, Vini!!! Que isso?

- Continuação da massagem. Se não gostou eu paro.

- Não, gostei sim, continua. Só não conta pra ninguém. - Ela disse com uma voz mole.

Sinal verde. Fui massageando seus ombros deitado por cima dela e ao mesmo tempo encoxando aquela bunda gostosa. Então me levantei um pouco e fui tirando seu short. Sem objeção, ela só permitiu e levantou o quadril me ajudando. Sem que ela percebesse tirei meu short também, tirei a camiseta e voltei pra cima dela, encoxando ela ainda de cueca.

- Vini, eu sou virgem, melhor parar.

- Eu também sou.

- Mas eu não quero perder a virgindade hoje.

- Tudo bem, vamos só se curtir um pouquinho então.

Falei desse jeito mas minha vontade era enfiar meu pau sem dó naquela bucetinha. Segui encoxando ela ainda de cueca e ela empinando a bunda de um jeito quase institintivo. Então aproveitei um momento de distração dela e puxei a calcinha toda pra baixo. Que bunda maravilhosa, lisinha, redondinha do tamanho proporcional ao seu corpo.

- Vini, olha o que você vai fazer!

- Você não quer que seja hoje, então a gente não vai transar, mas aproveita. Ou você quer que eu pare?

- Não!

Esse não me deu mais tesão ainda. Tirei minha cueca e comecei a roçar meu pau na bunda dela. E ela empinando aquela bunda linda.. Conforme ia roçando ia passando a mão pela sua bunda, pelas suas costas.

- Vini!

- Oi Ro.

- Faz de conta que tá me comendo, mas não coloca dentro, tá.

Um pedido atendido como uma ordem. Fui enfiando meu pau cada vez mais fundo naquela bunda deitada de bruços. Senti a bucetinha dela molhada e comecei a roçar meu pau bem na entrada, mas sabia que aquele era o limite.

- Ro, tô louco de tesão. Posso colocar dentro?

- Não, Vini, por favor, não.

Fiz menção de forçar, mas ela fechou as pernas de um jeito que me travou. Depois relaxou e eu continuei roçando na sua bunda até a entrada da sua buceta. Ela se virou de barriga pra cima e eu fiquei passando a cabecinha do meu pau na entrada daquela bucetinha molhada, passando o dedo junto massageando seu clitóris. Ela começou a gemer e eu já estava louco de tesão, quase gozando.

- Ro, tô quase gozando.

Ela ficou meio desesperada.

- Não goza na minha vagina. Peraí!

Então ela se levantou e pediu pra eu deitar. E começou a bater uma punheta pra mim com aquelas mãos pequenas e delicadas. Quando ela percebeu que eu realmente ia gozar colocou meu pau de uma vez na boca sem eu esperar. Aquela sensação da boca molhada, quente envolvendo meu pau fez eu gozar na hora, muito forte, parecia até que eu ia urinar na boca dela, mas lógico, não fiz isso.

Ela sentiu tudo. Esperou eu terminar de gozar com meu pau em sua boca. Depois tirou da boca tapando a boca com uma das mãos, sorriu com os olhos e foi no banheiro se limpar.

Quando voltou ficamos deitados um tempo, ainda sem roupa, abraçados, em silêncio.

E esse foi um dos dias mais especiais da minha vida.



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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
ROBERTA E O TRABALHO DE ESCOLA

Codigo do conto:
261994

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
14/05/2026

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