O que aconteceu tem uns dois anos. Como já disse em outro conto, houve uma época em que eu era líder juvenil em uma igreja e por conta disso conhecia muita gente de muitos lugares. E teve uma vez que fui visitar um grupo de jovens numa paróquia na zona oeste, não muito longe do Pico do Jaraguá, aqui em São Paulo. Lá conheci a Marcia, uma garota branquinha, baixinha, magra, olhos castanhos, bunda e seios levemente avantajados, um ano mais velha que eu.
Na noite que nos conhecemos chegamos a conversar sozinhos, mas como estávamos num ambiente de igreja cheio de outros jovens, não rolou nada naquele dia. Mas trocamos contato e combinamos de nos vermos durante a semana, já que nenhum dos dois estava trabalhando. Marcia passou o endereço da casa dela para nos encontrarmos, disse que morava só ela, a irmã e a mãe e que seria de boa a gente se encontrar lá.
Na segunda-feira confirmamos o encontro e na terça à tarde lá estava eu a caminho da casa dela, que ficava em uma viela. Não chegava a ser uma favela, mas também não era um bairro de classe média. Quando cheguei, quem foi me receber foi a irmã dela, Lidiane, que era 3 anos mais nova que a Marcia, ou seja, tinha 18. Não era irmãs de pai e mãe. Lidiane era morena, mais magra, um pouco mais alta que Marcia, bunda e seios médios. Não nos conhecíamos ainda porque ela não estava na igreja no fim de semana passado.
Lidiane me atendeu, me deu um oi, um beijo no rosto e foi saindo de casa quase ao mesmo tempo em que disse pra eu entrar que a Marcia estava na cozinha. Eu então fechei o portão, dei alguns passos pelo pequeno quintal e entrei pela única porta da casa que dava para a sala. A entrada do banheiro ficava no mesmo cômodo, à direita de quem entra, quase de frente para o sofá. Avancei mais um cômodo e cheguei à cozinha. Marcia estava de costas, vestida com uma blusinha branca com uma alça grossa, um short jeans branco e rasteirinha. Eu estava com um jeans azul e uma camiseta branca.
Ela estava fazendo um suco, se virou rapidamente de costas, me deu um oi e falou
- "Tudo bem? Senta aí que já tô acabando de fazer um suco de laranja pra gente".
Como ainda não tínhamos muita intimidade respeitei e sentei. Ela terminou rápido, colocou os dois copos sobre a mesa da cozinha vindo na minha direção e disse:
- Não vai me cumprimentar direito não?
Nisso eu levantei na frente dela. Já estávamos bem perto um do outro, e respondi colocando as mãos na cintura dela:
- Claro!
Nisso já fomos um procurando a boca do outro e nos beijando de uma forma intensa, como se aquele desejo estivesse represado, contido desde o primeiro momento que nos vimos. Esse primeiro beijo durou minutos com as mãos dela arranhando minhas costas por baixo da camiseta e as minhas alisando o corpo dela, ora subindo até a altura do sutien, mas sem avançar mais, ora descendo e apertando sua bunda gostosa enquanto nos beijávamos.
Paramos por um momento, tentamos nos recompor, sentamos na mesa, tomamos o suco. Ela me chamou para irmos para a sala, ligou a tv, sentamos no sofá e não deu outra, voltamos a nos beijar ali e dessa vez um beijo mais intenso. Marcia tirou minha camiseta, se levantou e veio de frente pra mim sentando no meu colo, ainda sem tirar uma peça de roupa. Continuamos a nos beijar assim, com ela rebolando em cima de mim de roupa e eu invadindo seu corpo por baixo da sua blusinha até desabotoar o sutien, subir sua blusinha e começar a acariciar, beijar e chupar seus seios. Então ela parou de rebolar e começou a fazer movimentos com força como se estivesse cavalgando em cima de mim, mas ainda de short. Fazia isso com tanta força que sentia meu pau batendo e sentindo a buceta quente por baixo do short.
Eu estava ficando louco com isso e na minha cabeça o próximo passo seríamos tirar a roupa e fazemos amor ali mesmo. Mas de repente ela levantou ofegante e disse:
- Nossa, para. A gente vai transar assim e minha irmã volta daqui a pouco. Não dá.
E saiu rápido para outro cômodo, acho que para o quarto. Eu fiquei ali por um momento pensando que ficaria na mão. Então ela volta com uma toalha na mão e me diz:
- Preciso de um banho. Espera aí rapidinho que já saio.
E entrou no banheiro, cuja porta ficava praticamente de frente com o sofá. Ficou o som baixo da tv falando qualquer coisa e alguns segundos depois escutei ela ligando o chuveiro. Pelo estilo da casa era um chuveiro pequeno, que não tem um box separando os espaços. O som da água era forte. Eu levantei com uma vontade imensa de arrombar aquela porta. Olhei para a fechadura e para os espaços procurando alguma fresta que desse para vê-la nua. Não encontrei.
Voltei para o sofá e enquanto escutava o som da água caindo imaginava ela nua passando sabonete líquido no corpo. Desabotoei a calça. baixei o zíper, tirei meu pau duro pra fora, fechei os olhos e comecei a bater uma punheta devagar imaginando a Marcia ali comigo. Me distraí de olhos fechados e de repente senti duas mãos nas minhas pernas. Levei um susto, cheguei a dar um pulo no sofá e quando olho para frente vejo a Lidiane ajoelhada na minha frente me fazendo sinal de silêncio com o dedo na frente da boca e caindo de boca no meu pau. Ela me chupou gostoso durante uns 3 minutos, às vezes passando a língua pela cabeça e descendo até as bolas.
Ouvimos o chuveiro desligar. Lidiane então subiu minha cueca rápido, levantou e saiu de fininho pelo portão. Eu levantei a calça, fechei o zíper, o botão e tentei disfarçar. Para minha sorte Marcia demorou mais um pouco e meu pau voltou ao normal. Ela já saiu do banheiro trocada, cabelo molhado. Foi no quarto, passou perfume, penteou o cabelo e voltou. Nisso saímos, tomamos um sorvete na rua, depois nos beijamos e fui embora.
viniciuscria525