A biblioteca fica em um bairro tranquilo. Você sai da avenida principal e entra em uma rua transversal com algumas casas antigas que parece que só moram idosos. O prédio é simples também, bem cara de construção dos anos 80. Na época eu era magro, tinha uns 75kg, tenho 1,76, então não era magrelo. Sou branco, tenho cabelo curto e liso, olhos castanhos e quando aconteceu não tinha barba.
Eu cheguei na biblioteca, fiz a pesquisa que tinha que fazer e quando ia sair para ir embora começou a chover forte. Pra sair da biblioteca você saía pela porta principal, contornava o prédio por um corredor até chegar na escada que dava para a rua. Eu já estava quase na escada quando começou a chover, então não quis voltar para dentro e resolvi esperar embaixo do beiral.
Nisso percebo uma menina vindo correndo na rua, sobe as escadas e fica em pé do meu lado para a esperar a chuva passar também. Era linda. Branquinha, com a pele ainda mais clara por conta da água fria da chuva, olhos castanhos claros, cabelo na altura dos ombros que estavam molhados dando um ar de sensualidade. Devia ter mais ou menos a minha idade. Ela estava vestida com uma blusinha branca e uma calça preta. E a blusa já tinha ficado transparente por conta da chuva, deixando à mostra o contorno do sutien branco.
- Que hora pra começar a chover, hein?! - Falei puxando assunto.
- Neh. Eu tava indo buscar um negócio pra minha mãe na casa da minha vó mas nem deu tempo de chegar.
- Ah, mas já já passa.
- Tomara, porque eu já tô morrendo de frio molhada e com esse vento.
De fato estava ventando. Parecia uma pancada de chuva de verão, mas já fazia uns 10 minutos que estávamos ali e nada da intensidade baixar. E nisso percebi que às vezes ela me olhava de canto de olho e eu retribuía, até que...
- Ai que frio!!! - Ela exclamou friccionando as mãos nos braços arrepiados.
Foi minha deixa:
- Quer que eu te abrace? Não tenho uma blusa mas posso te esquentar com calor humano.
Ela me olhou, sorriu e respondeu:
- Quero sim, moço.
Então me encostei na parede da biblioteca e ela veio na minha frente e se encostou no meu corpo de costas pra mim. Então a envolvi em um abraço por traz, inusitado. Agradeci a São Pedro na hora kkk. E nem tínhamos nos apresentado. Então falei perto do ouvido dela:
- Ah, prazer, eu sou o Vinicius, mas pode me chamar de Vini.
- Prazer, Giovanna. - Ela disse sorrindo.
Silêncio por alguns instantes. E eu aproveitando pra sentir o calor daquele corpo jovem, abraçando forte até porque realmente estava frio. E meu corpo encaixado no dela. Senti meu pau encaixar bem no meio da bunda dela e aquilo estava começando a me deixar com tesão.
- Agora eu vou torcer pra essa chuva demorar bastante. - Eu disse.
- Por que? Você é masoquista? Tá mó frio aqui.
- Porque fico um pouquinho mais assim com você.
- É mesmo. Está gostoso. Obrigado, Vini, por me esquentar. Mas acho que assim fica melhor. - Ela disse se virando pra mim.
Então nos beijamos ali, no beiral da biblioteca, com vista para rua e com aquela chuva. A boca da Giovanna era deliciosa, um hálito fresco, quente. A roupa dela molhada pela chuva que já tinha tomado. Coloquei minha mão em sua cintura por baixo de sua blusa sentindo sua pele fria e úmida quase automaticamente ela retribuiu subindo suas mãos pelas minhas costas por baixo da minha camiseta, levantando-a.
- Vamos pro outro lado? Aqui se passa alguém na rua ou sai alguém da biblioteca, vê a gente.
- Tá bom.
Peguei ela pela mão e fui contornando a biblioteca até chegar no beiral dos fundos. Aí eu é que encontei ela na parede e vim beijando sua boca. E conforme as mãos dela iam subindo pelas minhas costas, pelo meu peito, as minhas iam descendo e apertando sua bunda por cima da calça, até instantes depois eu avançar e colocar a mão por dentro da calça dela, sentindo o contorno da calcinha e suas nádegas macias. Fui beijando seu pescoço, sua orelha e contornando minha mão por dentro de sua calça indo para a parte da frente.. Ela não resistiu, então desabotoei sua calça, desci o zíper e coloque a mão por dentro, tirando a calcinha de lado com os dedos e começando a tocá-la enquanto nos beijávamos.
Nossa respiração ficou mais ofegante, a dela mais que a minha. Às vezes ela deixava escapar um gemido baixinho. E eu sentindo ela ficar cada vez mais molhada, então falei em seu ouvido:
- Me chupa.
- Não! Isso é demais. Me abraça de novo. Estava bom abraçado.
Então tirei a mão de dentro da calça dela, me encostei na parede e ela veio novamente de costas pra mim. Mas não fechou a calça, Então pude ver quando ela veio para trás que estava com uma calcinha preta, nem muito justa e nem muito larga, estilo menininha mesmo. E dessa vez enquanto a abraçava beijava também sua nuca, seu pescoço, fui passando minha mão pela sua barriga, ia subindo até chegar perto dos seios, depois descia até sentir a borda da calcinha.. Ela virava o pescocço de lado pra eu beijar então coloquei minha mão novamente por dentro de sua calça, agora por dentro da calcinha, ainda a abraçando por trás. Quando toque em seu clitóris ela gemeu. Comecei a fazer movimentos em seu clitóris e nisso ela começou fazer movimentos de vai e vem batendo sua bunda no meu pau, empinando seu corpo.
Aproveitei que sua calça estava aberta e enquanto ela fazia esses movimentos aproveitei sua distração e com a outra mão ia baixando sutilmente sua calça. Como ela não tinha aceitado fazer um boquete, não criei muitas expectativas mas quis ver até onde ia. Já tinha conseguido baixar a calça dela até a metade da bunda e ela continuava fazendo os movimentos de vai e vem devagar, então aproveitei as vezes em que seu corpo ia para frente para abrrir a minha calça também.
Baixei a calça e comecei a roçar a bunda ainda de cueca. Ela começou a fazer movimentos mais fortes, encoxando pra valer sua bunda no meu pau. Baixei um pouquinho mais sua calça, que acabou descendo e parando nas coxas. Giovanna parecia anestesiada e nem ligou pra isso, então tirei meu pau pra fora da cueca e agora ela estava batendo sua bunda devagar diretamente nele. Então puxei ela pra mim abraçando-a novamente por trás, mas dessa vez com meu pênis sem nada além da calcinha pra evitar o contato.. Fui beijando novamente seu pescoço, sua nuca e pressionando meu pau contra o seu corpo. Tirei a calcinha de lado e fui pressionando. Giovanna hesitou e falou com uma voz mole:
- Não, Vini, assim não, para.
Percebi que as palavras não refletiam seu desejo, então virei seu corpo para a parede, peguei rápido uma camisinha na carteira e ela:
- Vini, não! - Mas não se vestia...
Coloquei a camisinha e fui por trás dela. A peguei pela cintura empinando sua bunda, tirei a calcinha um pouco mais de lado e enfiei meu pau devagar e comecei a enfiar e tirar devagar.. Estava com medo que aparecesse alguém, mas àquela altura já não dava pra voltar atrás. Giovanna começou a gemer baixinho e falava:
- Ai, Vini, a gente não podia...
Quanto mais ela falava, mais forte eu metia. Ela tinha uma bunda perfeita, branquinha, redondinha.
- Ai, Vini, não para, eu vou gozar! - Ela murmurou.
Quando ela disse isso eu a peguei pelo cabelo e comecei a meter mais forte ainda. Acho que se tinha alguém dentro da biblioteca no cômodo atrás de onde nós estávamos deve ter escutado os estalos do meu corpo batendo contra a bunda dela. Até que não aguentei e gozei dentro, já que estava com camisinha. Fiquei quase um minuto com meu pau dentro dela ainda.
Tirei a camisinha, ela pegou um pacote de lenço de papel na bolsa. Nos limpanos, nos vestimos e a essa altura a chuva já tinha virado uma garoa. Trocamos contato, demos um último beijo e fomos embora.
Depois nos encontramos outras vezes, mas dessa vez sempre na minha casa ou na casa dela, quando não tinha ninguém.
viniciuscria525