Desde a época do colégio, sempre tive muitas amigas mulheres. Acho que pelo fato de ter paciência para escutá-las falando dos meninos ou porque teve uma época que escrevia contos e poesias e isso as atraía. Uma dessas amigas chama Bianca e até os dias de hoje frequento a casa dela. A Bianca é linda, branquinha com seus 1,65 mais ou menos, um corpo médio, nem magro nem gordo, seios de médios para grandes, tem 22 anos também. Mas o que aconteceu não foi com ela e sim com a irmã dela, a Beatriz, a Bia, 17 anos, branquinha também, magrinha, seios médios, bumbum médio também, com o corpo ainda se desenvolvendo como mulher. Aliás, não só o corpo, mas a maturidade também.
Bia já estava acostumada com minha presença na casa dela, já que ia muito, fosse para fazer trabalho de escola em grupo com a Bianca, fosse a convite dela para jorgarmos xadrez. Sim, Bianca era meio nerd e eu, pode-se dizer, ficava no meio termo. Os pais delas trabalhavam, então era bem comum ficarmos apenas os três.
Certo dia eu estava passando perto da casa delas e resolvi fazer uma visita sem avisar. Toquei a campainha e a Bia atendeu.
- Oi Vini! Tudo bem?
- Tudo e você? A Bianca tá aí?
- Não, ela foi fazer as unhas, não sei se demora muito. Quer entrar?
Respondi que sim, dei um beijo em seu rosto e entrei. A casa delas, apesar de modesta, era relativamente grande. Três dormitórios sendo um para os pais e um para cada filha, sala, copa, cozinha, área de serviço, um pequeno quintal na frente com um jardim e um quintal nos fundos. O cômodo onde estava a porta de entrada era a sala. Entrei e ela me ofereceu refrigerante, aceitei um copo, brindamos e tomamos. Ela falou para eu ficar à vontade e foi para o seu quarto. Uns minutos depois voltou e ficamos conversando.
A conversa estava em assuntos aleatórios até que:
- Vini, se você fosse meu namorado, com que roupa você ia gostar de me ver?
- Nossa, que pergunta, hein... Você tá namorando, é?
- Ah, tô ficando com um menino, mas sei lá, não sei se sou bonita o suficiente pra ele.
- Pode parar. Você é linda, relaxa. Se for pela beleza você pode ficar tranquila.
- Tendi... É que tem uma coisa também. Não sei se falo com você sobre isso, mas é que já vi você conversando com a Bianca sobre namoro e tal e eu não tenho com quem conversar.
- Pode falar comigo, não tem problema. Qual é sua dúvida.
- Humm... Promete que não vai rir?
- Prometo.
- Mas você já tá rindo, pára!
- Pronto, parei. Ri pelo jeito que você disse. Pode falar. O que é?
- É que eu sou virgem e estou pensando em... Talvez perder a virgindade com esse menino. E queria escolher uma roupa especial pra esse dia.
Na hora fiquei surpreso. Não esperava que ela fizesse uma confissão dessa e ainda pedisse a minha ajuda para escolher a roupa que ela usaria.
- Bom, Bia, eu vou falar por mim. Acho que o que fica bem é a combinação. Eu gosto de vestidos, mas não qualquer vestido. Pode ser um vestido rodado, um vestido mais justo, um tubinho, mas tudo depende do modelo. Também gosto de saia e blusinha, short. Enfim, depende do estilo da roupa, se ela cai bem no seu corpo.
E a situação ficou melhor quando ela me responde:
- Entendi... (silêncio). Se eu experimentar algumas você dá sua opinião?
- Posso dar, mas e se a Bianca chegar? Você vai falar o que pra ela?
- Ah! Ela não sabe de nada. Mas também não acho que ela vai chegar rápido, ela ia fazer unha em gel, unha da mão, unha do pé, cabelo...
- Sei. Tá bom, então.
- Tá, então espera aqui.
Nisso ela abre um sorriso adolescente e corre para o quarto enquanto eu espero sentado no sofá. Não demora muito e ela volta com um vestido florido. Era bonitinho mas muito solto, largo, não valorizava o corpo dela.
- O que achou?
- Humm... Sinceramente, achei muito menina, não valoriza seu corpo como mulher.
O sorriso dela se fechou.
- Ok, vou colocar outro, peraí.
- Tá.
instantes depois ela volta com um vestido preto, tubinho, com umas lantejoulas. Pedi para ela dar uma voltinha e fiquei reparando mais em suas curvas do que no vestido, mas respondi:
- Esse aí tá bonito, mas muito chamativo. Tá ótimo pra você ir pra uma balada.
- Esse é da Bianca, ela já foi pra balada mesmo com ele. Peraí que vou colocar outro.
Mais alguns instantes e ela volta com um vestido branco de alcinha justo, com um pouco de transparência, deixando aparente que estava usando uma calcinha e um sutien escuros por baixo. A calcinha não era fio dental, mas era pequena. Fiquei olhando com calma, pedi para dar um voltinha, ela deu e me perguntou:
- Que cara é essa?
- Cara de quem está vendo uma mulher maravilhosa. O vestido é esse, ele vai adorar, pode ter certeza, mas tem um detalhe.
- Qual.
- Como a gente já tem alguma intimidade vou falar. Você está com uma calcinha e um sutien escuro, né? Está aparecendo por baixo do vestido. Coloca uma lingerie clara quando for encontrar ele.
Nessa hora ela ficou vermelha como um pimentão, deu um sorriso tímido e respondeu:
- Ah... Verdade. Dá pra ver que é preta?
- A cor não dá pra ver, mas dá pra ver que é escura.
- Entendi. Peraí que vou colocar uma clara e você me diz se tá aparecendo muito.
Concordei e ela foi até o quarto. Eu estava começando a ficar excitado. Não estava acreditando que ela estava confiando tanto em mim. Só que o motivo era para dar para outro. Isso não estava me importando muito, estava aproveitando o momento para ver aquele desfile gratuito daquela ninfa.
Dessa vez a Bia demorou um pouco mais para voltar. E quanto voltou estava maquiada, linda. A maquiagem destacando seus olhos, o vestido marcando seu corpo jovem e uma lingerie branca e pequena por baixo.
- E agora, como estou?
- Simplesmente perfeita. O homem que não te quisesse assim estaria louco.
- Sério mesmo ou você só tá falando pra me agradar?
- Sério mesmo.
Eu respondi e nem reparei que já estava instintivamente com a mão segurando meu pau por cima da bermuda.
- E essa mão aí?
- Ah, desculpa, não foi por querer. Mas também, você tá linda, até eu se pudesse...
Nessa hora ela me olhou vermelha, fez uma pausa, franziu a testa e disse:
- É mesmo, Vini? Eu sempre achei que você tivesse interesse na Bianca.
- Sua irmã é linda também, beleza de família né. Mas ela é minha amigona.
Nessa hora percebi um olhar malicioso da Bia, que estava em pé em frente ao sofá onde eu estava sentado.
- Então você ficaria comigo, Vini?
- Sim, se você quisesse, mas tô vendo que tá apaixonada por outro.
- Não tô apaixonada, só queria um momento especial. E você acha que ele vai gostar da minha calcinha?
Enquanto ela foi dizendo isso foi levantando o vestido e eu incrédulo. Ela levantou o vestido quase até a cintura mostrando suas pernas branquinhas e lindas e uma calcinha pequena simples de algodão marcando sua vagina.
- Sem dúvidas. - Eu respondi. Vem cá, Bia.
Me afastei do encosto do sofá e ela veio em silêncio, se sentou no meu colo, de frente pra mim, pernas abertas com aquele vestido encaixando seu corpo no meu. Não perdi tempo e a beijei intensamente acariciando seu corpo com as mãos e logo ela estava rebolando no meu colo.
- Pra quem é virgem você é bem safadinha, hein...
- É? Tá gostando?
- Muito.
- Então tira a bermuda que eu quero sentir o seu pau.
Ela levantou, eu tirei a bermuda rápido e a camisa, então ela voltou para o meu colo. Percebi sua calcinha molhada, eu também já estava bem excitado. Ela começou a rebolar e a roçar seu corpo no meu com mais tesão e eu fui levantando seu vestido até ela levantar os braços e eu tirá-lo por completo. Em seguida desabotoei rápido seu sutien e comecei a beijar e chupar seus seios enquanto ela pulava no meu colo.
- Ai que gostoso, Vini.
- Quer sentir meu pau dentro de você?
- Não, assim não. - Ela respondeu com uma voz mole.
Então eu tirei meu pau pra fora da cueca e falei:
- Sente ele por fora da calcinha.
Ela fechou os olhos, colocou uma das mãos por baixo do seu corpo segurando meu pau e roçou a cabeça na entrada da sua buceta mas ainda de calcinha e voltou a rebolar e pular em cima dele, gemendo baixinho. Eu já louco de tesão consegui puxar a calcinha dela um pouquinho para o lado e ela continuou roçando, agora no pelo, até que de repente meu pau encaixou dentro daquela buceta apertada. Nessa hora a Bia deu um gemido alto e parou os movimentos com meu pau dentro dela. Ela fez uma carinha de dor, não estava esperando, mas não tirou meu pau pra fora.
Olhei para ela e beijei sua boca. Então comecei a fazer movimentos bem lentos dentro dela. Ela me abraçou ali sentada de frente no meu colo e começou a rebolar devagar. Ficamos assim uns instantes até a dor dela diminuir e ela ganhar confiança, então comecei a estocar com ela em cima de mim e eu com as duas mãos em seu quadril.
Depois de um tempo pedi para ela levantar. Me levantei também e falei para ela colocar as duas mãos no banco do sofá. Ela obedeceu, se abaixou e colocou as mãos no banco do sofá mostrando aquela bunda linda. Fui por trás, coloquei meu pau sendo muito carinhoso com ela e comecei a meter devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Conforme ela ia aumentando os gemidos eu ia metendo mais forte e percebi que ela estava se masturbando também. Fui metendo gostoso, com mais força, passando a mão pela sua bunda e às vezes segurando ela pelo quadril, até que não aguentei, tirei meu pau pra fora e gozei nas costas e na bunda dela. Nisso ela aumento o ritmo da siririca e deu um gemido alto, se contorcendo na minha frente. Tinha gozado também.
Fomos rápido para o banheiro nos limparmos, até porque a Bianca poderia chegar a qualquer momento.
E foi assim que tirei a virgindade da Bia no lugar do outro.

viniciuscria525