Aline, a filha da amiga da minha mãe

Oi, meu nome é Vinicius, tenho 22 anos, branco, olhos e cabelos castanhos, 1,79m, 78kg, corpo atlético.

Há dois anos aconteceu uma situação gostosa e ao mesmo tempo delicada. Minha mãe tinha uma amiga chamada Sandra, que tinha uma filha chamada Aline. Quando eu tinha uns 14 pra 15 anos cheguei a ir na casa dela com minha mãe, mas nunca havia me interessado porque ela tinha só uns 7 pra 8 anos de idade.

Só que o tempo passou e eis que um dia eu estava navegando pelo Instagram e vejo o perfil dessa amiga da minha mãe. Fiquei curioso pra saber como a Aline estava e quando entrei no perfil dela vi uma morena linda com um corpo em desenvolvimento em um rosto ainda adolescente. Fiz as contas e deduzi que ela estava com uns 15 anos e tomei a iniciativa de mandar uma mensagem, que para minha surpresa foi respondida bem rápido. Perguntei se ela se lembrava de mim, disse que estava linda e que se pudesse queria me encontrar com ela para colocar a conversa em dia e lembrar os tempos de criança.

Ela estava morando com a família em um bairro afastado da zona oeste de São Paulo, mais ou menos perto do Pico do Jaraguá, com bastante vegetação no entorno. Combinamos de nos encontrarmos em uma praça perto da casa dela. Como o bairro era afastado e era dia de semana, muito pouca gente estava passando por ali. Ela me recepcionou com um sorriso tímido, estava vestida com uma calça jeans, tênis e uma blusinha de manga curta. Fomos conversando e caminhando no entorno de uma quadra esportiva que tinha ao lado da praça e que estava vazia. Não demorou muito estávamos nos beijando e o tesão tomou conta de mim, mas percebi pelas reações dela que ela provavelmente era virgem e não devia ter tido muitas oportunidades de ficar com alguém, então me contive o quanto pude, mas com o tempo os beijos foram ficando mais quentes, fui puxando ela na direção do meu corpo, fazendo-a sentir meu pau duro por baixo da calça. Ficamos um tempo ali nos beijando e antes de eu ir embora passei na casa dela para cumrpimentar a mãe dela, que me conhecia e a qual ela havia falado que iria me encontrar. Não sei se a mãe sabia que tínhamos ficado, mas acredito que não pela forma com que me tratou.

Marcamos de nos encontrarmos novamente, mas dessa vez eu queria mais e combinei de nos encontrarmos numa terça à tarde no Parque Estadual do Jaraguá. Cheguei mais ou menos uma hora antes e caminhei por uma trilha até encontrar um lugar que achei conveniente: uma pedra grande alguns metros para dentro da mata, fora da trilha. Quando ela chegou dei um beijo em sua boca, a peguei pela mão e a levei para caminhar na trilha e a levei para essa pedra, fora da visão de quem pudesse passar pela trilha. Contanto que a gente não fizesse barulho ninguém ia nos ver ali. E comecei a beijá-la com intensidade puxando o corpo dela contra o meu, colocando minha perna entre as dela até fazer ela se encostar na pedra com as pernas abertas e eu em pé no centro na frente dela. Coloquei as mãos dela por baixo da minha camisa e a induzi a acariciar meu corpo enquanto estava fazendo o mesmo com ela. E aí pela forma tímida com que ela me acariciava tive a certeza de que ela ainda era virgem.

Estava com uma vontade imensa de tirar a roupa dela ali, colocar meu pau pra fora e comê-la, mas ao mesmo tempo pensando que, além de ser virgem, ela é filha da amiga da minha mãe, estávamos em um lugar público e eu maior de idade, ou seja, um quadro perfeito para sermos pego em flagrante e eu ser acusado de abuso de menor. Percebi que estava no controle e qualquer coisa que eu fizesse ela aceitaria e falei que estava morrendo de vontade, mas que tinham os riscos e não faria nada com ela ali, que era melhor pararmos por que aquilo não daria certo. Ela ficou alucinada, disse que faria o que eu quisesse, estava completamente envolvida, apaixondada. Eu disse que tudo bem, em outro momento, quando tivéssemos um lugar em que ficasse só a gente.

Esse outro momento não veio, até porque com a Aline sendo menor de idade era impossível levá-la pra um motel. Sua mãe Sandra não a deixava sair para longe de casa e ali próximo nos encontrávamos sempre em locais públicos. Mas eis que algumas semanas depois a própria mãe me convidou para jantar com eles e depois do jantar, quando achei que iria embora, ela pergunta se não queria dormir lá porque passavam poucos ônibus para voltar naquele horário. Respondi que sim, mas sabia que as chances de acontecer alguma coisa entre eu e a Aline eram praticamente nulas, porque estavam a mãe e o pai dela em casa e com certeza não me colocariam para dormir no quarto com ela.

A casa era pequena, dois quartos, sala e cozinha. E no meio o banheiro. Sem suítes. Colocaram um colchão de solteiro para eu dormir na sala e eis que alguns minutos depois a primeira boa surpresa. Eu já estava deitado no colchão quando Sandra ordenou que Aline fosse para o banho. A entrada do banheiro estava há cerca de 1,5m do colchão. Aline entrou com seu short e blusinha e achei que sairia de forma parecida ou com um pijama, mas saiu enrolada em uma toalha branca na altura das coxas e com outra toalha enrolada no cabelo. Ao caminhar notei que estava sem calcinha, pela forma que a toalha se desenhava na sua bunda. Ela passou já dando boa noite, então pensei que aquele seria meu momento de maior prazer naquela noite.

Como eu tinha ido para a casa dela de calça jeans e camiseta, seu pai me emprestou uma bermuda e, antes de dormir perguntei para Sandra se tinha algum problema em dormir sem a camiseta para não amassá-la. Permissão concedida. Os pais da Aline deram boa noite, as luzes se apagaram e fiquei ali na sala, na penumbra, iluminado com a luz do poste da rua que atravessava a cortina da janela. Fiquei imaginando como a Aline estava dormindo, se estava de pijama, de camisola ou só de calcinha. E assim adormeci.

E comecei a sonhar com ela aparecendo na sala só de calcinha, deitando do meu lado e a gente se beijando. Em determinado momento do sonho meu pau está muito duro, ela baixa meu short e começa a me punhetar. Nessa hora acordo e vejo a Aline ajoelhada no tapete ao lado do colchão, de costas pra mim, com uma camisola branca de algodão e uma calcinha provavelmente branca por baixo, que ficou bem marcada pela posição em que ela estava. Fiz de conta que ainda estava dormindo. Ela estava batendo uma punheta devagar em mim, fazendo carinho enquanto olhava meu pau quase numa contemplação. De repente abaixou a cabeça, fez menção de colocar a boca mas recuou. Quando percebi que ia olhar para o meu rosto fechei os olhos disfarçando. Ela parou por alguns segundos, pegou novamente meu pau pela base e deu um beijo na cabeça. Depois deu outro beijo arrastando mais seus lábios sobre ele. Então colocou a cabeça na boca bem devagar, depois tirou e me olhou. Achando que eu continuava dormindo colocou novamente meu pau na boca agora até a metade e tirou logo em seguida. Olhou, punhetou novamente por alguns instantes e voltou a colocar a boca, dessa vez colocando meu pau quase inteiro. Eu dei uma gemida baixa e ela percebeu que eu acordei. Me olhou com cara de assustada e eu só sussurrei baixinho "Calma. Continua". Então ela se virou novamente e voltou a me chupar devagar. Nisso eu subi sua camisola e passei a acariciar sua bunda e suas costas, descendo minha mão para tocar sua buceta. E comecei a fazer movimentos com meu pau metendo em sua boca.

Estava tudo muito bom, só que escutamos um barulho no quarto dos pais dela. Então ela se levantou e entrou no banheiro para disfarçar. Eu me virei de bruços para não deixar à mostra meu pau duro. Eis que o pai dela passa por mim em direção à cozinha para pegar água. Enquanto ele estava na cozinha a Aline saiu do banheiro com naturalidade e foi para o quarto dela.

Depois disso preferi me afastar antes que ela se apaixonasse demais e antes que aquilo virasse uma merda federal envolvendo as duas famílias.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
Aline, a filha da amiga da minha mãe

Codigo do conto:
266287

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
06/07/2026

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