Silmara, a morena de olhos verdes



Oi, meu nome é Bruno, tenho 26 anos e estou usando o perfil do meu amigo Vini para contar algo que aconteceu comigo há cerca de um ano. Podemos dizer que eu realmente ganhei na loteria.

Eu sou branco, tenho 1,80m, olhos e cabelos castanhos, os cabelos lisos e curtos, barba rala, corpo médio, nem gordo nem magro. Praticava esporte com mais frequência, mas o trabalho e o sedentarismo fizeram eu espaçar o ritmo. Ainda assim digamos que dá pra sair comigo sem passar vergonha.

Resolvi entrar em um desses sites de relacionamento e confesso que é muito difícil encontrar alguém interessante por lá. E posso dizer que ganhei na loteria porque além de alguém interessante, a garota é muito gata. Seu nome é Silmara, 29 anos nordestina, pele clara, olhos verdes, cabelo liso e longo bem escuro, 1,60 de altura segundo ela mesma e uns 55 kg. Corpo magro, proporcional, delicioso.

Conversamos algumas vezes no virtual e marcamos nosso primeiro encontro no cinema. Como eu não tinha carro combinamos de nos encontrarmos na catraca da Estação Santa Cruz do metrô, que dá acesso direto ao shopping de mesmo nome. Coloquei um jeans, uma camisa polo, me perfumei e fui ansioso ao encontro dela. Fiquei com receio de não reconhecê-la entre as centenas de pessoas entrando e saindo, mas não teve como, ela estava vislumbrante com um jeans escuro apertado, uma botinha preta e uma blusa vermelha brilhante que destacava ainda mais seus olhos. Nos cumprimentamos ainda tímidos, aliás, ela era mais tímida que eu, e fomos para o cinema. Lá nos beijamos algumas vezes, beijos lentos, molhados, mas nada mais que isso. Como era o primeiro encontro não quis ser ousado demais.

Depois do cinema comemos e a acompanhei até em casa. Já era umas 21 horas e a rua no bairro dos Campos Elíseos onde ela residia não era a mais segura, até porque ficava a alguns quarteirões da então chamada Cracolândia, que hoje não existe mais. A Silmara morava em um prédio antigo, sem elevador, três andares, com uma entrada estreita. Morava ela e uma prima que tinha um filho. Provavelmente por esse motivo ela não me chamou para subir, mas também não me deixou na rua. Entramos e ficamos no corredor de entrada do prédio, que tinha uns 20 metros. No início do corredor a porta para a rua, de aço com aqueles vidros antigos que você não consegue ver o que está do outro lado, só o vulto. No final do corredor uma escada à direita para subir para os apartamentos.

Ela me pegou pela mão e ficamos exatamente no meio do corredor. Estava meio frio, mas os beijos ficaram intensos e o calor veio rápido. Como ela é mais tímida que eu fui tomando a iniciativa, colocando a mão por baixo de sua blusa sentindo sua cintura e suas costas que estavam frias enquanto nos beijávamos. E ela foi retribuindo colocando também suas mãos por baixo da minha camisa, alisando minhas costas, meu peito. Então ousei mais colocando uma das minhas mãos por trás do seu pescoço, beijando com mais intensidade sua boca e colocando a outra por dentro de sua calça por trás, apertando sua bunda contra o meu corpo e sentindo o contorno da sua calcinha pequena. Senti sua respiração acelerar e continuei a beijando intensamente, forçando meu corpo contra o seu.   Da sua bunda fui contornando seu quadril com a mão por dentro da calça chegando na parte da frente. Ela se encolheu um pouco dando espaço para minha mão alcançar sua buceta, que senti molhada por cima da calcinha, então tirei minha mão, abri o botão, desci o zíper e coloquei minha mão novamente, dessa vez por dentro da calcinha e comecei a tocá-la, acariciando seu clitóris com o dedo enquanto nos beijávamos. Ela tímida, não expressava muitas reações além da respiração ofegante. Meu objetivo era fazê-la gozar na minha mão, já que seria muito arriscado tentar qualquer coisa a mais ali. E de fato, de repente escutamos um barulho na porta. Tirei minha mão, levantei o zíper rápido mas não deu tempo de fechar o botão, então a abracei e disfarçamos estarmos apenas nos beijando enquanto uma senhora de uns 70 anos passava para subir para o seu apartamento. Depois disso nos beijamos novamente, mas com medo ela preferiu pararmos por ali. Me despedi e fui embora com o cheiro delicioso dela nas mãos.

Continuamos conversando durante a semana e marcamos novamente de nos vermos. Dessa vez ela pediu para que eu a pegasse em casa. E lá fui eu a caminho do apartamento da Silmara naquela tarde de sábado. Interfornei, ela destravou a porta do prédio e pediu para subir. Bati na porta e ela me atendeu com um beijo no canto da boca e me apresentou a prima Cassia e seu filho Bernardo. A Silmara estava com um pijama escuro, calça larga e blusão. E a Cassia estava de saída com o Bernardo. Eles saíram e a Silmara pediu para aguardar uns minutos na sala enquanto ela ia tomar banho e se trocar. Então entrou para o outro cômodo e escutei o barulho do chuveiro. Supus que era um quarto com suíte.

Ao sair do banho ela pediu novamente para esperar um pouquinho que ela já estava se trocando. Sò que tinha um detalhe: ela deixou a porta do quarto aberta. E apesar de não dar para vê-la do sofá da sala, aquilo me deixou com tesão. Esperei uns dois minutos e não me aguentei, levantei e entrei no quarto devagar. Ela estava atrás de um biombo se trocando. Cheguei perto e disse:

- Oi...

Ela tomou um susto e sorriu. Estava com um sutien preto, ainda não tinha colocado uma blusinha, calcinha preta, meia calça e estava subindo um shortinho social cinza quando eu entrei.

- Você está linda!

Não dei tempo para ela terminar de subir o short, fui beijando sua boca, envolvendo seu corpo e direcionando-o para a direção da cama, fazendo-a cair deitada e vindo por cima dela beijando. Logo estava dando beijos molhados em seu pescoço, sua orelha e descendo pelo seu corpo. Desabotoei o sutien e passei a chupar com vontade seus seios, alternando com carícias com a língua. Olhei para o seu rosto e ela estava com os olhos fechados, cara de prazer. Fui descendo os beijos passando pela sua barriga, contornando seu umbigo com a língua. Ao chegar na cintura parei, puxei seu short que já estava abaixado, puxei também sua meia calça tirando-a, em seguida tirei minha camisa, me abaixei e fui beijando seu púbis, baixando sua calcinha conforme ia desvendando seu corpo. Terminei de tirar sua calcinha, passei as mãos suavemente por suas coxas, abri suas pernas devagar, dei um beijo em sua vagina sentindo os grandes lábios, fui beijando em torno dela, a virília até chegar no clitóris, onde literalmente dei um beijo de língua demorado, depois comecei a chupá-la com tesão. A cada gemido mais alto chupava com mais vontade.

Depois de alguns minutos chupando a Silmara e com o pau muito duro, tirei minha calça, a cueca, peguei rápido uma camisinha, coloquei e fui por cima dela penetrando de uma vez. Deixei ele dentro uns segundos enquanto olhava seus olhos e sua reação. Ela me olhava fixa de volta, então a beijei com mais desejo e comecei a estocar em um papai e mamãe gostoso. Coloquei minha mão por baixo da sua bunda e meti com ainda mais força.

Então pedi para ela vir por cima. Me deitei na cama e ela sentou no meu colo, de costas pra mim e começou um movimento de vai e vem em que eu sentia meu pau envergando dentro dela e batendo na parede do útero. Que tesão! Ela forçava seu corpo em movimentos espaçados, mas cada um com uma força maior do que se fizesse movimentos contínuos. E eu a segurava pelo quadril admirando aquele corpo magro em cima de mim.

Estava quase para gozar, então pedi para pegá-la de quatro. Me levantei pra fora da cama, puxei seu corpo na minha direção, passei a mão com vontade naquela bunda branca magrinha e redonda, me abaixei e dei uma chupada gostosa na sua buceta molhada, subindo minha língua e passando pelo seu cuzinho antes de levantar e colocar meu pau inteiro. Então fui metendo com calma, sem pressa pra que aquilo acabasse. E ela silenciosa só dava pequenos gemidos. Provoquei perguntando se estava gostoso e só escutei um "Sim!". Então fui aumentando o ritmo, dando tapas na sua bunda que foi ficando vermelha. Que delicía sentir meu pau dentro dela e meu púbis batendo na sua bunda. Estava quase gozando, então a segurei pelo quadril e fui metendo com mais força, até que gozei dentro dela. Senti os jatos de porra saindo e até achei que pudesse ter furado a camisinha, mas não tirei.

Depois de gozar continuei metendo até onde a sensibilidade do meu pau permitiu. Então tirei e deitei ao seu lado olhando em seus olhos verdes. Ela sorrindo e me olhando em silêncio.

- Foi bom?

- Uhum.

Nos lavamos e no final acabamos nem saindo. Ficamos no apartamento dela assistindo um filme como namoradinhos.

Depois disso a encontrei outras vezes na casa dela ou da irmã dela. Ela sempre marcava em dias e horários que não teria ninguém em casa e acabávamos transando. Isso durou um tempo até ela alegar que a família era contra o relacionamento e que ela preferia não continuar. Eu sinceramente não estava apaixonado a ponto de exigir demais para continuarmos, então depois de duas ou três tentativas desisti e vida que seguiu. Mas foi uma delícia enquanto durou.

Foto 1 do Conto erotico: Silmara, a morena de olhos verdes


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
Silmara, a morena de olhos verdes

Codigo do conto:
265031

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
22/06/2026

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2

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