Na época já jogava vôlei e era capitão do time masculino da escola. A capitã do time feminino chamava Karla, uma morena com os seus 1,75 de altura, cabelos curtos repicados na altura dos ombros, nariz levemente arrebitado, corpo magro com bunda e seios médios.
Karla era o tipo de pessoa animada, que gostava de se vestir no estilo esportivo mesmo, não tinha muita vaidade, não era a mais bonita da turma mas mesmo assim tinha um corpo que chamava a atenção. E um detalhe, gostava de estar mais entre os meninos do que ficar com as meninas durante o intervalo. Na verdade em geral estava jogando e quando não estava jogando estava conversando comigo ou com colegas.
E por ter mais afinidade com os meninos, ela entrou no meu grupo para fazer um trabalho de biologia. Quatro meninos e ela. Marcamos uma tarde para fazer o trabalho na casa dela. Morava só ela e a mãe, que trabalhava. Chegamos os quatro, tomamos um suco, fomos fazendo o trabalho e fazendo piadas típicas de adolescentes. E a Karla participando, tirando onda, nada demais.
A sala da casa dela tinha uma porta grande de vidro jateado que dava para fora. Pegava a parede inteira e pelo formato estreito da casa não tinha janela. A noite foi caindo e a luz foi diminuindo, até que ela ascendeu a luz. Aí um dos meninos, chamado Abílio, um ruivo gordinho filho de portugueses, faz uma proposta: jogarmos o jogo do duvido, uma versão alternativa do verdade ou mentira onde a pessoa primeiro respondia se cumpria o que a outra duvidava ou respondia uma pergunta geralmente indecorosa.
A brincadeira começou e segredos começaram a ser revelados, um dizendo se ainda era virgem ou não, o outro dizendo com quem perdeu a virgindade, o outro dizendo se já beijou da escola. A Karla foi a última da primeira rodada e preferiu respondeu a pergunta se ela já tinha tido desejo de ficar com uma menina. A pergunta tinha sentido, já que ela estava sempre com os meninos. A resposta foi não, que ela gostava de menino mesmo.
Na rodada seguinte, ao chegar na Karla, ela aceitou o duvido, sem saber do que se tratava. E o Abílio desafiou: duvido você encher o Guilherme de cócegas. Ela deu um sorriso sarcástico, olhou para ele e fez menção de levantar. Guilherme era um menino moreno, magro, estava sendo no sofá do lado direito da Karla, Eduardo, o outro membro do grupo, estava do lado esquerdo, enquanto o Abilio estava em pé ao lado do sofá, mais perto da parede, e eu em outro puff mais perto da Karla.
Karla estava vestida com um conjuntinho de blusa e short, sendo a blusinha com uma alça grossa e o short com uma rendinha na barra. Quando ela se deslocou na direção do Guilherme para fazer cócegas nele acabou ficando quase ajoelhada no sofá deixando as coxas e a polpa da bunda à mostra sem perceber. Nisso eu olhei aquela cena e olhei para o Abilio, que entendeu a mensagem. Ele estava do lado do interruptor e desligou a luz. Nessa hora foi todo mundo pra cima da Karla com o pretexto de fazer cócegas nela também, menos o Guilherme que acabou ficando por baixo. O Eduardo que estava do lado oposto no sofá foi quem se deu melhor, ficando exatamente atrás dela, eu fui por um lado e o Abilio ficou com o lado do encosto do sofá, não conseguindo fazer muita coisa.
As cócegas logo se tornaram um apalpamento geral e a gente só escutava a Karla falando "Pára! Pára!" e tentando se desvencilhar. Como estava totalmente escuro ela não sabia de quem eram exatamente as mãos e só lembro de ter colocado uma das mãos por dentro da blusinha dela apalpando os seios por cima do sutien e a outra coloquei por dentro do short dela, apertando a bunda. De repente percebo o Eduardo puxando o short dela pra baixo até quase o joelho e atolando a mão dele também. E o Abilio, que estava numa posição não muito privilegiada, acabou acendendo a luz novamente.
Nisso a Karla levantou rapidamente o short, ajeitou a blusinha e disse que aquilo tinha sido muita sacanagem e que ela não tinha gostado. Ficou um climão, eu fiz de conta que não tinha nada a ver com a história e ela falou que era melhor a gente ir embora.
Depois de um tempo confirmamos o que desconfiávamos: ela realmente gostava de meninas.
viniciuscria525