Não coloca dentro, tô confiando em você

Oi, meu nome é Vinicius, tenho 23 anos, 1,78m, olhos e cabelos castanhos, corpo de magro para médio, bem definido.

Recentemente minha mãe quis passar uns dias no interior do Paraná para rever alguns parentes e como não queria ir sozinha, pediu para eu levá-la de carro. Viajamos na sexta à tarde e chegamos à noite na cidade, onde ficamos hospedados na casa dos meus tios.

No sábado à tarde, depois de descansarmos, ela pediu para que eu a acompanhasse na visita na casa de uma amiga de infância. Chegando lá conheci a Ligia, filha dessa amiga, uma menina linda, 15 anos, a típica galega, pele clara, cabelos loiros, olhos azuis, descendente de alemães com um corpo lindo, seios e bunda proporcionais e claramente ainda em desenvolvimento.

Para deixar minha mãe e a amiga mais à vontade, acabamos indo para a varanda onde conversamos sobre assuntos variados: gosto musical, lugares que gosta de ir, o que gosta de fazer, roupas que gosta de usar... Até chegarmos no assunto de namorados, que foi puxado por ela.

- Você namora, VInicius?

- Não. Já namorei, já tive umas ficantes, mas tô sozinho agora.

- Você deve ter muitas meninas interessadas, né, porque você é bonito.

- Ah, valeu, você também é.

- Pena que é bem mais velho, não ficaria comigo.

Nessa hora senti o interesse mas pensei mesmo na idade dela. E já tinha visto esse filme antes. Pior ainda numa cidade de interior que todo mundo se conhece. Então respondi:

- Você é uma menina linda. Deve fazer sucesso por aqui. Por que você ia querer ficar comigo?

- Porque os meninos aqui são muito chucros e você é gato. Ai... Desculpa, falei sem querer.

- Não liga pra isso... Mas você nunca ficou com ninguém?

- Já fiquei sim, com três meninos, mas foi só uns beijos, nada demais. Você ficaria comigo?

- Ficaria, você é linda. Mas teria que ser em um lugar bem escondido pra ninguém ver. A gente tem uma diferença de idade e a cidade é pequena, não ia querer que você ficasse mal falada.

- Você tá de carro, né?

- Tõ sim.

- Eu conheço um lugar. Você pode me pegar amanhã umas 2 da tarde? Eu te mando a localização no zap.

- Posso.

- Então tá combinado.

Nisso ela veio na minha direção, me deu um selinho e me chamou para voltarmos para a sala onde nossas mães estavam. À noite ela me mandou a localização para nos encontrarmos, era uma pracinha quase na saída da cidade.

No domingo cheguei cedo na praça, estava vazia, parecia que todo mundo tinha resolvido dormir o dia todo. Parei o carro, fiquei escutando música e esperando a Ligia, que vi minutos chegando pelo retrovisor. Estava linda: blusinha preta, uma saia estilo colegial branca e uma sandalinha branca combinando. Eu estava com uma camiseta de algodão preta, calça escura e sapatênis. Saí do carro e nos cumprimentamos com um beijo no canto da boca.

- Ual, você tá linda!

Ela deu uma voltinha e respondeu:

- Gostou? Me arrumei pra você.

- Gostei muito. Acho que nunca saí com uma garota tão linda assim.

Abri a porta do carro, ela entrou. Entrei no banco do motorista e assim que entrei reclinou o corpo na minha direção e nos beijamos. Ela me beijou de um jeito acelerado, meio aflito e notei que realmente a história dos três meninos era verdade, nunca tinha beijado alguém que realmente beijasse bem. Ela voltou para o seu lugar e colocou o cinto. Eu perguntei:

- Então, vamos pra onde?

- Segue essa estrada que eu vou te guiando.

Pegamos a estrada saindo da cidade e minutos depois uma estrada de terra. Passamos por plantações de soja, feijão, algumas chácaras, até chegamos a um lugar ermo. Ligia me pediu para parar embaixo de uma árvore numa curva, na base de um morro. Achei que fossemos ficar ali embaixo daquela árvore, na sombra, mas ela saiu do carro.

- Vem, Vini, a gente tá quase chegando.

Saí, ela me pegou pela mão e foi me guiando morro acima. Conforme íamos subindo era impossível não reparar nas suas pernas, suas coxas torneadas para sua idade e sua bunda que, conforme ela dava passos subindo, acabava ficando exposta para mim que vinha atrás e abaixo. A calcinha branca, nem tão pequena e nem tão grande, deixava à mostra boa parte da polpa daquela bundinha gostosa. Tenho certeza que não foi intensional, mas estava me deleitando com a cena.

Subimos uns 20 metros até um platô no alto do morro onde haviam algumas árvores e algumas rochas grandes. De lá dava para ver a cidade ao fundo. Ela me conduziu até uma pedra grande embaixo de uma árvore e foi se encostando na pedra como quem me chamava.

- Quando eu tô meio pra baixo caminho até aqui pra ficar sozinha olhando pra cidade, pensando na vida.

- É um lugar lindo mesmo.

Eu disse já encostando meu corpo no dela e a beijando. Esse foi um beijo mais intenso. Ela fechou os olhos e percebi que se entregou completamente. Eu fui tomando a iniciativa, segurando sua nuca com uma das mãos e com a outra envolvendo seu corpo, passando pelo seu quadril, subindo por suas costas por baixo de sua blusinha. Aos poucos ela foi se soltando e fui sentindo suas mãos por baixo da minha camiseta arranhando minhas costas devagar.

Eu sabia que a Ligia era virgem e que provavelmente não aconteceria nada demais ali além de alguns beijos, mas de repente ela me faz um pedido:

- VIni...

- Oi Li.

- Eu te falei que só fiquei com três meninos e que só foram uns beijos, né... Então... Eu não queria perder a virgindade hoje, mas... Eu queria sentir um pouco como é, sabe, sem fazer.. E gostei tanto de você...

Ela me disse isso com um olhar terno e desejoso, sincero. E eu pensei comigo "Não é possível, a carne caiu no prato do carnívoro de novo". E respondi com uma voz terna:

- Tá bom, Li, mas você vai ter que confiar em mim, tá?

- Tá bom.

Então me coloquei na posição de um professor pra ela. Beijei novamente sua boca, depois coloquei suas mãos na minha camiseta e fui subindo, fazendo menção para que ela tirasse. Quando ela tirou minha camiseta coloquei as mãos dela no meu peitoral e deixei que fosse passando a mão pelo meu peito, abdômen... Aquilo foi me deixando mais excitado, então projetei meu corpo conta o dela, que estava encostado na pedra, e dei mais um beijo intenso e lento. Aos poucos ela foi relaxando e nossas línguas conversando, minhas mãos subindo pelas suas coxas, sentindo o contorno de sua calcinha no quadril, avançando pela sua barriga, costas, até subir por completo sua blusinha e tirá-la. Em seguida beijei sua boca novamente e enquanto beijava desabotoei seu sutien branco desvendando seus seios de mamilos rosados, bicos durinhos de tesão. Nessa hora a respiração da Ligia ficou bem acelerada e tentei tranquilizá-la.

- Eles são lindos.. Calma, fique tranquila.

- Eu estou. Continua.

Nisso fui beijando seu pescoço e ao mesmo tempo acariciando seus seios com uma das mãos e com a outra segurando seu quadril. Então fui descendo meus beijos na direção dos seus seios e comecei a beijá-los, passar minha língua devagar por seus mamilos e a chupá-los com delicadez, às vezes passando meus dentes por eles devagar e arrancando suspiros. Então percebo ela colocando as mãos por dentro da minha calça, pela parte de trás, alisando e apertando minha bunda. Para ajudá-la, com a mão que estava apoiando em seu quadril eu desabotoei a calça jeans que estava usando e abri o zíper e senti quase instantaneamente suas mãos pequenas contornando meu quadril e vindo para a parte da frente enquanto eu ainda chupava seus seios e apertando meu pau por cima da cueca, que delícia. Nessa hora me afastei um pouco de seus seios, peguei sua mão e coloquei por dentro da cueca, voltando a beijar sua boca em seguida.

Ligia começou a apertar meu pau com a mão inteira e depois passar os dedos na cabeça dele enquanto nos beijávamos, então ela começou a punhetar gostoso, devagar, minha calça acabou caindo e ficando na altura da canela e seguimos nos beijando com ela assim batendo uma punheta gostosa alguns minutos enquando ao msm tempo eu acariciava sua bunda com a saia levantada.

Então tirei sua mão do meu pau e troquei de lugar com ela, eu ficando encostado na pedra e ela na minha frente. Enquanto trocávamos de lugar aproveitei para tirar completamente minha calça e coloquei ao lado da pedra junto com a blusinha e o sutien dela. Virei ela de costas pra mim e enquanto ela virava de costas baixei e a cueca e deixei cair de propósito, tirando antes que ela encostasse seu corpo no meu. Ela encostou uma primeira vez de saia, então eu levantei a saia e falei:

- Só sente.

- Tá.

E comecei a roçar meu pau na bunda dela, ainda por cima da calcinha. E ela começou a forçar seu corpo pra trás querendo sentir mais. Conforme ia roçando envolvi seu corpo apertando seu seio esquerdo com a mão esquerda e com a mão direita comecei a tocá-la por cima da calcinha, que rapidamente ficou molhada. Comecei a fazer movimentos mais rápido na sua bunda com meu pau, beijando sua nuca, seu pescoço e já colocando dois dedos por na sua boceta por dentro da calcinha. Ligia começou a gemer de olhos fechados, fazendo caretas gostosas e forçando seu corpo pra trás batendo no meu pau.

- Quer sentir de frente? - Falei sussurrando em seu ouvido.

- Uhum... - Uma resposta quase como um grunido.

Coloquei ela encostada novamente na pedra, de frente pra mim e dei um beijo na sua boca. Em seguida baixei sua saia fazendo-a cair e ela levantou os pés tirando por completo. Posicionei meu pau duro entre as suas pernas e comecei a fazer movimentos de vai e vem misturando o líquido do meu pau com a calcinha molhada da Ligia. Ela estava gemendo gostoso baixinho e eu morrendo de vontade de enfiar meu pau naquela boceta gostosa.

- Li, quero sentir você sem a calcinha. Posso?

Resposta rápida com voz acelerada:

- Pode. Mas não coloca dentro tá, Vini, por favor. Tô confiando em você.

Pensei em ignorar o pedido como tinha feito com a Karen (conto "Karen, a pequena vizinha sado"), mas preferi respeitá-la. Vai que dali ela me acuse de estupro, aí seria difícil provar que foi algo consensual. Então baixei sua calcinha, que ela deixou cair no chão e em seguida colocou de lado com um dos pés, e posicionei meu pau na entrada da sua boceta, com ela em pé e as pernas entreabertas. Fui roçando gostoso sentindo a cabeça passar pelos grandes lábios dela, aquele líquido deixando os dois muitos molhados, excitados, comecei a fazer movimentos pra frente e pra trás estocando mas sem penetrar. Então pedi para ela virar de costas e apoiar as mãos na pedra, o que ela atendeu com prazer.

Olhei por um instante aquela galega perfeita naquela posição de submissão a mim, aquela bunda, aquele corpo... Me agaixei atrás dela e dei uma chupada gostosa na sua boceta por trás me segurando em suas pernas e arrancando um gemido alto. Que delícia sentir seu gosto em minha boca! Depois me levantei e comecei a passar meu pau pela sua bunda... De um lado, do outro... Coloquei no meio tomando o cuidado de não penetrá-la, vendo seu cuzinho rosado, lindo.. Fui roçando, quase metendo por trás gostoso, às vezes passando a cabeça do pau pelo seu cuzinho de propósito e gerando pequenos contorcionismos da parte dela. Fui aumentando o rítmo e senti que mais um pouco eu iria gozar, então diminuí o rítmo das bombadas, contornei seu corpo com a mão e enfiei o dedo do medo na sua boceta, batendo uma siririca gostosa enquanto ia metendo devagar por trás sem penetrar. Alguns instantes depois a Ligia começa a se contorcer...

- Vini, Vini, acho que eu vou gozar, aí. Ai... Aaaaaaiiiiiii!!!

Senti meu dedo ficando encharcado e aumentei o ritmo novamente. Coisa de um minuto depois senti que eu também ia gozar.

- Li, vira, eu vou gozar!

Nessa hora a Ligia virou rápido e se agaixou na minha frente pedindo pra gozar na cara dela. Eu enfiei meu pau uma vez só na boca dela, inteiro e ao sentir o calor daquela boca nele percebi que ia explodir. Tirei o pau pra fora e gozei muito, um jato forte seguido de mais três menos intensos no rosto e nos seios da Ligia, que me olhou com uma cara de espanto.

Silêncio por um momento. Ela ainda agaixada na minha frente, rosto e seios sujos. Eu na frente dela suado, exausto. Ela se levanta.

- Nossa, Vini... Isso foi intenso...

- Gostou?

- Amei... Mas agora a gente precisa se limpar. Tem papel higiênico no seu carro?

- Tem.

Vesti a cueca e a calça. Fui no carro, peguei o papel higiênico e voltei. Nos limpamos como deu, terminamos de nos vestir e voltamos para a cidade como se nada tivesse acontecido. Nos encontramos mais duas vezes naquela semana, antes da minha volta a São Paulo, mas infelizmente ela ainda não se sentiu confortável para perder a virgindade.

Foto 1 do Conto erotico: Não coloca dentro, tô confiando em você


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


269023 - Karen, a pequena vizinha sado - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 7
268333 - Karla: abusada pelos quatro - Categoria: Confissão - Votos: 3
268079 - Não aguentei, tirei a virgindade dela na véspera do aniversário - Categoria: Virgens - Votos: 5
266562 - A armadilha do banho - Categoria: Virgens - Votos: 3
266287 - Aline, a filha da amiga da minha mãe - Categoria: Virgens - Votos: 7
266019 - Era para o outro tirar a virgindade dela, mas fui eu (parte 2) - Categoria: Virgens - Votos: 7
265733 - As quatro primas no sul - Categoria: Fetiches - Votos: 1
265031 - Silmara, a morena de olhos verdes - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
264631 - As novinhas bêbadas da festa - Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
264630 - As novinhas bêbadas da festa - Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
264457 - Arregaçando a novinha - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
263941 - Era para o outro tirar a virgindade dela, mas fui eu - Categoria: Virgens - Votos: 11
263548 - Comendo a prima e a amiga - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
262950 - Você germinou dentro? - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
262361 - DESVIRGINANDO MINHA PRIMA DEBORA - Categoria: Incesto - Votos: 7
261994 - ROBERTA E O TRABALHO DE ESCOLA - Categoria: Virgens - Votos: 5
260646 - CONFIANÇA É A BASE DE TUDO - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
259599 - A CHUVA E A FODA ATRÁS DA BIBLIOTECA - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
258917 - BOQUETE DE CONSOLAÇÃO - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
258363 - DE UM APP PARA A CAMA: A PERFEIÇÃO DE OLHOS VERDES - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
257971 - A FILHA DA EMPREGADA - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
257966 - Oportunidade na casa paroquial - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
257868 - As amigas da escola - Categoria: Heterosexual - Votos: 9
257865 - A garota da festa junina - Categoria: Masturbação - Votos: 2
257731 - O presente inesperado - Categoria: Incesto - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
Não coloca dentro, tô confiando em você

Codigo do conto:
269284

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
07/08/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1