Eu passei algum tempo sem contato com a Aline, mas tinha terminado de uma forma tranquila, eu havia explicado os porquês e, mesmo que ela tenha ficado um pouco triste, compreendeu.
Mas passados uns dois meses recebo uma mensagem dela convidando para o seu aniversário de 16 anos. Respondi de forma educada que seria estranho eu aparecer, já que tinha dado uma sumida da casa dela e os pais dela achariam no mínimo estranho, para não dizer inconveniente, que eu aparecesse novamente do nada. Mas ela argumentou que ela mesma já tinha falado com os pais e que estaria tudo bem e que talvez até minha mãe aparecesse na festa. Então acabei aceitando, a princípio sem pretensão nenhuma.
A festa aconteceria no sábado. Na sexta de manhã a Aline me manda uma mensagem perguntando se eu podia ir na casa dela à tarde ajudar a fazer a decoração. Ela sabia que eu não estava trabalhando e eu não tinha nada mais interessante pra fazer, então topei.
Fui para a casa dela perto das 2 da tarde pra não correr o risco da mãe dela me fazer almoçar, não tava muito na pegada de ficar conversando com os pais dela. Toquei a campainha e a Aline veio me atender. Estava com um conjuntinho sensual de blusinha e saia brancas, me recebeu com um abraço, me deu um beijo no canto da boca e me pegou pela mão para entrar.
Ao entrar percebi um silêncio além do normal. O pai dela estaria trabalhando, mas a mãe deveria estar em casa.
- Cadê sua mãe?
- Foi no centro comprar umas coisas pro aniversário. Acho que vai demorar um pouquinho, ela acabou de sair.
- Hum... E as decorações pra colocar, estão onde?
- Ela vai trazer.
Nisso a Aline veio na minha direção querendo me beijar.
- Não, Aline, a gente já conversou sobre isso. Eu não quero magoar você nem as nossas famílias.
- Você não vai me magoar, fica tranquilo. Me dá só um beijo então e eu não te encho mais.
Olhei para ela na dúvida se acreditava naquilo ou não, mas lembrei das outras oportunidades e pensei que um beijo ainda deixaria a situação sob controle.
- Ok, um beijo só.
Ela veio na minha direção, ergueu os pés pra alcançar minha boca, eu também me abaixei ligeiramente e nos beijamos. Foi um beijo só, mas que demorou uns cinco minutos. Percebi que ela estava se empolgando com as mãos por baixo da minha camiseta, então coloquei um limite e a afastei.
- Combinamos um beijo. Pronto. Melhor eu ir embora agora já que sua mãe vai demorar.
- Não, fica. Depois não vai ter ninguém pra ajudar. Ela não vai demorar tanto assim. Vou parar de te encher o saco. Pode ficar tranquilo aqui na sala, eu vou pro meu quarto e daqui a pouco eu volto.
Concordei. Ela foi para o quarto dela e eu fiquei sentado no sofá da sala olhando o celular. Só que o tempo começou a passar e nada da mãe dela chegar ou dela voltar para a sala. Me levantei e fui até a porta do quarto. Ela estava escutando pagode deitada de bruços na cama lendo um livro. A saia mostrando a polpa da bunda. Aquilo mexeu comigo mas me contive.
- Aline!
- Oi.
- Vim ver se você tá viva ainda, porque não voltou pra sala.
- Fala a verdade, tava com saudade né.
- Até parece.
- Aproveita que você tá aqui e me faz uma massagem, acho que fiquei de mal jeito, agora tô com os ombros e as costas doendo.
Sabia que deveria recusar, ela ia querer me beijar de novo. Apesar disso, também sabia que ela era virgem e que a mãe dela chegaria a qualquer momento, então ela não seria louca de tentar algo a mais.
Então aceitei e sentei do lado dela massageando os ombros. Enquanto massageava ia olhando seu corpo, suas pernas, sua bunda e aquilo foi me deixando com tesão.
- Massageia minha lombar também.
- Tá bom.
Levantei sua blusinha até o meio das costas e comecei a massagear sua lombar e de propósito fui deixando minha mão seguir na direção da bunda, até estar com a mão inteira em cima da bunda dela por cima da saia.
- Acha que tô com dor na bunda também?
- Não sei, você está?
- Hum.. Não sei, continua fazendo essa massagem pra ver se eu descubro.
Aquele sinal verde me deixou com um tesão absurdo. Levantei sua saia e comecei a apertar aquela bunda gostosa vestida com aquela calcinha branca pequena. Instintivamente com uma mão continuei a apertar a bunda dela e com a outra baixei minha bermuda, ficando de camiseta e cueca. Então fui por cima dela sarrando aquela bunda com meu pau.
- Vini, que isso?
- É uma massagem mais íntima. Quer que eu pare?
- Não! Continua!
Nisso fui encoxando ela fazendo movimentos de vai e vem e ao mesmo tempo segurando ela pelos ombros, beijando sua nuca e o seu pescoço. Ela empinou a bunda e o tesão aumentou ainda mais, então tirei o pau pra fora da cueca e fui enviando no vão da bunda dela entre a calcinha e a buceta que já estava bem melada.
- Vini, me come! Eu quero você de presente de aniversário!
Quando ela falou isso nem pensei, só puxei a calcinha dela até o joelho e fui forçando até sentir meu pau começar a penetrá-la. Nisso ela deu um grito baixo de dor e eu parei um pouco o movimento.
- Vini, você tem camisinha?
- Tenho, mas deixa eu sentir você um pouquinho.
- Tá. Toma cuidado, eu não tomo remédio. E sou virgem.
Eu já sabia que ela era virgem e imaginava que não tomava remédio, mas naquele momento queria aproveitar. Voltei a bombar meu pau devagar naquela buceta com aquela bunda arrebitada pra mim. Quando percebi ela levemente relaxada comecei a meter mais forte. Só escutava a respiração acelerada e os gemidos baixinhos dela.
Então do jeito que ela estava de bruços na cama puxei seu quadril pra cima com meu pau dentro, fazendo ela ficar de quatro pra mim e fui metendo gostoso segurando ela pelo quadril. Às vezes apertava cada lado da bunda dela com a mão, abrindo e deixando seu cuzinho exposto. Que visão linda. De repente a Aline começa a gemer mais alto e quase suplica:
- Vini, me come com força que eu acho que vou gozar!
Então comecei a bombar com ainda mais força, fazendo a cabeceira da cama bater na parede com os movimentos e fazer um barulho que a mãe dela escutaria da rua se estivesse chegando. Fui metendo com mais violência até ela dar um grito e ficar mole na minha frente.
Diminuí o ritmo com meu pau dentro dela ainda, até porque eu ainda não tinha gozado. Ela percebeu, então tirou meu pau e se virou.
- Você ainda não gozou, né? Então quero que goze na minha boca.
Estava com receio que a mãe dela chegasse, mas não queria ficar na vontade. Me levantei, fiquei em pé ao lado da cama. Ela deitou de lado na beira da cama e eu fui com meu pau na direção de seu rosto. Com a mão passei meu pau pelo rosto dela devagar até colocar na boca. Do jeito que ela colocou na boca eu a segurei pela cabeça e comecei a meter em sua boca sem dó, sentindo a cabeça do meu pau bater em sua garganta. Ela deu uma engasgada com a saliva, mas percebi que ela retomou o ar e continuei. Fui bombando colocando tudo na boca dela até a base, sentia as bolas encostarem no seu queixo. Fui metendo e olhando fixo em seus olhos, que ia sentindo meu pau em sua boca e retribuindo o olhar, até que senti que ia gozar.
- Vou gozar, Aline!
Nisso ela tirou meu pau pra fora como quem tinha se arrependido de pedir pra gozar em sua boca. Só deu o tempo dela tirar meu pau da boca e a porra veio forte. Gozei no seu rosto, espirrou na blusinha e um pouco na beira da cama.
Ela me olhou com um olhar um pouco assustado, mas depois sorriu. Se levantou e foi ao banheiro. Depois de uns instantes voltou com o rosto lavado e com uma toalha de rosto umedecida. Limpou meu pau com a toalha, depois passou na beira da cama onde tinha espirrado,
Não era para acontecer, mas aconteceu. Passaram-se uns 10 minutos e a mãe dela chegou. Foi por pouco.
viniciuscria525