O que vou contar hoje aconteceu no primeiro ano de faculdade, quando tinha acabado de alugar uma kitnet pra não perder duas horas pra ir e duas horas pra voltar da facul todo dia, já que até então eu morava bem longe de onde tinha resolvido estudar.
Quase todas as garotas da minha turma eram bonitas, algumas tinham namorados, outras não e eu estava naquele período de ir conhecendo o povo pra ver onde tinha alguma chance. Mas o professor de Ética deu uma mãozinha para acelerar o processo e fez a carne cair no prato do carnívoro. Organizou um trabalho em duplas e no sorteio caí com a Isabella, uma morena linda dos olhos cor de mel, cabelo bem escuro, mais ou menos 1,60m no estilo mignon com um corpo médio em tudo, dos seios à bunda.
O professor passou o trabalho e na sequência veio o intervalo, então resolvi chegar na Isabella e puxar assunto com o pretexto do trabalho. Caraca, que mina simpática, falou que tinha vindo do interior para a capital só para estudar e estava dividindo o apartamento com uma amiga, falou dos gostos musicais, de como tinha o sonho de se tornar uma profissional bem sucedida, enfim, muitas coisas. E, lógico, no meio da conversa pesquei que ela não tinha namorado.
Falei de fazermos o trabalho no apartamento dela, mas ela relutou, disse que a colega de ap é um tanto bagunceira e que não iria deixar a gente em paz para estudar. Então marcamos na minha kit no sábado pela manhã. Mas já pensando na possibilidade de rolar algo, joguei um verde e disse que tudo bem fazermos o trabalho na minha casa, mas tinha um hábito diferente que esperava que ela não ligasse. Ela ficou curiosa, mas não disse o que era, disse apenas que ela veria e esperava que agisse naturalmente.
No sábado quis impressionar. Comprei uns pães de queijo para fazer na airfrier, pães, frios, suco e deixei o café separado pra pasasr caso ela preferisse. Deixei tudo preparado, tomei um banho, coloquei uma calça de tactel e uma camiseta e fui encontrá-la na estação de metrô. Depois de alguns minutos esperando na catraca ela aparece sorrindo, linda, vestida com uma blusinha azul claro a qual olhando com atenção era possível ver seu sutien por baixo, uma calça legging preta e uma sandalinha.
- Você está linda!
- Seu bobo, não estou muito diferente de como vou pra faculdade.
- Talvez porque na faculdade tenha um monte de gente e eu não tinha parado ainda pra olhar só pra você.
- Hum... Ganhei atenção especial agora? Para com isso e vamos lá, a gente tem um trabalho para fazer.
Ela falou isso dando um tapa até carinhoso nas minhas costas. Saímos do metrô e caminhamos uns 10 minutos até minha casa. Subimos pelo elevador em silêncio e ao abrir a porta, por ser uma kitnet, ela já viu a mesa arrumada.
- Nossa, Vini, preparou até café?!
- Sim, você acha que não merece?
- Vou ficar mal acostumada assim, hein!
- Que bom então.
Seguimos conversando, tomamos café e em seguida retirei a mesa para transformá-la em nossa mesa de trabalho. Então comecei a colocar o meu plano em prática.
- Isa, vou ali me trocar e já volto... Ah, lembra que te falei do meu hábito diferente?
- Hummm! Tinha até esquecido, mas me fala aí o que é.
- Então... É que desde que me mudei pra cá me acostumei a não usar roupa em casa, sabe, ficar só de cueca... Não me sinto bem todo vestido, me dá uma sensação de liberdade. Você se importa?
Nessa hora a Isa ficou mais vermelha que um pimentão e refugou a resposta.
- Ah, Vini, sério isso?
- Sim, mas se você for ficar incomodada tudo bem, deixa pra lá.
Achei que a estratégia tinha falhado. Ainda meio sem graça ela respondeu:
- Não, a casa é sua, você faz o que você quiser. Vai lá.
- Beleza, já volto.
Fui para o banheiro, tirei a camisa e a calça e fiquei só com a boxer branca que tinha escolhido especialmente para a ocasião. Voltei e me sentei novamente à mesa com ela, que nitidamente ficou com um pouco de vergonha.
- Ah, não precisa ficar com vergonha não, encara como natural. Vamos fazer o trabalho.
- Tá bom.
Começamos a estudar mas tinha um detalhe: a mesa era redonda, de quatro lugares, com um tampo de vidro transparente. Ou seja, ao olhar para o caderno ou para os livros na mesa, era impossível ela não ver minhas coxas e o contorno do meu pau por baixo da boxer. E eu fazendo de conta que estava tudo bem, que não estava afim de nada.
Passou um tempo e ela sem querer solta um comentário:
- Deve ser grande...
E continuou com um olhar meio perdido.
- O que deve ser grande, Isa?
Ela voltou a si, me olhou vermelha e tentou corrigir.
- Nada, tava falando sozinha.
- Ah, fala o que você tava pensando então pra falar alto.
- Não, bobeira minha.
- Pode falar a bobeira então, só tem a gente aqui mesmo.
- Certeza que você quer saber? Você vai me achar, sei lá...
- Pode falar, relaxa, confia em mim.
- Que seu amigo deve ser grande. Pronto, falei.
- Que amigo?
Ela me olhou fixa nos olhos com um sorriso tímido, vermelha.
- Ahhhhh....
Ri como se ela tivesse me surpreendido, mas pensando que o plano estava dando certo. E respondi:
- Poxa, fico lisongeado com você falando isso, não esperava.
- Ah, me achou uma pervertida agora, né? Não devia ter falado...
- Pelo contrário, gostei muito. Quer ver ele?
- Vini.. Não..
Antes dela continuar tirei o pau pra fora da cueca. Já estava começando a ficar duro com a situação. A Isa suspirou.
- Nossa, grande mesmo.
Mas não esboçou nenhuma reação além disso. Então, como estava sentado ao seu lado, dei a volta na cadeira em que ela estava com meu braço direito a abraçando e a beijei lenta e intensamente. Senti sua respiração acelerada nos primeiros segundos e aos poucos relaxando com o beijo. Logo sua mão que estava sobre o meu peito foi descendo pelo meu abdômen e alcançando meu pau. Ela começou a apertar e a bater uma punheta maravilhosa enquanto a gente se beijava.
Tomei a liberdade de subir sua blusinha e tirá-la e ela sem tirar a mão do meu pau. Ao voltar a nos beijarmos desabotoei seu sutien e comecei a acariciar seu seios que em segundos estavam na minha boca, arrepiados, duros, molhados. Depois fui subindo beijando seu pescoço, passando meus lábios pelo seu corpo provocando suspiros, dei uma mordida carinhosa em sua orelha e sussurrei:
- Me chupa, Isa.
Nisso me afastei um pouco, ela me olhou nos olhos e foi se levantando da cadeira sem dizer nada. Colocou a cadeira um pouco para trás, se ajoelhou devagar na minha frente ainda me olhando nos olhos, em seguida começou a acariciar meu pau com as duas mãos devagar, das bolas até a cabeça e eu olhando sem acreditar. De repente ela segurou a base do meu pau e abocanhou colocando ele quase todo na boca, tirando devagar em seguida. Então começou a fazer o sexo oral mais gostoso que já recebi na vida, sem pressa, com desejo, se deliciando de mim enquanto eu estava ali sentado com as pernas abertas na frente dela, olhos fechados sentindo aquela sensação enquanto a acariciava os cabelos.
Depois de alguns minutos ela se levantou, beijou minha boca, virou de costas pra mim e começou a tirar a legging rebolando de um jeito sensual. Nem nas melhores projeções eu imaginaria aquilo. Ela tirou a legging deixando à mostra aquela bunda linda vestida com uma calcinha vermelha fio. Veio de costas e sentou no meu colo, roçando a bunda no meu pau. Que tesão!!! Eu segurava seu quadril com uma mão e com a outra envolvia seu corpo apertando seu seio enquanto ela rebolava. Então ela se levantou novamente, tirou a calcinha, virou de frente pra mim, jogou a calcinha na minha cara que acabou caindo ao lado da cadeira e veio no meu colo, de frente, encaixando quase instantaneamente sua buceta no meu pau e começou a cavalgar comigo forçando o pau e dando estocadas nela enquanto nos beijávamos.
Respiração acelerada, suados, adrenalina, endorfina, dopamina explodindo em nossos corpos. Mandei ela levantar e colocar as mãos na mesa e então comecei a meter por trás, inicialmente devagar mas logo estava dando estocadas fortes fazendo a mesa balançar.
- Ai, Vini, seu filho da puta, que pau gostoso é esse!!!!
E eu retribuindo dando tapas naquela bunda morena.
- Isa, tô quase gozando!
- Não, calma! Eu quero que você coma meu cuzinho!
Nessa hora abri um sorriso largo que ela não viu porque estava virada para a mesa e respondi:
- Tá bom.
Tirei meu pau pra fora da buceta, cuspi na mão e passei nele pra deixar ainda mais molhado e antes de comer aquele cuzinho delicioso me abaixei e caí de boca naquela buceta arrancando um gemido alto da Isa. Chupei até ela não aguentar e gozar na minha boca, prendendo minha cabeça entre as suas pernas. Então segurei sua bunda com as duas mãos e comecei a passar a língua em volta do seu cuzinho.
- Vini, você vai me deixar louca assim! Enfia seu pau, enfia!!!
Nisso me levantei rápido e fui forçando meu pau na entrada daquele cú gostoso. A Isa gemendo de dor e prazer e eu colocando meu pau até entrar inteiro. Depois comecei a bombar devagar tirando quase todo, deixando só a cabeça dentro e enfiando novamente. Então senti que estava quase pra gozar, segurei a Isabella pelos quadris e comecei a bombar com mais força.
- Isa, vou gozar!
- Goza, VIni, enche meu cú com essa porra, vai!
Ela falando isso só me encheu ainda mais de tesão. Meti com tanta força que a mesa quase virou, até sentir os jatos de esperma dentro dela.
Ambos suados e moles. Silêncio. A Isabella em pé, debruçada sobre a mesa, eu atrás dela com meu pau ainda dentro. Tirei devagar, a porra escorreu pela suas pernas. Pelo instinto ainda dei uma boa apertada naquela bunda. Ela se levantou, virou para mim, nos beijamos novamente e fomos para o banheiro onde tomamos um belo banho juntos.
E o trabalho? Talvez no fim de semana que vem.
viniciuscria525