Ao chegar toquei a campainha e a Bianca veio abrir como sempre fez quando estava em casa. Bianca estava linda, tinha passado chapinha em seus cabelos que já eram lisos, mas mulher tem dessas, e estava vestida com uma jardineira jeans e uma blusinha branca por baixo. Entrei esperando ver a Bia, mas fomos para a sala e nada dela.
- E a Bia, tá bem?
- Tá, ela tá lá no quarto.
Começamos a jogar. Passaram-se uns minutos e a Bia aparece vestida com uma saia colegial preta, blusinha branca de manga comprida, tênis branco, linda. Me cumprimentou com um beijo no rosto, me olhou sorrindo, se despediu da Bianca e saiu.
- Eu acho que a Bia tá afim de você.
- Por que você tá falando isso?
- Porque tem uns dias que vira e mexe ela pergunta de você e vi o jeito que ela te olhou agora.
- Acho que é bobeira sua. E ela não tá ficando com um carinha aí?
- Acho que tá, mas mesmo assim... Naquele dia que eu fui fazer a unha e você veio aqui em casa não rolou nada entre vocês não, né?
- Não, que isso...
- Humm... Porque se rolou eu vou ficar com ciúme hein...
- Como assim, ciúme? – Perguntei rindo e pensando que um raio não pode cair duas vezes no mesmo lugar... Ou pode?
- Ué, ela é minha irmã, você meu amigo, não posso ter ciúme?
- Se fosse rolar alguma coisa entre eu e a Bia você tinha é que apoiar, ia virar minha cunhada (risos). Mas faria mais sentido rolar alguma coisa entre a gente do que com ela.
Silêncio... A Bianca fica vermelha.
- Que foi? Por que você ficou vermelha?
- Pára, Vini, a gente é amigo.
- Mas amigos também podem ficar... Ou não?
Silêncio novamente. Dessa vez não aguentei em ver o rosto dela de vergonha. Pra mim aquilo era um sim que não estava conseguindo sair pela boca. Me levantei, fui até o lado dela na mesa, me abaixei e dei um selinho demorado em sua boca. Percebi que ela fechou os olhos sentindo e depois de alguns segundos voltou a si e tentou me afastar mas voltei e dessa vez dei um beijo de língua demorado em sua boca.
Nisso escutamos o portão abrir, era a Bia voltando. Disfarçamos, mas ela percebeu que tinha alguma coisa diferente. Então não fiquei muito tempo, ficamos embaraçados e fui embora logo. Mal chego em casa e vem a notificação de mensagem: “Obrigado pelo beijo, não estava esperando. Mas foi roubado, quero que devolva. Amanhã a Bia vai sair logo depois dos meus pais, vem tomar café comigo às 7h?”. E minha resposta: “Não vou devolver, mas posso roubar outros. Às 7h apareço aí. Bjo carinhoso”.
Passei a noite pensando no dia seguinte. Agora as imagens das duas irmãs estavam na minha cabeça e só pensava na possibilidade de comer a Bianca.
Chegando, toquei a campainha e a Bianca atendeu. Estava de pijama: uma calça bem molinha e larga de algodão rosa e uma blusinha de alça branca, com sutien por baixo. Me dei um selinho disfarçadamente, fez sinal de silêncio e disse que a Bia ainda não tinha saído.
- Se a Bia perguntar vou falar que você veio pegar uma blusa que acha que esqueceu aqui.
- Tá bom.
Entramos, sentei na mesa da cozinha, a Bianca me ofereceu um suco e fomos conversando coisas aleatórias. Até que a Bia aparece na cozinha só de calcinha e uma blusinha de alça preta.
- Ai, desculpa, não vi que você tava aí, Vini.
E voltou para trás. Instantes depois reapareceu com um shortinho curto. A Bianca ficou com uma cara de brava e eu sem saber o que uma sabia da outra, no meio do tiroteio de olhares enquanto conversávamos.
Então a Bia pediu licença e disse que ia tomar banho. Mal escutamos o barulho do chuveiro, a Bianca sentou no meu colo, de frente pra mim e me deu um puta de um beijo me pegando pela nuca e colocando a outra mão por baixo da minha camiseta. Fiquei de pau duro na hora e ela percebeu por baixo da calça de tactel que eu estava. Enquanto ela me beijava coloquei minha mão por trás, por dentro da calça dela sentindo sua bunda e contorno da calcinha.
O chuveiro desliga. A Bianca sai do meu colo. Disfarçamos. A lógica era a Bia ir para o quarto, mas ela volta para a cozinha de toalha e passa na nossa frente para pegar água no filtro, quase desfilando com os cabelos molhados, depois sai.
- Ela tá afim de você, não é possível. Tá provocando muito.
- Pode ser, mas a gente é que tá aqui.
Continuamos conversando bobeiras até que escutamos o secador de cabelos. Nesse momento dei mais um beijo na Bianca e ela me chamou para ver as plantas da mãe enquanto a irmã não saía. Me pegou pela mão e saímos para o quintal pela porta da cozinha.
Então a Bia passa por nós, dá um “Tchau” genérico e sai. Mal o portão se fechou e a Bianca me puxou novamente para dentro da cozinha. Dessa vez nos beijamos como loucos, ela estava sedenta e foi puxando minha camiseta para cima. Fiquei sem camisa e continuamos nos beijando. Enfiei minha mão por dentro da sua calça tocando sua vagina por cima da calcinha e nessa hora ela morde minha orelha e diz:
- Coloca por dentro.
Pedido atendido. Comecei a tocar uma siririca enquanto nos beijávamos com meu pau latejando de duro. Instantes depois ela tirou minha mão, se abaixou na minha frente e puxou minha calça e minha cueca pra baixo de uma vez, deixando meu pau extremamente duro à mostra. Apertou com as duas mãos enquanto beijava minhas bolas e depois foi subindo, lambendo até a cabeça. Fez movimentos com a língua na cabeça dele e depois, olhando nos meus olhos, começou a me chupar. Que sensação! Conforme ela foi chupando fui ficando mais excitado, segurei ela forte pelos cabelos e comecei a meter em sua boca. Me empolguei a ponto dela engasgar. Tirei meu pau da sua boca, ela sorriu, limpou a saliva que estava escorrendo da boca.
- Seu pau é muito gostoso, Vini!
- É mesmo? Então levanta que você vai sentir ele dentro de você agora.
- Humm.. Eu quero.
Ela se levantou, eu a virei para a mesa e assim como ela fez comigo, baixei a calça dela junto com a calcinha, que por sinal era vermelha.
- Você quer que eu te coma, Bi?
- Quero, Vini.
- Então pede pra mim.
- Me come, Vini.
- De novo.
- Me fode, Vini! Me fode agora!
Dei um tapa com força na bunda dela, que estava apoiada com os braços na mesa da cozinha, e enfiei meu pau devagar e comecei e estocar com força.
No ritmo que estávamos íamos gozar rápido. Então meti um pouco assim e em seguida sentei na cadeira e pedi para ela vir no meu colo. Ela sentou de frente pra mim, pernas abertas, me abraçou e começamos a nos beijarmos enquanto ela rebolava devagar com meu pau dentro. Depois começou a cavalgar me olhando fixamente nos olhos.
- Tá gostoso, Vini?
- Delicioso, Bi. Continua.
E a cavalgada continuou até que os gemidos dela ficaram mais intensos.
- Vini, vou gozar.
- Goza, Bi. Goza gostoso comigo dentro de você, vai.
Então ela sentou e começou a rebolar com força com meu pau dentro dela até que senti ela se contraindo e apertando forte meu pau com sua buceta. Em seguida ficou mole no meu colo, mas eu ainda não tinha gozado e voltei a fazer movimentos estocando nela.
Então ela levantou, se ajoelhou na minha frente comigo sentado na cadeira e voltou a me chupar com uma fome que eu nunca tinha visto. Foi chupando e ao mesmo tempo me punhetando com a mão até que não aguentei. Avisei que ia gozar mas ela não tirou meu pau da boca, passou a chupar mais, então gozei com força dentro da boca dela, que fez questão de colocar meu inteiro na boca, até a base e me olhar nos olhos com aquele jeito característico dela.
Ela sorriu, tirou meu pau da boca e foi ao banheiro. Não sei se engoliu ou não, mas voltou instantes depois com uma toalhinha de rosto molhada e limpou meu pau com carinho. Nos vestimos, fomos para a sala e ficamos ali abraçados um tempo nos beijando até próximo do horário da Bia voltar, então fui pra casa pra não deixar suspeitas.
viniciuscria525