O que vou contar aconteceu há cerca de dois anos. Como já disse em outro conto, não sou santo, mas cresci dentro da igreja e até pouco tempo era líder de grupos de jovens. E nessa posição visitava grupos de outras paróquias e por consequência conheci muita gente.
Juventude estourando, hormônios a flor da pele, era impossível não reparar nas meninas. Uma delas em especial chamava não só a minha atenção mas a de praticamente de todos os meninos ao redor. Seu nome era Gisele, era branca, olhos verdes, usava aparelho fixo nos dentes, cabelos lisos na altura das costas, mais ou menos 1,70 de altura, magra com um corpo tão delineado que parecia ter sido feito sob medida. E era mais velha que a média dos jovens que participava do seu grupo, já tinha 23 enquanto a maioria tinha 17, 18 anos. E por ser mais velha era também uma das líderes.
Como um líder regional, às vezes eu participava de reuniões com padres e lideranças de outros grupos de jovens. E fui marcada uma reunião na paróquia da Gisele, mais especificamente na casa paroquial, em uma terça-feira à tarde. O lugar era longe de casa e ainda não tinha carro, então cheguei bem em cima da hora. Quando cheguei lá Gisele já tinha chegado. O padre me atendeu, entrei e ela estava na cozinha, pra onde ele também me levou. Fiquei incomodado de saber que os dois já estavam lá, pensei se tinha rolado alguma coisa, bateu um ciúme, confesso.
Estava sentado à mesa com a Gisele. Ela estava com um vestido branco de alça, um pouco acima do joelho, que marcava o corpo. Eu estava com um jeans azul escuro, camiseta toda preta. Falamos sobre alguns assuntos aleatórios enquanto o padre estava em outro cômodo da casa. Quando ele voltou para a cozinha achei que iria se sentar e faríamos a reunião ali mesmo, mas ele disse que recebeu um chamado para atender uma pessoa que estava bem mal no hospital, que era para tocarmos a reunião e que voltava assim que desse.
Assim que ele saiu olhei para a Gisele e disse:
- Me responde uma coisa? Mas quero que seja sincera, ok?
Ela fez uma cara de espanto e respondeu:
- Ok, mas me fala logo então o que é. Você me deixou nervosa e curiosa agora.
- Você e o padre, já rolou alguma coisa? Vocês estão ficando?
- Como assim, Vini?! Nada a ver, ele é padre.
- É padre mas é homem - Eu respondi com um riso sarcástico - e também porque sempre que tem os eventos você vai junto com ele.
- É porque ele é da minha paróquia e eu moro perto, aí ele me dá carona. Mas não tem nada a ver, não.
Silêncio por um instante. Ela me olhando. Então eu falei:
- Tá bom, então se não tem nada entre vocês me prova.
- Provar como?
- Fica comigo. Só tá a gente aqui. Se você não quiser que ninguém saiba, ninguém vai saber.
Ela ficou vermelha, me olhou e falou:
- Você tá falando sério? A gente tá na casa do padre! E se chega alguém?
- Se chega alguém a gente para e disfarça. E o padre mesmo vai demorar, o hospital é longe.
Falando isso eu levantei e fui do lado dela na mesa estendendo minha mão para ela se levantar. Ela me olhou de baixo pra cima, deu um sorriso tímido e levantou. No que ela levantou dei um abraço apertado nela. Senti as mãos dela inseguras no primeiro momento, mas conforme foram passando os segundos fui sentindo ela relaxar e passar as mãos pelas minhas costas. Então fui beijando devagar seu pescoço, sentindo seu cheiro até chegar à sua boca e dar um beijo de língua demorado. Nessa hora senti ela suspirar e as unhas me agarrarem forte.
O beijo foi ficando intenso. Eu deslizava minhas mãos pelas costas e pela cintura dela por cima do vestido e de repente senti a mão dela subindo minha camiseta e passando pelas minhas costas. Num impulso peguei ela pelas coxas e coloquei ela sentada na mesa de frente pra mim com as pernas abertas e eu em pé no meio, na frente dela. Com esse movimento o vestido dela subiu deixando as coxas e parte da calcinha branca à mostra.
Percebi que ela ficou excitada com isso porque os bicos dos seios começaram a marcar o vestido. Seguimos nos beijando de um jeito gostoso, sem pressa e ela tirou minha camiseta. Continuamos a nos beijar e fui subindo minhas mãos pelas coxas dela sentindo aquela pele macia e quente. Sem parar de nos beijarmos comecei a acariciá-la por cima da calcinha que já estava um pouco molhada.Enquanto acariciava com os dedos indicador e médio, com os outros dois procurava a borda interna da calcinha, até tirá-la de lado e sentir meus dedos na sua buceta molhada. Que delícia! Quando toquei seu clitóris ela soltou um gemido e mordeu meus lábios. Coloquei meus dedos por dentro dela, tendo o cuidado de ir roçando eles no clitóris enquanto ia colocando e tirando.
- Quero te comer. - Eu sussurrei no ouvido dela.
- Vamos pro quarto. - Ela respondeu.
Aquilo foi uma ordem. Do jeito que ela estava sentada na mesa puxei ela novamente pelas coxas e a peguei no colo, ela com as pernas e os braços envoltos no meu corpo. Levei ela para o quarto da casa que para minha sorte estava com a porta aberta, senão estragaria a cena. Soltei o corpo dela deixando ela cair de costas na cama. Ela gargalhou e eu sorri. Enquanto tirava minha calça ela foi baixando a alça do vestido. Em seguida fui puxando o vestido para baixo e ela levantando o quadril ajudando a tirar.
Estava ali, na minha frente, um espetáculo de mulher com aquela pele branquinha, coxas, seios, bunda, tudo na medida certa da perfeição. Ela própria desabotoou e tirou o sutien e eu fui por cima dela, com ela apenas com sua calcinha branca e eu com uma boxer preta. Fui com vontade, com tesão, beijando a boca, o pescoço, os ombros e ao mesmo tempo forçando meu corpo contra o dela sentindo meu pau quase encaixar na buceta dela, mas ainda com as peças íntimas atrapalhando.
Fui descendo e me concentrei nos seios, médios, lindos, auréolas rosadas, bicos pequenos, duros. Beijei, chupei, dei pequenas mordidas devagar e escutava os gemidos baixinhos dela. Depois fui beijando sua barriga e passando minha língua. Passei a língua ao redor do seu umbigo e ela se contraiu. Fui descendo beijando e ouvi um gemido mais alto ao chegar em seu púbis.. Nessa hora encaixei minhas mãos nas laterais da calcinha dela e fui tirando lentamente enquanto ia descendo e beijando. E de repente estava ali uma buceta linda, rosada, depilada. Olhei para o rosto da Gisele e ela estava de olhos fechados aproveitando. Então eu aproveitei abrindo mais um pouco suas pernas e caindo de boca naquela buceta gostosa e molhada, beijando seus grandes lábios, acariciando seu clitóris com meus dedos e tendo prazer em ver ela ficando ainda mais excitada. Encaixei minha boca entre o clitóris e a vagina e comecei a massagear o clitóris dela com a língua, deixando a parte inferior dos meus lábios sentindo sua buceta quente.
- Isso, Vini, não pára. - Ela dizia rebolando na minha boca.
E eu só aumentando o ritmo, revezando entre chupar e massagear o clitóris dela com meus dedos. Até que pressionei mais forte minha língua contra o clitóris dela e depois desci colocando a língua quase inteira dentro da sua buceta. Senti as pernas dela se contraindo e apertando minha cabeça.
- Ai meu Deus, ai meu Deus!
Ela estava gozando e gozando muito.
- Vem Vini, me come! Vem!
Nessa hora levantei rápido, peguei a camisinha dentro da carteira e coloquei com pressa. Peguei as pernas dela, coloquei para o alto apoiando nos meus ombros e enfiei meu pau de uma vez só, com tudo. E comecei a estocar rápido e com força. Que delícia de mulher!
Não passamos dois minutos assim e enquanto eu estava metendo ela falou:
- Ah, vou gozar de novo, Vini!
- Calma, eu quero gozar junto com você. - Eu respondi - Vira, quero pegar você de quatro.
Ela se virou de quatro na cama. Eu fiquei em pé e puxei o corpo dela um pouco mais pra perto da beira. Olhei por um instante aquele monumento de quatro pra mim, coloquei minhas mãos na cintura dela e fui colocando meu pau devagar até entrar inteiro. Tirei devagar e coloquei de novo, sentindo a textura e olhando ele entrar naquela mulher linda. Fui aumentando o ritmo e sem perceber já estava estocando com força novamente. Mantive a mão esquerda no quadril dela e com a direita puxei e segurei ela pelos cabelos fazendo seu rosto vir um pouco pra trás. Ela estava com a boca entreaberta, dentes cerrados, respiração forte e acelerada. Eu fui metendo gostoso segurando seus cabelos como um cavaleiro segurando as rédeas de uma égua enquanto cavalga.
- Vini, não vou aguentar, vou gozar!
Nessa hora meu tesão explodiu e eu disse:
- Goza então que eu vou gozar também!
E senti os jatos saírem do meu pau dentro dela. Não me preocupei porque estava de camisinha. Depois de ter gozado ainda dei umas três estocadas forte e ficamos alguns segundos ali, ela de quatro e eu com meu pau dentro atrás. Até eu tirar e deitar do lado dela na cama. Retomamos o fôlego por um momento, me virei para ela e nos beijamos, um beijo de satisfação.
Ficamos um tempo nos olhando até voltarmos para o mundo real. Fomos nos limpar, arrumamos a cama e deixamos um bilhete para o padre dizendo: "Padre, como dependíamos do senhor para tomar as decisões e para não ficarmos sozinhos aqui, preferimos ir embora. Marcamos um outro dia".
E assim saímos, deixamos a porta encostada, fechamos o portão que dá para a rua que tinha um trinco interno e fomos caminhando. Deixei a Gisele na porta da casa dela, peguei o ônibus e voltei para casa relembrando a sorte que tinha acabado de ter.
viniciuscria525