As amigas da escola

Meu nome é Vinicius, tenho 22 anos, 1,79, 76kg, corpo atlético. O que vou descrever aconteceu quando tinha 15 anos, no primeiro ano do ensino médio.

Eu cresci estudando em uma escola pública. Apesar da escola ficar em um bairro de classe média, a maioria dos alunos, incluindo eu, moravam em bairros mais afastados e inclusive pegava ônibus para estudar. Era uma forma de estudar em uma escola, digamos, menos pior.

E, diferente das escolas de classe média e de elite, a maioria das meninas e dos meninos não eram os mais bonitos. Mas ainda assim alguns se salvavam e esses se destacavam. Era o caso da Micheli, uma menina linda, cerca de 1,65, corpo mignon, cabelos lisos e longos na altura da cintura, pele sem uma espinha e um temperamento forte. Ela era literalmente invocada, não gostava muito de brincadeiras e fazíamos parte do mesmo grupo de amigos por morarmos no mesmo bairro e irmos e voltarmos da escola geralmente juntos, em turma, sempre umas cinco, seis pessoas. Além dela tinha o Rafael (mais magro que eu, mais ou menos da minha altura, usava óculos, feio mas esperto), sua prima Cintia (baixinha, inteligente, levemente acima do peso mas bem gostosinha) e o Danilo (loiro, 1,70 mais ou menos, magro também).

Eu era mais amigo do Rafael. O Danilo voltava com a gente mas sempre arranjava uma desculpa para não ir jogar bola ou vídeo game a tarde. E quando a gente cansava do vídeo game o assunto era as meninas, com destaque, óbvio para a japa, como chamávamos a Micheli, mas sem desmerecer a Cintia. Na verdade se tivéssemos a chance pegaríamos as duas.

Quando a garagem da casa do Rafael estava vazia preferíamos jogar gol a gol lá do que jogar na rua, por conta do sol e por conta dos carros que toda hora atrapalhavam a partida. O "campo", por assim dizer, ficava entre a casa do Rafael, de um lado da rua, e a casa da Cintia, um pouco mais pra baixo, do outro. A garagem era bem fechada com um portão daqueles de aço e ferro que abrem deslizando pra cima num rolamento. Ou seja, não dava pra ver nada do lado de fora

Em uma tarde, depois de jogarmos algumas partidas no vídeo game, decidimos descer para a garagem. Já era quase 5 da tarde e o sol estava fraco, mas ainda fazia algum calor. Quando descemos as escadas e passamos pelo lado de dentro do portão que dá para a rua, Cintia e Micheli, que estavam conversando no portão da casa da Cintia nos viram e vieram até a gente. A Cintia perguntou ainda do lado de fora:

- E aí, meninos, beleza? O que vocês vão fazer?

E o Rafael respondeu:

- Ah, vamos jogar um gol a gol. Estão a fim de assistir?

A ideia era que elas respondessem que não, mas a resposta foi contrária.

Então o Rafael abriu o portão e as meninas sentaram em um canto da garagem (que era bastante grande, devia caber uns 8 carros) e ficaram conversando lá enquanto jogávamos. Na verdade nem jogamos muito. Eu olhava para o Rafael e ele pra mim e a gente ficou pensando na oportunidade com as duas ali.

Paramos de jogar. As meninas estranharam. A Micheli:

- Ué, cansaram?

Eu respondi:

- Não, não tem muita luz, é ruim pra jogar assim.

O Rafael ascendeu as luzes da garagem e voltou, umas quatro lâmpadas daquelas antigas, que iluminavam quase nada mas servia pra pelo menos não ficar no escuro. Era um interruptor só que acendia todas.

A Cintia estava com um short jeans azul claro curto, uma blusinha branca. A Micheli estava com um short legging azul escuro e uma blusinha de manga curta amarela. Eu estava com uma bermuda azul, camiseta cinza e o Rafael com uma bermuda preta e camiseta branca. Apesar de não estarem tão sexys, foi impossível não ficar olhando para as coxas da Cintia e para o contorno da bunda da Micheli com aquele short.

Fomos conversando coisas aleatórias até que eu perguntei:

- Meninas, vocês ficariam com alguém da escola?

Risos, um silêncio por um instante e uma resposta animadora da Cintia:

- Não sei.

A Micheli já foi mais direta:

- Nem ferrando, só tem moleque feio na escola.

E eu insisti:

- Nem com a gente?

E a Cintia:

- Não, né. O Rafa é meu primo e você é meu amigo.

A Micheli ficou calada, vermelha. Eu respondi:

- Zero porcento de chance?

A Cintia:

- Zero não também, né. Se vocês fossem os últimos homens da Terra... - falou brincando.

- Então tem uma chance? - Eu respondi.

Elas deram um sorriso tímido. Então eu falei:

- E quem vocês escolheriam? De verdade?

A Micheli respondeu:

- Não sei, acho que não ficaria com nenhum dos dois.

E a Cintia cortou falando:

- A gente ficaria com qualquer um dos dois, mas vocês que teriam que escolher.

Nesse momento a Micheli soltou um:

- Cintia, que isso?! - Em um tom como que quem estava reprimindo a amiga por ter contado um segredo.

Então o Rafael falou:

- Ah é?! - Se levantou devagar e foi até o interruptor. Apagou a luz e ficou tudo completamente escuro. Só dava pra ver os vultos.

Foi a deixa. O Rafael foi para cima da Cintia que estava mais perto dele. E eu, que estava sentado do lado da japa, puxei ela pra mim e roubei um beijo. No início ela relutou mas depois de alguns segundos se rendeu. O escuro parecia deixar todos mais à vontade e dava pra escutar os beijos do Rafael na CIntia enquanto beijava a Micheli e sentia a mão dela subir por baixo da minha camiseta. Falei no ouvido dela:

- Pera aí. - E tirei minha camiseta.

Quando coloquei a camiseta do lado ela veio e sentou no meu colo. Então fomos nos beijando e eu fui levantando a blusinha dela até tirar por completo. Fui beijando aquela japonesa sentindo o perfume do corpo dela junto com a respiração ofegante. Meu pau já estava bem duro e ela percebeu, se encaixando por cima de mim ainda de short. Quando olhei para o lado o Rafael estava sentado, a Cintia de joelhos ao lado dele fazendo um boquete.

Eu me foquei na Micheli. Enquanto nos beijávamos desabotoei o sutien dela deixando à mostra aqueles seios lindos, nem pequenos nem grandes. Não resisti e comecei a beijá-los, chupá-los e dar pequenas mordidinhas. Então falei no ouvido dela:

- Me chupa.

- Tá. - Respondeu, mas sem saber muito bem o que fazer.

Então eu levantei e falei pra ela sentar encostada na parede. Baixei minha bermuda, a cueca e deixei meu pau bem na frente dela.

Então ela me olhou nos olhos e em seguida passou a língua na cabeça do meu pau, colocando na boca parte por parte e tirando, até colocar ele inteiro. Que maravilha! Eu olhei para os dois do lado e o Rafael estava lá sentado com a Cintia ajoelhada de boca nele e ele segurando a cabeça dela. Então eu fui ficando com mais tesão e comecei a meter com um pouco mais de força na boca da Micheli. E falei pra ela:

- Se estiver ruim ou se quiser que eu vá mais devagar me fala.

E ela só acenou com a cabeça.

E fui metendo gostoso naquela boca linda de uma japa mais linda ainda. Então falei para ela levantar. Virei ela de costas para a parede, baixei aquele shortinho, ela estava com uma calcinha fio branca, baixei a calcinha também. Puxei ela pela cintura pra mim e fui enfiando meu pau todo melado com a saliva dela naquela bucetinha. Que buceta apertada! Ela deu um gemido alto nessa hora e a Cintia falou:

- Nossa amiga, você vai dar pra ele?! Ah não Rafa, também quero.

Então ela se levantou, abriu o zíper e deixou o short cair. Estava com uma calcinha preta. Eu comendo a Micheli e olhando pra ela. Ela tirou a calcinha e falou pra ele:

- Vem Rafa, me come!

Então o Rafael pegou ela por trás e começou a comer ela também. As duas gemiam baixinho. A voz da Micheli mais grave, a da Cintia um pouco mais fina, mas as duas muito femininas. Eu dava tapas na bunda da Micheli que começou a ficar vermelha, chamando ela de japa gostosa, minha putinha, e o Rafael perguntando para a Cintia se tava gostando.

Continuei metendo naquela bunda gostosa da Micheli e fui abrindo a banda dela com uma das mãos até ver o cuzinho apertado dela. E fui colocando meu dedão devagar enquanto apertava a bunda dela com o resto da mão. Só escutava ela dizendo:

- Isso, continua, Vini. Vai, vai, vai.

Foram uns 10 minutos assim até escutar o Rafael:

- Ah, vou gozar.

E a Cintia:

- Então mete, mete, mete!

E de repente ele tirando o pau pra fora e gozando nas costas dela.

Eu louco de tesão passei a meter com mais força ainda na Micheli, fazendo aquele barulho gostoso do meu corpo batendo na bunda dela até ela dizer:

- Vini, tô gozando!

Senti a buceta dela mais molhada e ela se contraindo com meu pau dentro. Dei uma parada nos movimentos pra sentir o corpo dela, então ela tirou meu pau e disse:

- Goza na minha cara!

E a Cintia então veio correndo:

- Na minha também! - E se abaixou do lado da Micheli.

Eu fiquei com mais tesão ainda e quase não consegui aguentar até a Cintia chegar. Assim que ela se abaixou eu soltei um jato de porra que voou no rosto, no cabelo e nos seios da Micheli e virei rápido para a Cintia soltando outro, mais fraco, mas que molhou o rosto dela e caiu um pouco nos seios.

Então eu falei:

- Nossa meninas, não sabia que vocês eram assim...

E a Micheli:

- Assim como? - Achando que seria julgada.

- Assim gostosas desse jeito. Se depender de mim a gente pode fazer isso sempre.

- De mim também. - Completou o Rafael.

- Quem sabe. - Respondeu a Cintia.

Logo depois subimos acelerados as escadas para a casa do Rafael para nos limparmos, porque estava quase na hora dos pais dele chegarem.

Depois disso não fizemos mais nada em grupo. Mas sei que o Rafael comeu a Cintia mais algumas vezes e a Micheli e eu virei um visitante frequente da casa da Micheli.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
As amigas da escola

Codigo do conto:
257868

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
26/03/2026

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