Tenho uma prima muito gostosinha, filha única, 16 anos, chamada Larissa. Loirinha, olhos verdes, magrinha e, como toda filha única, muito mimada pelos pais. Numa quinta à noite eu estava dando uma volta no shopping e cruzei com ela. Fazia tempo que a gente não se via. Me deu um abraço forte, perguntou da família... Ela estava com duas amigas que me apresentou. Duas morenas, a Laís, com pele mais clara, olhos castanhos, e a Kamille, mais morena com um cabelo liso comprido. As duas bem gostosinhas também. Falei que estava morando ali perto, ela ficou surpresa porque frequentava o shopping sempre. Trocamos contato, pois acho que a gente não se falava desde que ela tinha uns 13 anos e até então não tinha nenhum interesse. E seguimos nossos caminhos. Percebi que as amigas dela saíram falando de mim, mas nem liguei muito.
Sábado à tarde recebo uma mensagem no WhatsApp:
- Oie primo! Tudo bem? Você tá em casa?
- Oi Lari. Tô sim, por que?
- Porque eu tô aqui no shopping e como você disse que mora perto pensei em passar aí.
- Tá bom. Pode vir sim.
Passei o endereço e comecei a pensar mil coisas e fui dar um tapa na casa, porque tava bem bagunçada, típica casa de homem solteiro. Passa uns 20 minutos e a campainha toca. Liberei o portão e ela subiu. Bateu na minha porta. Abri e ela estava linda, com um vestido branco uns 5 dedos acima do joelho, meio rodado, com uma alcinha grossa. Me cumprimentou com um beijo demorado no rosto, conversamos um pouco até ela jogar a bomba:
- Então primo, sabe o que é... - E ficou quieta
- Fala, Lari, tá me deixando curioso.
- É que eu queria aprender uma coisa e como você é meu primo, a gente se gosta muito, achei que...
- Que coisa?
- É que eu nunca vi um homem assim, sabe...
- Assim, como?
- Assim... Pelado...
- Oi? Você quer me ver pelado?
- É... É que eu já beijei e tals, dei uns amassos, mas nunca fui além, sabe... Aí vi você no shopping e me bateu uma coisa, uma curiosidade... E achei que você sendo primo, legal assim... Sabe?
Meu pau começou a ficar duro na hora. Não estava acreditando naquilo. A carne caiu no prato do carnívoro.
- Então você é virgem?
- Uhum.. E não sei quase nada. Me ensina um pouco? - Ela fez essa pergunta com uma cara de gatinha abandonada que me segurei pra não partir pra cima dela com tudo. Mas seria o professor, não podia espantá-la.
- Tá bom. Vem cá... Você já beijou, mas vamos começar pelo beijo...
A puxei pra mim delicadamente. Ela fechou aqueles olhinhos verdes e nos beijamos. Um beijo delicado, romântico. Dava pra perceber que realmente ela não tinha muita experiência. Coloquei a mão dela no meu peito sob a minha camiseta e fui deslizando minha mão pelo seu corpo. Chegando na cintura, quando ia passar pela sua bunda ela tirou minha mão. Estava com receio. Continuei beijando sua boca e fui tirando minha camiseta. Tirei e ela votou sua mão no meu peito, então disse:
- Pode passar pelo meu corpo.
E ela começou a passar sua mão pelo meu corpo timidamente. Então a peguei pela mão e a levei para a cama. Deitei de barriga pra cima e falei:
- Você queria ver meu corpo, então pode tirar o meu short.
Ela paralisou por um momento e em seguida veio com suas mãos pequenas e delicadas, puxou minha bermuda pra baixo e ficou olhando pro meu corpo, pro meu pau por baixo da cueca com um olhar admirado.
- Você nunca tinha visto um homem assim?
E ela acenou que não com a cabeça.
- Pode me tocar, pode fazer o que você quiser, mata sua curiosidade.
Então ela veio do meu lado e começou a alisar meu peito, foi descendo devagar pelo meu abdomen, chegando na borda da cueca e voltando... Na terceira vez disse para ela descer a mão e ela colocou por cima da cueca. Eu disse para ela sentir o volume, o tamanho e ela foi apertando devagar, então tomou a iniciativa de baixar um pouco a cueca... Ficou olhando e depois começou a apalpar com suas mãos. Eu disse pra ela pegar e apertar e ela obedeceu.
- Ele é bem grosso. Tá pulsando...
- É, está pulsando assim porque tá cheio de sangue, tá com tesão por você...
Ela deu um riso meio sem graça e continuou apertando...
- Faz movimentos pra cima e pra baixo.
E ela começou a fazer. Fechei os olhos pra sentir mais aquele momento gostoso. E ela ficou assim, batendo uma punheta devagar quando de repente...
- Vini, preciso ir.
- Sério? Você tem horário? Não tá gostando?
- Tá gostoso, mas eu preciso ir.
E levantou de um jeito meio acelerado, pegou a bolsa e foi saindo. Abri a porta para ela, ela me olhou nos olhos, me deu um selinho e foi embora. Acho que ficou com medo de perder o controle.
viniciuscria525