Meus dias de professor - Parte 1

Oi, meu nome é Vinicius, tenho 22 anos, 1,79, 76kg, branco, olhos castanhos, cabelo curto e liso, corpo atlético. O que vou contar aconteceu há uns meses atrás, pouco depois de eu ter alugado uma kitnet pra morar um pouco mais perto da facul.

Tenho uma prima muito gostosinha, filha única, 16 anos, chamada Larissa. Loirinha, olhos verdes, magrinha e, como toda filha única, muito mimada pelos pais. Numa quinta à noite eu estava dando uma volta no shopping e cruzei com ela. Fazia tempo que a gente não se via. Me deu um abraço forte, perguntou da família... Ela estava com duas amigas que me apresentou. Duas morenas, a Laís, com pele mais clara, olhos castanhos, e a Kamille, mais morena com um cabelo liso comprido. As duas bem gostosinhas também. Falei que estava morando ali perto, ela ficou surpresa porque frequentava o shopping sempre. Trocamos contato, pois acho que a gente não se falava desde que ela tinha uns 13 anos e até então não tinha nenhum interesse. E seguimos nossos caminhos. Percebi que as amigas dela saíram falando de mim, mas nem liguei muito.

Sábado à tarde recebo uma mensagem no WhatsApp:

- Oie primo! Tudo bem? Você tá em casa?
- Oi Lari. Tô sim, por que?
- Porque eu tô aqui no shopping e como você disse que mora perto pensei em passar aí.
- Tá bom. Pode vir sim.

Passei o endereço e comecei a pensar mil coisas e fui dar um tapa na casa, porque tava bem bagunçada, típica casa de homem solteiro. Passa uns 20 minutos e a campainha toca. Liberei o portão e ela subiu. Bateu na minha porta. Abri e ela estava linda, com um vestido branco uns 5 dedos acima do joelho, meio rodado, com uma alcinha grossa. Me cumprimentou com um beijo demorado no rosto, conversamos um pouco até ela jogar a bomba:

- Então primo, sabe o que é... - E ficou quieta
- Fala, Lari, tá me deixando curioso.
- É que eu queria aprender uma coisa e como você é meu primo, a gente se gosta muito, achei que...
- Que coisa?
- É que eu nunca vi um homem assim, sabe...
- Assim, como?
- Assim... Pelado...
- Oi? Você quer me ver pelado?
- É... É que eu já beijei e tals, dei uns amassos, mas nunca fui além, sabe... Aí vi você no shopping e me bateu uma coisa, uma curiosidade... E achei que você sendo primo, legal assim... Sabe?

Meu pau começou a ficar duro na hora. Não estava acreditando naquilo. A carne caiu no prato do carnívoro.

- Então você é virgem?
- Uhum.. E não sei quase nada. Me ensina um pouco? - Ela fez essa pergunta com uma cara de gatinha abandonada que me segurei pra não partir pra cima dela com tudo. Mas seria o professor, não podia espantá-la.
- Tá bom. Vem cá... Você já beijou, mas vamos começar pelo beijo...

A puxei pra mim delicadamente. Ela fechou aqueles olhinhos verdes e nos beijamos. Um beijo delicado, romântico. Dava pra perceber que realmente ela não tinha muita experiência. Coloquei a mão dela no meu peito sob a minha camiseta e fui deslizando minha mão pelo seu corpo. Chegando na cintura, quando ia passar pela sua bunda ela tirou minha mão. Estava com receio. Continuei beijando sua boca e fui tirando minha camiseta. Tirei e ela votou sua mão no meu peito, então disse:

- Pode passar pelo meu corpo.

E ela começou a passar sua mão pelo meu corpo timidamente. Então a peguei pela mão e a levei para a cama. Deitei de barriga pra cima e falei:

- Você queria ver meu corpo, então pode tirar o meu short.

Ela paralisou por um momento e em seguida veio com suas mãos pequenas e delicadas, puxou minha bermuda pra baixo e ficou olhando pro meu corpo, pro meu pau por baixo da cueca com um olhar admirado.

- Você nunca tinha visto um homem assim?

E ela acenou que não com a cabeça.

- Pode me tocar, pode fazer o que você quiser, mata sua curiosidade.

Então ela veio do meu lado e começou a alisar meu peito, foi descendo devagar pelo meu abdomen, chegando na borda da cueca e voltando... Na terceira vez disse para ela descer a mão e ela colocou por cima da cueca. Eu disse para ela sentir o volume, o tamanho e ela foi apertando devagar, então tomou a iniciativa de baixar um pouco a cueca... Ficou olhando e depois começou a apalpar com suas mãos. Eu disse pra ela pegar e apertar e ela obedeceu.

- Ele é bem grosso. Tá pulsando...
- É, está pulsando assim porque tá cheio de sangue, tá com tesão por você...

Ela deu um riso meio sem graça e continuou apertando...

- Faz movimentos pra cima e pra baixo.

E ela começou a fazer. Fechei os olhos pra sentir mais aquele momento gostoso. E ela ficou assim, batendo uma punheta devagar quando de repente...

- Vini, preciso ir.
- Sério? Você tem horário? Não tá gostando?
- Tá gostoso, mas eu preciso ir.

E levantou de um jeito meio acelerado, pegou a bolsa e foi saindo. Abri a porta para ela, ela me olhou nos olhos, me deu um selinho e foi embora. Acho que ficou com medo de perder o controle.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
Meus dias de professor - Parte 1

Codigo do conto:
261140

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
04/05/2026

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