A coisa toda começou quando eu peguei a garota no flagra. Eu moro em um prédio com quatro apartamentos em cada andar, que são espelhados, ficando as janelas de frente umas para as outras com uma distância de cerca de 4 metros entre elas. A janela do apartamento da frente também era de um quarto, mas diferente do meu, adaptaram a área de serviço que fica ao lado para transformá-la em um banheiro e assim fazer daquele quarto uma suíte. Certo dia tinha acabado de tomar banho e estava me trocando no quarto com a janela aberta, despreocupado, então senti que estava sendo observado. Ao olhar pela janela percebo dois olhinhos castanhos pela fresta da janela do banheiro do quarto da frente e uma mão apoiada no vidro. Assim que percebeu que eu estava olhando a "meliante" saiu e se escondeu.
Mas eu sabia de quem se tratava. Era Karen, que morava sozinha com a mãe no apartamento ao lado. Tinha uns 17 anos no máximo quando isso aconteceu. Eu não conversava com ela, só dava bom dia, boa tarde ou boa noite quando passava com a mãe, muito mais por educação do que por amizade, até porque não tínhamos sido formalmente apresentados desde que eu me mudei para o prédio.
A cena da vizinha espiã me deixou interessado. Procurei por ela no Instagram e acabei encontrando. Pedido de conexão aceito depois de um tempo, na primeira conversa citei o acontecido. Ela ficou tímida, pediu desculpas, mas assumiu que me achava bonito e que já era a terceira vez que me espiava. Óbvio que aproveitei para jogar um verde e ver quais as possibilidades de ficar com ela. Só que Karen era muito tímida: pelo Instagram a conversa fluía e ela até aceitava que queria ficar comigo; na prática, sempre estava com a mãe e fazia de conta que mal me conhecia.
As conversas virtuais foram ficando mais interessantes. A Karen já era Ka, eu já era Vini e, embora não tivéssemos sequer nos encontrado para dar um beijo na vida real, já tinha conseguido fazê-la fantasiar um encontro nosso e estávamos nos falando todos os dias pelo Instagram e antes de dormir sempre perguntava como ela estava vestida e dizia como eu estava. Apesar do meu quarto ser espelhado com o quarto do apartamento dela, era o quarto da mãe, então não dava para simplesmente nos vermos pela janela. Nas primeiras vezes em que ela me mandou foto de como estava vestida para dormir, estava com um pijama comportado, calça e blusa de manga longa de algodão. Depois foi ficando mais à vontade: uma blusinha de alça branca e short preto; um conjuntinho azul de seda; outro dia com uma blusinha um pouco mais decotada com transparência e assim ia. Sempre mandava foto ou um vídeo curto. Eu eu sempre com uma bermuda e sem camisa ou com uma camiseta de dormir, até porque não ia mandar uma foto ou vídeo de cueca de graça.
Até que um dia ela surpreendeu. Quando perguntei como estava vestida ela pediu um minuto e mandou uma foto: estava com uma camisola branca fininha de algodão até o meio das coxas, com uma transparência que contra a luz permitia ver seu corpo todo, sobretudo as auréolas e o bico dos seios e a calcinha que usava. Brinquei que ela estava especialmente linda, sexy e que se estivesse em casa teria o maior prazer de tirar sua camisola e beijar seu corpo todo. Em seguida ela me mandou um vídeo onde dava uma voltinha e subia a camisola até perto da cintura mostrando uma parte da calcinha. De retribuição em retribuição nessa noite ela me mandou um vídeo só de calcinha, mostrando seu corpo magro, branquinho, lindo, e eu mandei outro vídeo meu só de cueca, mostrando o volume do meu pau duro pra ela.
Queria ficar com ela de todo jeito, mas a mãe sempre estava em casa. E ela a mesma coisa. As conversas foram evoluindo e ela confidenciou que não era mais virgem mas só tinha transado com dois meninos até então. E ainda contou que tinha um desejo meio sadomasoquista, de ser dominada, mas tinha receio.
Até que a grande oportunidade chegou. Numa sexta-feira escuto ela e a mãe sair. Parecia que iam viajar, porém uns 10 minutos depois que desceram para o térreo a luz do apartamento da Karen se acende novamente. E recebo uma mensagem no Instagram: "Vini, você tá aí?". Respondi na hora "Sim". "Minha mãe foi viajar e eu vou ficar até domingo sozinha. Quer vir pra cá hoje?". "Você tá falando sério?". "Tô, seu bobo. Quer ou não?". "Quero, lógico!". "Tá, eu vou tomar um banho e daqui a pouco te mando uma mensagem". "Tà bom, combinado".
Aproveitei para também tomar um banho e me perfumar. Um tempo depois a mensagem chegou: "Vini, tá aí?". "Estou, Ka". "Vou deixar a porta do ap aberta, vem rápido e entra, não bate para ninguém ver que você tá entrando aqui". "Tá bom".
Fui na hora, vestido com uma camiseta azul escuro, uma bermuda preta e uma boxer preta também. Entro no apartamento, a luz da sala apagada, uma música vinda do fundo acompanhada por uma luz fraca de abajour. Segui o som e cheguei no quarto da Karen. Ela estava em pé ao lado da cama vestida com um baby doll preto de seda que eu ainda não tinha visto. Estava linda, radiante, com um olhar tímido e ao mesmo tempo cheio de desejo. "Você está simplesmente perfeita", eu disse. Ela sorriu agradecendo e na sequência nos beijamos. Um beijo intenso, apaixonado, sôfrego, com as mãos dela percorrendo minhas costas por baixo da camiseta e enquanto segurava ela pela nuca.
Não demorou muito joguei ela na cama, tirei minha camiseta, deitei ao seu lado e continuamos nos beijando. Dessa vez fui avançando minha mão pelo seu quadril, subindo a blusinha do baby doll até deixar seus seios pequenos à mostra. Segui os acariciando com a mão enquanto nos beijávamos e percebi sua mão descendo pelo meu abdomen em direção à minha bermuda. Senti aquela mão pequena e quente invadindo minha bermuda e entrando direto por dentro da minha cueca, apertando meu pau com força e ao mesmo tempo delicadeza. Então tirei minha bermuda ainda deitado e em seguida a cueca, ficando nu de frente com ela. Em seguida beijei novamente sua boca e tirei sua blusinha, deixando-a só com a parte de baixo do baby doll.
Nesse instante a Karen me pediu para realizar um desejo dela: amarrá-la na cama de quatro para ela ver como era, como se sentia. Mas não quis tirar o short, queria se sentir confortável primeiro. Eu aceitei. Ela pegou quatro cordões de roupões dela e da mãe e me deu para amarrar seus braços e pernas. Instantes depois lá estava ela, de quatro, amarrada na cama virada na transversal em relação à cabeceira, sem a parte de cima da roupa, com um short curto do baby doll mostrando a poupa da sua bunda e parte da sua calcinha preta.
"Vai, Vini, me mostra o que você quer fazer comigo, mas seja carinhoso". Pedido atendido. Dei um beijo em sua boca e em seguida fiquei em pé em sua frente na cama, com o pau bem na frente do seu rosto.. Passei meu pau pelas duas maçãs de sua face antes de colocar devagar em sua boca. Comecei a colocar e tirar devagar mas logo estava estocando e ela, com as mãos amarradas, sem controle nenhum. A segurei pela cabeça e fui forçando mais até sentir batendo na garganta. Ela perdeu o ar por um instante, então tirei e olhei para o seu rosto. Karen estava com os olhos marejados de lágrimas, mas não falou nada, só me olhou. Então fui contornando seu corpo devagar até chegar na parte de trás. "Vini, acho melhor a gente parar, não tô me sentindo muito bem".
Eu ignorei. Baixei seu short até os joelhos, mas não consegui tirá-los porque ela estava amarrada. Passei minhas mãos devagar pela sua bunda como quem passava a mão em uma posse e a Karen sussurrando "Vini, não, melhor não". E eu respondi "Relaxa, você não vai se arrepender". Baixei a calcinha e a visão que tive foi espetacular daquela vagina inchada, melada de desejo. A agarrei pelas pernas e caí de boca naquela buceta com ela de quatro pra mim. A Karen começou a gemer baixo e quanto mais gemia mais eu chupava, então não me contentei com a buceta e comecei a passar a língua na entrada do seu cuzinho. "VIniiii...". "O que foi, Ka?". "Tá muito booommm".
Meu tesão estava enorme, então quando ela falou que estava muito bom chupei mais um pouquinho aquele cu rosado, me levantei um pouco e enfiei meu pau de uma vez naquela buceta molhada. Ela deu um gemido alto e continuou. "Isso, Vini. Me come, sou sua puta hoje, vai". E fui bombando gostoso, segurando seu quadril, às vezes dando tapas em sua bunda, até que alguns minutos depois a Karen dá um gemido mais alto e solta "Ai Vini, tô gozando, tô gozando gostoso, não pára!".
Continuei bombando e quando as contrações do orgasmo foram diminuindo decidi pelo gran finale. Tirei meu pau pra fora da sua buceta, cuspi na cabeça deixando mais molhado, voltei a dar uma chupada gostosa no seu cu, deixando bastante saliva e em seguida comecei a passar a cabecinha na entrada daquele cuzinho rosa. "Vini, por favor, no cu não! Por favor, não faz isso!" Ela quase gritava enquanto eu ia passando a cabecinha do pau na entrada. Quando ela achou que eu ficaria nisso forcei a cabeça pra dentro. Ela deu um grito. "Vini, seu filho da puta! Eu falei que no cu não! TIra! Tá doendo!". E eu só forçando mais enquanto ela gritava e me chingava, até entrar meu pau inteiro. "Pronto, Ka, coloquei inteiro. Ainda tá doendo?". "Tá, tá latejando, você vai me arrombar assim". "É essa a ideia, fazer bem gostoso". E comecei a bombar bem devagar até ela sentir menos dor e começar a acostumar. Fiquei assim uns cinco minutos, só sentindo meu latejar dentro daquele cu gostosos enquanto ia alisando sua bunda. Então comecei a bombar forte e já estava quase gozando quando a Karen grita "Ah, vou gozar de novo. Mete com força agora, Vini! Mete, mete, mete!". E fui afundando meu pau naquele cu até sentir que ia gozar também. Nem deu tempo de tirar, gozei tudo dentro daquele cu gostoso e ainda fiquei um tempo ali engatado nela até o pau começar a amolecer.
Então me levantei, desamarrei a Karen que, antes de cair mole na cama, me deu um tapa com vontade nas costas. Naquela noite ainda tomamos banho juntos e transamos mais uma vez embaixo do chuveiro, mas ela não me deixou dormir com ela, então fui pra casa. Fiquei encucado depois porque tínha comido ela sem camisinha, mas ela me tranquilizou na conversa seguinte dizendo que tomava anticoncepcional. Ainda transamos no sábado e no domingo pela manhã antes da mãe dela voltar de viagem. E depois as conversas continuaram pelo Instagram.
viniciuscria525