A primeira gozada na cara



Oi, tudo bem com vocês?

Essa história que vou contar aconteceu quando eu tinha só 15 anos, ainda era virgem e ainda não tinha muito controle sobre o meu corpo. Na época eu estava de namorico com uma menina chamada Pamela, branquinha, magrinha, baixinha, devia ter no máximo 1,55m, traços delicados, olhos levemente puxados, cabelos castanhos lisos no meio das costas. Ela parecia uma boneca e também era virgem. Ela era daquele tipo que queria carinho, mas a ideia do sexo a assustava um pouco e sempre que eu tentava avançar um pouco mais em algo, ela impunha limites e eu era obrigado a recuar.

Com o tempo as coisas começaram a mudar. Certo dia ela foi na minha casa à tarde, meus pais estavam trabalhando e eu estava sozinho. Os beijos começaram no sofá e depois de um tempo ela se encostou no meu peito e ficou quietinha enquanto eu fazia cafuné em seus cabelos. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim, que só estava com um pouco de sono porque tinha estudado até tarde na noite anterior. Perguntei sem pretensão se ela queria deitar um pouco e ela respondeu que sim, então a levei para o meu quarto para que ela se deitasse na minha cama, que era de solteiro. Ela se deitou e eu fiz menção de voltar para a sala, quando ela me chama: "Vini, você não vai deitar comigo?". Abri um sorriso de orelha a orelha, retornei e respondi "Claro".

Ela estava com uma blusinha de alça preta, sutien preto e um shortinho branco. E eu estava com uma camiseta cinza e uma bermuda preta. Ela se deitou e eu deitei em seguida atrás dela, ficando de conchinha. "Hum, que abraço gostoso, Vini". Não era só um abraço, mas depois dessa exclamação acabei envolvendo seu corpo mais forte e tentei me controlar.

Alguns minutos depois de nós dois estarmos ali de conchinha quietinhos percebi que ela havia dormido e estava dormindo pesado. Comecei a admirar seu corpo e como minha mão direita estava sob o pescoço dela, eu só tinha a esquerda livre. E fui deslizando a mão por aquele corpo delicado, passando pelos seus quadris, pelas suas costas, pela sua barriga, descendo de volta para suas coxas. E conforme ia fazendo isso minha respiração ia ficando mais intensa e o tesão também. Afastei um pouco meu corpo e puxei um pouquinho o elástico do seu short e vi sua bunda branquinha coberta por uma calcinha preta nem muito pequena, nem muito grande.

Então coloquei seu short no lugar e a apertei com mais desejo, encaixando meu pau em sua bunda. E comecei a encoxá-la devagar, com movimentos lentos para não acordá-la, só que quanto mais eu a encoxava, mais meu pau ficava duro. Para minha surpresa, instantes depois que eu comecei a encoxá-la senti ela forçando seu corpo para trás na direção do meu. A Pamela tinha acordado e ao perceber que ela tinha acordado e em vez de me parar retribuiu os movimentos eu dei um beijo carinhoso em sua nuca, coloquei a mão em seu quadril e comecei a encoxá-la mais forte. Então para minha surpresa maior ela, ainda de conchinha comigo, baixou seu short até as coxas e eu imediatamente fiz o mesmo praticamente tirando o meu.

Ficamos ali naquela brincadeira gostosa durante alguns minutos até que eu percebi que iria gozar. A avisei e ela pediu para que não gozasse nela, então me levantei o mais rápido que pude e fui até o banheiro onde gozei no vaso sanitário, depois me lavei e voltei até ela. Ficamos ali um tempo trocando carinhos, nos beijando, até dar a hora dela ir embora.

Aquilo para mim tinha sido o máximo que tinha vivido com uma garota até então e eu sabia que provavelmente teria sido só o começo. Na semana seguinte nos encontramos novamente na minha casa e, dessa vez, em vez de irmos para minha cama, fomos para a cama dos meus pais. Nos deitamos e começamos a conversar sobre assuntos aleatórios e também sobre sexualidade. "Vini, semana passada foi muito bom, né?". "Foi sim, fiquei com receio de te desrespeitar, de você não querer". "Eu também. No começo queria só dormir abraçadinha com você mesmo, mas depois não resisti você atrás de mim. Me diz, VIni: se você pudesse fazer três coisas comigo, mas sem transar, o que você faria?".

Meu coração disparou. Pensei um pouco e respondi: "Queria te ver nua, queria poder fazer carinho no seu corpo todo nu e...". "E... Me fala!". "E queria que você batesse uma pra mim". Nessa hora a Pamela ficou muito vermelha, me olhou por um instante em silêncio, em seguida me deu um beijo na boca e ficou em pé em cima da cama. Ela estava vestida com uma calça jeans apertada e uma blusinha branca. Então começou a dançar, mesmo sem música, enquanto tirava sua roupa. Tirou a blusinha e jogou na minha cara brincando. Em seguida abriu o botão da calça, desceu um pouco o zíper, olhou para mim e fez sinal que não. Fiz uma cara teatral de triste e então ela se virou de costas, ouvi o zíper baixando e na sequência ela baixou a calça empinando sua bunda na minha frente e mostrando a calcinha pequena de renda que estava vestida. Virou-se novamente para mim e tirou o sutien e deitou novamente ao meu lado. "A calcinha eu não vou tirar. tá". E eu sorrindo só respondi "Tá bom". "Mas tira sua roupa, fica de cueca também".

Então ela se deitou de bruços, eu tirei minha roupa e fiquei só de cueca. E comecei a acariciar seu corpo todo, intercalando os carinhos entre beijos e passadas de mão delicadas enquanto meu pau insistia em querer pular para fora da cueca boxer preta que eu estava usando. Depois de alguns minutos me deitei sobre ela, que ainda estava de bruços, encaixando meu pau. Ela empinou um pouco a bunda e eu não aguentei, tirei o pau pra fora da cueca e comecei a encoxá-la.

"Vini, lembra, sem transar". "Eu não vou aguentar ficar assim muito tempo sem gozar, Pam. Melhor a gente parar". Eu disse isso, mas já tinha um plano em mente. Me levantei e disse que precisava tomar um banho pra tentar voltar ao normal. Ela me olhou com um olhar de quem queria mais, mas concordou. E o que eu fiz foi ir para o banheiro tomar banho, mas deixar a porta aberta. Ela entrou em seguida e ficou por um momento me olhando debaixo da água nu, mas não aguentou, tirou a calcinha e entrou comigo. Demos um beijo muito quente, meu pau duro encostando em seu abdômen, então a virei de costas e encaixei meu pau em sua bunda. Ela só falou "Vini, sem penetrar, por favor". Só acenei positivamente com a cabeça e comecei a meter no vão daquela bunda linda, mas sem penetrar. O barulho da água do chuveiro junto com o barulho do movimento dos nossos corpos me deixava ainda mais excitado.

Eu não ia demorar muito para gozar e acho que a Pamela percebeu isso. De repente ela se virou, agaixou na minha frente e abocanhou meu pau meio sem jeito de início, mas depois foi pegando um rítmo gostoso e eu comecei a acariciar seus cabelos. Quando dei por mim eu estava estocando meu pau em sua boca e ela mesmo nem fazia mais movimentos. Então senti que ia gozar e falei para ela, que tirou meu pau da boca, fechou os olhos e ficou esperando. Uns cinco segundos depois soltei uns três jatos de porra na cara dela, sendo que o primeiro, mais forte, quase pegou no olho e pegou no cabelo... Ela me olhou de início parecendo estar brava, mas em seguida riu, se levantou e me deu um beijo demorado ainda suja de esperma. Depois terminamos de tomar banho, um lavando o outro.

Foi a primeira vez que eu gozei no rosto de alguém. E foi a primeira vez que ela levou uma gozada na cara.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
A primeira gozada na cara

Codigo do conto:
271436

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
04/09/2026

Quant.de Votos:
3

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