A armadilha do banho



Meu nome é Vinicius, tenho 22 anos, 1,79, 76kg, corpo atlético muito mais de jogar futebol e vôlei do que necessariamente de academia.

Quando estava com 19 anos comecei a namorar uma garota que conheci pela internet. Se chamava Jennifer e morava em uma cidade vizinha. Ela é linda, branquinha, 1,55m de altura, olhos castanhos mas fazia questão de usar lentes azuis, seios médios, pernas torneadas proporcionais ao seu corpo. Um espetáculo. Só que tinham alguns problemas: ela só tinha 17 anos, a gente só conseguia se ver de fim de semana, os pais dela não gostavam muito de mim e quando a gente se via era sempre em um lugar público ou na varanda/garagem da casa dela e eu ainda morava com meus pais, o que dificultava muito as chances de ficarmos sozinhos.

Até que surgiu uma janela de oportunidade. Meus viajariam para a casa dos meus tios e eu ficaria sozinho em casa no fim de semana. Eu tinha a impressão de que ela era virgem, mas como não tinha perguntado diretamente, não tinha certeza. Então meu objetivo era levar ela pra casa e matar minha vontade de fazer amor com ela. Como não tinha casa passei o endereço. Depois que ela descesse do ônibus era fácil encontrar.

Então ela chegou. Estava linda, com uma blusinha branca sem manga com uma alça grossa, uma saia estilo estudante preta e uma sandalhinha. Eu com uma calça jeans escura e uma camiseta justa azul. Ela entrou, ofereci um suco, ela aceitou. Mas eu propositalmente estava com a roupa de casa e o combinado com ela era nos encontrarmos e sairmos.

Sentamos no sofá, começamos a nos beijarmos e eu fui passando minha mão pelas suas coxas e percebi que ela deu uma travada, tirando delicadamente minha mão. Nessa hora tive a certeza de que ela era virgem. Nos beijamos mais um pouco, ela com as mãos por baixo da minha camiseta acariciando minhas costas, eu a pegando pelo pescoço em um beijo intenso. Então tive uma ideia e coloquei em prática.

- Jenn, vou tomar um banho rapidinho e me arrumar pra gente sair, tá.

- Tá bom, Vini.

- Pode ficar à vontade.

- Tá.

E ela me seguiu até meu quarto enquanto pegava uma toalha e uma cueca. Dei mais um beijo nela e fui para o banheiro. Não era uma suíte, ficava no corredor, então ela ficou sentada na minha cama. Mas fui para o banho já com a intenção de provocá-la. Queria ver se ela seria tão santinha a ponto de me esperar ou tentaria me espiar, então deixei a porta do banheiro entreaberta e o box também.

Comecei a tomar banho, lavei a cabeça, ensaboei meu corpo devagar e nada. Me enxaguei e nada. Passaram uns 5 minutos e nada dela colocar o rostinho na porta. De repente percebo a silhueta dela aparecendo, mas finjo que não vi. Me ensaboo novamente, viro de lado e noto o olhar curioso esticando o pescoço com timidez. Então a chamo como se não soubesse que ela estava ali:

- Jenn!

Ela recua e responde do lado de fora como se tivesse chegado naquele momento.

- Oi amor!

- Entra.

- Não, não quero te ver pelado não!

- Mas já estava vendo. Entra! Eu te vi na porta.

- Não eu tava vindo pra perguntar se você ia demorar muito ainda.

- Relaxa, pode entrar, eu te vi na porta, não precisa ter vergonha.

- Ah, mas eu tenho!

- Nunca viu um homem pelado antes não?

- Não!

Nessa hora minha mente voou e meu pau começou a ficar duro.

- Pode entrar, Jenn, não precisa ter medo, eu não vou te morder.

Então ela foi entrando devagar, parou do lado de fora do box, me olhou de cima abaixo e suspirou:

- Nossa!

- Nossa o quê?

- Você é lindo pelado também. E esse pinto aí? É grande... Tá duro?

- Tá começando a ficar com a ideia de você estar aqui comigo.

- Ah, mas eu não vou fazer nada não.

- Não? Nem um beijo?

Nisso desliguei o chuveiro e olhei para ela com o corpo molhado.

- Um beijo só então.

Quando ela veio me beijar abri o chuveiro e segurei ela num abraço fazendo ela se molhar inteira e em seguida desliguei.

- Seu besta, tá me molhando toda!

- Agora já tá molhada, não adianta correr.

Nisso ela se rendeu e continuamos a nos beijar. Ela toda molhada de roupa e eu nú no chuveiro. Fui subindo sua blusinha e em um instante tirei, deixando ela de saia e sutien. Voltamos a nos beijar e sinto sua mão apertando meu pau. Que delícia de mão macia e pequena me apertando. Ela começou a bater uma punheta fazendo movimentos pra cima e pra baixo apertando com a mão inteira. Então sussurrei no seu ouvido:

- Vai ficar toda molhada aí? Tira sua roupa.

Ela me olhou nos olhos por um instante e então foi descendo a saia até cair. Estava com uma calcinha branca, pequena, já molhada pelo chuveiro deixando transparente e mostrando sua vagina. Desabotoei seu sutien e disse em seu ouvido:

- Você é perfeita, Jenn.

Voltamos a nos beijar e dessa vez puxei o corpo dela contra o meu apertando sua bunda e sentindo seus seios no meu peito. Estava estourando de tesão, então desci e comecei a chupar seus seios, passando a língua e as mãos em cada um deles, depois fui descendo beijando sua barriga até chegar na calcinha. Me ajoelhei, puxei sua calcinha pra baixo, coloquei minhas mãos por trás das suas pernas e comecei e chupá-la com ela ali em pé. Era a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. Ela com os olhos fechados e quanto mais eu escutava seus gemidos mais eu chupava. Ela se encostou na parede do box e abriu mais as pernas, me deixando mais à vontade. Coloquei um, dois, três dedos enquanto chupava e os gemidos foram aumentando na intensidade dos movimentos da minha língua no seu clitóris, até que...

- Vini, vou gozar. Ai meu deus!

Chupei com mais vontade e senti um líquido vindo da sua buceta e seu corpo ficando mole. Me levantei e olhei para o seu rostinho que estava suado, sua cara de prazer não negava o quanto tinha gostado. Só que eu não tinha gozado ainda. Voltei a beijar sua boca, acariciando seus seios, então falei:

- Vira de costas.

- Não sei se é uma boa ideia, Vini. Eu sou virgem ainda e você tá sem camisinha.

- Vou só roçar um pouquinho. Na hora que você quiser eu paro.

Nisso ela se virou. Puxei o seu quadril um pouco pra trás e comecei a roçar meu pau no vão da sua bunda. Fui roçando gostoso, sem penetrar, cada vez mais fundo, chegando perto da vagina. E ela gostando empinava a bunda, até que passei meu pau pela entrada da vagina uma vez, ela não falou nada. Passei uma segunda roçando a cabeça e ela em silêncio com a bunda empinada pra mim. Fiz isso algumas vezes até que ela foi relaxando e quando ela menos esperava eu enfiei meu pau inteiro. Ela deu um grito de dor, mas não tirei.

- Vini, tá doendo!

- Relaxa e respira.

- Fui tirando o pau devagar, mas não tirei inteiro e coloquei de volta. Fui fazendo movimentos lentos tirando quase todo e colocando de volta até a Jennifer relaxar. Então comecei a aumetar o ritmo e logo estava comendo ela como uma cachorra, apertando sua bunda gostosa e abrindo suas bandas para ver seu cuzinho enquanto comia sua buceta tão apertada que não demorou muito, senti que ia gozar. Tirei meu pau pra fora e espirrei a porra toda na bunda dela.

Virei ela de frente, nos beijamos. Abri o chuveiro e tomamos um bom banho juntos. Depois emprestei uma roupa minha enquanto a roupa dela secava e, lógico, não saímos naquele dia.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viniciuscria525

Nome do conto:
A armadilha do banho

Codigo do conto:
266562

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
08/07/2026

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