Professora e patroa - parte 2 - O Calor da Tutoria
As semanas na empresa passaram a ter um novo ritmo. Eu observava Sofia e Alice pela vidraça do meu escritório; a proximidade entre elas era visível. Sofia, com sua doçura habitual, levava Alice para almoçar e a presenteava com peças de roupa que "não serviam mais nela". Alice, grata e deslumbrada, entregava-se àquela amizade com uma confiança cega. Certa tarde, após o expediente, o escritório estava vazio, mas a luz da sala de Sofia continuava acesa. Elas estavam lá dentro, com a porta trancada, supostamente organizando o arquivo morto sob um calor abafado. Quando Sofia chegou em casa, ela não me beijou de imediato. Foi direto para o nosso quarto, sentou-se na beira da cama e tirou os óculos, massageando as têmporas. Havia um rubor diferente em seu rosto. — João, a Alice é tão dócil... tão fácil de moldar — começou ela, com a voz baixa. — Hoje, o ar-condicionado parou. O calor estava insuportável. Eu disse a ela que se sentisse à vontade, que o trabalho seria longo. Ficamos ali, em um esforço físico pesado movendo caixas, suando juntas. Senti meu coração acelerar. Sofia continuou, detalhando como o esforço e o confinamento mudaram o ambiente. — O cheiro na sala mudou, João. Tornou-se denso. Eu comecei a falar sobre como uma mulher deve aceitar a própria natureza para ser eficiente. Alice me olhava hipnotizada. Eu a fiz sentar no chão, entre as minhas pernas, e comecei a acariciar o cabelo dela. Eu sentia o calor que emanava do corpo dela, aquele cheiro acre de suor fresco misturado ao perfume barato que ela usa. Sofia fechou os olhos, revivendo a cena. — Eu a guiei. Lentamente, levei o rosto dela até o meu sexo, por cima da calça de poliamida. Eu ordenei que ela sentisse o meu cheiro através do tecido, onde o calor do dia havia concentrado tudo. E depois, eu fiz algo mais ousado. Eu a obriguei a tirar a própria calcinha e a me entregar. Ela se inclinou para frente, sussurrando no meu ouvido. — João, a peça estava úmida. O cheiro era forte, orgânico... aquele odor característico de bunda suada e pele abafada após horas de tensão e calor. Eu a fiz segurar a própria calcinha contra o rosto e respirar fundo, inalando a própria essência de submissão. Eu queria que ela sentisse o cheiro do próprio esforço, da própria entrega a mim. O vapor que subia do corpo dela, misturado ao aroma pesado das nossas lingeries usadas naquele escritório fechado, era inebriante. Eu estava paralisado. A ideia da minha esposa submetendo a secretária a um fetiche tão primitivo e olfativo era perturbadora e excitante. — Ela ficou em transe. Eu não a deixei se limpar. Eu disse que aquele cheiro era a marca do nosso pacto. Fiz com que ela guardasse a minha própria calcinha, usada o dia todo, na bolsa dela, para que ela sentisse meu aroma no caminho de casa. Naquela noite, Sofia me possuiu com uma urgência animal. Ela queria que eu sentisse nela o rastro de Alice e a exalação pesada de um dia de trabalho e dominação. O jogo de odores estava apenas começando.
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Delicia de conto, que maravilha esse capítulo com referência a gostos e sabores, aromas, realmente uma calcinha usada o dia todo tem um sabor todo especial, difícil de esquecer, é realmente embriagante exalar profundamente quando tirada, ainda quente e bem molhadinha, tanto na buceta como no cuzinho, é gostoso demais, parabéns.
votado e aprovado