A Mulher do Padeiro 2

A mulher do Padeiro (2/6)
Há 17 horas

Mal o trinco da porta clicou no silêncio da sala, o ar pareceu eletrificar-se, pesado como antes de uma tempestade. Paula virou-se para mim devagar, os olhos escuros dilatados de um desejo cru, animal, que já não cabia dentro do corpo pequeno dela. A respiração acelerada fazia o peito subir e descer, os mamilos duros e escuros marcando-se contra o tecido fino do vestido como se quisessem furá-lo. O fogo que se tinha acumulado durante semanas, aqueles roçares na pista de dança, os sussurros quentes ao ouvido, os olhares que desciam até à minha braguilha e voltavam com fome, explodiu de vez.

Não houve palavras. Não houve hesitação. Os nossos corpos colidiram como se tivessem sido puxados por correntes invisíveis.
As mãos dela voaram para a minha camisa, puxando os botões com urgência, rasgando o tecido num gesto impaciente enquanto eu lhe agarrava o vestido pela bainha e o subia pelos quadris, expondo as coxas macias, a pele quente e ligeiramente húmida de suor da noite inteira. O cheiro dela invadiu-me as narinas, aquele perfume barato misturado com o almíscar natural da excitação, um aroma doce e salgado que me fez o caralho latejar dolorosamente dentro das calças, a ponta já babada de pré-gozo a manchar a cueca.

Despi-la foi quase violento: o vestido caiu aos pés dela, revelando um sutiã simples de renda barata e uma calcinha já escura de humidade na virilha. Eu arranquei-lhe o sutiã, os seios pequenos, mas firmes saltando livres, os mamilos rijos como pedrinhas quentes que eu belisquei com força, fazendo-a gemer rouco, um som gutural que veio do fundo da garganta e me percorreu a espinha como eletricidade.


Ela não esperou. As mãos pequenas e ágeis abriram-me o cinto, desceram o fecho das calças e libertaram o meu caralho, que saltou pesado e inchado, veias salientes, a cabeça grossa e vermelha brilhando de lubrificação. Paula olhou para ele com olhos vidrados, passou a língua pelos lábios e murmurou, voz rouca e baixa para não acordar o filho no quarto do fundo: “Caralho… olha como estás duro por mim… quero isso todo dentro da minha cona já”.

Agarrou-o com as duas mãos, apertando a base grossa, sentindo o pulsar quente, e puxou-me para si enquanto recuava até ao sofá. Deitou-se de costas sem cerimónia, abriu as pernas o mais que pôde, os joelhos dobrados, os pés plantados no assento. A cona exposta era uma visão que me deixou sem fôlego: os lábios inchados e brilhantes de lubrificação, a fenda rosada e aberta, o clitóris inchado espreitando, e aquele pormenor que eu ainda não tinha visto, mas que me ia marcar para sempre, a pele despigmentada, branquinha, quase translúcida, contrastando com o meu caralho moreno e grosso.

Não houve preliminares. Não havia tempo. A tesão acumulada era uma fera que rugia.
Ajoelhei-me entre as coxas dela, segurei o pau pela base e encostei a cabeça grossa à entrada da cona. Ela estava encharcada, quente como um forno, os lábios a abraçarem a ponta do meu caralho como se o chupassem. Com um gemido rouco que saiu do peito dela, empurrei de uma vez, enterrando o caralho todo até aos colhões. A cona dela apertou-me como uma luva quente, escorregadia, as paredes internas contraindo-se à volta do pau com tanta força que quase me fez vir na hora.

“Fode-me… caralho, fode-me fundo”, gemeu ela, cravando as unhas nas minhas costas, as pernas envolvendo-me a cintura e puxando-me mais para dentro. Comecei a bombear, devagar ao princípio, saboreando cada centímetro: o som molhado e obsceno da cona a engolir o caralho, o cheiro forte a sexo que já enchia a sala, suor, cona molhada, o almíscar dela misturado com o meu. O sofá rangia a cada estocada, o tecido áspero a arranhar-me os joelhos enquanto eu acelerava, metendo cada vez mais fundo, as bolas a baterem contra o cu dela com um som seco e ritmado.


Os pensamentos dela, eu via nos olhos vidrados, eram puro animal: “Este caralho jovem e grosso está a rasgar-me por dentro, a encher-me como o marido nunca conseguiu”. Os meus eram ainda mais sujos: “Estou a comer a cona da casada no sofá da própria casa, com o filho a dormir ao lado, o marido a trabalhar no forno… e ela adora”. Mudei de posição sem sair de dentro dela. Levantei-lhe as pernas, apoiei-as nos meus ombros e meti mais fundo, o caralho a tocar no fundo da cona, roçando o ponto que a fazia tremer inteira. Ela mordeu o próprio antebraço para abafar o gemido alto, os olhos revirados, o corpo pequeno a arquear-se contra mim. O suor escorria-lhe entre os seios, pingava da minha testa para o ventre dela. O cheiro era inebriante: cona encharcada, suor salgado, o leve travo a vinho da noite. Acelerei, fodendo-a com força bruta, o pau a entrar e sair num ritmo selvagem, os sons molhados a ecoarem na sala silenciosa.


Virei-a de quatro no sofá, as mãos dela apoiadas no encosto, o rabo empinado. Agarrei as ancas pequenas e meti-lhe o caralho outra vez, de uma vez, sentindo a cona apertar-me ainda mais nesta posição. Bombava com fúria, as nádegas dela a baterem contra as minhas coxas com palmadas secas, o cu redondo a tremer a cada estocada. “Mais fundo… rasga-me a cona… quero sentir-te nos colhões”, suplicava ela, voz quebrada. Eu metia com tudo, uma mão no cabelo dela a puxar-lhe a cabeça para trás, a outra a dar-lhe palmadas leves nas nádegas que deixavam marcas vermelhas. O clitóris dela roçava no sofá a cada movimento, e eu sentia as paredes da cona contrair-se em espasmos, os sucos escorrendo pelas coxas dela, molhando as minhas bolas. O prazer era quase doloroso: o calor apertado, a textura escorregadia, o cheiro a sexo cru que me subia à cabeça.
Deitei-me no sofá e puxei-a para cima de mim. Ela sentou-se no caralho devagar, engolindo-o todo até sentir os colhões contra o cu, e começou a cavalgar com fúria, as mãos apoiadas no meu peito, as unhas cravadas na pele. Os seios pequenos saltavam ao ritmo, o suor brilhava na pele branquinha da cona que subia e descia no meu pau moreno. Eu apertava-lhe as ancas, guiando o movimento, subindo o quadril para encontrar cada descida dela, o caralho a bater fundo, roçando o clitóris sensível.

“Vou-me vir… caralho, vou-me vir na tua cona”, grunhi. Ela acelerou, gemendo cada vez mais alto, o corpo a tremer, a cona contraindo-se em ondas violentas à volta do meu pau. Veio-se com um grito abafado, o corpo inteiro sacudido, os sucos jorrando em torno do caralho, escorrendo pelas minhas bolas. O orgasmo dela apertou-me tanto que eu não aguentei: explodi dentro dela, jorros grossos e quentes de porra a encherem-lhe o útero, misturando-se com os fluidos dela, transbordando pela cona e escorrendo pelas coxas.
Não parámos. Ainda com o caralho meio duro dentro dela, virei-a de lado no sofá, uma perna dela erguida, e continuei a foder devagar, prolongando o prazer, sentindo a cona latejante e cheia de porra a massagear-me.

Depois pus-me atrás outra vez, comendo-a de colher, o peito colado às costas dela, uma mão a beliscar-lhe o clitóris branquinho enquanto o caralho entrava e saía mais devagar, saboreando a textura molhada e escorregadia. Os gemidos dela eram agora mais baixos, roucos, entrecortados por suspiros de exaustão e prazer. O cheiro da sala era puro sexo: porra, cona, suor, o leve travo a vinho que ainda pairava no ar. Fodemos assim durante o que pareceu uma eternidade – posições a sucederem-se, corpos escorregadios de suor, o sofá manchado de humidade, o risco constante de o filho acordar a tornar cada estocada mais intensa.
Só quando estávamos os dois exaustos, os músculos a tremer, o caralho mole e brilhante de porra e sucos, é que parámos. Ficámos abraçados no sofá, ofegantes, o coração aos saltos, o corpo dela colado ao meu, a cona ainda se contraindo levemente à volta dos meus dedos que eu tinha enfiado para sentir a mistura quente que lá deixara. O silêncio voltou, quebrado apenas pela respiração pesada. Mas eu sabia que aquilo não era o fim. Era só o começo. Aquela foda selvagem no sofá da sala, com o marido a trabalhar e o filho a dormir ao lado, tinha aberto uma porta que nenhum de nós queria fechar. A partir dali a tesão ia encontrar-nos em todo o lado, no armazém da pastelaria, nas madrugadas roubadas na Amadora, nos comboios cheios de Lisboa. Mas isso… isso viria depois. Por agora, só existia o calor dos nossos corpos, o cheiro a sexo fresco no ar e a certeza de que a cona dela, branquinha e gulosa, ia ser o meu vício a partir daquela noite.


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
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Nome do conto:
A Mulher do Padeiro 2

Codigo do conto:
259995

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/04/2026

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