Começou de forma inocente. Minha filha (a mais velha de 22 anos), e a Camila amiga dela, tinham saído para beber. Bem, quer dizer, minha filha tinha saído para beber com a Camila. A Camila também tinha 22 anos, mas estava grávida de uns cinco meses, então nada de bebida pra ela. Era aniversário da minha filha mais velha, e ela tinha convidado a Camila pra vir passar o fim de semana aqui, vindo lá de Maringá. A minha caçula, de 17, foi junto no jantar, mas saiu mais cedo pra dormir na casa de uma amiga.
Na manhã seguinte, eu tava na cozinha tomando café. Ainda meio dormindo, quando ouço passos no corredor. Achei que fosse uma das meninas, talvez a mais velha vindo arrastando os pés de ressaca. Mas quando olho pra cima, é a Camila. Ela tava usando um moletom largo que caía de um ombro e um short xadrez tão curto que eu conseguia ver a curva da bunda dela aparecendo por baixo (uma popa de bunda linda). Ela tava descalça, cabelo bagunçado, parecendo que tinha acabado de sair da cama.
- “Oi” - ela disse - “Sua filha ainda tá apagada. Bebeu demais”
Eu assenti, enquanto ela ia até a geladeira e servia um copo de suco. Ela se encostou no balcão e a gente conversou uns dez minutos. Coisas bestas, como ela tava se sentindo, a gravidez, o tempo em Maringá comparado com Curitiba. Ela era fácil de conversar. Amigável. Ria muito.
Aí ela disse que ia tomar um banho e foi pelo corredor em direção ao quarto de hóspedes. Eu olhei pra ela indo, e não consegui evitar, meus olhos caíram naquele short. O jeito que subia a cada passo. Ela tinha uma bunda bonita, barriga de grávida ou não. Me peguei olhando e desviei o olhar, me sentindo um tarado.
Terminei meu café, lavei o copo na pia e fui ao banheiro antes de começar o dia. Andei pelo corredor, abri a porta sem pensar e lá estava a Camila. Sentada no vaso. Short nos tornozelos. Pernas abertas o bastante pra eu ver tudo (tudo mesmo).
Ela não gritou. Nem sequer pareceu surpresa. Ela apenas sorriu pra mim, totalmente à vontade, e disse:
- “Opa, não liga não. Tô acostumada a fazer xixi com meu namorado por perto”
Eu congelei, com a mão ainda na maçaneta.
- “Eu... puta merda, foi mal, achei que você tinha ido pro quarto de hóspedes”
- “Fui” - ela disse, ainda sorrindo - “Mas o bebê me botou num cronograma” - ela deu uma palmadinha na barriga, e então acenou os dedos pra mim - “Pode entrar se quiser. Não me importo”
Fiquei ali parado, com a boca meio aberta, tentando processar o que tava acontecendo. Ela continuava sentada, pernas abertas, me deixando ver tudo. A virilha lisinha entre as coxas, a curva da barriga, o jeito que o short tinha enrolado num tornozelo.
- “Pode fazer xixi também, se precisar” - ela acrescentou, com um tom de provocação na voz - “Não mordo, coroa”
Essa história de coroa doeu um pouco. Mas do jeito que ela disse, brincalhona e provocante, fez meu estômago revirar. Ela me pegou olhando, e em vez de fechar as pernas, ficou ali sentada me encarando, como se estivesse se exibindo.
Eu recuei da porta, coração batendo forte.
- “Vou usar o banheiro de cima”
- “Faz o que quiser” - ela deu de ombros, ainda sorrindo - “Mas você que tá deixando estranho, não eu. Só tô fazendo xixi”
Fiquei paralisado ali com a maçaneta na mão.
- “Não tem problema, pode entrar. Tô acostumada a usar o banheiro com meu namorado”
Eu simplesmente fiquei ali, porta entreaberta, meu cérebro sem conseguir acompanhar. Eu ouvia as palavras, mas elas não faziam sentido.
Eu pensava:
“Que porra é essa?”
Até que consegui balbuciar:
- “Ah, tá bom” - mas ainda fiquei parado, sem me mexer.
Aí ela levantou. Levantou ali mesmo, com o short ainda nos tornozelos. Ela mostrou a vagina pra mim como se não fosse nada. Eu fiquei olhando. Não consegui evitar. Era tão pequena e rosada, completamente depilada. Ela não tava nem um pouco envergonhada.
Ela disse:
- “Já terminei. Entra. Você precisa fazer xixi?"
Meu cérebro deu curto-circuito.
- “Ahhh, acho que sim” - respondi.
Então entrei, fechei a porta atrás de mim e fui até o vaso. Ela já estava na pia, se olhando no espelho, mexendo em alguma coisa embaixo do olho. Eu tirei o pau pra fora, fiquei ali na frente da privada e tentei fazer. Nada. Minha mente disparada, tudo muito estranho, mas de alguma forma parecia estranhamente normal. Como se fosse algo que simplesmente acontece.
Ela olhou de relance:
- “É engraçado como é difícil fazer xixi quando alguém está olhando”
Eu ri, e continuei tentando. Finalmente saiu, um jato enorme, mais longo do que eu imaginava que conseguiria segurar. Fiquei mijando por um tempão.
- “Nossa, foi muito xixi” - ela disse, ainda olhando pro rosto no espelho - “Posso sacudir pra você? Eu sempre sacudo a do meu namorado”
Nesse ponto, eu já tava tão imerso na estranheza que só respondi:
- “Claro, por que não”
Ela veio até mim, pegou meu pau como se fizesse isso há dez anos. Sem hesitação nem vergonha, apenas envolveu a mão ao redor e começou a sacudir. Ela ficou bem encostada em mim, com a cabeça apoiada no meu peito, e ela cheirava incrivelmente bem. Algo floral e quente. Ela levava a sério, sacudindo até a última gota, bem agressivamente.
Mas meu pau não estava entendendo o recado. Começou a endurecer na mão dela. Eu não disse nada. Apenas deixei ela continuar sacudindo. Ela percebeu, continuou brincando com ele, e agora eu estava duro como pedra.
- “Caramba, você é grosso” - ela disse.
Meu coração disparado, pau em pé. Ela não soltou. A mão dela continuou envolta em mim, o polegar fazendo círculos lentos sobre a cabeça, e eu senti começar a ficar escorregadio. Uma gota de lubrificante se formou na ponta.
Ela percebeu e sorriu.
- “Opa, alguém está animado”
Eu nem consegui responder. Meu fôlego preso na garganta. Ela manteve a pegada frouxa, deslizando a mão até a base, depois subindo de novo. Os dedos dela eram macios, e ela estava com calma, como se estivesse estudando ele. O lubrificante natural começou a brilhar, pegando a luz do banheiro, enquanto ela me masturbava de novo.
- “Hmm” - ela murmurou, quase para si mesma, e usou o polegar para espalhar ao redor da cabeça.
Estava quente e molhado, e eu sentia cada pequeno movimento. Ela olhou pra mim, ainda sorrindo, e continuou movendo a mão. Devagar, deliberada, observando o lubrificante formar uma fina teia entre o polegar e minha fenda.
- “Caramba, você tá vazando... Sente-se” - ela disse com uma voz brincalhona.
Ela não parou. Continuou masturbando, deixando o lubrificante cobrir os dedos, deslizando mais fácil agora. Eu estava ali, mãos nos meus quadris, vendo ela brincar comigo como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu só olhava pra ela, boca seca, pulso latejando nos ouvidos. A mão dela continuava me trabalhando devagar e molhado, o polegar espalhando aquele lubrificante escorregadio em volta da cabeça como se estivesse polindo um troféu.
- “Gostou, papai?"
A palavra me atingiu em cheio. Papai. Ela disse tão casualmente, tão doce, como se não fosse nada. Como se ela não tivesse acabado de transformar meu cérebro num ovo mexido.
Eu deveria dizer alguma coisa. Eu deveria parar com isso. Ela é amiga da minha filha. É nova o suficiente para ser minha filha de verdade. Tem um bebê dentro da barriga dela agora, e ali estava eu, duro igual pedra, deixando ela masturbar meu pau no vaso sanitário.
Mas eu não a parei.
- “Eu fiz uma pergunta” - ela purrou, apertando um pouco mais na base.
O polegar dela circulou a cabeça de novo, e outra gota de lubrificante escorreu.
- “Você. Gostou. Papai?"
A palavra novamente. Ela estava fazendo de propósito. Me testando. Observando minha cara enquanto apertava esse botão.
Eu engoli em seco. Minha voz saiu rouca, mal reconhecível.
- “Gostei”
- “Quem gostou?"
Porra. Ela estava me fazendo dizer.
- “Sim... papai gostou”
Ela sorriu radiante, e havia algo malicioso nesse sorriso.
- “Isso, papai!"
Ela se inclinou e, em vez de me levar à boca, passou a língua na ponta. Apenas uma vez, pegando o lubrificante como uma prova. Os olhos dela ficaram nos meus o tempo todo.
- “Hmm” - ela gemeu, lambendo os lábios - “Que gostoso, papai. Você quer mais?"
Eu estava completamente perdido. Assenti antes de pensar. Ela soltou meu pau e, antes que eu pudesse reagir, ela já estava se movendo. A mão dela caiu na tampa do vaso, abaixou com um leve baque. Ela agarrou meus quadris com as duas mãos, me virando como se eu fosse um manequim.
Eu não resisti. Não conseguia resistir. Minhas pernas estavam moles enquanto ela me guiava para trás até que a parte de trás dos meus joelhos bateu no assento de plástico. Sentei com força, a tampa fria contra minha bunda nua. Ela ficou na minha frente, olhando pra baixo, aquela barriga se curvando pra fora, o moletom levantando o bastante pra mostrar a pele esticada sobre o volume.
Ela ainda estava completamente nua da cintura pra baixo. Aquela virilha lisinha, rosada e brilhante entre as coxas. Eu podia ver um traço de umidade ali também, uma linha brilhante que escorria e se ligava à parte interna da coxa dela.
- “Bom” - ela disse suavemente, quase pra si mesma.
Então ela se aproximou, até ficar entre meus joelhos. Eu tive que abrir mais as pernas para acomodá-la. Ela estava tão perto que eu conseguia sentir o cheiro dela, aquele perfume floral lembrando juventude.
Ela olhou pro meu pau, ainda em ereção, lubrificante formando uma gota na ponta. Um sorriso se espalhou pelo rosto dela.
- “Sabe o que eu acho, papai?"
Balancei a cabeça negativamente, garganta apertada.
- “Acho que você está carente” - ela disse.
Ela se abaixou, mas dessa vez não me tocou. Em vez disso, pegou minha mão, aquela que estava pendurada sem jeito na minha coxa. Ela levantou e guiou até ela. Apertou minha palma contra a barriga nua dela.
A pele estava quente. Tesa. Viva.
Ela segurou minha mão ali, pressionando contra a curva da gravidez.
- “Tá sentindo isso?” - ela sussurrou.
Eu não soube o que dizer. Eu estava tocando a barriga de uma grávida enquanto meu pau ainda tava molhado da boca dela. Isso ia muito além de qualquer coisa que eu já imaginei.
Camila não me deixou divagar. Ela pegou minha outra mão e colocou no quadril dela, então guiou a primeira mão mais para baixo, descendo a curva da barriga, até meus dedos tocarem o topo da virilha dela. Ela estava tão, tão molhada.
- “Me toca, papai” - ela disse - “Eu tive tanto tesão essa gravidez toda. Meu namorado não dá conta. Mas aposto que você dá”
Ela olhava pra mim com aqueles olhos grandes, esperando. Antecipando. A mão dela ainda cobria a minha, pressionando meus dedos contra a vagina molhada.
E eu já era. Já era, fingindo que tinha qualquer controle aqui. Meus dedos se moveram por conta própria, deslizando por aquele calor escorregadio, encontrando o clitóris dela. Estava duro e inchado sob meu toque. Ela suspirou, um barulho agudo e curto, e os quadris dela empurraram minha mão.
- “Isso...” - ela respirou - “Bem assim. Aí mesmo...”
Eu comecei a fazer círculos, devagar, desajeitado no começo, mas ela não reclamou. A mão dela largou a minha, me deixando explorar sozinho, e em vez disso ela se abaixou e envolveu os dedos no meu eixo de novo. Masturbando no ritmo dos círculos que eu fazia no clitóris dela.
Estávamos respirando juntos agora, rápido e ofegante. O ventilador do banheiro zumbia lá em cima. Água pingava da torneira. E eu estava dedando a amiga grávida da minha filha enquanto ela me masturbava no assento do vaso.
Ela se inclinou, a barriga pressionando meu peito, e sussurrou bem no meu ouvido.
- “Agora me diz que você quer me comer, papai. Fala”
A pegada dela apertou meu pau. Os quadris dela se esfregaram contra meus dedos.
Eu tremia. O cheiro dela estava em todo lugar. O calor dela estava em todo lugar.
- “Quero te comer” - me ouvi dizer, voz destruída - “Quero te comer, Camila”
Ela deu um passo à frente, mas dessa vez não parou entre meus joelhos. Ela continuou, plantou os pés de cada lado das minhas coxas e começou a se agachar.
Eu a vi descer, aquela barriga se aproximando de mim, aquelas coxas se abrindo. A vagina dela se abriu enquanto ela agachava, rosada e brilhante, umidade realmente escorrendo dela.
Ela pairou ali, sem tocar. Os joelhos dobrados, coxas tremendo levemente com o esforço de se segurar. A vagina dela estava a mais ou menos um centímetro da ponta do meu pau. Eu sentia o calor irradiando dela, sentia o cheiro adocicado e almiscarado.
Ela se abaixou e envolveu os dedos no meu eixo de novo, guiando pra cima, mirando. A cabeça do meu pau pressionou a fenda dela, cutucando a entrada, mas ela não se abaixou mais. Ela apenas me manteve ali, na entrada dela, a menor pressão me fazendo doer.
- “Diz de novo” - ela respirou - “Me fala que você quer foder minha buceta”
A voz dela estava baixa e os olhos dela estavam nos meus, e não havia timidez neles. Nenhuma hesitação.
Eu engoli em seco. Minha boca estava seca. Meu coração batia forte contra as costelas.
- “Quero foder sua buceta” - eu disse, e minha voz falhou na última palavra.
Ela sorriu. Mas ainda não se abaixou.
- “Fala como se você realmente quisesse, papai. Me diz o que você quer fazer com essa buceta”
Ela balançou os quadris levemente, apenas o suficiente para os lábios da vagina dela se abrirem contra a cabeça do meu pau, espalhando a umidade dela sobre mim. Eu tremia. Eu estava duro a ponto de doer. Lubrificante escorria de mim, se misturando com a umidade dela, deixando tudo escorregadio.
- “Quero te comer” - eu disse, mais desesperado - “Quero sentir sua buceta apertando meu pau”
O sorriso dela se alargou. As coxas dela tremeram. E então, finalmente, ela começou a se abaixar.
Devagar. Centímetro por centímetro. Os lábios da vagina dela se abriram ao redor da cabeça do meu pau, e eu senti o calor do interior dela. O aperto escorregadio das paredes dela me agarrando enquanto eu entrava nela. Ela me tomou uns centímetros e parou de novo, pairando, os olhos dela nunca saindo dos meus.
- “Tá sentindo isso?” - ela sussurrou - “Tá sentindo como eu tô molhada pro meu papai? Essa buceta é toda sua”
Ela desceu mais um centímetro. Eu deslizei mais fundo. A sensação foi avassaladora. Quente, molhada, apertada, viva. A barriga dela pressionou meu estômago, o moletom dela amassado entre nós. Eu senti a curva do corpo dela se encaixando no meu.
Ela desceu inteira até que eu estivesse completamente enterrado dentro dela. Ela soltou um longo suspiro trêmulo, e eu senti as paredes dela se apertarem ao meu redor, comprimindo.
- “Porra” - ela respirou - “Isso, papai”
Ela começou a se mexer. Apenas um balanço lento no começo, uma moagem suave, os quadris dela girando em círculos enquanto ela permanecia empalada no meu pau. As mãos dela agarraram meus ombros para equilíbrio. A barriga dela pressionou contra mim. E eu estava dentro dela, dentro da amiga grávida da minha filha, vendo o rosto dela se contorcer de prazer enquanto ela montava em mim em cima de um assento de vaso.
Eu mal conseguia me segurar. Minhas mãos agarravam os quadris dela, dedos cavando a carne macia acima da barriga dela, e cada balanço lento dos quadris dela enviava um choque através de mim. Ela estava quente e apertada e molhada, e eu sentia minhas bolas se contraírem já.
Fechei os olhos por um segundo, tentando pensar em qualquer outra coisa. Futebol. Pensei no gol do título, na torcida vibrando. Mas tudo que eu conseguia sentir era a vagina dela me apertando, o deslizamento escorregadio dela subindo e descendo no meu eixo.
Ela deve ter sentido. O jeito que eu respirava, o jeito que meu corpo tensionava debaixo dela. Ela diminuiu o ritmo, como se estivesse saboreando cada centímetro de mim dentro dela. Ela se aproximou, o rosto a centímetros do meu. A respiração dela estava quente contra minha bochecha. A voz dela caiu para um sussurro, baixo e conspirador.
- “Você tá tentando não gozar, não tá, papai?"
Abri os olhos. Ela estava sorrindo de lado, aqueles sorrisinho malicioso que dizia que ela sabia exatamente o que se passava na minha cabeça. As mãos dela subiram dos meus ombros para segurar meu queixo, inclinando meu rosto para cima em direção ao dela.
- “Tudo bem” - ela murmurou, os lábios dela roçando os meus enquanto falava - “Você pode gozar dentro da minha buceta. Eu já tô grávida, lembra?"
Ela disse tão casualmente, tão naturalmente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E talvez pra ela, fosse. Ela já estava carregando um bebê (O que mais um pouquinho de porra ia fazer?). Mas ouvir ela dizer aquilo, me dar permissão, saber que ela queria que eu enchesse ela. Aquilo quebrou alguma coisa dentro de mim. O último resquício de resistência se desfez.
- “Tem certeza?” - consegui ofegar.
Ela respondeu rolando os quadris com mais força, me levando mais fundo, apertando ao redor de mim como um punho. A testa dela encostou na minha, os olhos dela presos nos meus olhos.
- “Tenho certeza. Eu quero sentir você gozando dentro de mim, papai. Quero sentir seu pau pulsando e bombeando sua porra dentro da minha buceta. Me dá sua porra, papai”
Ela começou a me cavalgar mais rápido agora, um ritmo molhado e estalado que ecoava pelas paredes do banheiro.
Eu já era. Não conseguia segurar por mais tempo. Os pensamentos de futebol evaporaram, substituídos por nada além dela. O cheiro da pele dela, o som da respiração dela, a sensação da vagina apertada dela me agarrando.
- “Vou gozar” - eu geme, minhas costas arqueadas, minhas mãos puxando os quadris dela para baixo em cima de mim.
- “Goza pra mim, papai” - ela purrou - “Goza dentro da minha buceta”
E eu gozei.
Veio em ondas, cada pulsação do meu pau enviando outro jato quente de porra bem fundo dentro dela. Eu senti aquilo se derramando dentro dela, enchendo ela, e ela gemeu longo e baixo. Os quadris dela se moendo contra mim, ordenhando cada última gota. As paredes dela tremiam ao meu redor, apertando, pulsando, como se o próprio corpo dela estivesse me bebendo.
Eu continuei gozando, mais tempo do que em anos, até que eu estava vazio e tremendo, meu peito ofegante, minhas mãos tremendo contra as coxas dela.
Ela permaneceu sentada em cima de mim, seu peso pressionando, me mantendo enterrado dentro dela. Ela se inclinou e me beijou. Suave, macio, um contraste completo com tudo que tinha acabado de acontecer. Os lábios dela estavam quentes, e ela ficou ali por um momento antes de se afastar, um sorriso satisfeito no rosto.
- “Caramba, papai” - ela sussurrou - “Você precisava disso”
Eu não conseguia nem formar palavras. Apenas assenti, minha cabeça caindo para trás contra a caixa de descarga, tentando recuperar o fôlego.
Eu ainda recuperava o fôlego, meu pau amolecendo levemente dentro dela, mas ela não saiu de cima. Em vez de se levantar, ela apenas manteve o peso pressionado contra mim, moendo os quadris em círculos lentos.
- “Ainda não terminei, papai” - ela murmurou - “Eu não terminei”
Eu a senti se mexer, inclinando a pélvis de um certo jeito, e o movimento enviou um choque através do meu pau super sensível. Era quase demais, aquela sensação elétrica crua logo depois que eu tinha gozado. Ela balançou os quadris, esfregando o clitóris contra minha pelve, e eu podia sentir a umidade da vagina dela misturada com minha porra, uma lambança escorregadia e quente entre nós.
- “Só... me dá um segundo” - eu ofeguei.
- “Eu não tenho um segundo” - ela disse, com a respiração dela acelerando, as unhas dela cavando meus ombros - “Eu tô quase lá. Você me deixou toda animada, papai. Não vai me deixar na mão, vai?"
Eu conseguia sentir as paredes dela apertando ao redor de mim, não num ritmo rítmico, mas em pequenas pulsações. Ela estava bem ali, equilibrando-se na borda. Os olhos dela estavam fechados, a boca levemente aberta. Eu respirei fundo e me forcei a focar. Eu estava meio duro agora, mas ainda dentro dela, e cada movimento que ela fazia esfregava meu pau sensível contra as paredes escorregadias dela. Era avassalador, mas eu não me afastei. Eu deixei ela me usar.
- “Vai” - eu sussurrei, minha voz rouca - “Pega o que você precisa, goza no papai”
Ela soltou um gemidinho, um som que era metade alívio, metade desespero. Ela começou a me cavalgar com mais força. Não estava pulando como antes. Era um movimento de moagem, circular, os quadris dela rolando pra frente e pra trás. A respiração dela vinha em ofegantes irregulares, os peitos dela balançando sob o moletom largo, a barriga de grávida pressionando quente contra meu estômago.
- “Isso” - os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás - “Isso, papai. Não se mexe. Apenas me deixa...” - e a voz dela foi cortada, substituída por um suspiro agudo.
O corpo dela tensionou, as costas arqueadas, todos os músculos travados. Então ela tremeu, um gemido profundo e gutural escapando da garganta dela enquanto o orgasmo a varria. A vagina dela agarrou meu pau, ordenhando meu pau já vazio, uma série de contrações rítmicas fortes.
Ela cavalgou aquilo, a moagem dela se tornando irregular, descontrolada, até que finalmente ela caiu pra frente. A cabeça dela caiu no meu ombro. O corpo dela ficou mole contra mim, a respiração dela quente e rápida contra meu pescoço.
Eu envolvi meus braços ao redor dela, segurando ela firme. Ficamos assim por um longo momento, apenas respirando, o peso dela sólido e real contra mim. Meu pau amolecendo escorregou pra fora dela enquanto ela relaxava, e eu senti o fio quente de porra e dos fluidos dela escorrendo pelas minhas bolas até o assento do vaso.
- “Agora eu terminei” - ela disse, voz satisfeita. Ela plantou um beijo nos meus lábios, então lentamente se levantou.
Fiquei ali sentado, completamente exausto, vendo ela pegar um punhado de papel higiênico pra se limpar entre as pernas. Ela jogou no lixo e então se virou pra mim com um sorriso.
- “Bom dia, 'papai'”
[...]
Nas semanas seguintes, o silêncio entre mim e Camila foi ensurdecedor. Ela voltou para Maringá e, pelo que minha filha me contava, seguia com a gravidez tranquilamente. Eu, por outro lado, não conseguia olhar para o banheiro do corredor sem sentir um aperto no peito (e uma certa “culpa” que me corroia por dentro).
Evitei qualquer evento que pudesse reuni-la novamente. Quando minha filha falava em visitar Camila, eu inventava uma desculpa. O apelido "papai", que antes me provocava um misto de vergonha e excitação, agora ecoava como um alerta. Eu tinha traído a confiança da minha filha, mesmo que de forma passiva, e brincado com uma situação que nunca deveria ter acontecido.
Certo dia, recebi uma mensagem dela: um simples "oi, sumido" acompanhado de um emoji de grávida. Não respondi. Dias depois, ela enviou outra escrito:
"~Não se preocupe, seu segredo está seguro. Mas sinto falta"
Apaguei as conversas. À noite, no escuro do quarto, o arrependimento vinha com força, mas também, para minha vergonha, uma ponta de desejo maldito. Antes de eu adormecer, fiquei excitado com a mensagem de boa noite que dizia:
“~Serei sua ‘filhinha’ sempre, e agora meu namorado vai ser corno manso, Falei para ele que vou procurar um homem que me coma direito. Ele só não sabe que já tenho você sendo esse homem ‘papai’... Boa noite”
Quando o bebê nasceu (uma menina saudável) minha filha foi madrinha de batizado. E eu não recusei o convite de ir com minha filha para Maringá. Sabendo que nossa história vai se cruzar de novo num churrasco de família e nos aniversários da filha dela. Estou contando os dias para ir para Maringá, esperando nossa intimidade em um banheiro.

