Luan estava roncando baixinho ao meu lado, de bruços, a bunda branca e macia marcada com vermelhos de dedos, a camiseta de uma banda de funk qualquer jogada num canto qualquer. Gabriel esparramado na poltrona, a perna de fora, a pala rolando na barba desenhada. O corpo dele, gordinho e convidativo, respirava fundo. Eu me arrastei para sentar, passando a mão na própria barriga, sentindo a textura dos pelos e a leveza da barriguinha que eu tanto curtia. A boca tinha gosto de papelão e gozo.
— Porra, cabeça tá explodindo — grunhi Gabriel, sem abrir os olhos, se espreguiçando na poltrona e deixando a baba escorrer um pouco no canto da boca.
Luan deu um grunhido e se virou, abrindo os olhos meio vesgos, piscando contra a luz que invadia a sala pelas grandes janelas que davam para o quintal.
— Água. Por favor, alguém me mata ou me dá água — ele pediu, a voz rouca.
Levantei, as pernas bambas, e caminhei até a cozinha. O chão de madeira rangeu suave sob meus pés descalços. Abri a geladeira, a luz forte me cegando por um segundo. Peguei uma jarra de água gelada e três copos. Ao voltar, o sol já estava alto, batendo na piscina lá fora. A água estava cristalina, convidativa, um azul irreal que contrastava com a sujeira e a bagunça da nossa ressaca.
— Bebe — disse eu, colocando os copos na mesa de centro.
Gabriel se sentou, pegou o copo e tomou tudo de uma vez, deixando um pouco escorrer pelo peito e pela barriga, molhando os pelos grisalhos. Luan fez o mesmo, o gole gargalhado, respingando água no chão.
— Puta que pariu, que noite hein? — Luan sorriu, aquele sorriso malandro que ele sempre tinha, mesmo destruído. — O pai do João tá nem aí, hein? Viajou e deixou a casa livre pra gente fazer essa merda toda.
— E aí, vamos aproveitar? — Gabriel se espreguiçou de novo, a mão passando pela própria pala, ajustando a cueca que já estava apertada de tanto uso. — O dia tá lindo, sol rando. Temos carne no freezer, piscina lá... que tal um churrasco pra curar essa ressaca?
A ideia entrou devagar, mas fez sentido. Carne, cerveja gelada — talvez não agora, mas mais tarde — sol, piscina. E nós. Sem pressa, sem compromisso, apenas a putaria fraternal que a gente curtia tanto desde os tempos de faculdade.
— Bora — eu concordei, sentindo o sangue voltar a circular de um jeito diferente, não mais pela dor de cabeça, mas por aquela antiga familiaridade com a tesão. — Mas primeiro, um mergulho.
Saímos para a área externa. O sol da manhã esquentava a pele de verdade. A piscina do quintal do sobrado era enorme, cercada por pedras naturais que já estavam quentes. Luan foi o primeiro a pular, sem cerimônia, tirando a cueca já no caminho e entrando nu, a água batendo nas pernas peludas e na barriguinha de chopp. Gabriel seguiu atrás, tirando a camiseta e deixando o corpo gordinho à mostra, entrando na água com um splash. Eu fiquei na borda por um segundo, observando. A água balançava, os corpos dos meus amigos flutuando, a descontração total.
Tirei a cueca e entrei. A água gelada foi um choque, mas bom, acordando cada poro da pele. Nadamos um pouco, sem rumo, apenas nos espalhando na água grande. A ressaca foi sumindo, lavada pelo cloro e pelo movimento.
— Carne na churrasqueira em uma hora? — perguntou Gabriel, encostado na borda, os braços abertos.
— Tá — respondi.
Mas a hora passou, e a carne nem foi pra grelha tão cedo. A água, o sol, a nudez... aquilo tudo era um combustível velho conhecido. Luan veio na minha direção, aquele sorriso de canto de boca, a mão debaixo d'água roçando na minha coxa.
— Tá difícil de segurar, mano — ele sussurrou, o olhar nos meus lábios, mas descendo rápido pro meu pau que já começava a endurecer na água morna.
Não respondi. Deixei a mão dele encontrar o que procurava. Os dedos de Luan, calejados e firmes, apertaram a base do meu cacete, dando um aperto de reconhecimento. Eu respirei fundo, o bolha de ar escapando pela boca. Gabriel não ficou de fora. Ele veio por trás de Luan, vi os braços dele envolverem a cintura do amigo, o rosto de Gabriel enterrando no pescoço peludo de Luan, ouvindo o som de um beijo molhado no ombro, não na boca. Brotheragem. Sem beijos. A regra de ouro da nossa putaria.
A mão de Gabriel desceu pela barriga de Luan, encontrando a rola dura que eu já sentia roçando na minha perna. Ficamos ali, os três, no meio da piscina, um círculo de mãos debaixo d'água, respiração pesada, o sol queimando nossas costas.
— Sai da água — eu disse, a voz falhando. — Vamos pro deck.
Saímos, a água escorrendo pelos corpos, deixando rastros brilhantes na pedra quente. O ar estava quente, cheirava a cloro e a tesão. Nos deitamos nas espreguiçadeiras largas, não para dormir, mas para o que estava por vir. Eu puxei Luan pra mim, fazendo ele deitar de bruços em cima de mim, sentindo o peso da barriga dele contra a minha, a pele úmida colando. Gabriel se aproximou, ajoelhando-se ao lado da espreguiçadeira, a mão passando óleo de sol nas costas de Luan, mas com intenção óbvia, demorando nas nádegas brancas e macias.
— Vamos comer essa bunda, Gabs — eu disse, passando a mão pela nuca de Luan e empurrando a cabeça dele pro meu pescoço, onde ele começou a lamber e morder a pele, sem beijar os lábios.
Gabriel não precisou de aviso. Ele abriu as nádegas de Luan com as duas mãos, expondo o cuzinho rosado e apertado que pulsava. O sol batia ali, iluminando a entrada. Gabriel cuspiu, um globo grosso de saliva que caiu exatamente no alvo, e depois desceu a cabeça. Ouvi o som de língua em carne molhada, um som chupado e que Luan respondeu com um gemido abafado contra o meu peito.
— Ah, foda... — Luan suspirou, os dentes roçando meu mamilo.
Meu pau estava duro, batendo na barriga de Luan. Ele se mexeu, deslizando o corpo pra baixo, até que a boca dele encontrasse minha glande. Não houve preliminares delicadas. Luan engoliu tudo num gole só, a garganta abrindo, o nariz enterrado na minha pelve cheia de pelos. O calor da boca dele era absurdo, a língua dançando em volta da cabeça do meu pau enquanto eu arqueava as costas na espreguiçadeira.
Enquanto Luan me chupava com fome, Gabriel estava lá embaixo, comendo o cu dele com a mesma voracidade. Via o rosto do Gabriel balançando, a barba roçando na pele sensível das pernas de Luan, as mãos segurando firme as nádegas abertas. O trio se conectava, sons, cheiros, suor começando a misturar com o cheiro de cloro.
— Tá bom demais — eu grunhi, segurando a cabeça de Luan e forçando o ritmo, fodendo a boca dele com força, sentindo a garganta dele apertar a cada vez que eu ia fundo. — Chupa essa rola, seu vadio.
Luan gemia, vibrando em volta do meu pau. Gabriel levantou a cabeça, o rosto brilhando com saliva e óleo.
— Hora de meter — ele disse, a voz rouca, se levantando e mostrando o pau duro, vermelho e grosso, pulsando no ar quente.
Ele não esperou. Gabriel posicionou-se atrás de Luan, que ainda estava com a boca cheia de mim. Ele cuspiu na mão, lubrificou a cabeça do pau e empurrou. Luan estremeceu todo, o corpo ficando rígido por um segundo enquanto a cabeça do pau de Gabriel rompia a resistência do anel muscular.
— Fode! — gritou Luan, tirando a boca do meu pau por um segundo para clamar, antes de voltar a chupar com mais vontade ainda.
Gabriel começou a foder com força, sem piedade. Cada golpe fazia o corpo de Luan ir pra frente, forçando meu pau mais fundo na garganta dele. Era uma máquina de foder sincronizada. Gabriel batendo as pelvas nas nádegas de Luan com um som de *plac, plac, plac* úmido e alto, e Luan engolindo meu cacete até as bolas.
Eu olhei para cima, vendo o céu azul sem nuvens, sentindo o sol queimar meu rosto enquanto minha bunda levantava da espreguiçadeira para encontrar a boca de Luan. Mas eu queria mais. Eu queria participar ativamente daquela destruição.
— Troca — eu disse, empurrando Luan para o lado.
Luan saiu de cima de mim com um gemido de protesto quando o pau de Gabriel saiu do cu dele. O buraco estava aberto, brilhando, pedindo mais. Eu me levantei, peguei Luan pela cintura e o fiz virar, de bruços na espreguiçadeira agora. A bunda dele ficou no ar, oferecida.
Gabriel veio na minha frente, sentando na espreguiçadeira onde eu estava, abrindo as pernas e mostrando o pau duro.
— Chupa agora, João — ele ordenou, não como um chefe, mas como um parceiro de crime.
Eu me curvei, engoli o pau de Gabriel. Ele tinha um gosto salgado, de pele e suor. A barba dele roçava no meu rosto enquanto eu mamava, sentindo a veia pulsando contra minha língua. Enquanto isso, eu alinhei meu pau no cuzinho de Luan. Não precisei de lubrificante extra; a saliva do Gabriel e o suor de Luan já tinham feito o trabalho sujo. Empurrei.
Luan gritou, a mão agarrando a perna da espreguiçadeira com força branca. O cu dele estava quente e apertado, sugando meu pau pra dentro. Comecei a bombar, fundo, sentindo as paredes internas do reto dele apertarem minha glande a cada entrada.
— Sim, fode meu cu, mano! — Luan gritava, sem vergonha nenhuma, a voz ecoando no quintal alto. — Mete com força!
A cena era pornográfica ao ar livre. Três homens peludos, suados, usando uns aos outros como objetos de prazer puro. O som da pele batendo na pele, os grunhidos guturais, o cheiro de sexo que começava a superar o do cloro. Eu chupava Gabriel com vontade, sentindo o cheiro do cu dele na minha mão quando passei a dedar entre as nádegas dele enquanto mamava.
— Vai gozar na minha boca, Gabs? — eu perguntei, tirando a boca por um segundo, um fio de saliva ligando meus lábios à glande dele.
— Ainda não, porra — Gabriel riu, ofegante, segurando minha cabeça e empurrando de volta no pau dele. — Tá começando agora.
Ele se levantou, tirando o pau da minha boca. Eu fiquei de quatro na espreguiçadeira, continuando a foder Luan, mas agora minha bunda estava exposta para Gabriel. Ele entendeu o recado. Senti as mãos dele abrirem minhas nádegas, o ar batendo no buraco úmido, e depois a língua dele, quente e áspera, lamber meu períneo e morder minha bochecha do cu.
— Ah, merda — eu grunhi, perdendo o ritmo por um segundo, o prazer subindo pela espinha.
Gabriel não perdeu tempo. Ele se posicionou atrás de mim. Eu senti a cabeça do pau dele, maior que a minha, encostar na minha entrada. Respirei fundo, relaxando o máximo que podia enquanto continuava enfiado em Luan.
Empurrou.
A dor aguda e doce da penetração me fez arregalar os olhos. Gabriel era gordinho, mas o pau dele era uma arma pesada. Ele entrou devagar no começo, mas a paciência dele acabou rápido. Em segundos ele estava batendo com força, me empurrando contra Luan, que gemia como um animal a cada golpe que eu transferia pra ele.
Éramos uma corrente de carne. Gabriel fodendo João, João fodendo Luan. O suor escorria pelas minhas têmporas, caindo nas costas de Luan. O cheiro de macho era insuportável, intoxicante.
— Tá apertado, caralho — Gabriel gritou, dando um tapa forte na minha bunda que estremeceu meu corpo todo.
— Mete então! — eu respondi, olhando por cima do ombro. — Enche esse cu de leite!
A putaria subiu de nível. A fome era mútua. Luan soltou a mão da espreguiçadeira e começou a bater uma punheta frenética no próprio pau, o rosto colado no plástico quente da espreguiçadeira.
— Eu vou gozar, caralho! — Luan avisou, a voz trêmula.
— Goza na minha mão, porra — eu disse, estendendo a mão por baixo dele.
Luan não aguentou. Ele gritou, o corpo todo retesando, e eu senti o cu dele contrair violentamente ao redor do meu pau, me sugando, me apertando. O jato de porra dele quente e grosso encheu minha palma, escorrendo pelos dedos, umedecendo tudo. Eu trouxe a mão à boca, lambendo o leite dele, misturando com o gosto da pele de Gabriel que ainda estava na minha língua.
Isso me levou ao limite. Ver Luan gozar, sentir o cu dele pulsando, e ao mesmo tempo sentir Gabriel me destruindo por trás... foi demais.
— Vou dar, mano — grunhi Gabriel, segurando minha cintura com força unhas cravando na pele.
— Enche — eu pedi. — Enche meu cu.
Gabriel berrou, um som animal, e empurrou o mais fundo que pôde. Senti as bombas de porra explodindo dentro de mim, um jato quente e forte que me deu uma sensação de plenitude absurda. Ele continuou bombarando, esguichando cada gota, misturando a porra dele com o suor dentro do meu reto.
Aquilo me fez perder o controle. Eu tirei o pau de Luan — que gemeu com a perda súbita — e virei Gabriel, puxando ele pra um beijo sujo, sem regras agora, a língua invadindo a boca dele, provando o próprio cu e a porra dele no hálito do amigo. Eu bati uma punheta rápida, violenta, o pau latejando na mão ainda suja com o leite de Luan.
— Ah, foda-se! — eu gritei contra a boca dele.
O primeiro jato atingiu o peito de Gabriel, acertando a barba desenhada e escorrendo pros pelos do peito. O segundo acertou minha própria barriga. O terceiro pingou no chão de pedra. Eu tremia, as pernas fracas, o orgasmo me arrancando um gemido longo e exausto.
Caímos de volta nas espreguiçadeiras, os três ofegantes, o peito subindo e descendo violentamente. O sol agora estava a pino, o meio-dia batendo duro. O cheiro de porra, suor e sexo era pesado no ar quente.
— Puta que pariu... — Luan riu, limpando o resto da porra da própria barriga com a mão e levando à língua. — Isso que é churrasco de verdade, hein?
Ficamos ali em silêncio por uns minutos, apenas recuperando o fôlego, ouvindo os pássaros e o barulho da água da piscina batendo na borda. Mas a ressaca tinha sumido de vez. Substituída por uma outra sede.
— Ainda não tomamos água — eu disse, olhando para a piscina.
— Não de água... — Gabriel corrigiu, olhando para mim, aquele brilho safado nos olhos azuis. — Ainda não mijamos.
A sugestão pendurou no ar, pesada e elétrica. Era o nosso selo. A coisa mais suja que fazíamos, a marca daquela irmandade bizarra.
— Quem começa? — Luan perguntou, já se levantando, o pau mole balançando entre as pernas, mas o olhar faminto.
— Eu — eu disse, me erguendo.
Meu corpo ainda tremia do orgasmo, mas a bexiga estava cheia, pressionando, pedindo saída. Fui até a borda da piscina onde a água era mais rasa. Gabriel e Luan me seguiram, entrando na água comigo. A água nos chegava pela cintura.
— Abre a boca — eu ordenei para Luan.
Ele obedeceu sem questionar, inclinando a cabeça para trás, a boca aberta, a língua esperando. Eu segurei meu pau e relaxei. O jato saiu forte e quente, amarelo escuro, batendo direto na língua e no rosto de Luan. Ele engolia o que conseguia, deixando o resto escorrer pelo queixo e pelo peito, misturando com a água da piscina.
— Ah, yeah... — Luan sussurrou, passando a mão pelo cabelo molhado de urina, se banhando na minha porra dourada.
Quando terminei, Gabriel assumiu o posto. Ele mirou em mim.
— Tá pronto, João?
Eu abri a boca. Gabriel soltou a bexiga. O jato dele foi forte, acertando meu rosto, entrando na minha boca, quente e salgado. Engoli goladas grandes, sentindo o líquido descer quente pelo esôfago, um ato de submissão total que ao mesmo tempo me fazia sentir poderoso por compartilhar aquilo. O cheiro ácido subiu ao meu nariz, me deixando tonto de novo.
Luan foi o último. Ele mijou no peito de Gabriel, que esfregou o líquido pelos próprios mamilos duros, olhando nos meus olhos.
— Somos nojentos — Gabriel disse, sorrindo, os dentes brancos contrastando com a pele avermelhada pelo sol e pelo sexo.
— Somos livres — corrigi.
Saímos da piscina outra vez, mas agora não fomos para as espreguiçadeiras. Fomos para o chuveiro externo, de pedra rústica. Abrimos a ducha juntos e a água fria caiu sobre nós, lavando a urina, a porra, o suor. Nos esfregamos uns nos outros, o sabão espumando entre os corpos peludos, as mãos explorando sem pressa, apenas tocando, confirmando a presença, a textura, a vida ali.
— E a carne? — Luan perguntou enquanto eu enxaguava o cabelo.
— A carne pode esperar — respondi, beijando o ombro de Gabriel. — A ressaca passou, mas a fome é outra.
Secamo-nos com toalhas grandes e ásperas, não nos vestindo. Não precisávamos de roupas naquele quintal cercado. Fomos até a churrasqueira, mas não para acender o fogo ainda. Sentamos nos bancos de pedra ao redor da mesa de madeira, o sol secando a água na nossa pele.
Gabriel abriu uma cerveja que tinha deixado numa caixa de isopor na sombra. O *psch* da lata foi o som mais bonito da manhã. Ele tomou um gole longo e passou a lata para mim.
— Saúde — eu brindei, tomando o gelo líquido, sentindo ele descer e espalhar o frio pelo estômago.
Passou para Luan.
— Saúde aos putos — Luan completou.
Ficamos ali, três homens nus, tomando cerveja ao meio-dia, o cheiro de churrasco ainda não no ar, mas o cheiro de nós mesmos impregnando tudo. Olhei para eles. Gabriel, com a barriga gorda e a barba perfeita, o rosto relaxado. Luan, magricela mas com a barriguinha de chopp, o sorriso de mau garoto. E eu, sentindo a liberdade daquela casa vazia, daquele sábado sem fim.
— Sabe do que eu tô com vontade? — perguntei, quebrando o silêncio.
— De comer? — Gabriel sugeriu. — Porque tem picanha no freezer.
— De comer, sim — respondi, olhando para a bunda de Luan que estava apoiada no banco de pedra. — Mas o sobremesa vem primeiro.
Luan riu, abrindo as pernas, o pau começando a endurecer de novo com a promessa no ar.
— Brotheragem é o melhor programa do mundo — ele disse.
E era. Sem beijos românticos, sem promessas de amor, apenas tesão puro, sujo, compartilhado entre amigos que se conheciam demais para ter vergonha. O dia estava apenas começando, e a piscina ainda estava lá, esperando mais mergulhos, mais putaria, mais urina, mais vida. A ressaca tinha sido só o prelúdio. O sábado, agora sim, tinha começado.
