8 - Virando esposinha do pai pastor

Desde pequeno eu sempre fui diferente. Todos na igreja percebiam. O jeito mais delicado de falar, os gestos suaves, a forma como eu me movia. Eu era visivelmente gay, e meu pai, o pastor Marcos, nunca aceitou isso.

Depois que minha mãe foi embora definitivamente da cidade, aceitando uma missão permanente em outro estado, ficamos só nós dois. Eu tinha dezenove anos e assumi toda a casa: cozinhava, lavava, passava e limpava tudo. Mas meu pai detestava me ver fazendo “coisa de mulher”.

— Para com isso, Lucas! — ele bronqueava sempre que me pegava de pano na mão ou ajoelhado esfregando o chão. — Para de agir feito uma empregadinha! Você é homem, caralho! Eu não criei filho viadinho pra virar dona de casa!

As broncas eram constantes e humilhantes. Ele me olhava com decepção e raiva, como se minha presença o envergonhasse. Mesmo assim, eu continuava. Porque no fundo, servir ele era o que me dava sentido.
Naquela tarde, entrei no quarto dele para arrumar e encontrei sua cueca usada no chão. O cheiro forte e masculino me dominou. Ajoelhei, aproximei o tecido do rosto e lambi tudo com devoção — o suor, a porra seca, os pentelhos. Meu cuzinho piscava de desejo enquanto eu chupava o pano como um viciado.

Foi então que encontrei a sacola vermelha escondida no guarda-roupa. A fantasia completa de empregada sensual, o plug anal com pedra rosa e o bilhete antigo de Dia dos Namorados que minha mãe nunca abriu.
Algo dentro de mim quebrou. Se ela não quis ser a mulher dele, eu quero.
Vesti tudo: meia-calça, vestido transparente curtíssimo, tiara, gargantilha e enfiei o plug, gemendo baixinho. Olhei no espelho e vi o que sempre fui: uma putinha pronta para servir o homem da casa.
A porta se abriu com violência.

Marcos ficou paralisado. Seus olhos percorreram meu corpo com choque, nojo e algo muito mais perigoso.

— Lucas… que porra é essa?! — rugiu, a voz tremendo de raiva. — Você vestiu a roupa que eu comprei pra sua mãe? Colocou esse negócio no cu?! Seu viadinho desgraçado!

— Pai… por favor… — sussurrei, lágrimas escorrendo.

Ele bateu a porta e avançou. Segurou meu braço com força.

— Eu sempre soube que você era afeminado, mas nunca imaginei que chegaria a esse ponto! Dentro da minha casa! Vestido de puta!
Ele me arrastou até a cama, sentou-se e me jogou de bruços no colo. Levantou o vestidinho e começou a espancar minha bunda com fúria.

— Eu vou tirar essa frescura de você nem que seja na porrada! — pancada — Você é homem, porra! — pancada forte

Cada tapa ardia. Eu chorava, mas meu pauzinho duro pressionava contra a perna dele. Ele percebeu.

De repente, parou. Sua respiração estava pesada. Arrancou o plug com um puxão brusco, fazendo-me gritar. Depois enfiou dois dedos grossos com força.

— Olha só como tá molhado… seu cuzinho de viadinha piscando pra mim. — A voz dele mudou, mais rouca. — Você sempre foi assim, não foi? Desde pequeno, rebolando, olhando pra mim desse jeito.

Ele me jogou de quatro na cama, puxou a calcinha pro lado e cuspiu no meu buraco virgem. Pressionou a cabeçona grossa contra mim.

— Hoje eu vou deflorar essa sua feminilidade de uma vez, Lucas. Se você quer ser putinha… vai ser putinha do papai.

Empurrou devagar, mas sem piedade. Gritei alto quando ele rompeu minha virgindade, entrando centímetro por centímetro até enterrar tudo. A dor era lancinante, mas o prazer veio em ondas.

— Isso… toma o pau do seu marido. — Ele segurou meus quadris e começou a estocar. — Você não é mais meu filho. Aqui dentro, você é minha esposa. Minha esposinha. Entendeu?

— Sim… papai… — gemi, a voz feminina e entregue.

Ele me fodeu com força crescente, batendo na minha bunda, puxando a gargantilha, chamando-me sem parar:

— Rebola, esposinha… assim, boa menina… toma o caralho do marido no seu cuzinho virgem. Você é mais mulher do que sua mãe jamais foi!

O clímax veio quando ele me deitou de costas, abriu minhas pernas bem abertas e meteu fundo, olhando nos meus olhos.

— Vou gozar bem no fundo do seu útero, esposa. Toma toda a porra do seu homem!

Ele rugiu, enchendo-me com jatos grossos e quentes. Senti cada pulsada. Depois enfiou o pau melado na minha boca.

— Limpa tudo, boa menina. Engole o leitinho do papai.

A partir daquele dia, tudo mudou.

As broncas acabaram. Quando ele chegava em casa, eu já o esperava vestida de empregadinha, de quatro na cama, bunda empinada. Ele me usava todas as
noites — às vezes com carinho bruto, às vezes com selvageria. Sempre me chamando de esposinha, putinha, mulherzinha.
Durante o dia, ainda éramos pai e filho para o mundo. À noite, dentro de casa, eu era completamente dele.
Meses depois, numa noite tranquila, depois de me encher de porra e me abraçar contra o peito, ele beijou minha testa e sussurrou:

— Eu lutei tanto contra isso… mas você sempre foi minha. Desde o começo. Agora você é a esposinha do pastor. E eu não vou mais deixar você escapar.

Eu sorri, feliz e completo, sentindo o calor dele ainda dentro de mim.
Pela primeira vez na vida, eu não precisava mais esconder quem eu era.
Eu era a mulher dele.
E ele era o meu homem.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
8 - Virando esposinha do pai pastor

Codigo do conto:
261231

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/05/2026

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