Na primeira vez, nós fomos até uma casa abandonada, só eu e ele. Porque no dia anterior tinha tido uma festa que ele não tinha ido e falaram que eu tinha dado pro aniversariante, mas era mentira, o que aconteceu foi que eu fui passar pra me sentar e tinha uma pequena mesa entre o sofá e quando fui passar alguém me empurrou e caí em cima dos amigos. Mas ele não quis nem saber, me levou pra lá e já foi logo falando que eu ia dar pra ele, porque, disseram que eu tinha dado ontem, expliquei que era mentira, mas ele não quis saber, então, disse que eu iria embora, foi quando ele me segurou e disse que não, que nós só sairíamos dali depois que ele me comesse. Quis me recusar, mas ele muito mais forte que eu, forçou e me fez ajoelhar na sua frente...
- Tira meu pau pra fora...
Não queria, então, ele ameaçou ...
- Vai ser por bem ou por mal, você escolhe...
Sem ter como sair fora, obedeci e abaixei suas calças e logo levei uma chicotada daquela rola negra monstruosa na casa e ele riu...
- Chupa...
Disse que não fazia aquilo, que nunca tinha feito, mas ele não quis saber. Segurou minha nunca e forçou o pau na minha boca, sempre me ameaçando, aos poucos fui cedendo e aquele mastro magnífico foi entrando na minha boca, enquanto eu babava e sufocava muito, afinal, nunca tinha chupado um pau, muito menos um daquele tamanho e grossura, totalmente negro. Senti aquele mastro inteiro na minha garganta, era muito difícil, não engasgar ou sufocar com aquilo na boca. Estranhamente, eu apesar de inexperiente, estava conseguindo, não engasgava nem sufocava, mas babava feito uma puta, risos. Minha garganta ajudou, ficando relaxada, dando espaço pra aquele caralho. Nessa hora, foi incrível, eu não sentia nojo, pelo contrário, estava adorando a textura daquela rola veiúda e pentelhuda na minha garganta, aquela cabeçorra deliciosa, adorando o cheiro de macho que exalava na minha cara, nessa hora muita gente não aguenta, mas, aquilo não me incomodou, pelo contrário, achei delicioso, mas não iria entregar fácil assim pra ele...
Então, ele começou a foder minha boca, me segurando pela nuca e forçando aquela tora negra até o talo na minha boca, me fodendo como se fosse um cu ou uma boceta. Não sei quanto tempo ficamos ali, comigo chupando e sendo fodido na boca por aquele macho delicioso, acho que mais de 40 minutos, não sei, por aí. Mudamos de posição e ele me pôs deitado no chão e se sentou no meu peito e punhetava me fazendo chupá-lo, até ele me mandar abrir bem a boca e colocar minha língua toda pra fora, obedeci sem pensar e ele punhetando sua rola negra muito rápido começou a gozar esporrando sem parar no meu rosto todo, na minha língua, garganta sobrou até pro meu peito, nessa hora, eu hoje eu penso, que falta faz um par de peitos, risos...
Pensei que iríamos embora dali, mas o Marcelo tinha outros planos, ainda faltava foder meu cu. Mas ele tinha acabado de gozar e naquela época ele só precisava de uns 5 minutos pra ficar pronto pra outra e me mandou chupar suas bolas e sua rola, toda lambuzada em porra. Foi aí que meu instinto natural de chupador de rolas agiu, sem ele dizer nada comecei mamando uma bola de cada vez daquele saco enorme e pentelhudo, cheio de porra que tinha escorrido do seu pau, depois, mamei a outra e por fim, enfiei as duas bolas inteiras na garganta e mamei e babei muito, ele adorou, até gemeu e quase gozou. Em seguida fui escalando e babando aquele mastro negro desde o talo, vagarosamente, sentindo veia por veia na minha língua até chegar na sua cabeçorra e passear minha língua toda babada em volta dela e apertar sua cabeçorra pra uretra abrir e por a ponta da língua nela...
Ele já estava pronto pra foder meu cu, ainda tentei dizer pra ele que ele, que o pau dele era muito grande, grosso, que eu nunca tinha feito, que iria me machucar, mas ele não quis saber e me mandou ficar de quatro, a posição que hoje eu sei é a mais dolorosa pra dar a bunda, porque o cu se fecha, não sei o porquê. Então, ele puxou uma cusparada barulhenta do fundo do peito e cuspiu tudo no meu cu, dizendo que era pra não doer...
Então, passou os braços por baixo de mim, me segurou pelos ombros e encostou a cabeçorra negra daquela monstruosidade no meu cu, pedi pra ele por devagar, porque, eu nunca tinha feito aquilo e não tinha mesmo era o meu primeiro macho de muitos que viriam depois, ainda tentei desistir, mas ele me segurou com força, então relaxei e aceitei o meu destino, implorei pra ele meter devagar e ele me disse que se doesse muito pararia e que não contaria pra ninguém, duas mentiras, porque no dia seguinte todo mundo tinha ficado sabendo e ele não parou, pelo contrário. Eu estava de quatro, seus braços por baixo de mim, me segurando pelos ombros e me puxou com tudo contra o seu pau, gritei de dor, mas ele não parou, chorei de dor nas primeiras vezes que aquele monstro me penetrou, mas tive que aguentar, quem mandou eu ir dar pra ele...
Parecia que não tava entrando, mas ele continuou me puxando com muita força contra o seu pau, até que senti seus pentelhos e suas bolas baterem na minha bunda...
- Calma, entrou tudo, relaxa...
Senti que minha bunda estava mais molhada, daí o Marcelo deu uma segunda cusparada e continuou me fodendo sem dó, não estava nem aí pro meu sofrimento, pelo contrário, ele estava adorando, depois vi que era sangue de quando seu pau me arrombou, mas ele continuava o entra e saí na minha bunda, pondo e tirando e quando ele tirava pra meter de volta era muito dolorido, mas a dor ia passando e eu comecei a sentir um certo tesão, mesmo assim, a dor era intensa, cu de virgem não é fácil, leva tempo e muitas rolas pra se acostumar e o Marcelo me deu os dois, risos. Me fez deitar de costas no chão e erguer minhas pernas, foi aí que eu vi o sangue no chão e no seu pau, levei outra cusparada e ele jogou seu corpo sobre o meu e aquele caralho me arrombou mais ainda, deslizando inteiro pra dentro do meu cu, seguido de metidas rápidas e fortes, de novo ele punha e tirava tudo e às vezes deixava só a cabeçorra dentro...
Perdi a nossa de quanto tempo ele ficou lá fodendo meu cu naquela noite, mas foi bem mais de uma hora, até ele despejar golfadas e mais golfadas da sua porra quente, branca, gosmenta, que inundou minha bunda e quando terminou de esporrar, ficou todo enterrado lá dentro e quando pensei que tinha terminado senti uma coisa quente saindo do pau dele na minha bunda, perguntei se ele estava gozando e ele disse que não, que estava mijando para marcar sua propriedade e depois de encher meu cu de porra e mijo, tirou seu pau ainda mijando e continuou mijando em cima de mim, do meu pau, no estômago, peito todo gozado , boca , rosto e me mandou por a língua pra fora pra terminar de mijar, foi difícil me limpar pra poder voltar pra casa naquela noite, mas consegui disfarçar bem e como já era meio tarde subi direto e não encontrei ninguém e fui pro meu quarto, me tranquei no banheiro, que seria um ritual meu no futuro, voltar pra casa todo arregaçado, esporrado, cuspido e mijado e me trancar no banheiro pra ver o tamanho do estrago e brincar mais um pouco com toda aquela porra...
No dia seguinte, o Marcelo me levou de novo pra me foder na casa abandonada, mas dessa vez eu tinha uma surpresa pra ele, uma lata de vaselina que facilitou bastante ele me foder, mas não aliviou muito a dor, pelo contrário, sua rola deslizava inteira, muito mais rápido e ele não deixava meu cu se acostumar com ele antes de começar o entra e saí, a única coisa que ele dizia, era pra eu aguentar um pouco que logo, logo, não iria doer mais, mentira doeu por um bom tempo. Se gostaram mandem seus comentários sacanas para abrilhantar o relato e me inspirar a lembrar de outras vezes...
É COMO EU SEMPRE DIGO, SOMOS DEPÓSITO DE ROLAS, CUSPE, PORRA E MIJO DOS NOSSOS MACHOS, QUEM DÁ NÃO PODE SE RECUSAR A NADA QUE ELE QUEIRAM, ESTAMOS LÁ PARA SERVI-LOS, PODE GEMER, GRITAR, CHORAR ATÉ SANGRAR, MAS TEM QUE AGUENTYAR TUDO E IMPLORAR POR MAIS, NÃO IMPORTA O QUE SEJA....





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