Ricardo também não perdoou, ainda mais porque o Fernando, ali do lado esperando a vez, sempre torcia e incentivava os meus amigos a não só me comerem, ele queria vê-los me fazer gemer, gritar, sangrar e me humilhar era isso que dava tesão naquele pouca rola do caralho, mal sabia ele que era isso que mais me dava tesão, risos. Ricardo me mandou deitar na grama de bruços e abrir as pernas, obedeci, e ele mandou o Fernando Abrir minha bunda e ele abriu, abriu tanto que quase rasga meu cu, risos. Ricardo deu uma cusparada e enterrou a rola na minha bunda, e o Fernando incentivava...
- Isso, fode ele...
- Fode mais forte...
- Arregaça mais...
- Faz ele gritar, risos...
-Mete tudo e tira....
E, eles todos riram sem parar enquanto eu chupava o Carlos e era arrombado pelo Fernando, que depois de me foder pondo e tirando tudo várias vezes com muita força, pro delírio do Fernando e dos demais, deixando que eles vissem meu cu todo aberto e latejando quando ele tirava a rola, antes de metê-la de novo, passou a cuspir no meu cu e a meter dando estocadas, tirando seu pau inteiro e estocando num golpe só, como se fosse um soco. Meu cu, totalmente, laceado, esporrado, bem arregaçado, latejava sem parar. E ele, começou a esporrar bem lá dentro e tirou seu pau pra terminar de esporrar em cima de mim, principalmente no meu peito e rosto e me fez chupá-lo depois de terminar até seu pau ficar limpo e amolecer na minha garganta. O próximo seria o Carlos, mas ele olhou pro meu cu arregaçado, latejando sem parar e bem aberto, todo cuspido e esporrado (nesse dia me arregaçaram mais que o normal, será que foi só por causa Carlos e do Ricardo?) e me puxando pelo cabelo, me levantou até que eu ficasse de joelhos e socou a rola na minha boca, me fodendo om força e segurando minha nuca contra o seu pau enterrado até o talo na minha boca até sentir que iria gozar, quando me soltou...
- Abre bem a boca...
- Abre mais, abre tudo...
- Põe a língua toda pra fora...
E começou a esporrar golfadas de porra quente, branca, gosmenta e quando terminou enterrou o pau na minha garganta até eu limpá-la e sentir ela amolecer. Faltavam gozar os paus de tamanho normais e os pequenos. Que, tal qual, o Carlos, olharam pro meu cu latejando e arrombado por tantas rolas gigantes que o tinham arregaçado, que nem se todos me fodessem juntos eu sentiria alguma coisa. Então, preferiram me fazer chupá-los e punhetá-los, até gozarem na minha boca, e seriam poucas golfadas de porra transparente e rala, fazer o quê? Mas porra é porra e quando todos já estava se vestindo pra irmos embora ouvimos o que parecia ser gente se aproximando. Todos correram e o Fernando, sempre ele jogou minhas roupas pra cima e correu, não tive tempo de me vestir e correr também. Fui pego por 4 carregadores que trabalhavam na linha de trem ao lado, carregando os vagões, mas isso eu conto depois, pra não misturar os relatos...
Espero que gostem de mais esse relato e que comentem muito e não se reprimam adoro comentários sacanas e pervertidos me dão o maior tesão de lê-los...





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