- Vou te foder todinha...
- Hoje você vai conhecer minha rola...
- Vou te arregaçar toda, puta...
- Gargalhadas...
Ao mesmo tempo que passavam à mão em seus peitos, bunda e boceta. Ao entrar no quarto, nem teve tempo de se ajeitar, porque já tinha um cara esperando por ela...
- Vem cá, vagabunda...
- Chupa aqui piranha...
E tacou-lhe um beijo na boca, enquanto enfiava a mão muito fundo em sua boceta...
- Isso, isso...
- Bocetão gostoso...
- Vou destruir ele todo...
Então ordenou...
Chupa...
E segurando-a pelos cabelos a levou até seu pau, ainda meio adormecido. Ela então, chupou suas bolas uma de cada vez, depois seu saco inteiro, deixando-o todo babado e foi subindo por aquele pau, nada descomunal, mas de bom tamanho e grossura e quando chegou na cabeça o engoliu inteiro, fazendo o cara gemer...
- Isso, puta...
- Continua, continua, chupa gostosa essa rola...
= Não para, não para...
Nem preciso dizer que ela deixou o pau do cara duro em poucos minutos, foi quando ele a mandou deitar e colocou um travesseiro embaixo dela deixando sua bunda empinada, cuspiu no seu pau e na boceta dela e enterrou o pau, que desapareceu no meio de sua pentelharia, nem usou o lubrificante, talvez achando que fosse se divertir mais sem ele, risos..., e continuou dando metidas e estocadas na sua boceta ao mesmo tempo que suas mãos apertavam seus peitos.. A virou deitada de frente pra ele e enquanto apertava e chupava seus peitos e a beijava na boca, meteu seu pau outra vez, pondo e tirando. Seu tempo já estava quase acabando quando a mandou ficar de quatro, ela obedeceu e ele abriu sua bunda e tacou--lhe outra cusparada que escorreu, então sem dizer uma única palavra enterrou a rola no seu cu, sem dó...
- Agora sim, vou arregaçar seu rabo, sua puta...
- Toma vadia, aguenta...
E metia o pau na sua bunda com muita força, enquanto mamãe se deliciava com aquilo, ela estava adorando até o cara enterrar o pau no seu cu e urrar....
- Vou gozar, vou gozar...
- Toma filha da puta...
E encheu o cu dela de porra, quando terminou tirou o pau fazendo alguma porra escorrer pelos seus pentelhos, então, pincelou o pau nos pentelhos lambuzados de porra enterrou a rola de volta, dessa vez na sua boceta e deu algumas estocadas, quando finalmente tirou o pau de sua boceta a mandou chupá-lo uma última vez...
- Chupa, vagabunda...
Dizendo-lhe que ela tinha sido a puta mais gostosa que ele já tinha comido. Mal ele saiu do quarto, enquanto ela foi se limpar pro próximo, ali no pequeno banheiro, entrou um caminhoneiro negro, um pouco mais velho, mais agressivo e mais ou menos roludo. Assim que ela voltou do banheiro, ele a pôs de joelhos e a mandou tirar sua roupa...
- Chupa, piranha...
Então, ela abocanhou seu saco inteiro e deu uma breve mamada, até começar a subir por todo aquele cacete e deixá-lo todo babado, nada de beijos, nem abraços, logo, ele a fazia chupá-lo fodendo sua boca, quando sua rola já estava dura, ele a puxou pra cima e meteu a rola entre seus peitos enquanto os apertava a fazia continuar chupando aquela rola, até ficar satisfeito. Em seguida a mandou ficar de quatro na cama, cuspiu em seu cu, foi tanto cuspe que escorreu de sua bunda por seus pentelhos até sua boceta e enterrou a rola em sua boceta pra arregaçar e ele não queria só comê-la, ele queria fodê-la, só por prazer, por diversão, pra descarregar sua porra dentro dela, e não estava nem aí pra ela, se ela estava gostando ou não e até ficava irritado quando ela não gemia e metia mais forte ainda...
- Toma vadia...
- Geme, vagabunda...
Foi aí que ela entendeu e de vez em quando dava uns gemidos. Foi quando ele começou a pôr e tirar tudo de dentro de sua boceta e meter de volta, com força e às vezes tirar e meter em seu cu. Tirou o pau de dentro dela e a fez chupá-lo outra vez, até colocá-la de quatro, de novo e enterrar sua rola dentro dela. A virou deitada de pernas erguidas socando pau dentro de sua boceta e chupando seus peitos, alternando a rola em seu cu e boceta, até enterrar o pau em seu rabo e enchê-la de porra, puxando a rola com tudo de dentro dela e puxando junto grande quantidade de porra que escorreu de sua bunda, então, pincelou o pau naquela porra grudada em seu pentelhos e o enterrou em sua boceta, por fim, apertou seus peitos e socou o pau no meio deles a fazendo terminar de chupar sua rola negra, toda lambuzada em muita, muita porra...
- Puta, gostosa...
- Bem vagabunda como eu gosto...
Virou as costas, se vestiu e enquanto ela ia ao banheiro se limpar saiu do quarto sem dizer mais nada. O próximo a entrar era um caminhoneiro gordinho, meia-idade, devia ser casado, calça e camiseta Hering, mostrando o barrigão, devia usar cueca zorba, não muito cheiroso se descontar a bebida, risos...
- Chupa piranha...
Ela chupou como sempre com muito entusiasmo, mas o pau do cara não era lá essas coisas, afinal, puta não escolhe pra quem dá, fode quem aparece, risos., o cara mandou ela deitar na cama com a bunda pra cima e abri-la, cuspiu no seu pau e meteu na sua boceta ele entrava e saía feito um coelho, muito rápido, depois tirou o pau e a fez chupar e, novamente, e a colocou deitada de pernas pro alto e voltou a meter em sua boceta até começar a soltar uns sons estranhos e começar a gozar, nem minha mãe esperava, mas o gordinho gozou muito, gozou pra caralho. Em seguida a fez chupar e enquanto ela ia ao banheiro se limpar pro próximo foi embora...
O próximo era um caminhoneiro gaúcho, devia ter uns 35/40 anos, bom porte forte, barba por fazer, forte. Ele entrou no quarto e se sentou na cama enquanto esperava ela sair do banheiro, anda logo, tá demorando vadia, anda logo...
E quando ela saiu lhe deu um sorrisinho malandro, agora sim, melhorou...
- Chupa minha rola, vagaba...
Ela obedeceu e de cara já sentiu que ele não seria fácil como os outros, porque, além do pau grande e grosso, de bom tamanho, ele tinha uma pegada mais agressiva e a segurou pelo cabelo enquanto ela chupava seu pau e apertava seus peitos com a outra mão, a colocou de quatro e enquanto forçava sua rola na boca dela com força pra foder mesmo, enfiou 3 dedos no seu cu, enquanto a xingava...
- Toma puta...
- Vou foder você, vagabunda...
E deu uma cusparada no seu pau e no rosto dela, que continuava chupando. Sua rola ficou duríssima e ele a mandou ficar de quatro virada pra parede, abriu sua bunda deu uma cusparada que puxou do fundo da garganta que escorreu e lambuzou sua deliciosa pentelharia negra, em seguida espirrou lubrificante nela e espalhou com às mãos, dessa vez ele não se contentou só com 3 dedos e enterrou a mão em sua boceta e socou forte...
- Geme puta, geme...
- Isso, adoro isso numa vagabunda...
Depois lhe deu um tapa na bunda, muito forte, depois outro e outro (e ela adorava levar umas porradas, nada muito forte a ponto de ficar com ossos quebrados ou olhos roxos nem perder dentes), o tirou e enterrou a mão grossa na sua bunda, não sabemos se foi pra valer ou se ela gemeu só de sacanagem, mas deu uns gemidos enquanto ele socava a mão dentro dela. Então, enquanto seu cu latejava, ele meteu a rola e a fodeu violentamente...
- Grita, puta, grita...
- Por que não tá gritando vagabunda...
- Não tá gostando?
- Não tá doendo?
- Vai doer... risos...
Em minutos sua bunda já estava toda avermelhada de tantos tapas, ele devia ser um contumaz frequentador de puteiros e de putas, risos, não se contentava só em comê-la, ele queria foder, arregaçar, fazê-la gritar, gemer, e continuava a foder sua boceta enquanto cuspia e metia os dedos no seu rabo. Até mandá-la se virar e deitar de pernas abertas, jogando seu corpo sobre o dela e a penetrando, com violência, ele gostava de ser violento, mal sabia ele que ela também gostava, risos. E continuava metendo sem parar pondo e tirando tudo do seu cu e boceta, até enterrar a rola em sua boceta e começar a esporrar sem parar, golfadas e mais golfadas de porra, até tirar a rola ainda escorrendo porra dela e montar sobre ela pra chegar na sua boca, lambuzando todo o seu corpo...
- Vou por um filho nessa boceta, sua puta, risos...
- Vai ficar prenha...
- Vai ter mais um filho da puta nesse mundo, risos...
E, enquanto se vestia lhe disse que voltaria quando ela estivesse lá de novo, pra terminar de fodê-la e foi embora, rindo, enquanto ela ia ao banheiro se limpar, mais uma vez. Quando voltou do banheiro, encontrou uma dupla no quarto, dois caminhoneiros que trabalhavam juntos um branco mais velho e um negro não tão velho. Os dois a mandaram se ajoelhar e pôr suas rolas pra fora, ela obedeceu...
- Chupa, chupa tudo...
Ela obedeceu e começou mamando as bolas do negro e que bolas, eram enormes e pentelhudas, ao mesmo tempo massageava as bolas do mais velho, depois inverteu e chupou as bolas do mais velho e massageava o negro. Em seguida, lambeu aqueles dois babando muito das bolas até a cabeçorra dos paus e os engoliu, um de cada vez até ficarem duros, o que não demorou nadinha. Todos duros, o mais velho deitou na cama e mandou que ela viesse pra cima, o que ela fez rapidamente, sentando com sua boceta naquela rola não muito grande, mas grossa, enquanto o negro, dono de uma respeitável rola aproveitou a posição e a cobriu feito uma cadela, jogando seu corpo por cima dela e metendo a rola no seu rabo e os dois a foderam por um bom tempo naquela posição, até trocarem de lugar o negro se deitou e o mais velho mandou que ela se montasse por cima dele, que enterrou o pau naquela boceta, enquanto o mais velho, agora, comia seu cuzão. Ficaram assim por um bom tempo até o mais velho não aguentar mais e começar a gozar, despejando sua porra na sua bunda, mais alguns minutos naquela posição o negro começou a esporrar na sua boceta, enchendo-a com golfadas de porra e quando tirou o pau achando que tinha terminado, vieram mais duas golfadas que acertaram sua boceta, estômago e peitos, risos...
Os dois se vestiram e ela foi ao banheiro se limpar pro próximo, e quando ela saiu do banheiro ele já estava nu sentado na cama (um caminhoneiro bem rude, já com uns 60), disse pra ela que fazia um tempo que ele não pegava uma mulher e isso deve ter dado um pouco de pena nela, porque ela caprichou no oral e o cara quase gozou com ela só chupando as bolas, ela teve que parar algumas vezes pra ele não gozar. Mas quando ela subindo lambendo e babando o seu pau modesto, assim que ela o abocanhou, ele não resistiu e gozou na mesma hora, um gozo normal nada espetacular nem rala e tiveram que esperar uns quase 20 minutos até seu pau ficar duro outra vez. Quando ela ficou de quatro e ele meteu em sua boceta, dessa vez, ele conseguiu se segurar, e levou uns 10 minutos fodendo sua boceta até gozar, uma porra rala e, não tão abundante. Se vestiu enquanto ela foi ao banheiro se limpar e a agradeceu pela paciência antes de ir embora (foi o único que a agradeceu, mesmo a tratando como uma puta), quanto aos outros, eu conto na parte final deste relato, porque, está ficando muito grande. Se gostaram comentem e deixem meu relato mais gostoso de se ler, eu adoro seus comentários pervertidos e me animam a contar mais...





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