- Chupa...
Dessa vez, comecei chupando e lambendo suas bolas e subindo cada vez mais e mais pelo corpo enrijecido daquele monstro negro, sentindo minha língua passar veia por veia lentamente, até chegar na sua cabeçorra, então, ao contrário da noite anterior, depois de ver alguns filmes cuspi na cabeçorra do seu pau e fui engolindo inteiro, no começo era difícil, eu não sabia como e era meio desajeitado, mas aprendo rápido, risos. Deixei aquele mastro duro como sempre, sem muito esforço, o pau dele endurecia só de olhar pra ele, risos...
- Vira de quatro...
Antes de obedecer, tirei a lata da vaselina do bolso da calça do agasalho e ele riu...
- Gostou de ontem né...
- Respondi, assim dói menos, eu acho...
Então, ele mandou que eu passasse a vaselina no seu pau todo, enchi a mão e deixei aquela rola negra toda lambuzada de vaselina, massageando aquele mastro lentamente, enquanto passava a vaselina pelo seu pau. Deixei seu pau branco, branco de tanta vaselina...
- Agora passa no seu cu...
- Obedeci e enchi minha bunda de vaselina...
- Agora pega um pouco e enfia lá dentro...
Obedeci e ele me mandou ficar de quatro como na noite anterior, achei que seria menos dolorido, porque, eu estava mais relaxado e a vaselina ajudaria a entrar mais fácil, engano meu, pelo contrário, com o cupê e a vaselina aquele monstro deslizou inteiro de uma só vez pra dentro da minha bunda e ele nem esperou eu me acostumar pra começar a me foder, dizendo que assim eu me acostumaria mais fácil e a dor passaria, fazer o quê? Ele estava no controle absoluto do meu corpo, não podia me recusar a nada que ele quisesse fazer comigo. Mas aqui cabe uma explicação, ao contrário do sigilo que ele tinha me prometido, todos os nossos amigos já estavam sabendo, mas ninguém me tocava porque, ele não deixava...
Eu podia sentir sua rola me alargando, me arregaçando e arrombando pra valer, entrando e saindo inteira do meu cu, enquanto ele cuspia e alternava metidas fortes com estocadas, devo admitir, gosto mais das estocadas. Ele continuou me fodendo de quatro, até acelerar as metidas e avisar que iria gozar, deu duas golfadas no meu cu e tirou seu pau lambuzando minhas costas inteirinha, tinha lambuzado até meu cabelo, mas não percebi, só em casa perto do espelho no banheiro. Enquanto ele descansava da gozada, me fez lamber suas bolas e seu pau até ficar sem nenhum sinal de porra, obedeci, claro...
Quando eu já estava terminando de limpá-lo, seu pau já começava a dar sinais de vida, voltando a endurecer, então, quis deixá-lo duro o mais rápido possível e engoli sua rola inteira, confesso, que não gostei do gosto da vaselina e tentei tirá-la com a parte de dentro da minha camiseta. Com seu pau duro, de novo, me mandou encostar na parede a abrir as pernas, e começou a me foder em pé, dando fortes metidas até me mandar me apoiar no beiral da janela com a bunda virada pra ele e tome rola, rola e mais rola. Depois de um bom tempo me fodendo no beiral da janela ele me mandou deitar e abrir as pernas, obedeci e ele se aproximou como se quisesse olhar o estrago que seu pau estava fazendo pela segunda vez, em 24 horas e deu uma cusparada e vociferou...
- Caralho, caiu tudo lá dentro...
Então, cuspiu de novo, até tudo escorrer pela minha bunda, segurando minhas pernas separadas e meteu sua rola, novamente, e me fodeu uma meia hora naquela posição, até começar a enterrar tudo, até o talo, sem dó, esporrando uma dentro da minha bunda e tirando sua rola esporrando para se divertir terminado de esporrar em ciam de mim, até chegar na minha cara e enterrar seu pau ainda esporrando na minha garganta. Antes de terminar, me fez ficar de quatro, de novo e meteu a rola no meu cu, só pra dar uma mijada e antes de terminar me fez olhar pra ele de boca bem aberta e terminou de mijar na minha cara. Ainda bem que eu sempre usava duas camisetas, por baixo uma bem velha que jogava ali mesmo toda lambuzada de porra que tinha usado pra me limpar até poder voltar pra casa e pro meu banheiro. Deixei sua rola limpa como fiz no dia anterior, me limpei até onde podia ver, menos minha nuca que não percebi que estava esporrada e fomos embora, não sem antes, ele me mandar trazer outra lata de vaselina, porque aquela não tinha mais quase nada. No dia seguinte, durante o dia, todos faziam piadinhas comigo, já tinham ficado sabendo de tudo, outra vez e também que à noite teria mais, mesmo assim, ninguém me tocava, só o Marcelo e seria assim, por mais 6 meses...
E o terceiro dia, ou melhor a terceira noite seria igual as outras duas e igual as que ainda viriam, mas algumas posições mudariam, porque, todos os dias nossos amigos passavam filmes pornôs e revistas pra gente ver e eu adorava, tudo aquilo, me dava muito tesão, ver as putas levando rolas, cusparadas, esporradas e mijadas e me imaginar trocando de lugar com elas, confesso que no começo, também me imaginei no lugar de alguns caras que fodiam elas, mas isso, logo passou...





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