- Ele já tá querendo levar rola...
- Não aguenta esperar, risos...
Então, o Marcelo, de pernas abertas, aproveitou minha cara no chão e me puxou pela nuca até meu rosto tocar suas coxas e rola que escapava do calção. Provocando uma risada absurda. Então, todos me levantaram e já fomos entrando pela mata até uma clareira, onde eles sempre me comiam. Chegando lá a primeira coisa que fiz foi ver se uma camiseta minha bem velha, ainda estava escondida lá, porque era com ela que eu sempre me limpava e ela estava lá. Olhei de novo e todos já estavam tirando as roupas e ficando com as rolas à mostra. Fui cercado por eles e posto de joelhos no meio da roda, tiraram minha camiseta e meu shorts e o Toninho enfiou sua rola na minha garganta numa estocada só e me fodeu até sua monstruosa rola branca ficar dura. Em seguida, veio o Marcelo e sua tora negra, também não perdeu e fodeu minha boca até seu pau endurecer, em seguida veio o Flávio, depois o Wladimir e o irmão do Fernando, os mais roludos queriam me foder primeiro, então chupei-os primeiro...
Depois deles vieram o Júnio, o outro Júnior, o Carlos, o Luís, o Fernando, o Marcio e os outros de paus pequenos e pouca porra, mas, eu não podia recusá-los, porque o Marcelo e o Toninho não deixavam e porque quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram, pode gemer, chorar, gritar, mordendo a camiseta, até sangrar, mas tem que aguentar tudo e pedir mais, é o que eu faço. Todos de paus duros me puseram de quatro e o Flávio foi o primeiro, cuspiu no meu cu encostou a cabeçorra da sua rola no meu cu, passou seus braços por baixo dos meus ombros e enquanto eu chupava o Marcelo e o Toninho no revezamento e batia uma pro irmão do Fernando e o Wladimir. Ele me puxou com tudo fazendo aquela rola monstruosa me penetrar até o talo. Quase grito de tanta dor, mas por sorte antes de voltar a chupar o Marcelo e o Toninho, tinha mordido minha camiseta pra abafar o grito, afinal, eles sempre me fodiam do mesmo jeito, como eu gostava sem dó...
E, com o Flávio fodendo meu cu, sem dó, com sua rola monstruosa e eu chupava o Toninho e o Marcelo. A dor já estava passando e minha garganta também já bem laceada e com muita baba deslizava suas rolas. O Flávio aumentou a força das estocadas, senti que ele iria gozar e mais uns minutos senti as primeiras golfadas de porra inundarem meu cu e como eles sempre faziam, tiravam as rolas e terminavam de esporrar em cima de mim, o Flávio lambuzou meu cu e minhas costas, acertando até meu cabelo. Sem demora o Marcelo Tomou o seu lugar e sua rola negra deslizou até o talo no meu cu arrombado e inundado de porra e me fodeu enquanto eu chupava o Toninho e dava um trato na rola esporrada do Flávio. O Marcelo continuava me fodendo, mas o Flávio tinha me arregaçado muito, então, ele disse pro Toninho vir me foder junto com ele, nada que eu já não tivesse feito antes, mas aquilo deixou os pouca rola alucinados...
Então, o Marcelo deitou e me mandou montar no seu pau negro. Obedeci e entrou tudo, de primeira, o Toninho veio, me inclinou pra frente e socou a rola, deliciosamente, sem dó, até o talo. E os dois em fodiam com força, enquanto eu chupava e punhetava os outros só ouvia alguns zoando comigo. Enquanto o Toninho me fodia pondo e tirando seu pau inteiro do meu cu...
- Olha o tamanho desse cu, risos...
- Fode mais, fode mais...
- Faz ele gemer...risos
Então, o Marcelo avisou que iria gozar, então o Toninho tirou seu pau do meu cu, deixando o amigo a vontade pra gozar. Então, o Marcelo me virou pro lado, ergueu minhas coxas e me penetrou com sua enorme rola negra, pondo e tirando tudo até começar a esporrar no meu cu só tirando a rola pra terminar de gozar no meu pau, estômago, peito e rosto, o que sempre faz os outros rirem muito, risos..., sem perder tempo o Toninho meteu a rola de novo na minha bunda e socou até encher meu cu de porra branca, quente e gosmenta e terminar em cima de mim no meu peito e rosto, enterrando sua rola na minha garganta, fodendo-a sem dó até seu pau amolecer completamente...
Os outros eu vou contar depois, porque fazia tempo que não publicava um relato meu. Se gostarem comentem, adoro os comentários, principalmente, os bem sacanas...





Que delicia, com certeza você não faltava nenhum sábado. Que delicia de amigos.
sátiro