- Gostou?
- Não tive como disfarçar, ela deu uma balançada no pau e mijou no meu pau. Saímos dali e começamos a conversar, passamos no bar e pegamos mais duas cervejas e fomos saindo do estádio e no caminho ele me perguntou onde estava meu carro, respondi que estava a pé, porque morava perto. Daí, ele me perguntou se eu não queria ir pra casa dele, tentei sair fora, mas o meu tesão por aquela rola estava muito grande, sentia meu cu piscando, então disse que sim, ele se apresentou dizendo que seu nome era Rui, respondi dizendo que o meu era... x. Risos...
Foi então, que ele disse ó tem um probleminha, perguntei qual era e ele me disse que morava com mais 5 amigos da faculdade (infelizmente, nenhum negro) e que eles também estavam no show e nos encontrariam no estacionamento. Chegando lá, vi os amigos em dois carros. Daí, o Rui disse pra eles que íamos pra casa se divertir um pouco, todos riram muito. Entrei atrás junto com o Rui num dos carros e mais um cara no banco do carona e outros 3 no outro carro. Chegamos na casa deles e era uma bela casa grande e um pouco afastada das outras casas. Assim que entramos, eles não perderam tempo e já foram tirando as roupas, sem cerimônia, inclusive as minhas. Comecei a ver algumas rolas tamanho normal, a rola do Rui, deliciosa, e mais duas a do Roberto (irmão do Rui) e a do Frederico, a maior e mais grossa de todas, um tesão...
Todos pelados sentados nos sofás, de pernas abertas e eu ajoelhado entre eles, foi quando o Rui me mandou começar a chupá-los. Obedeci e fui logo começando pelo Rui, seu pau ainda tinha o gosto da mijada que ele tinha dado quando a gente se conheceu, dava pra sentir o cheiro, então, como eu sempre fazia comecei mamando suas bolas, uma de cada vez, depois as duas juntas, deixando aquele saco, completamente babado. E fui lambendo e subindo por todo seu pau até chegar numa cabeçorra maravilhosa e grande e fui lambendo e babando naquela rola deliciosa, veia por veia, até chegar na cabeçorra, então, dei uma bela cusparada e o engoli inteiro, fazendo-o ficar duro, em segundos. Então, fui dar atenção ao próximo, que estava no outro sofá e quando fui levantar, o Roberto disse pra eu ir engatinhando, igual a uma cadela, obedeci e todos gargalharam...
No outro sofá fui direto no Frederico e mamei uma de suas bolas, depois a outra e depois, o saco inteiro e que saco delicioso, era imenso e pentelhudo como eu gostava. E, depois de engolir aquele saco inteiro na boca e babar muito nele, comecei a lamber e a babar naquela rola magnífica, enquanto ia subindo, naquele mastro veia por veia, como eu tinha feito com o Rui, até chegar na cabeçorra e que cabeçorra, era maior que um cogumelo, mais grossa que seu pau, então, cuspi nela e fui engolir aquele mastro magnífico inteiro, como eu tinha feito com o Rui e surpresa. Pela primeira vez em muito tempo, eu não consegui e me engasguei, era muito grossa e seu pau também, mesmo abrindo toda a minha boca mal cabia (entrou menos da metade) isso fez todo mundo gargalhar. Mas eu não iria desistir, assim, tão fácil...
Tomei fôlego, minha garganta já mais relaxada, cuspi de novo naquele mastro e abocanhei seu pau e comecei a descer e descer, babando e babando muito e, aos poucos fui conseguindo até ele me empurrar com a cara enfiada em seus pentelhos, e minha língua batendo em suas bolas que exalavam um delicioso cheiro de macho, seu pau também estava duríssimo. Voltei engatinhando pro outro sofá e fiz o mesmo com o Roberto, que já foi mais tranquilo, mas nem tanto. E voltei engatinhando pro outro sofá, agora me apresentaram o Júlio e repeti todo aquele meu ritual começando pelas bolas, indo até a cabeçorra e engolindo inteiro, mas ele me segurou pela cabeça e fodeu minha boca, fui para o outro sofá e lá estava o Leonardo, que recebeu o mesmo tratamento até seu pau ficar duro e engatinhei até o último pau no outro sofá, e tratei de pegar o Sílvio, tratando de deixá-lo duro o mais rápido possível e pronto hora de virar a bundinha, risos...
Só que todos queriam ser o primeiro e não tinha como, então, tive uma ideia. Peguei uma agenda que estava em cima de uma mesa e cortei uma folha e escrevi números de 1 até 6, duas vezes e disse pra eles pegarem um papel, depois que todos tinham seu número pela ordem ele podia tirar outro papel pra saber quando seria sua vez, aquilo me dava muito tesão. Feito o sorteio ficou assim, o primeiro seria o Leonardo, o segundo seria o Roberto, o terceiro o Frederico, o quarto o Rui, o quinto seria o Sílvio e o último seria o Júlio, em segundo ouvi fica de quatro...risos.
Obedeci e o Leonardo cuspiu na minha bunda e jogou seu corpo contra o meu forçando seu pau na minha bunda, entrou gostoso, eu sentia a rola me alargando enquanto entrava e ele nem deu tempo pra me acostumar e iniciou um vai e vem muito rápido e com força, enquanto, eu chupava o Rui e o Roberto e punhetava o Frederico e o Silvio, o Júlio esfregava seu pau no meu rosto e até ganhava uma chupada no revezamento. Não demorou muito e o Leonardo gozou e gozou gostoso, enchendo meu cu de porra e foi se sentar num dos sofás. Sem demora, o Roberto veio e me virou deitado erguendo minhas pernas e enquanto eu mamava o Rui e o Frederico e punhetava o Sílvio e o Júlio, enterrou a rola no meu cu metendo e estocando, estocando e metendo, até encher meu cu de porra quente, então tirou o pau de mim e também se sentou no sofá...
Agora, viria o Melhor, era o Frederico, de novo colocado de quatro, outra cusparada na bunda que escorreu até meu cu, ele lambuzou a cabeçorra daquele caralho na minha bunda, a encostou no meu cu e me puxando todo pra trás enterrou sua rola no meu cu, me fazendo gemer alto, e todos gargalharam. Mas a melhor parte foi que ele nem me deu tempo pra me acostumar e começou a por e tirar a rola inteira do meu cu, mostrando o estrago pros amigos que riam sem parar. Ele foi o que mais demorou pra gozar e nenhum deles disse nada, estavam gostando de vê-lo me abrir daquele jeito, então, ele me virou ergueu minhas pernas e voltou a meter a rola, sem dó, pondo e tirando tudo várias vezes, exibindo meu cu pros amigos, até que aumentou as metidas e enterrou o pau todo na minha bunda esporrando sem parar. Todos só esporravam dentro do meu cu, mas quando ele tirou seu pau uma última golfada acertou meu peito e estômago, mais risos...
Se gostaram dessa loucura musical, comentem que eu termino na segundo parte desse relato, pra não ficar muito longo...





Delicia de conto
E pode crer o pau torou até de manhã cedo, sem parar e sem dó, terminamos era quase meio-dia no banheiro deles...
É bom demais... Dar pra universitários é não ter hora pra terminar.
sátiro